Falta pouco para Portugal ficar a conhecer quais os seus adversários no Campeonato do Mundo Brasil 2008, prova que se vai realizar entre os dias 30 de Setembro e 19 de Outubro, nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro. O sorteio do mundial está agendado para o próximo dia 10 de Julho, quinta-feira, em Brasília.
Selecções que estarão presentes no Brasil que é o país organizador, são o Paraguai, Argentina e Uruguai (Conmebol), Ilhas Salomão (Oceânia), Guatemala, Cuba e USA (Concacaf), Portugal, Rússia, Espanha, Ucrânia, Itália e República Checa (UEFA), Egipto e Líbia (CAF) e Tailândia, Japão, China e Irão (AFC).
S. L. Benfica Bebé [Gr / 25 anos], Pedro Costa [Ala / 29 anos], Ricardinho [Ala / 22 anos], Gonçalo Alves [Fixo / 31 anos], e César Paulo [Pivot / 29 anos]. Beto Aranha [Treinador / 49 anos], escalou sempre o mesmo cinco inicial. Jogaram ainda, André Lima [cap / Ala / 37 anos], Zé Maria [Fixo / 25 anos], João Marçal [Ala / 28 anos], Arnaldo [Ala / 29 anos], Rogério [Fixo / 33 anos], Miguel Almeida [Ala / 28 anos], e Ricardo Pereira [Pivot / 20 anos].
F. C. Belenenses Marcão [Gr / 24 anos], Marcelinho [Ala / 24 anos], Caio Japa [Fixo / 25 anos], Jardel [Pivot/ 29 anos], e Diego Sol [Ala / 24 anos]. Alípio Matos escalou sempre o mesmo cinco inicial. Jogaram ainda, Vinicius [Fixo / 22 anos], Drula [cap / Ala / 34], Max [Pivot / 24 anos], Paulinho [Ala / 25 anos], Maté [Ala / 28 anos], Pedro Cary [Ala / 24 anos], e Marco [Gr / 20 anos].
Média de idades
S. L. Benfica, de 28.5 anos
F. C. Belenenses, de 25.6 anos
Golos
Num total de 19 golos, 13 por parte do S. L. Benfica, e de 6 pelo F. C. Belenenses.
César Paulo [2+2+1] 5
Ricardinho [1+2+1] 4
Jardel [1+0+2] 3
Arnaldo [0+0+2] 2 (não jogou o segundo jogo devido a castigo)
Marcelinho [2+0+0] 2
Diego [1+0+0] 1
João Marçal [1+0+0] 1
Ricardo Pereira [1+0+0] 1
Remates efectuados em direcção da baliza
Os 3 jogadores mais rematadores de cada equipa
César Paulo [5+5+6] 16
Ricardinho [7+3+5] 15
Diego [3+5+6] 14
Jardel [4+1+5] 10
Marcelinho [4+1+4] 9
Pedro Costa [3+1+3] 7
Defesas efectuadas pelos Guarda redes
Bebé [14+9+15] 38
Marcão [11+8+12] 31
Resultado verificado ao intervalo
1º jogo [0x0]
2º jogo [3x0]
3º jogo [0x0]
Resultado da segunda parte
1º jogo [4x3]
2º jogo [3x0]
3º jogo [1x1], 1º Extra [2x1], Final Extra [4x2]
Resultado final dos jogos
1º jogo [4x3]
2º jogo [6x0]
3º jogo [4x2]
Disciplina
Cartão Amarelo
Arnaldo [1º jogo]
Rogério [2º jogo]
André Lima [2º jogo]
Jardel [2º jogo]
Miguel Almeida [2º jogo]
Bebé [2º jogo]
Marcelinho [3º jogo]
André Lima [3º jogo]
César Paulo [3º jogo]
Diego [3º jogo]
Caio Japa [3º jogo]
Jardel [3º jogo]
Zé Maria [3º jogo]
Cartão duplo Amarelo / Vermelho
Arnaldo [1º jogo]
Presença de Adeptos
1º jogo – 800
2º jogo – 1200
3º jogo – 2200
*Nota, o terceiro jogo teve mais 10’ de tempo extra.
Benfica faz história ao vencer o Belenenses por 4x2, no derradeiro e decisivo jogo da final do campeonato nacional FUTSAGRES, e tornou-se pelo segundo ano consecutivo campeão nacional, as duas euipas encontravam-se empatadas após os 40’ de jogo 1x1, tendo por isso que se recorrer ao tempo extra de 10’, divido por duas partes.
Foi um jogo repleto e cheio de ingredientes, pavilhão completo, claques compostas em apoio das suas equipas, uma entrega e disponibilidade inescedivel por ambas as equipas, boas jogadas, melhores defesas, golos de belo efeito, foi emoção até ao fim, saindo por isso o Futsal a ganhar, um grande e justo vencedor como foi o Benfica, mas um não menos digno vencido Belenenses, esteve na decisão do título até ao fim, apresentando-se nos três jogos com dignidade, sempre a lutar, a encarar os jogos e o adversário com a “agressividade” necessária para conseguir os objectivos que são as vitórias, e com muito atrevimento, como ainda hoje podemos vereficar, e ai o “timoneiro” Alípio Matos, como a sua equipa técnica e a sua direcção têm o devido mérito de ter chegado onde chegaram, montado a equipa e conseguiram chegar pela primeira vez á discussão do titulo maior do Futsal.
Hoje era dia do jogo “mata-mata”, do tira teimas, quem vencesse era campeão, a única certeza era de que uma das equipas, qualquer que fosse ia escrever o seu nome na história do Futsal nacional, supreendeu o Belenenses pela sua atitude e forma como se apresentou, entrou com “tudo” com uma intensidade “brutal”, parecia uma equipa completamente diferente do dia anterior, colocou em dose tudo que tinha e podia, com uma vontade bem patente desde o apito inicial dos arbitros, foi a equipa que entrou melhor, a supreender o Benfica com os seus indices de agressividade elevados, entenda-se na procura da bola e da sua conquista, era visivel na intensidade com que os seus jogadores disputavam todos os lances, (na primeira parte apenas foi assinalada 1 falta) exemplo disso era Diego e Marcelinho os que mais se destacavam, por via dessa estratégia o controlo do jogo e as situações de maior perigo pertenciam ao Belenenses, o Benfica esse ia defendendo como podia, ia conseguindo evitar que o perigo não se tornasse constante, libertando-se aos poucos da pressão a que era sujeito, sentia mesmo muita dificuldade em sair no seu ataque organizado, só conseguindo levar algum perigo no seu jogo directo para o Pivot, César Paulo que na única vez que ganhou o duelo com Caio Japa, (mas que execelente fixo este jogador, ele que chegou a meio da época, tornando-se uma grande revelaçao do nosso campeonato) rematou com muito perigo memso na conclusão da primeira metade, o 0x0 ao intervalo era reflexo de que as defesas se superiorizavam aos ataques com destaque para os Guarda redes.
A segunda metade começou com o Benfica a ser o primeiro a levar perigo á baliza adversária, poderia ser sintoma de que alguma coisa ia mudar, Ricardinho descaído na ala esquerda, conseguia assistir André Lima já dentro da área, com este a rematar de cabeça ao lado, era o aviso. O jogo estava numa toada de parada resposta, o golo era prevísivel numa ou noutra baliza tais eram as oportunidades, sem que o ritmo abrandasse e numa das várias jogadas de ataque contra ataque, Arnaldo escapou pela ala esquerda, conseguiu efectuar o primeiro remate, que encontrou um adversário pela frente, esta ressaltou e encontrou novamente Arnaldo no caminho que só teve que disparar mas desta vez na direcção da baliza, estava assim aberto o marcador aos 31’. O ritmo esse não abrandou Alípio estava a trabalhar e muito bem os jogadores que tinha á sua diposição no banco, na tentativa de conseguir ter sempre o mesmo ritmo e de intensificar a pressão sobre o adversário, Matê foi mesmo uma das boas surpresas, face a ausência de Vinicius, muito utilizado a fixo, sempre que Caio Japa descansava (quase em simultaneo com o jogador César Paulo do Benfica). Por sua vez o Benfica á medida que o tempo escoava, ia conseguindo evitar as várias tentativas do adversário, o jogo esse estava exigente em termos de concentração e de indices fisicos, com dois jogos em menos de 24 horas era necessário recorrer as soluções que estão no banco, Beto Aranha lançou Marçal, e se ontem tinha estado muito bem hoje a sua entrada não foi tão feliz, teve duas excelentes ocasiões para marcar, preferiu assistir sempre os colegas e depois ficou mal na fotografia no lance em que perdeu a bola na zona frontal, quando fazia a transiçao de saida para o ataque, que deu o golo do empate ao Belenenses, com conclusão por parte de Jardel aos 38´. O empate era o prémio, era justo por tudo o que o Belenenses colocou em jogo, as equipas sabiam que iam ter mais 10’ de tempo extra, sem arriscar no resto de tempo que faltava, ambas previligiaram a posse de bola arriscando pouco, só pela certa, colocando a bola na frente no seu pivot que foi o que o Benfica abusou.
No tempo extra, com 1x1 no resultado, o Benfica tornou a entrar melhor, com a circulação de bola, muita movimentação na troca de posições entre aquele que é o seu cinco base e ai Alipio não conseguiu ter a sua melhor equipa em jogo, o Benfica esse sempre na tentativa de espreitar o lance individual de um ou outro virtuoso, como Ricardinho que no um para um com Matê, levou a melhor em velocidade pela ala direita, ganhou a posição encarou Marcão e atirou a contar estava desfeita a igualdade, aos 44’, resulultado com que se atingiu o intervalo do tempo extra.
Estava tudo aindo por decidir, o Belenenses esse continuava com força, motivado, e com os incansáveis adeptos (claque que encheu por completo a bancada que lhes foi reservada), sempre a puxarem pelos seus “conquistadores”, era refelexo de que todos ainda acreditavam, e mais “vivos” ficaram no jogo, quando aos 46’, Caio Japa com uma brilhante assistência de ala a ala, encontrou Jardel solto e sem marcação, para de cabeça rematar e bater o Gr. Bebé que já chegou tarde para evitar de novo a igualdade no marcador. Mas foi pronta a reacção do Benfica, e de imediato reagiu, naquela que terá sido a melhor jogada da final, Ricardinho com um passe a rasgar desde o centro do seu meio campo, para a ala direita, onde Arnaldo tinha solicidado atravez da sua desmarcação, apareceu nas costas do seu marcador directo e num lance de muita categoria e classe, com o pé direito fez o recorte na bola que tirou o Gr Marcão do lance e com o esquerdo atirou para o seu segundo da partida e terceiro no jogo, aos 47’. O Beleneses esse fez o que se lhe podia exigir era arriscar com tudo, Marcão subiu então no 5x4, na tentativa de conseguir ainda o empate, mas os jogadores do Benfica, muito disponiveis para sofrer, conseguiam travar e anular todas as investidas por parte da equipa do Beleneses, que quando iam na direcção da baliza Bebé correspondia, mas a tranquilidade só chegou aos 48’, César Paulo interceptou uma bola quando estavam todos ainda remetidos na sua zona defensiva e com muita calma e classe fez um termendo chapéu a Marcão que estava adiantado na quadra, estava feito o 4x2 final era a expolsão de alegria por parte dos 2.000 adeptos afectos ao benfica que hoje quizeram marcar presença no Pavilhão Açoreana Seguros para festejarem in loco o seu bi-campeonato nacional.
Uma assistência magnífica, lotação do pavilhão em que os adeptos corresponderam em massa para a festa do final de época. Num grande, longo e excelente jogo de Futsal, um justo vencedor e com um digno vencido, que dignifica e em muito a conquista por parte do Benfica.
Comentário dos técnicos
Beto Aranha, treinador da equipa da casa “Foi uma grande vitória, muito difícil. O Belenenses tem uma excelente equipa mas o resultado foi justo porque fomos a melhor equipa. Dedico esta vitória á minha família e meus amigos. O balanço até aqui foi positivo, quando cheguei ao Benfica vim para ser campeão, e as coisas não estavam a correr bem nessa altura. Foi difícil a adaptação da equipa a um novo sistema de jogo, mas por fim conseguimos o principal objectivo.”
Alípio Matos, treinador da equipa visitante “Fomos superiores em muitos períodos do jogo, frente a uma equipa com outras condições, e merecíamos ter ganho. De qualquer forma, perdemos dignamente, temos uma equipa fantástica. Pelo que o Belenenses fez ao longo da época, era justo termos conseguido ser campeões.”
Responsável das Modalidades Amadoras do SLB “Excelente vitória e estamos todos de parabéns. Ambicionamos mais na próxima época, o nosso plantel é de nível europeu, com o César Paulo, e faremos alguns ajustamentos se necessário”
André Lima, Capitão do Benfica “Sentimos muitas dificuldades hoje, foi uma grande vitória e vamos festejar. O sonho do clube continua a ser o título europeu, e por isso vamo-nos reforçar. Quanto a mim, e enquanto as pernas deixarem, continuarei a ajudar o Benfica, pelo menos na próxima época.”
Ricardinho, jogador do Benfica “Jogo de grandes emoções, o Belenenses tem uma grande equipa e deram muita luta, mas nós fomos os últimos a festejar.
Temos grandes ambições para a próxima época, e queremos voltar a estar numa final europeia”
Bebé, jogador do Benfica “Grande exibição do colectivo, mas hoje foi mais difícil. Vou continuar no Benfica, com contrato por mais duas épocas, e estou feliz por ter conseguido a titularidade”
A Selecção Portuguesa joga apuramento para o Mundial 2008 na Turquia
como cabeça-de-série na zona europeia de quali-ficação, que se
vai disputar no Brasil.
Portugal que estava inserido no pote 1 do sorteio que se realizou
em Nyon, na Suiça, e fugindo, deste modo, aos finalistas do último
Mundial, a bicampeã Espanha e Itália.
Numa prova que terá um número recorde de 38 participantes, Portugal
não terá de enfrentar nesta fase também as selecções da Ucrânia,
República Checa, Rússia, Eslovénia, Holanda, Hungria e Bélgica.
O sorteio esse determinou que Portugal ficasse no Grupo 9 da Zona
Europeia da Fase de Qualificação para o Mundial'2008, juntamente
com a Eslováquia, Letónia
e Turquia, esta que será o país anfitrião.
Os jogos disputam-se entre 23 de Fevereiro e 2 de Março de 2008,
sendo que o vencedor de cada um dos 10 grupos fica apurado para
o play-off de qualificação, mas a Fifa decidiu aumentar o numero
de participantes e por consequência atribuiu mais uma vaga á Uefa.
Alteração no apuramento. A FIFA decidiu aumentar a fase final de 16 para 20 selecções,
pelo que a UEFA terá direito a colocar seis vagas para a prova,
em vez das cinco que vigoravam até agora. A Europa viu ser-lhe
atribuído um lugar adicional no Campeonato do Mundo de Futsal
de 2008, que irá decorrer no Brasil, entre 4 e 19 de Outubro.
Assim, não serão apenas os vencedores dos dez grupos da fase de
qualificação, cujo sorteio decorreu em Setembro a seguirem em
frente na zona europeia, já que receberão a companhia dos dois
melhores segundos classificados para a disputa dos seis jogos
de "play-off" a duas mãos, em vez dos cinco. Nos 38 participantes
está incluida a Espanha, equipa que é detentora do título Mundial
e que vai tentar a conquista do terceiro consecutivo.
Mundial
Guatemala 2000.
Em cima, da esquerda para a direita; Toni, Zézito, Majó, Benedito,
Ivan, António Teixeira, Naná. Em baixo da esquerda para a direita;
Vitinha, André Lima, Nélito, Miguel Mota, Pedro Costa, Formiga,
Arnaldo.
Grupo 1
Sérvia, Rússia e França
Grupo 2
Bósnia Herzegovina, Holanda, Lituânia e Estónia
Grupo 3
Espanha, Croácia e Geórgia Grupo 4
Hungria, Polónia, Macedónia e Inglaterra Grupo 5
Roménia, Bélgica , Bielorrússia e Montenegro
Grupo 6
República Checa, Azerbeijão, Finlândia e Arménia Grupo 7
Malta, Eslovénia, Grécia e Albânia
Grupo 8
Itália, Andorra, Chipre e Cazaquistão Grupo 9
Turquia, Portugal, Eslováquia e Letónia
Grupo 10
Bulgária, Ucrânia, Moldávia e Israel
Os
"formatos" da UEFA Futsal Cup.
A Taça UEFA de Futsal é uma competição
disputada todos os anos pelos maiores clubes europeus da modalidade,
tendo vindo a crescer firmemente em termos de dimensão
e importância desde que foi criada na época 2001/02.
Quatro etapas
Todas as federações que compõem a UEFA têm
direito a inscrever o seu campeão na prova. O detentor
do troféu está automaticamente qualificado para
defender o seu título, pelo que a federação
por ele representada tem a possibilidade de inscrever uma segunda
equipa. Depois de, na primeira edição, ter terminado
numa fase final, a competição é disputada
actualmente em quatro etapas distintas.
Lisboa acolhe primeira edição
A edição inaugural, em 2001/02, culminou numa fase
final disputada em Lisboa pelos oito melhores clubes. Um total
de 27 campeões nacionais participaram na fase de qualificação,
tendo o Sporting, enquanto organizador, ficado isento desta primeira
fase. Estas equipas foram divididas em sete grupos, com os seus
vencedores a garantirem a presença em Portugal.
Domínio espanhol
Uma vez aí chegados, os oito finalistas foram divididos
em dois grupos de quatro. Os vencedores de cada grupo defrontaram
o segundo classificado do outro grupo, com os vencedores destas
meias-finais a garantirem a presença na final. Os espanhóis
do Playas de Castellón FS venceram o Action 21 Charleroi,
da Bélgica, por 5-1, e foram os grandes vencedores da competição.
Playas de Castellón renova título
Desde então, a Taça UEFA de Futsal adoptou o seu
formato habitual, com pequenas variações no que
toca ao número de participantes. Na temporada 2002/03,
30 equipas entraram na primeira fase de qualificação.
Foram divididas em oito grupos, com os vencedores a qualificarem-se
para uma segunda fase, composta por dois grupos de quatro equipas.
Os vencedores de cada um deles - uma vez mais o Castellón
e o Charleroi - disputaram a final, desta feita disputada a duas
mãos, com os espanhóis a triunfarem por 7-5 no conjunto
dos dois jogos.
Final ibérica
Na época 2003/04 foi acrescentada uma pré-eliminatória,
que ainda se mantém. Nesse ano foi disputada apenas por
dois clubes, com o vencedor, o AS Odorheiu Secuiesc, da Roménia,
a juntar-se às restantes 31 equipas já apuradas
para a primeira fase de qualificação. Ficou assim
garantido um número idêntico de equipas em cada um
dos oito grupos. A restante competição foi disputada
no mesmo formato que a edição anterior, tendo o
Boomerang Interviú FS mantido o domínio espanhol
na competição, ao vencer o Benfica na final, com
um total de 7-5 no conjunto das duas mãos.
Êxito do Charleroi da Bélgica
Na temporada 2004/05 assistiu-se a uma ronda preliminar composta
por três equipas, com duas delas a qualificarem-se para
a fase seguinte, completando o lote das 31 equipas apuradas para
a primeira fase de qualificação. A presença
de menos uma equipa nesta fase em relação à
época transacta deveu-se ao facto de a Federação
israelita ter abdicado da participação por razões
logísticas. Na final, o Charleroi vingou as suas derrotas
anteriores e bateu, após prolongamento, o MFK Dinamo Moskva,
da Rússia, com um total de 10-9 no conjunto dos dois jogos.
Meias-finais e final a duas mãos
A competição manteve-se com 34 equipas para a temporada
2005/06, com quatro equipas a disputarem um mini-torneio preliminar.
As duas melhores juntar-se-ão aos restantes 30 clubes na
primeira fase de qualificação, que mantém
o mesmo formato. A única alteração acontecerá
na segunda fase, com duas equipas a qualificarem-se em cada um
dos grupos. O vencedor de cada grupo encontrará o segundo
classificado do outro agrupamento, disputando-se entre eles uma
meia-final a duas mãos. A final continuará a ser
disputada a duas mãos.
FUTFUTSAL
é um site com informação técnica em
áreas que se estendem desde o Treino Desportivo até
à Formação. Está vocacionado para ajudar
pessoas que tenham dificuldades ou lacunas no treino das Capacidades
Coordenativas, Condicionais e Formação. A utilização
de uma linguagem simples e a estruturação de conteúdos
permite que estes elementos possam ser trabalhados e desenvolvidos
relativamente sem dificuldades. www.futfutsal.com/
Taça Portugal, 2005/2006.
Sporting faz história ao conquistar a sua primeira Taça de Portugal,
vencendo o seu rival Benfica numa final verdadeiramente emotiva.
O
Sporting, actual campeão nacional, conquistou pela primeira
vez a Taça de Portugal, troféu muito desejado e fez história
só ao fim de nove épocas, ao vencer o Benfica, actual detentor
do troféu, por 9x5, na final disputada no Pavilhão Multidesportos
de Coimbra. Ao intervalo, já o Sporting vencia por 3x2, mas
com o equilíbrio a ser dominante por parte a parte, sendo que
na segunda parte o Sporting entrou melhor e aumentou a vantagem
até aos 7x3. O Benfica ainda protagonizou excelente reacção,
já após a expulsão do gr. José Carlos logrou reduzir para 7x5,
com Ricardinho a funcionar como gr. avançado. Mas Pica-Pau recebeu,
então, ordem de expulsão por entrada dura sobre Paulinho, e
comprometeu as aspirações do Benfica que viu o Sporting a sentenciar
a vitória com mais dois golos, fixando o marcador em 9x5. Com
um minuto para jogar, tempo ainda para mais uma expulsão de
um atleta do Benfica, no caso Sidnei, que agrediu Bibi, o Sporting
sagrou-se assim um justo vencedor, dando seguimento a vários
meses sem perder, desde 24 de Junho de 2005, à sua superioridade
e regularidade demonstrada até ao momento no campeonato. Sendo
a maior parte do jogo superior ao Benfica e consegui sempre
manter-se na frente do marcador, destaque pela positiva para
o capitão do Sporting Zézito que contribui com um "hat trick",
e pela negativa, as três expulsões por parte dos jogadores do
Benfica, duas pelas por agressões. Numa partida espectacular
e com pavilhão bem composto com mais de 2000 pessoas.
Histórico
dos vencedores.
2005/06 Sporting Clube de Portugal (Paulo Fernandes)
2004/05 Benfica (Adil Amarante)
2003/04 SL Olivais (Luís Alves)
2002/03 Benfica (Alípio Matos)
2001/02 FJ Antunes (Gabriel Silva)
2000/01 FJ Antunes (Rui Pereira)
1999/00 Correio da Manhã (Luís Manta)
1998/99 Inst. D. João V (Rui Gama)
1997/98 Miramar (Beto Aranha)
Final
Four.
Finalistas, todos a sul. Os finalistas da Final Four, da Taça
de Portugal 2005/2006, são Benfica, Sp. Pombal Sporting e Piedense,
que pela primeira vez, e por mera curiosidade, não contempla
nenhum clube a norte do país e sem a presença de nenhuma equipa
dos escalões secundários.
Benfica,
equipa que das quatro finalistas apresenta o melhor curriculum
nesta competição, vencedor em duas ocasiões, 2004/2005 e 2002/2003,
vai a caminho da terceira presença, de realçar que das duas
vezes que marcou presença na Final Four saiu vitorioso, e é
o actual detentor do troféu.
Sp. Pombal, conta como vencedor na época de 1998/1999,
ainda sob o domínio de "D. João V", garante assim a sua quarta
presença na final da prova, a última tinha sido na época 2001/2002.
Sporting,
vai para a quarta presença e ainda não consegui vencer nunca
a competição, um troféu que tanto ambiciona, recorde-se que
o Sporting não marcava presença na "Final Four" desde a época
2001/2002.
Piedense,
estreante na final da competição, vai contar com a sua primeira
presença.Sorteio
O sorteio da Final Four da Taça de Portugal. Será na Sede da Federação Portuguesa de Futebol. As
partidas já têm horário definido. Assim, as meias-finais iniciar-se-ão
às 15h e 17h, no sábado, dia 22, enquanto que a final, o jogo
decisivo tem o apito inicial marcado para as 17h de domingo,
dia 23. A cidade de Coimbra vai receber os jogos da Final Four.
O Pavilhão Multi desportivo daquela cidade será o palco da competição,
que juntará as equipas do Benfica, Sporting, Sp. Pombal e do
Piedense. Recorde-se que a formação do S. L. e Benfica é a detentora
do troféu, depois de ter vencido no jogo decisivo da última
temporada, disputado no Entroncamento, o Boavista, por 4x1.
Campeonato
da Europa de Futsal de 2007.
A cidade do Porto vai receber o Campeonato da Europa de Futsal
de 2007. A Comissão de Futsal da UEFA atribuiu, por unanimidade,
a Portugal, a 10 de Março de 2005, a organização
da fase final do Europeu de 2007.
Pav.
Rosa Mota fora do Euro'2007
A UEFA anunciou que 10 dos 12 jogos da fase final do Europeu de
Futsal de 2007, em Portugal, vai realizar-se no Pavilhão
Multiusos de Gondomar, obra que deverá estar concluída
no final do ano. O novo recinto de Gondomar, que terá capacidade
para 3.800 espectadores, vai substituir o Pavilhão Rosa
Mota, no Porto, inicialmente previsto para anfitrião da
fase final. Por seu lado, o Centro de Desportos e Congressos de
Matosinhos localizado nos arredores do Porto, com capacidade para
3,500 espectadores.será, como previsto, o palco dos outros
dois jogos da prova, ambos da fase de grupos, que se realiza de
16 a 25 de Novembro de 2007. O sorteio da fase de qualificação
realiza-se a 2 de Outubro e os encontros vão decorrer em
Janeiro, a primeira fase e em Fevereiro a fase final, sendo que
sete selecções vão juntar-se a Portugal,
já apurado na condição de anfitrião.
Forte tradição
A escolha de Portugal para acolher a competição teve por base
a popularidade e forte tradição que o Futsal tem no país, bem
como a experiência da Federação Portuguesa de Futebol na organização
de eventos da UEFA. Portugal organizou a primeira Taça UEFA de
Futsal, em 2002, em Lisboa, quando a fase final da competição
ainda era disputada com oito equipas. A selecção portuguesa marca
regularmente presença nas fases finais do Campeonato da Europa
e do Campeonato do Mundo de Futsal, este último organizado pela
FIFA.
Quinta edição
O Campeonato da Europa de 2007 será o quinto organizado oficialmente
pela UEFA destinado a selecções nacionais. O primeiro decorreu
em Granada, na Espanha, com a vitória da Rússia, que acolheu a
segunda edição, em Moscovo, dois anos mais tarde, desta vez com
triunfo espanhol. Em 2003, a Itália tornou-se no primeiro país
organizador a conseguir conquistar a competição, realizada em
Caserta e Aversa. Em 2005, na fase final disputada na República
Checa, a Espanha voltou a triunfar.
O
Brasil torna-se centro exportador de atletas de Futsal, que obtêm
dupla cidadania e viram "astros" na Europa, outros já
chegam consagrados e procuram melhores contratos profissionais.
Nos campos de terra de futebol dos subúrbios do Brasil,
meninos pobres e franzinos lideram a lista dos mais talentosos.
Pelé, Garrincha e Robinho são alguns dos melhores
exemplos do que um brasileiro humilde sabe fazer com uma bola
no pé. Os grandes ídolos cobiçados por clubes
da Europa costumam vir das classes menos privilegiadas. Mas um
outro grupo de jovens craque's começa a levar vantagem
na busca do sonho de se tornar um astro famoso no desporto. São
garotos da classe média (a maior parte), que, além
de jogar bem, têm na família algum avô ou bisavô
vindo do velho continente. A vantagem é que eles podem
obter dupla cidadania e ganhar um passaporte europeu. Na zona
leste de São Paulo, em bairros de razoável poder
económico, como Tatuapé e Penha, ou em áreas
mais distantes, como Artur Alvim e Jardim Danfer, passou a ocorrer
uma verdadeira caça aos jovens com esse perfil que se destacam
no Futsal. Não é para menos, equipas de Futsal da
Itália, da Espanha e de Portugal, e em menor quantidade
da Rússia, Grécia, Roménia, e Kasaquistão,
abriram totalmente os seus mercados para os brasileiros. Hoje,
a Espanha tem mais de 400 jogadores de Futsal brasileiros e a
Itália, mais de 70. Oficialmente, existem mais de 70 na
Bélgica, na Rússia, em Portugal e alguns no Kasaquistão.
Dos integrantes da selecção italiana, muitos deles
são nascidos no Brasil, que conseguiram a dupla cidadania.
Em contrapartida, entre os últimos 12 convocados para a
selecção brasileira apenas o Gr. Rogério
e Falcão, que é considerado o melhor jogador de
Futsal, além de ser o atleta mais famoso e bem pago no
Brasil a jogar Futsal, não disputam a Liga espanhola. Os
jovens craque's do Brasil, de São Paulo, do Rio, de Santa
Catarina e de Fortaleza têm se destacado. Mais de 50 atletas
dali já fizeram as malas e rumaram para o velho continente,
muitos deles estão mesmo na selecção italiana
(Richard, Daverson, Jabá e Adriano Folha, são alguns
dos exemplos).
A selecção espanhola que já contou com os
brasileiros Paulo Roberto, que abandonou a carreira ao serviço
do El Pozo Murcia, Ferreira, (que jogou pela Espanha o Mundial
de 1996), Duda, e que agora conta com os brasileiros Daniel, do
Boomerang Interviù, Marcelo, do Cartagena e agora o mais
recente, Júlio César Simonatto, "Alemão",
do Lobelle, que recusou a convocação brasileira
porque aguardava a vaga na selecção espanhola. "O
Brasil tem excesso de craque's e na Espanha tenho mais hipóteses",
chegou mesmo a dizer Alemão, que saiu da Cohab de Itaquera,
no extremo leste de São Paulo. Na selecção
portuguesa, já temos brasileiros naturalizados, como os
casos de Ivan, nascido no Rio de Janeiro, actualmente ao serviço
da A.R. Freixieiro, e já com vários anos a disputar
o campeonato nacional, depois de ter tido uma experiência
por Espanha, de Leo do Martorell, e Marcelinho do DKV Saragoça,
ambos estão em Espanha depois de ter dado nas vistas ao
serviço do Action Charleroi da Bélgica e por último
de Minhoca do Playas colega de equipa do também Português
e internacional Miguel Almeida, que rumou a liga espanhola, proveniente
do Benfica a meio desta época 05/06. A passagem pelo campeonato
português, por parte de alguns jogadores brasileiros serve
mesmo como uma adaptação à Liga espanhola,
e sempre o Benfica como ponte de passagem, casos de Chico que
está no Barcelona, Ciço no Lobelle, e de Lukaian
no MRA. Esta época sucedeu mesmo o êxodo de jogadores
internacionais portugueses para a melhor Liga do mundo, e sempre
o Benfica como o clube que mais exporta jogadores, não
vamos discutir o porquê desse fenómeno ou acontecimento,
mas viu partir Arnaldo para o MRA na época passada, nesta
Pedro Costa para o MRA, a meio da época no abrir das inscrições,
Zé Maria, par o Benicarló, Miguel Almeida para o
Playas, e o regresso de João Leite proveniente desta vez
da A R Freixieiro, para o Albacete, depois da sua primeira experiência
pelo Caja Segóvia.