Falta pouco para Portugal ficar a conhecer quais os seus adversários no Campeonato do Mundo Brasil 2008, prova que se vai realizar entre os dias 30 de Setembro e 19 de Outubro, nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro. O sorteio do mundial está agendado para o próximo dia 10 de Julho, quinta-feira, em Brasília.
Selecções que estarão presentes no Brasil que é o país organizador, são o Paraguai, Argentina e Uruguai (Conmebol), Ilhas Salomão (Oceânia), Guatemala, Cuba e USA (Concacaf), Portugal, Rússia, Espanha, Ucrânia, Itália e República Checa (UEFA), Egipto e Líbia (CAF) e Tailândia, Japão, China e Irão (AFC).
S. L. Benfica Bebé [Gr / 25 anos], Pedro Costa [Ala / 29 anos], Ricardinho [Ala / 22 anos], Gonçalo Alves [Fixo / 31 anos], e César Paulo [Pivot / 29 anos]. Beto Aranha [Treinador / 49 anos], escalou sempre o mesmo cinco inicial. Jogaram ainda, André Lima [cap / Ala / 37 anos], Zé Maria [Fixo / 25 anos], João Marçal [Ala / 28 anos], Arnaldo [Ala / 29 anos], Rogério [Fixo / 33 anos], Miguel Almeida [Ala / 28 anos], e Ricardo Pereira [Pivot / 20 anos].
F. C. Belenenses Marcão [Gr / 24 anos], Marcelinho [Ala / 24 anos], Caio Japa [Fixo / 25 anos], Jardel [Pivot/ 29 anos], e Diego Sol [Ala / 24 anos]. Alípio Matos escalou sempre o mesmo cinco inicial. Jogaram ainda, Vinicius [Fixo / 22 anos], Drula [cap / Ala / 34], Max [Pivot / 24 anos], Paulinho [Ala / 25 anos], Maté [Ala / 28 anos], Pedro Cary [Ala / 24 anos], e Marco [Gr / 20 anos].
Média de idades
S. L. Benfica, de 28.5 anos
F. C. Belenenses, de 25.6 anos
Golos
Num total de 19 golos, 13 por parte do S. L. Benfica, e de 6 pelo F. C. Belenenses.
César Paulo [2+2+1] 5
Ricardinho [1+2+1] 4
Jardel [1+0+2] 3
Arnaldo [0+0+2] 2 (não jogou o segundo jogo devido a castigo)
Marcelinho [2+0+0] 2
Diego [1+0+0] 1
João Marçal [1+0+0] 1
Ricardo Pereira [1+0+0] 1
Remates efectuados em direcção da baliza
Os 3 jogadores mais rematadores de cada equipa
César Paulo [5+5+6] 16
Ricardinho [7+3+5] 15
Diego [3+5+6] 14
Jardel [4+1+5] 10
Marcelinho [4+1+4] 9
Pedro Costa [3+1+3] 7
Defesas efectuadas pelos Guarda redes
Bebé [14+9+15] 38
Marcão [11+8+12] 31
Resultado verificado ao intervalo
1º jogo [0x0]
2º jogo [3x0]
3º jogo [0x0]
Resultado da segunda parte
1º jogo [4x3]
2º jogo [3x0]
3º jogo [1x1], 1º Extra [2x1], Final Extra [4x2]
Resultado final dos jogos
1º jogo [4x3]
2º jogo [6x0]
3º jogo [4x2]
Disciplina
Cartão Amarelo
Arnaldo [1º jogo]
Rogério [2º jogo]
André Lima [2º jogo]
Jardel [2º jogo]
Miguel Almeida [2º jogo]
Bebé [2º jogo]
Marcelinho [3º jogo]
André Lima [3º jogo]
César Paulo [3º jogo]
Diego [3º jogo]
Caio Japa [3º jogo]
Jardel [3º jogo]
Zé Maria [3º jogo]
Cartão duplo Amarelo / Vermelho
Arnaldo [1º jogo]
Presença de Adeptos
1º jogo – 800
2º jogo – 1200
3º jogo – 2200
*Nota, o terceiro jogo teve mais 10’ de tempo extra.
Benfica faz história ao vencer o Belenenses por 4x2, no derradeiro e decisivo jogo da final do campeonato nacional FUTSAGRES, e tornou-se pelo segundo ano consecutivo campeão nacional, as duas euipas encontravam-se empatadas após os 40’ de jogo 1x1, tendo por isso que se recorrer ao tempo extra de 10’, divido por duas partes.
Foi um jogo repleto e cheio de ingredientes, pavilhão completo, claques compostas em apoio das suas equipas, uma entrega e disponibilidade inescedivel por ambas as equipas, boas jogadas, melhores defesas, golos de belo efeito, foi emoção até ao fim, saindo por isso o Futsal a ganhar, um grande e justo vencedor como foi o Benfica, mas um não menos digno vencido Belenenses, esteve na decisão do título até ao fim, apresentando-se nos três jogos com dignidade, sempre a lutar, a encarar os jogos e o adversário com a “agressividade” necessária para conseguir os objectivos que são as vitórias, e com muito atrevimento, como ainda hoje podemos vereficar, e ai o “timoneiro” Alípio Matos, como a sua equipa técnica e a sua direcção têm o devido mérito de ter chegado onde chegaram, montado a equipa e conseguiram chegar pela primeira vez á discussão do titulo maior do Futsal.
Hoje era dia do jogo “mata-mata”, do tira teimas, quem vencesse era campeão, a única certeza era de que uma das equipas, qualquer que fosse ia escrever o seu nome na história do Futsal nacional, supreendeu o Belenenses pela sua atitude e forma como se apresentou, entrou com “tudo” com uma intensidade “brutal”, parecia uma equipa completamente diferente do dia anterior, colocou em dose tudo que tinha e podia, com uma vontade bem patente desde o apito inicial dos arbitros, foi a equipa que entrou melhor, a supreender o Benfica com os seus indices de agressividade elevados, entenda-se na procura da bola e da sua conquista, era visivel na intensidade com que os seus jogadores disputavam todos os lances, (na primeira parte apenas foi assinalada 1 falta) exemplo disso era Diego e Marcelinho os que mais se destacavam, por via dessa estratégia o controlo do jogo e as situações de maior perigo pertenciam ao Belenenses, o Benfica esse ia defendendo como podia, ia conseguindo evitar que o perigo não se tornasse constante, libertando-se aos poucos da pressão a que era sujeito, sentia mesmo muita dificuldade em sair no seu ataque organizado, só conseguindo levar algum perigo no seu jogo directo para o Pivot, César Paulo que na única vez que ganhou o duelo com Caio Japa, (mas que execelente fixo este jogador, ele que chegou a meio da época, tornando-se uma grande revelaçao do nosso campeonato) rematou com muito perigo memso na conclusão da primeira metade, o 0x0 ao intervalo era reflexo de que as defesas se superiorizavam aos ataques com destaque para os Guarda redes.
A segunda metade começou com o Benfica a ser o primeiro a levar perigo á baliza adversária, poderia ser sintoma de que alguma coisa ia mudar, Ricardinho descaído na ala esquerda, conseguia assistir André Lima já dentro da área, com este a rematar de cabeça ao lado, era o aviso. O jogo estava numa toada de parada resposta, o golo era prevísivel numa ou noutra baliza tais eram as oportunidades, sem que o ritmo abrandasse e numa das várias jogadas de ataque contra ataque, Arnaldo escapou pela ala esquerda, conseguiu efectuar o primeiro remate, que encontrou um adversário pela frente, esta ressaltou e encontrou novamente Arnaldo no caminho que só teve que disparar mas desta vez na direcção da baliza, estava assim aberto o marcador aos 31’. O ritmo esse não abrandou Alípio estava a trabalhar e muito bem os jogadores que tinha á sua diposição no banco, na tentativa de conseguir ter sempre o mesmo ritmo e de intensificar a pressão sobre o adversário, Matê foi mesmo uma das boas surpresas, face a ausência de Vinicius, muito utilizado a fixo, sempre que Caio Japa descansava (quase em simultaneo com o jogador César Paulo do Benfica). Por sua vez o Benfica á medida que o tempo escoava, ia conseguindo evitar as várias tentativas do adversário, o jogo esse estava exigente em termos de concentração e de indices fisicos, com dois jogos em menos de 24 horas era necessário recorrer as soluções que estão no banco, Beto Aranha lançou Marçal, e se ontem tinha estado muito bem hoje a sua entrada não foi tão feliz, teve duas excelentes ocasiões para marcar, preferiu assistir sempre os colegas e depois ficou mal na fotografia no lance em que perdeu a bola na zona frontal, quando fazia a transiçao de saida para o ataque, que deu o golo do empate ao Belenenses, com conclusão por parte de Jardel aos 38´. O empate era o prémio, era justo por tudo o que o Belenenses colocou em jogo, as equipas sabiam que iam ter mais 10’ de tempo extra, sem arriscar no resto de tempo que faltava, ambas previligiaram a posse de bola arriscando pouco, só pela certa, colocando a bola na frente no seu pivot que foi o que o Benfica abusou.
No tempo extra, com 1x1 no resultado, o Benfica tornou a entrar melhor, com a circulação de bola, muita movimentação na troca de posições entre aquele que é o seu cinco base e ai Alipio não conseguiu ter a sua melhor equipa em jogo, o Benfica esse sempre na tentativa de espreitar o lance individual de um ou outro virtuoso, como Ricardinho que no um para um com Matê, levou a melhor em velocidade pela ala direita, ganhou a posição encarou Marcão e atirou a contar estava desfeita a igualdade, aos 44’, resulultado com que se atingiu o intervalo do tempo extra.
Estava tudo aindo por decidir, o Belenenses esse continuava com força, motivado, e com os incansáveis adeptos (claque que encheu por completo a bancada que lhes foi reservada), sempre a puxarem pelos seus “conquistadores”, era refelexo de que todos ainda acreditavam, e mais “vivos” ficaram no jogo, quando aos 46’, Caio Japa com uma brilhante assistência de ala a ala, encontrou Jardel solto e sem marcação, para de cabeça rematar e bater o Gr. Bebé que já chegou tarde para evitar de novo a igualdade no marcador. Mas foi pronta a reacção do Benfica, e de imediato reagiu, naquela que terá sido a melhor jogada da final, Ricardinho com um passe a rasgar desde o centro do seu meio campo, para a ala direita, onde Arnaldo tinha solicidado atravez da sua desmarcação, apareceu nas costas do seu marcador directo e num lance de muita categoria e classe, com o pé direito fez o recorte na bola que tirou o Gr Marcão do lance e com o esquerdo atirou para o seu segundo da partida e terceiro no jogo, aos 47’. O Beleneses esse fez o que se lhe podia exigir era arriscar com tudo, Marcão subiu então no 5x4, na tentativa de conseguir ainda o empate, mas os jogadores do Benfica, muito disponiveis para sofrer, conseguiam travar e anular todas as investidas por parte da equipa do Beleneses, que quando iam na direcção da baliza Bebé correspondia, mas a tranquilidade só chegou aos 48’, César Paulo interceptou uma bola quando estavam todos ainda remetidos na sua zona defensiva e com muita calma e classe fez um termendo chapéu a Marcão que estava adiantado na quadra, estava feito o 4x2 final era a expolsão de alegria por parte dos 2.000 adeptos afectos ao benfica que hoje quizeram marcar presença no Pavilhão Açoreana Seguros para festejarem in loco o seu bi-campeonato nacional.
Uma assistência magnífica, lotação do pavilhão em que os adeptos corresponderam em massa para a festa do final de época. Num grande, longo e excelente jogo de Futsal, um justo vencedor e com um digno vencido, que dignifica e em muito a conquista por parte do Benfica.
Comentário dos técnicos
Beto Aranha, treinador da equipa da casa “Foi uma grande vitória, muito difícil. O Belenenses tem uma excelente equipa mas o resultado foi justo porque fomos a melhor equipa. Dedico esta vitória á minha família e meus amigos. O balanço até aqui foi positivo, quando cheguei ao Benfica vim para ser campeão, e as coisas não estavam a correr bem nessa altura. Foi difícil a adaptação da equipa a um novo sistema de jogo, mas por fim conseguimos o principal objectivo.”
Alípio Matos, treinador da equipa visitante “Fomos superiores em muitos períodos do jogo, frente a uma equipa com outras condições, e merecíamos ter ganho. De qualquer forma, perdemos dignamente, temos uma equipa fantástica. Pelo que o Belenenses fez ao longo da época, era justo termos conseguido ser campeões.”
Responsável das Modalidades Amadoras do SLB “Excelente vitória e estamos todos de parabéns. Ambicionamos mais na próxima época, o nosso plantel é de nível europeu, com o César Paulo, e faremos alguns ajustamentos se necessário”
André Lima, Capitão do Benfica “Sentimos muitas dificuldades hoje, foi uma grande vitória e vamos festejar. O sonho do clube continua a ser o título europeu, e por isso vamo-nos reforçar. Quanto a mim, e enquanto as pernas deixarem, continuarei a ajudar o Benfica, pelo menos na próxima época.”
Ricardinho, jogador do Benfica “Jogo de grandes emoções, o Belenenses tem uma grande equipa e deram muita luta, mas nós fomos os últimos a festejar.
Temos grandes ambições para a próxima época, e queremos voltar a estar numa final europeia”
Bebé, jogador do Benfica “Grande exibição do colectivo, mas hoje foi mais difícil. Vou continuar no Benfica, com contrato por mais duas épocas, e estou feliz por ter conseguido a titularidade”
Benfica vence Belenenses por 6x0 no segundo jogo, empatando assim a eliminatória, e leva a final para o derradeiro e decisivo jogo do campeonato nacional FUTSAGRES, contando com a vantagem de jogar novamente perante os seus apoiantes no seu reduto, amanhã ás 15 horas no pavilhão Açoreana Seguros.
O Belenenses foi hoje uma equipa que acusou a pressão de jogar fora, nunca se encontrando, tentou reagir, nos minutos finais da primeira metade assim como nos iniciais da segunda mas sem sucesso, nunca transpondo o Gr. Adversário Bebé, que hoje esteve intransponível efectuando uma meia duzia de defesas de classe, ao qual precisava de vencer para decidir já o campeão, mas deixou a iniciativa do jogo para o Benfica, tentou isso sim defender muito e bem, eram bem defenidas e claras as suas linhas defensivas, com Alípio a corrigir sempre que os jogadores não cumpriam com o que ele deliniou como estratégia para este jogo. Mas o Benfica foi claro, o mote foi dado logo na primeia saída de bola por parte do ataque organizado, a ter uma entrada de rompante pela ala esquerda, Gonçalo Alves, hoje a ser muito importante na manobra da equipa, bem fisicamente pleno de força e eficaz a defender, empurrando por variadas vezes a equipa para a frente, ao qual assistiu César Paulo, bem no centro da área, ao qual este não conseguiu corresponder com sucesso, era o aviso de que o Benfica não queria cair aos pés do seu adversário, no jogo em que a equipa do Belenenses se apresentava com a vantagem. Este Benfica apresentou-se muito concentrado, disponivel fisicamente para tentar dar o “troco” na eliminatória, e aos 7´minutos eis que Ricardinho teve uma arrancada fulminante, ludibriando e passando três adversários, e na zona frontal á entrada da area disparou um fortíssimo remate com o seu pé esquerdo, colocando o Benfica na frente, estava aberto placard e dava o mote para o que se ia passar e a assistir, o Benfica modificou a estratégia, passava a ser paciente, sabia esperar e resistir ás intenções do adversário, as suas linhas defensivas recuaram e só arriscava pela certa, com o jogo directo para o seu pivot, e soubesse reguardar para que não lhe acontecesse o mesmo do primeiro jogo, ser supreendido pela reacção do aversário, sem entrar em ritmos acelerados e numa parada e resposta, eis que que aos 10´novo golo do Benfica, com a assinatura de César Paulo, exímio na sua posição e melhor na sua execução, (Vinicius ainda deve estar sem perceber como é que o César lhe fez tamanha “maldade”), era o Benfica que conseguia estar com os índices e o nível de confiança por cima, motivados conseguiam defender e fechar bem o caminho da sua baliza e levavam mais perigo agora á baliza de Marcão, este ainda tentou sair por algumas ocasiões no 5x4, era somente assim que conseguiam rematar a baliza, mas ao qual Alípio achou demasiado cedo para arriscar, o Benfica fazia o seu jogo paciente espreitando a oportunidade de poder ampliar, e surge o 3x0 aos 17’, que nasce numa recuperação de bola, com uma melhor e rápida assistência por pare de Pedro Costa para César Paulo que livre de marcação, e num gesto acrobático de cabeça batia o seu compatriota. Era um Benfica resistente e paciente, com o Belenenses sem soluções para poder contrariar a melhor estartégia por parte do treinador Beto Aranha.
Na segunda tivemos o mesmo do mesmo, com o desenrolar da partida a ser papel químico dos derradeiros minutos finais da primeira metade, só com o jogo de 5x4, o Belenenses conseguia rematar á baliza. Com 11’ passados e sem golos, sem resultado por parte do Belenenses, Alípio arrisca e organiza a equipa no seu minuto de desconto, entrando Diego para a estratégia como Gr no 5x4, até aqui era Marcão que desempenhava esse papel, Alípio não foi feliz, na primeira situação o Benfica amplia para 4x0 aos 32’, numa recuperação defensiva, e numa jogada bem trabalhada pela equipa do Benfica, Marçal com um remate bem colocado e forte do meio campo, ainda com a baliza desguarnecida, resolvia o jogo, era demais evidente e visivél no rosto dos jogadores e no banco o desalento por não conseguirem contrariar o resultado. Após o 4 golo as equipas mecheram ambas no cinco de campo, utilizando os jogadores até então menos utilizados, a pensar obviamente já no jogo de amanhã, na tentativa de poupar os mais utilizados e para não por ninguém em risco de exclusão por cartões.
O Benfica ainda teve tempo para ampliarm, para o resultado final de 6x0, com golos de Ricardinho este de belo efeito, com o virtuoso a usar técnica apurada, anotando um golo de belo efeito, e aos 33’ o último por Ricardo Pereira com jogada e assistência de Miguel Almeida com jogada individual pela ala esquerda.
Com uma assistência em que os adeptos corresponderam, com uma notável presença de adeptos, mesmo com o jogo a ser televisionado em canal aberto e com o tempo a convidar uma ida á praia mas como têm acontecido em outras partidas esteve um excelente ambiente. Vitória justa do Benfica.
Comentário dos técnicos
Beto Aranha, treinador da equipa da casa “Saímos para este jogo com a mesma atitude ganhadora do anterior, mas hoje foi diferente, porque conseguimos materializar as ocasiões e ganhar vantagem.
Fizemos um grande jogo colectivo e individual.
Vamos manter a atitude para amanhã, o Belenenses vai dar guerra mas tomara que seja como neste jogo. Temos uma grande equipa e se os jogadores estiverem no seu máximo, temos muitas possibilidades de vencer.”
Alípio Matos, treinador da equipa visitante “Hoje não fomos uma equipa. Oferecemos três golos e não entramos no jogo. Temos uma equipa jovem e por isso corremos o risco de não actuarem ao nível a que nos habituaram.
Vamos tirar muita coisa positiva deste jogo.
Amanhã entraremos com um espírito novo e vamos discutir o resultado até ao fim."
No primeiro jogo da final, os “Conquistadores”, conseguem colocar-se em vantagem, e terão agora margem de erro para enfrentarem o segundo jogo da final, na deslocação que terão que fazer como visitantes, pois o CF Belenenses derrotou no seu reduto o SL Benfica por 4x3, em mais um derby da cidade de Lisboa. O Belenenses foi hoje uma equipa, merecedora do resultado que obteve, feliz, e pragmática o quanto baste para levar de vencida, o seu grande opositor e rival Benfica que teve um periodo do jogo menos consenguido onde hipotecou a vitória no primeiro jogo da final do campeonato nacional FUTSAGRES. Foi uma partida com duas partes distintas, se a primeira foi monotona, calculista, sem grande iniciativa de parte a parte, com as equipas a arriscar muito pouco ou nada, com o Benfica a não exercer a pressão a que já nos habituou este ano nalguns jogos, o Belenenses essse só arriscava pela certa, aproveitanto sempre para nas bolas paradas poder levar perigo a baliza do Gr. Bebé, que a par de Marcão foram mesmo os protagonistas da primeira metade defendendo as poucas e raras ocasiões em que eram postos a prova, não consentindo que o marcador funcionasse e isso foi bem evidente por parte da estratégia montada por Alípio Matos, que delinearam as suas regras para os actos que protagonizaram, e quando o objectivo é alcançado, existe o mérito e o reconhecimento. Como exemplo disso, as situação em que o seu Gr. Marcão subiu na quadra para fazer parte do seu ataque planeado e organizado, como na bola de saída e nos minutos finais do primeiro tempo, com a equipa a saber fechar os espaços, a fazer as marcações directas e a recuar sempre muito para a sua zona defensiva.
Já a segunda metade foi diferente, e muito por culpa do golo madrugador de Ricardinho aos 22’ de jogo, que na ala esquerda rodou muito bem sobre o seu marcador directo e disparou um forte e colocado remate, ao qual o Gr. Marcão não ficou muito bem, pois a sua defesa incompleta não evitou o primeiro golo do Benfica, estava dado o mote que iria mudar o rumo dos acontecimentos, o Belenenses esse teve que entrar na partida com outra estratégia e foi assim que o fez, foi á procura do prejuízo, enfrentou e encarou o adversário como tal, teve sorte é verdade, mas também a procurou e soube defender melhor, mesmo antes dos minutos curciais da partida, Max teve mesmo uma excelente oportunidade para empatar aos 24’, com os adeptos a gritavam golo, mas Bebé esse efectuou uma das melhores defesas da tarde, era um sinal evidente de que os golos iriam aparecer numa e noutra baliza. O jogo esse estava numa toada de parada resposta, aberto, e se alguém presente no pavilhão pensasse que em apenas 2 minutos, o Belenenses conseguia a remontada no marcador de 0x1 para 3x1, com golos de Jardel, Marcelnho e Diego Sol, e que via ainda o adversário ficar sem Arnaldo para o resto da partida e provavelmente para o segundo jogo também, era pura especulação, mas foi precisamente o que aconteceu em apenas 2’ o Benfica teve um descontrolo por demais evidente na partida, os seus indices de concentração e confiança perderam-se, e o Belenenses esse aproveitou e muito bem, teve então dois jogadores importantes na manobra da equipa e em momentos flucrais, com Caio Japa a defender, e com Marcelinho a sair sempre bem para o ataque, a colocar muito perigo nas jogadas ofensivas e a marcar o decisivo 4x2, que garantia a vitória aos 38’, quando o Benfica ainda queria entrar na partida, o Benfica foi impotente, mesmo sem que Bebé tenha feito uma exebição soberba, a sua exibição só não têm mais destaque e relevo porque a sua euipa perdeu o jogo, foi ele inclusive que trabalhou o 2º golo do Benfica, ao defender o remate de Diego Sol, conseguindo dominar a bola aguentar a carga e fazer o transporte de bola até á aréa adversária onde ainda assistiu com sucesso o César Paulo para reduzir no marcador, para o 3x2.
Beto Aranha, que pediu o seu desconto de tempo e só se decidiu por colocar Zé Maria, (hoje a ser ele o eleito para tal função, na última vez que o Benfica adoptou por ter esta situação de jogo recaiu em Ricardinho, nas meias finais do jogo 2 contra o Sporting) como Gr. Volante á falta de 3’ para o término da partida, tentando levar perigo á baliza muito bem defendida por Marcão, foram algumas as situações criadas, sem que o sucessso fosse alcançado, André Lima foi mesmo o grande predulário em duas excelentes ocasiões que dispôs, e no soar do fim da partida, o Benfica ainda reduzu com mais um golo de César Paulo.
Com uma assistência em que os do Belenenses corresponderam á chamada dos seus dirigentes, mas que não chegou para encher por completo o pavilhão, com uma notável presença de adeptos, mesmo com o jogo a ser televisionado em canal aberto e com o tempo a convidar uma ida á praia mas como têm acontecido em outra spartidas esteve um excelente ambiente, num bom jogo e com um justo vencedor.
Vitória justa do Belenenses que assim ganha vantagem na final.
Alípio Matos “Foi um grande espectáculo, o Belenenses teve uma atitude digna, sem medo e á campeão. Fomos um vencedor justo, frente a uma grande equipa. Á fases do jogo que são abertas, e nós aproveitamos esses dois minutos para fazer três golos. Em termos psicológicos estamos em vantagem, porque temos agora margem de erro. Mas vamos jogar como até aqui. Não nos exigiram nada, mas vamos dar o nosso melhor, não temos medo de perder. Temos equipa para ganhar na Luz e não vamos ter medo de ser felizes”
Beto Aranha “Foi um bom jogo, que estava controlado, quando surgiu o segundo golo do Belenenses, decorrente de uma falta clara.
A partir daí cometemos alguns erros, mas também falhamos demasiadas ocasiões. Tivemos cinco ou seis oportunidades diante do guarda-redes, no início podíamos ter matado o jogo. Quando procuramos recuperar da desvantagem, não fomos felizes. Os jogadores do Benfica têm qualidade e a atitude foi excepcional. Está tudo em aberto e vamos preparar o próximo jogo.”
Benfica na Final, ao terceiro, definitivo e derradeiro jogo para apurar o primeiro dos finalistas do Campeonato Nacional Futsagres de Futsal, onde os dois rivais de Lisboa mediram forças no jogo do “mata-mata”. O actual campeão Benfica levou a melhor, vencendo o seu rival Sporting por 8x6, que ao intervalo perdia por 3x4. Numa grande partida de Futsal, de parada e resposta, bem disputada, de grande entrega pelos vários intervenientes, e com muitos golos. Foi um Benfica mais concentrado nos momentos cruciais da partida onde sobressaiu a experiência de alguns dos seus jogadores, que souberam gerir bem a vantagem que conseguiram nos minutos finais.
O Benfica assumiu o jogo tal como seu técnico refrenciou no final da partida, sendo o primeiro a criar perigo, por intermédio de Ricardinho num forte e colocado remate que atirou á trave aos 3’ de jogo, era um Benfica a pressionar no campo todo, a criar mais oportunidades mas sem conseguir bater o Gr. João Benedito, que foi mesmo o melhor do Sporting na primeira parte contribuindo mesmo com excelentes intervenções, levando na maior parte das vezes a melhor nos duelos que enfrentou com Ricardinho, hoje muito rematador e com o inevitavél Cásar Paulo. Mas o Sporting a medida que o tempo ia passando conseguia libertar-se da pressão a que o Benfica o sujeitava, e conseguia mesmo equilibrar, e adiantava-se mesmo no marcador por Alex aos 12’ de jogo, que confirmava ser o melhor artilheiro no confronto directo entre as duas equipas, estava dado o moste para que não faltassem os golos, sem ter tempo para digerir a vantagem já o Benfica igualava, mas o momento era do Sporting, que conseguia ser mais eficaz, resultado também do Benfica ter atingido muito cedo a sua 5ª falta, que penalizava a tal agressividade exercida pelo Benfica, que em alguns momentos discordaram, com os protestos por parte da equipa do Benfica, a reclamar do rigor a estavam a ser sujeitos por parte da equipa de arbitagem. O Sporting teve ainda dois Livres de 10 metros a seu favor ao qual Café desperdiçou o primeiro, efectuando um chapéu de aba larga ao Gr. Bebé, mas no segundo já atirou a contar, o Sporting conseguia a maior vantagem do jogo, mas mesmo com o som da buzina a dar por terminada a primeira parte, Zé maria num forte e colocado remate conseguia reduzir para 3x4, resultado com que se chegou ao intervalo. Começou a segunda metade tal como tinha acabado, com golo do Benfica, Ricardinho aos 53’’ num remate de meia distância, empatava o jogo 4x4. O Benfica vinha com outra atitude, aproveitou bem o momento de ter entrado a marcar e de conseguir o empate bem cedo, os duelos iam sucedendo entre Davi/César Paulo e Bebé/Café, este terá sido mesmo a chave do jogo, se na primeira metade João Benedito era o Grande responsavél pela vantagem conseguida pelo Sporting, já nesta segunda metade foi o Gr. Bebé um dos grandes protagonistas, efectou 4 excelentes paradas todas elas vindas dos pés do jogador Café. O Benfica conseguia ter na sua eficacia a sua melhor arma, era a medida que o tempo avançava para o término da partida a equipa que conseguia melhor gerir a emoção, conseguindo gerir a vantagem no marcador, os seus jogadores foram solidários, sabendo defender, sofrer e emocionalmente reagir melhor que a equipa adversária, Davi cometeu mesmo um erro ao ver o segundo cartão amarelo e consequente expulsão por protestos com a equipa de arbitagem, num lance entre os muitos que disputou com César Paulo, hipotecando assim a possível reacção que a sua equipa pretendia preparar, com Evandro a Gr. avançado como estartégia para os minutos finais, o Benfica esse e muito bem fez uma execlente gestão de posse de bola, conseguindo mesmo assim aproveitar para ampliar o resultado por intermédio de Zé Maria, fixando o marcador final em 8x6. Com uma assistência que não encheu por completo o pavilhão Açoreana Seguros, com mais uma notável presença de adeptos, e tal como já tinha acontecido no jogo de ontem com os do Sporting a chegarem já pra lá do apito inicial, esteve um excelente ambiente, num excelente jogo e com um excelente vencedor. Vitória justa do Benfica que assim carimbou o passaporte para a final.
Ficha do Jogo
Campeonato Nacional
3º jogo da meia final dos Play off
14 de Junho de 2008 – Pavilhão Açoreana Seguros
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa, Ricardinho, Gonçalo Alves e César Paulo.
Jogaram ainda: André Lima [cap], Zé Maria, João Marçal, Arnaldo.
Treinador: Beto Aranha.
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Davi, Bibi, Alex e Café.
Jogaram ainda: Deo, Zézito [cap], Evandro, Nenê.
Treinador: Paulo Fernandes.
Árbitros António Carvalho e João Ramos da A F Lisboa.
Disciplina Cartão amarelo a Marçal aos 7´, e a Gonçalo Alves aos 31’ do S. L. Benfica.
Cartão amarelo a Davi aos 25’, e a Zézito aos 36’ do S. C. Portugal
Segundo amarelo e consequente cartão vermelho a Davi aos 37’
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 12’ | Alex
1-1 | 12’ | César Paulo
1-2 | 15’ | Alex
2-2 | 17’ | César Paulo
2-3 | 17’ | Deo
2-4 | 18’ | Café (Livre directo 10 m)
3-4 | 20’ | Zé Maria
2ª Parte
4-4 | 21’ | Ricardinho
4-5 | 24’ | Bibi
5-5 | 24’ | Pedro Costa
6-5 | 28’ | André Lima
6-6 | 30’ | Alex
7-6 | 31’ | César Paulo
8-6 | 39’ | Zé Maria
Beto Aranha “Foi um jogo muito duro, muito igualado, nós tomamos a iniciativa do jogo desde o começo por isso a vitória do acreditar e do grande esforço que fizemos. Não gosto de falar das arbitagens mas com a qualidade dos jogadores que já disputam o campeonato a arbitagem não está ao mesmo nivél, castigaram a nossa equipa e permitiram ao adversário cotevelada na cara. Melhores arbitros para melhores jogos é só o que peço. Continuo a acreditar nas nossas possibilidades para sermos campeões apesar de ter entrado a meio da época e de tentar adptar a equipa ao outro metodo e conseito de jogo.
A derrota de ontem serviu para nós abrirmos os olhos, o nosso grupo ficou mais unido e vamos entregar tudo o que temos para a final.”
Paulo Fernandes “Excelente jogo de Futsal com muitos golos, jogado em muitos momentos muito com o coração e menos com a razão. Saímos de cabeça bem erguida, ontem fomos felizes, hoje foi o nosso adversário, Parabéns ao vencedor, penso que no compto geral foi um justo vencedor, pois jogou com alma, com a parte psicológica, muito experientes. Sinto-me traído, um jogador nosso com a expriência que têm cometer tamanho erro, ser expulso por protestar com os arbitos, quando já tinha um cartão amarelo, pois acabou por hipotecar as nossas chances de podermos pelo menos empatar, mas ao ficarmos reduzidos de menos um jogador o Benfica e bem usou a posse de bola para passra o tempo que restava, conseguindo mesmo assim marcar mais um golo e decidir a partida.”
Sporting “transfigurado”, vence 4x2, dando o troco e leva a eliminatória para o tira-teimas. Num jogo bastante emotivo, rápido e sem muitas paragens, com poucas faltas, com um ritmo bastante elevado. O Sporting foi um justo vencedor, com uma segunda metade arrasadora, avassaladora em alguns periodos, axfixiando a equipa adversária que nunca teve forças para reagir tal foi a sua superioridade evidenciada por este Sporting no dia do padroeiro de Lisboa, obtendo os seus 4 golos sem resposta, com o “Santo” Deo a aparecer, e a contribuir com dois decisivos golos.
Numa partida bem disputada, onde o Sporting foi superior, pois esteve muito bem na segunda metade, na primeira o jogo foi intenso, rápido e repartido parte a parte, com várias ocasiões para marcar, mas os dois excelentes Gr. João Benedito e Bebé, que hoje actuou como titular em toda a partida opuseram-se e bem, tendo de intervir cada um por 9 ocasiões, contribuindo para que o resultado ao intervalo favorável ao Benfica de 1x0 fosse escasso face ao que ambas as equipas produziram em termos ofensivos. O Benfica vencia ao intervalo por 1x0, colocando-se na frente do marcador aos 10’ pelo seu inevitável “Pivot”, César Paulo, hoje o Sporting teve o mérito em anular a “arma” mais forte do Benfica, com o seu jogo directo para a sua referência. A segunda parte trouxe um Sporting, transfigurado e com outra atitude pois tinha o resultado e a eliminatória que não lhe eram favoráveis no momento, optou por mudar de estratégia ao intervalo, Paulo Fernandes e muito bem conseguiu com que a sua equipa pressionasse no campo todo, o Benfica esse, terá acusado fisicamente, sem nunca conseguir reagir e sem nunca encontrar soluções para se opor á tal avalanche do Sporting que durante grande periodo da segunda metade do jogo, obrigou o Benfica a passar por grandes dificuldades, sem este nunca conseguir sair em ataque organizado ou ficar com posse de bola. O Sporting teve 10´minutos muito bons, dando o “troco”, obtendo 4 golos sem resposta, destaque para Deo que foi um desiquilibrador, muito rápido, partindo sempre para cima dos adversários, o seu primeiro golo aos 30’, nasce de um lance individual, foi genial e perfeito, com um remate seco e colocado, foi o golo da virada do marcador e do consequente desfecho do jogo, mas o Sporting ainda fez mais dois golos no espaço de 5’, por Nené (1x3) e por Deo (1x4). O Benfica não conseguia perceber o que tinha acontecido reagiu pela emoção, Beto Aranha ainda teve o seu desconto de tempo, organizou a equipa para os minutos finais, colocou Ricardinho como Gr. Avançado, ainda conseguiu encurtar distância no marcador por André Lima, mas hoje este Benfica não teve argumentos para o seu rival Sporting.
Com uma assistência que não encheu o pavilhão mas com uma notável presença de adeptos, e com os do Sporting a chegarem já pra lá do apito inicial, no feriado de Lisboa, com um calor insuportável e com a partida a ser televisionada em canal aberto, esteve um excelente ambiente.
Vitória justa do Sporting que assim obriga a um tira teimas na eliminatória.
Beto Aranha “Foi um jogo equilibrado, com oportunidades claras para o nosso lado, mas foi o Sporting que aproveitou e a diferença esteve na concretização. Tiveram dois golos de sorte e venceram.
Sabíamos das dificuldades, ainda que a margem de erro neste jogo jogasse a nosso favor.
Amanhã o aspecto psicológico pode fazer a diferença, mas hoje mais uma vez apenas faltou sermos mais felizes nas oportunidades criadas.”
Paulo Fernandes “O Sporting foi mais consistente neste jogo, especialmente a nível defensivo. O Benfica entrou mais forte, mas teve alguma sobranceria na segunda parte. Aí fomos nós a fazer o jogo de pivot forte na frente e a baixar nas costas do adversário.
No 5x4 sofremos um golo por uma desatenção, que foi rapidamente corrigida.
Amanhã o favoritismo é repartido, também porque a margem de erro é agora igual para as duas equipas. O factor físico será importante.”
Ficha do Jogo Campeonato Nacional
2º jogo da meia final dos Play off
13 de Junho de 2008 – Pavilhão Açoreana Seguros
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa, Ricardinho, Gonçalo Alves e César Paulo.
Jogaram ainda: André Lima [cap], Zé Maria, João Marçal, Arnaldo.
Treinador: Beto Aranha.
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Evandro, Bibi, Alex e Café.
Jogaram ainda: Deo, Zézito [cap], Davi, Nenê e Djo
Treinador: Paulo Fernandes.
Árbitros António Cardoso e Ricardo Eufrasio Silva da A F Coimbra.
Disciplina Cartão amarelo a Gonçalo Alves aos 39´ do S. L. Benfica.
Marcha do marcador
1ª Parte
| 10’ | César Paulo
2ª Parte
1-1 | 08’ | Alex
1-2 | 16’ | Deo
1-3 | 16’ | Nené
1-4 | 18’ | Deo
2-4 | 20’ | André Lima
Num jogo bastante emotivo e com ritmo bastante elevado, Benfica ganha vantagem na eliminatória ao Sporting, vencendo por 6x4 no 1º jogo das meias finais dos play off, e leva vantagem para a recepção ao Sporting.
Numa partida bem disputada, onde o Sporting esteve bem melhor na primeira parte que na segunda, e onde o empate ao intervalo era justo, apesar das inumeras oportunidades que o Sporting criou e desperdiçou, quando ganhou vantagem no marcador, a única em toda a partida. O Benfica entrou bem, com um golo madrugador aos 3’ por Ricardinho, e naquela que foi a sua primeira ocasião, não desperdiçou e acabou ainda melhor, pois na segunda parte marcou por tres vezes e só foi batido por uma, quando já tinha conseguindo dilatar o marcador, e que lhe dava algum conforto e atribuia confiança e tranqualidade para o resto dos minutos que faltavam.
Com uma assistência que não encheu o pavilhão paz e amizade, como já assistimos noutros derbis, mas os cerca de 1000 adeptos que se deslocaram a Loures assistiram a um grande jogo de Futsal. Neste primeiro confronto foi mais feliz a equipa que melhor esteve na quadra e no compto geral, tirou proveito das ocasiões que criou, com os seus jogadores a ganharem muitos ressaltos, e a chegarem quase sempre primeiro, ganhando nos duelos individuais, que o diga Bibi que no segundo de César Paulo, o viu fugir pela ala esquerda, sem que lhe tenha feito qualquer oposiçao, concluindo para o 3X4 no marcador mostrando outra frescura fisica e mental. O treinador Beto Aranha soube tirar melhor proveito dos jogadores que dispunha no banco ao que Paulo Fernandes, não soube contrariar tão bem, a equipa teve um período muito bom na primeira parte e depois disso não mais foi a mesma, apática, confusa e hoje nem o banco do Sporting ajudou a modificar o rumo dos acontecimentos, já com a desvantagem no marcador, só se decidindo a arriscar após o golo de André Lima com Evandro a gr. avançado, á falta de 4’ para o término da partida, na tentativa de encurtar a vantagem conseguida pelo Benfica. Embora Alex tenha sido o jogador mais inconformado por parte do Sporting, só outro pequeno grande jogador sobressaiu e na primeira parte, Deo consegue por momentos pegar no jogo e empurrar os seus colegas para a frente, chega a ser mesmo um quebra cabeças para os seus adversários. Por parte do Benfica, a referência César Paulo, que mais uma vez esteve muito bem, começa a ser já um hábito e Pedro Costa, que tacticamente, e na leitura do jogo tanto defensivo como ofensivo é por demais evidente, muita classe, excelente na visão de jogo, na entrega que emprega até á exaustão, inesgotável, só saindo quando já não têm mais créditos fisicos para poder corresponder ao qual Beto Aranha pareçe dar o aval para que tal seja gerido dessa forma. Vitória justa do Benfica que assim ganha vantagem na eliminatória.
Ficha do Jogo
Campeonato Nacional
1º jogo da meia final dos Play off
8 de Junho de 2008 – Pavilhão Paz Amizade
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedio [gr], Davi, Nenê, Alex e Café.
Jogaram ainda: Deo, Diogo, Zézito [cap], Bibi, Evandro.
Treinador: Paulo Fernandes.
S. L. Benfica Cinco inicial: Zé Carlos [gr], Pedro Costa, Ricardinho, Gonçalo Alves e César Paulo.
Jogaram ainda: Bebé, André Lima [cap], Zé Maria, João Marçal, Arnaldo.
Treinador: Beto Aranha.
Árbitros Francisco José Seca Parrinha e Paulo Alexandre Rosa Teixeira da A F Lisboa.
Disciplina Cartão amarelo a Evandro aos 20´, do Sporting e por parte do S. L. Benfica a Arnaldo aos 20´.
Marcha do marcador
1ª Parte
0-1 | 03’ | Ricardinho
1-1 | 08’ | Nené
2-1 | 16’ | Alex
2-2 | 16’ | Arnaldo
2-3 | 18’ | César Paulo
3-3 | 20’ | Café
2ª Parte
3-4 | 23’ | César Paulo
3-5 | 26’ | Gonçalo
3-6 | 36’ | André Lima
4-6 | 23’ | Alex
Comentário dos técnicos
Paulo Fernandes “Estou desiludido. Fomos superiores ao Benfica, na primeira parte, e na segunda parte o Sporting não se encontrou. Ao intervalo tive os dez minutos a levantar o ânimo dos meus jogadores, pois passamos de 2-1 para 2-3 de repente, e depois perdemos lucidez. Não houve quebra física, mas tivemos que mudar a estratégia na segunda parte, porque o Benfica ocupou bem os espaços. De qualquer forma, o quinto golo do Benfica é um auto-golo, o 6-3 é uma infantilidade do nosso jogador. Parabéns ao Benfica e nada está perdido, a abordagem ao segundo jogo será com a mesma determinação.”
Beto Aranha “Foi um derbi com muita emoção, gostamos do ambiente que encontramos. Grande espectáculo, em que houve muita igualdade na primeira parte. Ao intervalo, o que disse aos meus jogadores, e o que temos vindo a treinar, é a capacidade de manter a mesma intensidade de jogo e isso fez a diferença. O Benfica acabou por ser superior ao Sporting. A vitória tem um sabor especial apenas porque é uma meia-final, e demos um passo para alcançar a final. Vamos continuar a trabalhar nesse sentido.”
Segunda-feira, Maio 26, 2008
::: Campeonato Nacional “Futsagres”
Quartos-de-final dos play off
25 de Maio de 2008
Pavilhão Paz e Amizade, em Loures.
Sporting 4 - Fundação 3
Domingo, Maio 25, 2008
::: Campeonato Nacional “Futsagres”
Quartos-de-final dos play off
25 de Maio de 2008
Pavilhão Paz e Amizade, Loures
Num jogo bastante emotivo, Sporting vence Fundação 4x3, e leva vantagem na eliminatória. Com um empate a três após o tempo regulamentar, o Sporting chegou á vantagem pelo jogador Café, que desfez a igualdade já na segunda metade do prolongamento.
Numa partida bem disputada, onde a emoção esteve presente até ao fim, que o digam os cerca de 800 adeptos que se deslocaram ao Pavilhão Paz e Amizade que assistiram a um grande jogo de Futsal. Neste primeiro confronto foi mais feliz a equipa que melhor soube aproveitar, será mesmo caso para se aplicar o velho ditado “quem tudo quer tudo perde”, assim foi a Fundação que depois de estar a perder por 3 x 1, arriscou no seu sistema de jogo 5 x 4, conseguindo mesmo chegar ao empate, quando já só faltavam 2 minutos para o término da partida, e como seu treinador fez questao de frisar, nas declarações finais, que assumiu a táctica adotada de jogar sempre no 5 x 4, em todo o prolongamento e que a resposabilidade é inteiramente sua.
Uma primera parte onde as defesas de superiorizaram aos ataques.
Começou e entrou melhor a Fundação, com Mide no cinco titular, este que era a sua refeência no ataque, mas com um sistema de jogo mais defensivo que o Sporting, este pressionava logo a saída de bola da Fundação, num 4/0 bem defenido apesar de Alex aparecer algumas vezes na posiçao de Pivot, fruto de uma defesa coesa e concentrada onde se destacou o jogador Fábio Aguiar, ele que foi mesmo o melhor por parte da Fundação. Côco num contra ataque muito bem defenido pela ala direita, assistiu na zona central o seu Pivot na perfeição, este só teve que desviar de um adversário e disparar uma bomba, João Benedito nada pode fazer, estava feito o primeiro para a Fundação. O Sporting que até aqui ainda não tinha colocado á prova o Guarda redes Victor Hugo, reforçou a sua pressão á saida de bola por parte da Fundação, tentava ganhar dividendos por essa atitude, esperava pelo erro do adversário e foi precisamente assim que Café empatou, interceptando na zona central, e frontal á baliza adversária um passe do jogador Côco mal medido, que este só teve que rematar para um Victor Hugo desprotegido. As oportunidades eram todas na sequência de contra ataques, mas que as defesas quase sempre resolveram bem, no Sporting Bibi esteve irreprensível, não dando qualquer chances aos adversários que lhe apareciam na marcação, e Deo foi sempre um jogador que imprimia maior velocidade ao jogo, conseguindo por algumas vezes fugir a marcação. A Fundação só se pode queixar de si própria mesmo assim foi a equipa mais perdulária na primeira parte, mérito para o Gr. João Benedito que teve alguns duelos, fruto dos contra-atques que a Fundação teve.
Fundação premiada com a obtenção do empate, fruto da sua atitude depois de estar a perder por 3 x 1.
A segunda parte foi repartida, com a Fundaçao a entrar melhor mas com o Sporting a equilibar e a superiorizar-se, com a obtenção de dois golos, á passagem do minuto 31’ e 36’, mas com a Fundação a conseguir reagir e a dar uma melhor resposta, conseguindo mesmo encostar o Sporting ás “cordas”, tendo a felicidade de supreender o Sporting na primeira situaçao de jogo que arriscou no 5x4, com o Gr. Melão a rematar, João Benedito ainda o susteu mas na recarga a bola sobrou na zona central e Fabio Aguiar, reduzia e colocava alguma esperança, a equipa reagiu a esse golo e continuou com a mesma atitude e postura, o Sporting nesta altura nao conseguia reagir, consentindo a posse de bola e um total dominio ao adversário, e numa jogada bem delineada e que percorreu todos os jogadores Mide, marcava o seu segundo na partida e colocava alguma justiça no marcador, á falta de 1’ para o término da partida Benedito ainda teve que se aplicar e a garantir mesmo o prolongamento a um remate de Fábio Aguiar.
Saber defender o 5x4 e aproveitar ainda melhor o deslize do adversário, fez com que o Sporting fosse mais feliz.
Nos 10’ extra do tempo de prolongamento, Paulo Tavares, se assim tinha acabado assim continuou, a utilizar o seu Gr. Melão, (que só entrou na segunda metade da partida), a integrar-se nas jogadas de ataque planeado, e tentou ele mesmo por diversas vezes o remate á baliza adversária, o Sporting tentava a oportunidade de supreender numa reposiçao rápida de bola ou num contra ataque bem delineado, tentando apanhar a Fundação desprotegida, aplicando aquilo que sabe fazer melhor, com o acerto das marcações o Sporting estava então mais coeso, e tanto o cantaro vai á fonte que quebra e assim foi, o Gr. Melão tanto insistiu na sua subida que aplicou o seu remate que ficou perdido entre as pernas dos vários jogadores, e Café com a maior calma do mundo dominou preparou e melhor rematou, colocando a bola no fundo da baliza. Era evidente a alegria por parte do Sporting sentiu que tinha acabado com o jogo, tal foi a motivaçao extra que tiveram para os minutos finais, com a Fundaçao a não conseguir reagir, com um Sporting a garantir a vantagem na eliminatória.
Vitória da equipa que teve emocionalmente melhor e mais concentrada, nos pequenos promenores ganham-se jogos.
Ficha do Jogo
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Davi, Nenê, Bibi, Alex e Evandro.
Jogaram ainda: Deo, João Matos, Zézito [cap], Nenê e Café.
Treinador: Paulo Fernandes.
Fundação J. Antunes Cinco inicial: Vítor Hugo [gr], Mide, Divanei, Fábio Aguiar, e Côco.
Jogaram ainda: Gabriel, Marinho, Tiago e Melão
Treinador: Paulo Tavares
Árbitros Armando José Ramos Cruz Carriço e Paulo Jorge Macau Dores Gomes da A. F. de Setúbal
Marcha do marcador
1ª Parte
1-0 | 06’ | Mide
1-1 | 12’ | Café
2ª Parte
2-1 | 31’ | Alex
3-1 | 34’ | Alex
3-2 | 36’ | Fábio Aguiar
3-3 | 38’ | Mide
2ª Parte Prolongamento
4-3 | 47’ | Café
Disciplina Cartão amarelo a Davi por parte do Sporting.
Cartão amarelo a Tiago e a Fábio Aguiar por parte da Fundação.
Paulo Fernandes "Assistimos a um grande jogo de Futsal, ambas as equipas procuraram o melhor resultado, sabendo que temos pelo menos mais outro jogo para disputar, procuramos a vitória em todos os momentos e quando a deixámos de procurar, ou seja de atacar foi por mérito do nosso adversário, que nos conseguiu em momentos empurrar para trás. Acho que mesmo assim fomos uns justos vencedores. Sentimos alguma dificuldade no 5 x 4 por parte da Fundação, defendemos mal, mas depois rectifiquei, já tinhamos presente esta situação de jogo por parte da Fundação, é verdade que nos supreenderam com 2 ou 3 movimentos que não estavamos a contar, e com o acertar das marcações conseguimos neutralizar o jogo de 5 x 4 da Fundação. Esta semana as sessões de trabalho serão diferentes pois tivemos que marcar o jogo para hoje e aceitamos jogar na sexta, mas a responsabilidade da organizaçao dese jogo é da Fundação.”
Paulo Tavares "Parabéns aos meus jogadores que durante 46’ conseguiram com descernimento fazer aquilo que lhes pedi, assumo a derrota, pois quiz assumir o 5 x 4, depois do 3 x 1, alertei os jogadores para continuarmos a fazer o que treinámos durante a semana, e da forma que preparei este jogo, mas os jogadores já não o fizeram, foi pena, bem tentei, já não tinha mais tempo de desconto para o fazer.
Penso que fomos superiores ao Sporting apesar de ter muitos jogadores limitados, sem poder contar com o Fábio Ribeiro, o Divanei anda a jogar limitado, vai ser operado assim que terminar a época. Agora só penso em recuperar os jogadores para o próximo jogo, e preparar muito bem. Estas marcações dos jogos hoje o primeiro e o segundo já sexta, não nos é nada favorável, não fui nem sequer questionado, só sei que os tenho que jogar nestes dias as estas horas.”
Domingo, Maio 18, 2008
::: Campeonato Nacional 1º Divisão
26ª Jornada - Pavilhão EDP
17 de Maio de 2008
Benfica salda-se campeão da primeira fase regular com uma goleada de 9 x 0 sobre o já condenado Nogueirense.
Na última jornada (26ª) da fase regular, que colocou frente a frente o segundo, antes do ínicio da jornada e o já ultimo classificado do campeonato nacional da 1ª Divisão “Futsagres”, e perante um pavilhão muito bem composto com cerca de 1000 adeptos, o Nogueirense, que apresentou hoje o seu terceiro treinador, Rui Paulo, no decorrer deste campeonato, e que pode assim despedir-se desta época 2007/2008 destes palcos, pois o provável regresso a 2ª Divisão é mais que certo. Perdeu com o Benfica, campeão da fase regular, por um expressivo resultado de 9 x 0, num jogo em que o Benfica queria vencer, e esperar pelo resultado do Belenenses, a que o Nogueirense se tentou opor e a defender como podia, o seu treinador teve nos seus jogadores uma equipa solidária e digna, mas incapaz de reagir a tal superioridade, resistindo até aos 5’, onde Cesar Paulo começou a construir a goleada. O Benfica que imprimiu principalmente na primeira parte um caudal ofensivo muito forte, e fruto dessa sua qualidade de jogo foi o resultado ao intervalo, que já se saldava por um expressivo resultado de 7 x 0. O Nogueirense foi sujeito durante toda a partida a um domínio intenso por parte do Benfica, defendendo como podia, mas sem nunca se libertar da pressão a que era sujeito, conseguindo no entanto parar a avalanche de golos na segunda metade, onde o seu Gr. Laser contribuiu em muito para que o resultado não se fosse avolumando, e é de realçar a sua exibição, e por esse facto tenho que dar conta do feito e do mérito de estar sempre a ser chamdo a intervir no jogo, mesmo tendo sofrido 9 golos, teve que parar por 24 vezes os remates do adversário direccionados á sua baliza, o outro facto positivo do jogo por parte do Nogueirense foi protagonizado pelo seu jogador Nito, o melhor e o mais rematador, que levou somente perigo por duas ocasiões á baliza do Benfica, com ambos os remates a encontrarem os postes, á passagem do minuto 26 e 33.
No Benfica, de realçar a utilização por parte do seu treinador Beto Aranha dos três Guarda redes ás suas ordens, e de Zé Maria ter feito 3 golos.
Ficha do Jogo
S. L. Benfica Cinco inicial: Zé Carlos [gr], Pedro Costa, Ricardinho, Gonçalo Alves e César Paulo.
Jogaram ainda: Bebé, Carlos Paulo, André Lima [cap], Zé Maria, João Marçal, Arnaldo e Miguel Almeida.
Treinador: Beto Aranha.
F. C. Nogueirense Cinco inicial: Laser [gr], Sérginho , Cristiano [cap], Andrézinho e Nito.
Jogaram ainda: Agra e Bife.
Treinador: Rui Paulo.
Marcha do marcador
1ª Parte
1 x 0 César Paulo (13) 05 min.
2 x 0 Ricardinho (10) 08 min.
3 x 0 Zé Maria (7) 12 min.
4 x 0 Arnaldo (6) 14 min.
5 x 0 Zé Maria (7) 14 min.
6 x 0 Zé Maria (7) 16 min.
7 x 0 André Lima (5) 19 min.
2ª Parte
8 x 0 César Paulo (13) 32 min.
9 x 0 João Marçal (21) 39 min.
Árbitros Leandro Gabriel Pedro Siopa
Alberto Manuel Matias Pereira
A Selecção Portuguesa joga apuramento para o Mundial 2008 na Turquia
como cabeça-de-série na zona europeia de quali-ficação, que se
vai disputar no Brasil.
Portugal que estava inserido no pote 1 do sorteio que se realizou
em Nyon, na Suiça, e fugindo, deste modo, aos finalistas do último
Mundial, a bicampeã Espanha e Itália.
Numa prova que terá um número recorde de 38 participantes, Portugal
não terá de enfrentar nesta fase também as selecções da Ucrânia,
República Checa, Rússia, Eslovénia, Holanda, Hungria e Bélgica.
O sorteio esse determinou que Portugal ficasse no Grupo 9 da Zona
Europeia da Fase de Qualificação para o Mundial'2008, juntamente
com a Eslováquia, Letónia
e Turquia, esta que será o país anfitrião.
Os jogos disputam-se entre 23 de Fevereiro e 2 de Março de 2008,
sendo que o vencedor de cada um dos 10 grupos fica apurado para
o play-off de qualificação, mas a Fifa decidiu aumentar o numero
de participantes e por consequência atribuiu mais uma vaga á Uefa.
Alteração no apuramento. A FIFA decidiu aumentar a fase final de 16 para 20 selecções,
pelo que a UEFA terá direito a colocar seis vagas para a prova,
em vez das cinco que vigoravam até agora. A Europa viu ser-lhe
atribuído um lugar adicional no Campeonato do Mundo de Futsal
de 2008, que irá decorrer no Brasil, entre 4 e 19 de Outubro.
Assim, não serão apenas os vencedores dos dez grupos da fase de
qualificação, cujo sorteio decorreu em Setembro a seguirem em
frente na zona europeia, já que receberão a companhia dos dois
melhores segundos classificados para a disputa dos seis jogos
de "play-off" a duas mãos, em vez dos cinco. Nos 38 participantes
está incluida a Espanha, equipa que é detentora do título Mundial
e que vai tentar a conquista do terceiro consecutivo.
Mundial
Guatemala 2000.
Em cima, da esquerda para a direita; Toni, Zézito, Majó, Benedito,
Ivan, António Teixeira, Naná. Em baixo da esquerda para a direita;
Vitinha, André Lima, Nélito, Miguel Mota, Pedro Costa, Formiga,
Arnaldo.
Grupo 1
Sérvia, Rússia e França
Grupo 2
Bósnia Herzegovina, Holanda, Lituânia e Estónia
Grupo 3
Espanha, Croácia e Geórgia Grupo 4
Hungria, Polónia, Macedónia e Inglaterra Grupo 5
Roménia, Bélgica , Bielorrússia e Montenegro
Grupo 6
República Checa, Azerbeijão, Finlândia e Arménia Grupo 7
Malta, Eslovénia, Grécia e Albânia
Grupo 8
Itália, Andorra, Chipre e Cazaquistão Grupo 9
Turquia, Portugal, Eslováquia e Letónia
Grupo 10
Bulgária, Ucrânia, Moldávia e Israel
Os
"formatos" da UEFA Futsal Cup.
A Taça UEFA de Futsal é uma competição
disputada todos os anos pelos maiores clubes europeus da modalidade,
tendo vindo a crescer firmemente em termos de dimensão
e importância desde que foi criada na época 2001/02.
Quatro etapas
Todas as federações que compõem a UEFA têm
direito a inscrever o seu campeão na prova. O detentor
do troféu está automaticamente qualificado para
defender o seu título, pelo que a federação
por ele representada tem a possibilidade de inscrever uma segunda
equipa. Depois de, na primeira edição, ter terminado
numa fase final, a competição é disputada
actualmente em quatro etapas distintas.
Lisboa acolhe primeira edição
A edição inaugural, em 2001/02, culminou numa fase
final disputada em Lisboa pelos oito melhores clubes. Um total
de 27 campeões nacionais participaram na fase de qualificação,
tendo o Sporting, enquanto organizador, ficado isento desta primeira
fase. Estas equipas foram divididas em sete grupos, com os seus
vencedores a garantirem a presença em Portugal.
Domínio espanhol
Uma vez aí chegados, os oito finalistas foram divididos
em dois grupos de quatro. Os vencedores de cada grupo defrontaram
o segundo classificado do outro grupo, com os vencedores destas
meias-finais a garantirem a presença na final. Os espanhóis
do Playas de Castellón FS venceram o Action 21 Charleroi,
da Bélgica, por 5-1, e foram os grandes vencedores da competição.
Playas de Castellón renova título
Desde então, a Taça UEFA de Futsal adoptou o seu
formato habitual, com pequenas variações no que
toca ao número de participantes. Na temporada 2002/03,
30 equipas entraram na primeira fase de qualificação.
Foram divididas em oito grupos, com os vencedores a qualificarem-se
para uma segunda fase, composta por dois grupos de quatro equipas.
Os vencedores de cada um deles - uma vez mais o Castellón
e o Charleroi - disputaram a final, desta feita disputada a duas
mãos, com os espanhóis a triunfarem por 7-5 no conjunto
dos dois jogos.
Final ibérica
Na época 2003/04 foi acrescentada uma pré-eliminatória,
que ainda se mantém. Nesse ano foi disputada apenas por
dois clubes, com o vencedor, o AS Odorheiu Secuiesc, da Roménia,
a juntar-se às restantes 31 equipas já apuradas
para a primeira fase de qualificação. Ficou assim
garantido um número idêntico de equipas em cada um
dos oito grupos. A restante competição foi disputada
no mesmo formato que a edição anterior, tendo o
Boomerang Interviú FS mantido o domínio espanhol
na competição, ao vencer o Benfica na final, com
um total de 7-5 no conjunto das duas mãos.
Êxito do Charleroi da Bélgica
Na temporada 2004/05 assistiu-se a uma ronda preliminar composta
por três equipas, com duas delas a qualificarem-se para
a fase seguinte, completando o lote das 31 equipas apuradas para
a primeira fase de qualificação. A presença
de menos uma equipa nesta fase em relação à
época transacta deveu-se ao facto de a Federação
israelita ter abdicado da participação por razões
logísticas. Na final, o Charleroi vingou as suas derrotas
anteriores e bateu, após prolongamento, o MFK Dinamo Moskva,
da Rússia, com um total de 10-9 no conjunto dos dois jogos.
Meias-finais e final a duas mãos
A competição manteve-se com 34 equipas para a temporada
2005/06, com quatro equipas a disputarem um mini-torneio preliminar.
As duas melhores juntar-se-ão aos restantes 30 clubes na
primeira fase de qualificação, que mantém
o mesmo formato. A única alteração acontecerá
na segunda fase, com duas equipas a qualificarem-se em cada um
dos grupos. O vencedor de cada grupo encontrará o segundo
classificado do outro agrupamento, disputando-se entre eles uma
meia-final a duas mãos. A final continuará a ser
disputada a duas mãos.
FUTFUTSAL
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áreas que se estendem desde o Treino Desportivo até
à Formação. Está vocacionado para ajudar
pessoas que tenham dificuldades ou lacunas no treino das Capacidades
Coordenativas, Condicionais e Formação. A utilização
de uma linguagem simples e a estruturação de conteúdos
permite que estes elementos possam ser trabalhados e desenvolvidos
relativamente sem dificuldades. www.futfutsal.com/
Taça Portugal, 2005/2006.
Sporting faz história ao conquistar a sua primeira Taça de Portugal,
vencendo o seu rival Benfica numa final verdadeiramente emotiva.
O
Sporting, actual campeão nacional, conquistou pela primeira
vez a Taça de Portugal, troféu muito desejado e fez história
só ao fim de nove épocas, ao vencer o Benfica, actual detentor
do troféu, por 9x5, na final disputada no Pavilhão Multidesportos
de Coimbra. Ao intervalo, já o Sporting vencia por 3x2, mas
com o equilíbrio a ser dominante por parte a parte, sendo que
na segunda parte o Sporting entrou melhor e aumentou a vantagem
até aos 7x3. O Benfica ainda protagonizou excelente reacção,
já após a expulsão do gr. José Carlos logrou reduzir para 7x5,
com Ricardinho a funcionar como gr. avançado. Mas Pica-Pau recebeu,
então, ordem de expulsão por entrada dura sobre Paulinho, e
comprometeu as aspirações do Benfica que viu o Sporting a sentenciar
a vitória com mais dois golos, fixando o marcador em 9x5. Com
um minuto para jogar, tempo ainda para mais uma expulsão de
um atleta do Benfica, no caso Sidnei, que agrediu Bibi, o Sporting
sagrou-se assim um justo vencedor, dando seguimento a vários
meses sem perder, desde 24 de Junho de 2005, à sua superioridade
e regularidade demonstrada até ao momento no campeonato. Sendo
a maior parte do jogo superior ao Benfica e consegui sempre
manter-se na frente do marcador, destaque pela positiva para
o capitão do Sporting Zézito que contribui com um "hat trick",
e pela negativa, as três expulsões por parte dos jogadores do
Benfica, duas pelas por agressões. Numa partida espectacular
e com pavilhão bem composto com mais de 2000 pessoas.
Histórico
dos vencedores.
2005/06 Sporting Clube de Portugal (Paulo Fernandes)
2004/05 Benfica (Adil Amarante)
2003/04 SL Olivais (Luís Alves)
2002/03 Benfica (Alípio Matos)
2001/02 FJ Antunes (Gabriel Silva)
2000/01 FJ Antunes (Rui Pereira)
1999/00 Correio da Manhã (Luís Manta)
1998/99 Inst. D. João V (Rui Gama)
1997/98 Miramar (Beto Aranha)
Final
Four.
Finalistas, todos a sul. Os finalistas da Final Four, da Taça
de Portugal 2005/2006, são Benfica, Sp. Pombal Sporting e Piedense,
que pela primeira vez, e por mera curiosidade, não contempla
nenhum clube a norte do país e sem a presença de nenhuma equipa
dos escalões secundários.
Benfica,
equipa que das quatro finalistas apresenta o melhor curriculum
nesta competição, vencedor em duas ocasiões, 2004/2005 e 2002/2003,
vai a caminho da terceira presença, de re