Terça-feira, Fevereiro 24, 2009
::: Ainda o Mundial...
Portugal partiu com ambição, cautela, mas no regresso trouxe uma enorme desilusão A nossa selecção chegou ao mundial de Futsal da FIFA Brasil 2008 com um currículo que é diga-se de passagem definitivamente bom, mas que em princípio não a reconhecia como uma das favoritas ao título. No entanto, bastava perguntar a qualquer um dos técnicos das equipes presentes para ouvir o nome de Portugal entre as favoritas na lista das equipas mais fortes que estiveram presentes. Trata-se de um respeito que foi conquistado pelos comandados de Orlando Duarte à base da qualidade evidenciada até mais do que de resultados. O melhor resultado foi mesmo a terceira posição no mundial da Guatemala 2000, e um dos grandes representantes dessa técnica apurada é o ala Ricardinho, de apenas 23 anos, que no Brasil fez a sua estreia em Mundiais. A estrela do Benfica não pôde ajudar na última edição do Mundial, que decorreu na China Taipei 2004, por se encontrar lesionado. Naquela ocasião, Portugal teve o azar de ter ficado no mesmo grupo na segunda fase com a Espanha e com a Itália, que terminaram, respectivamente, como campeã e vice-campeã do mundial. Outros jogadores em destaque e bastante experientes são o par formado por Arnaldo e Pedro Costa, jogadores com que a equipe contou para voltar a estar entre as melhores do mundo e tentar repetir o desempenho da Guatemala 2000, quando alcançamos o feito histórico de chegar às semifinais, e isso a tornar a acontecer já teria sido algo de muito positivo.
Uma das grandes razões porque todos acreditávamos numa bela prestação no mundial, foi pelo desempenho apresentado no último campeonato da UEFA, em novembro de 2007, que jogámos em casa, é verdade que ficámos fora do pódio, no 4º lugar, mas demos mostras de força, pois na semifinal, por exemplo, onde caimos diante da toda poderosa Espanha, que se sagrou campeã, claudicámos apenas na decisão por pênaltis, depois de um empate a 2. Não podemos falar de que houve excesso de confiança, é verdade que com o nível que o Futsal tem hoje, estar na Copa do Mundo de Futsal já é um feito louvável. A selecção essa não entrou em quadra com euforia, porque foi exatamente isso que já nos tinha traido no Mundial anterior. Por isso mesmo, antes de se pensar na possibilidade de atingir as semifinais, o que era preocupação para os comandados do técnico Orlando Duarte eram os rivais da primeira fase de grupos, Itália, Tailândia, Paraguai e os Estados Unidos.
Contá-mos com alguns jogadores jovens, sem a experiência necessária para a natureza desta competição, com espírito de grupo forte é certo, e a depositar-se tudo nos valores individuais da equipa, que poderiam fazer toda a diferença é verdade mas por outro lado a terem que “carregar” toda a responsabilidade em cima deles, era demais evidente que a equipa estava demasiado curta e desiquilibrada para dar prontas e melhores respostas á medida que ia sendo solicitada, (entenda-se os jogos).
Temos tudo para chegar longe, mas sabemos que é preciso laborar muito e arduamente, e se alguém terá que ser questionado pelos resultados é a Federação e a sua estrutura, “nós” (todos), temos mais 4 anos pela frente até ao próximo mundial e começarmos bem é essencial, dar todas as condições á comissão técnica da selecção é fundamental, melhorar o nosso sistema e padrão de jogo em termos táticos também, porque a evolução técnica que a modalidade vive é constante, estruturar a formação e preparar mentalmente os nossos jovens jogadores para confrontos destes no futuro, pois este é o momento das decisões, e de muita importância para o Futsal, que já teve dias melhores.
Portugal vence com dificuldade o Paraguai na estreia Na sua estreia na Copa do Mundo de Futsal da FIFA Brasil 2008 no Grupo B, Portugal bateu o Paraguai por 3x2, num jogo emocionante. O jogo esse foi intenso, com o Paraguai a ter mais posse de bola. O ataque paraguaio, no entanto, parou sempre nas mãos do seguro guarda redes João Benedito. Enquanto isso, Portugal jogou de maneira simples, chegando á baliza adversária em dois ou três passes. O primeiro golo do jogo surgiu de um contra-ataque, com Pedro Costa, a finlizar a jogada aos 2'. Os paraguaios insistiram e empataram com um remate de José Rotella aos 8'. Até o final da etapa, as duas equipas lutaram muito, mas não conseguiram marcar. No segundo tempo, Portugal tornou-se a adiantar no marcador, com um golo de Arnaldo, que, depois de uma excelente jogada entre Ricardinho e Pedro Costa, ficou livre e só teve que empurar para o golo. O Paraguai não desesperou e aproveitou um erro na saída de bola para empatar com um golo de René Villalba. Mas o golo que deu a vitória chegou por intermédio de Arnaldo, aos 38'.
Portugal deixa a Itália levar a melhor A Itália passou por Portugal por 3x1 e ficou a um passo da classificação para a segunda fase da. Os dois começaram a partida com rapidez e precisão na condução da bola, tentando abrir espaços para rematar á baliza. Nesse ritmo, Portugual acabou por sempre mais perigoso, principalmente por Ricardinho e Arnaldo. A Itália entretanto equilibrou o jogo. Porém enfrentarmos dois problemas, a grande exibição do guarda redes Alexandre Feller e as faltas acumuladas, que depois da quinta falta, foram batidas duas da segunda marca de pênalti, sem barreira, e uma delas deu mesmo origem ao golo com que se abriu o placar. O segundo tempo continuou intenso a Itália preveligiou a posse de bola e arriscou somente o necessário, enquanto que Portugal pretendia tomar a iniciativa do jogo, mas sem querer se expor demasiado. Com oprtunidades repartidas de ambos os lados, se Alexandre Foglia ficou cara a cara com João Bendito, que este levou a melhor, do outro, Bibi rematava á trave. Além de Feller, que foi uma autêntica muralha, Portugal foi traído por uma Itália que teve a sua melhor arma, nos livres directos, Grana, aos 34', e Assis, aos 37', definiram a vitória azzurra. O golo de honra por Ricardinho, aos 39', foi um prémio justo para um dos melhores jogador de Portugal.
Portugal venceu num jogo fácil e bem conseguido Portugal goleou os Estados Unidos por 7x1 e chegava mais perto da classificação para a próxima fase. Começamos muito bem o jogo, com velocidade e jogadas bem construídas. Foram 7 minutos de domínio absoluto, em que conseguiamos abrir a vantagem no marcador com duas assistências de Arnaldo e dois golos de Leitão. Portugal manteve a intensidade, mas não foi tão preciso. Nesse lapso, os Estados Unidos esboçaram uma reação, que resultou somente em algumas defesas isoladas do guarda redes João Bendito. No ínicio do segundo tempo, porém, já aumentávamos o “score”, com Gonçalo a rematar após um ressalto, á saída da área e ampliava para 3x0. O placar, a partir daí, disparou. Leitão devolveu o passe para Arnaldo, que fez o quarto do jogo, e Ricardinho, sem olhar, deixou Leitão sozinho para marcar o seu terceiro golo do jogo. Com este resultado, os Estados Unidos ficava sem chance de passar a proxima fase, e Portugal ia até Brasília para jogar contra a Tailândia, no último confronto da primeira fase, para tentar assegurar a classificação, a depender de terceiros.
Portugal vence, mas não chega para seguir em frente, numa tremenda decepção Mesmo derrotando a Tailândia por 3x2, obtendo 9 pontos Portugal não conseguia a vaga para a segunda fase de grupos. Itália, Paraguai e Portugal ficavam com nove pontos cada no Grupo B, mas a diferença de golos entre os três foi nos desfavorável. O confronto foi bastante equilibrado, com repartiçao da posse de bola. O primeiro golo surgiu dos pés de Arnaldo, o artilheiro mor da equipe. Quando parecia que os comandados por Orlando Duarte dominariam a partida, os tailandeses organizaram-se e começaram a luta de igual para igual, e o empate chegou por Eakapong Suratsawang com naturalidade. No seguno tempo Portugal acusava e entrava um pouco nervoso, parecia estar desorganizada, e a Tailândia não soube aproveitar. Israel superava Somkid Chuenta e ainda fez o 2x1, devolvendo a confiança á equipa, mas os tailandeses, bem comandados pelo espanhol Jose Pazos não desistiam e marcavam, para o empate por Panuwat Janta aos 37'. Cardinal mesmo ao soar da buzina ainda fez a sua parte, mas não foi suficiente o resultado de 3x2, era insuficiente e não garantia a classificação, que tal como os tailandeses, voltaram ambos pra casa.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009
::: Mundial de um Brasil campeão dos números e dos factos O Brasil assumiu o compromisso de organizar e vencer o “Mundial” desde que o Paulo César de Oliveira, mais conhecido por “PC”, assumiu o cargo de treinador/seleccionador, alguns concerteza ponderaram se ele ia até ao fim!. Homem de personalidade forte, capacidade de comando, culto e de muitos projectos. Nada acontece por acaso, senão veja-mos o trabalho que foi feito desde a organização, de metedologias que teve de ser iniciado, preparado e melhorado á medida que o projecto a que todos se proposeram ia encurtando distâncias no tempo para o objectivo comum e final. Exemplos disso mesmo foi a mudança na preparação física, contratação de uma psicóloga, de uma equipe médica ao mais elevado nível, nutricionista, fisioterapeutas, entre muitas outras. Em alguns momentos nem tudo terá sido perfeito, mas o equilibrio necessário e a aprendizagem constante tiveram sempre que estar presente, para se preparar uma selecção ao mais alto nível, o resultado esse, foi o mais importante, o que deu visibilidade a tudo que foi feito, com a obtenção do tetra pelo Brasil, asim o excelente trabalho do “PC” virou modelo para todos, os jogadores, os dirigentes, os treinadores, os professores, os atletas, os familiares dos atletas, afinal para todos, e sabem por quê? Porque hoje existe um modelo, uma metodologia, um trabalho que deve ser copiado, e até melhorado, trabalho esse conquistado com humildade, com quebra de paradigmas, com discussão, com discordias, mas sempre com respeito. Eu particularmente fico muito feliz por ver que se consolidam cada vez mais processos para se chegar cada vez mais ao profissionalismo, de termos, hoje dirigentes cada vez mais exigentes e profissionais, comissões técnicas muito mais bem preparadas, a comunicação social sempre a melhorar e cada vez mais especialaizada, e as pessoas cada vez mais interessadas em aprender Futsal. O Brasil tecnicamente, e falo em “matéria humana”, têm dos melhores executantes, e não é de hoje é de sempre, mas o que lhe faltou nesse interregno de 12 anos, em que não conseguiu ser campeão mundial foi esse comprometimento de se empenhar e empregar toda essa determinação profissional, esse planeamento e sobretudo essa estrutura organizativa.
Com a responsabilidade de analisar os resultados de uma final em que vi o Brasil tornar-se tetra campeão, onde a Espanha perdeu o título máximo mundial, num jogo onde os números estatísticos traduzem a superioridade do Brasil que teve 61% de posse de bola, enquanto a da Espanha foi de 39%, foram 47 os remates do Brasil, contra 30 da Espanha. Registe-se que o Brasil venceu todos os nove jogos disputados, enquanto que a Espanha, além de não conseguir vencer o Brasil na final, também não conseguiu suplantar o Irão, no jogo de estreia. Nesse diapasão, registe-se que o Brasil marcou 66 golos e sofreu 8, apresentando um saldo de 58 golos, enquanto que a Espanha fez 29 golos e sofreu 11, apresentando um saldo de 18 golos, a diferença do Brasil é de 40 golos a mais que a vice-campeã Espanha. Os prémios individuais outorgados pela FIFA, dois deles foram atribuídos a atletas brasileiros, o de melhor jogador a Falcão, e o de melhor guarda redes a Tiago.
A par de todos estes factos e números acresce de realçar que, neste Mundial de 2008, as quatro equipes finalistas, Brasil, Espanha, Itália e Rússia contaram com um total de 56 atletas dos quais 33 deles nascidos e formados no Futsal brasileiro, na era da globalidade. Ou seja, 58% eram atletas nascidos no Brasil, contribuindo para que o Brasil se coloque no ápice da pirâmide do Futsal mundial.
De outra parte, o Brasil como país sede do Mundial de 2008, deu uma prova cabal de maturidade desportiva e organizativa, não só cumprindo o caderno de encargos da FIFA, mas tornando este um dos melhores de quantos mundiais de Futsal já realizados, senão mesmo um dos mais mediaticos, sendo transmitido que foi para 197 países.
Anfitriões dominam o torneio e encantam os fãs Quando Vinicius, o capitão da Selecção, levantou o troféu da Copa do Mundo no dia 19 de outubro de 2008, a missão estava cumprida, o Brasil era campeão mundial pela quarta vez na história dos Mundiais. Foi um torneio formidável, que a equipe do técnico Paulo César de Oliveira jogou em “casa”. Desde o início, a constelação de “Estrelas”, brilhou e dominou a competição, vencendo todas as sete partidas das duas fases de grupos e chegou ao fim com um saldo de 58 golos marcados e apenas 4 sofridos. Falcão e companhia também ditaram o ritmo de jogo na semifinal contra a Rússia e não deixaram dúvidas sobre quem chegaria à final. Somente na última partida, na qual os brasileiros enfrentaram a grande rival, a detentora do título Espanha, os anfitriões não conseguiram vencer no tempo regulamentar, decidindo a partida na disputa dos pênaltis diante dos seus fãs entusiastas e apaixonados em pleno Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Prémios para o Brasil A verdadeira força do novo campeão mundial ficou evidente nas estatísticas e também nos prémios individuais. Os três melhores jogadores da Copa do Mundo foram Falcão, Schumacher e Tiago, todos do Brasil. Além disso, Falcão e o seu companheiro de equipe Lenísio garantiram ambos as Chuteiras de Prata e de Bronze adidas ao terminarem como segundo e terceiro melhores artilheiros, Tiago foi eleito o melhor guarda redes. A vice-campeã mundial Espanha também merece grande respeito, uma vez que a equipe do técnico Venancio Lopez foi a única que conseguiu nos 40 minutos regulamentares opor-se ao Brasil. Depois de dois títulos mundiais consecutivos, os espanhóis que contaram com Javi Rodríguez, Kike e Marcelo em bom plano ficaram na vice posição ao perder na disputa dos pênaltis por 3 x 4. O capitão Rodríguez ergueu pelo menos um troféu, o da FIFA Fair Play, já que a Espanha foi a equipe com o melhor comportamento disciplinar de um total máximo de 1000 pontos de “Jogo Limpo”, a equipe do técnico Venancio Lopes marcou 914, terminando o torneio como a selecção mais disciplinada.
Irão e Rússia demonstram evolução, e poderão atingir o topo brevemente As selecções do Irão e da Rússia foram as grandes surpresas pela positiva. O campeão asiático não chegou à semi-final por apenas um golo de diferença e acabou por ceder a vaga à Itália. O capitão Vahid Shamsaee foi o jogador de destaque dos asiáticos e foi selecionado entre os melhores pelo Grupo de Estudos Técnicos da FIFA entre os dez melhores jogadores da competição. Também o seu companheiro de equipe, Mostafa Nazari, impressionou e terminou como segundo melhor guarda redes da competição. A Rússia evoluiu sob o comando do técnico Oleg Ivanov para se tornar uma equipe de alto nível. Os europeus do leste foram derrotados pelo Brasil na semi-final e perderam a disputa do terceiro lugar para a Itália. Porém, entre os seus jogadores estão o artilheiro da competição, Pula, que obteve 16 golos na competição e o excelente Vladislav Shayakhmetov, provando que sua selecção pertence à elite do Futsal mundial. Na próxima Mundial, daqui a quatro anos, a Rússia deverá ir ainda mais longe, estejamos atentos a sua evolução e prestação.
Continuidade e afirmação da Itália A Itália, vice-campeã mundial em 2004 e vice-campeã europeia em 2007, ficou mais uma vez entre as quatro melhores equipes da competição. Foi derrotada somente nos últimos segundos do prolongamento na semifinal contra a sua grande rival européia, a Espanha. O destaque recai no guarda redes de 37 anos Alexandre Feller, no capitão Grana e no talentoso Adriano Foglia, que foram os jogadores mais importantes da Squadra Azzurra.
Bons começos, as revelações e desilusões Outros participantes da Copa do Mundo tiveram um bom começo no torneio. República Tcheca, Líbia, Tailândia e Cuba tiveram seus momentos de brilhantismo, mas precisam trabalhar ainda mais duro no futuro para poder competir com a elite do Futsal mundial. Por outro lado, algumas mostraram evolução e outras equipas mantiveram o nível a que já nos habituaram, mantendo a regularidade, como a Ucrânia, por exemplo, que se classificou num grupo que contava com a Argentina, o vice-campeão africano Egito e a campeã da CONCACAF, a Guatemala. O Elogio merecido à Guatemala, que foi considerada uma das maiores surpresas do torneio, pelo seu desenvolvimento, onde se destaca o seu guarda redes Carlos Mérida, embora os centro-americanos não tenham conseguido a qualificação para a segunda fase de grupos, a equipe do técnico Carlos Estrada, que têm realizado um excelente trabalho, mostrou ter dado grandes passos na direção certa, deixando boas indicações para um futuro muito próximo. Portugal e Argentina não terão boas memórias deste Mundial para recordar. Os argentinos não puderam ficar satisfeitos ao não se classificarem para as semifinais, especialmente depois de conquistar o quarto lugar em 2004 na China Taipei, e Portugal porque deixou a competição na primeira fase de grupos, falhando o objectivo e a ilusão com que partiram para o torneio, ao de não conseguir repetir os sucessos de anteriores campeonatos mundiais e europeus.
Distinção individual para os melhores jogadores Bola de Ouro adidas: Falcão (BRA)
Bola de Prata adidas: Schumacher (BRA)
Bola de Bronze adidas: Tiago (BRA)
Público total 292.161
Média de público 5.217
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Domingo, Fevereiro 22, 2009
::: Falcão, o Ícon do Futsal Mundial Alessandro Rosa Vieira, nome de baptismo, ou simplesmente Falcão é um homem feliz, realizado e completo, assim se definia passados poucos minutos após o fim do jogo que coroava o Brasil como tetra campeão mundial, Falcão afirmou e declarou perante a imprensa que, "Agora estou realizado". Depois das frustrantes derrotas para a Espanha na Guatemala 2000 e na China Taipei 2004, o ídolo máximo do Futsal brasileiro conseguiu conquistar a sua primeira Copa do Mundo da FIFA no Brasil e coroar-se como o melhor jogador da competição, eleito pela FIFA, mas onde a comunicação social brasileira teve um enorme peso, obviamente ser campeão em “casa”, e ser dos poucos jogadores presentes que joga no Brasil, é juntar o útil ao agradavél, mas que entre os agentes do Futsal Brasileiro, e era de consenso entre todos de que o eleito teria sido outro jogador.
Apesar do famoso camisa 12 da selecção brasileira ter ganho a Bola de Ouro pela segunda vez consecutiva, e fazendo uma analize á sua prestação nos 9 jogos que o Brasil disputou no Mundial até á final. Falcão nunca fez parte do cinco inicial do treinador “PC”, mas foi sempre suplente utilizado em todos os jogos, tendo feito o gosto ao pé em 6 deles, na primeira fase da prova marcou em todos os quatro jogos, Japão (1, de penalty), Ilhas Salomão (6), Rússia (2) e Cuba (1, de penalty), na segunda fase só marcou contra a Ucrânia (3), e despediu-se dos golos na semi final diante da Rússia (1), ficando em branco na final que disputou com a Espanha, não tendo para o efeito estado na marcação dos castigos máximos com que se decidiu a final, foi claramente um jogador de equipa, soube acatar as ordens do seu líder, esteve em prol do colectivo e terá sido esse o grande segredo para tanto sucesso pessoal. E como só isso fosse pouco, ainda teve a cereja no topo do bolo ao conquistar a “Chuteira de Prata”, como vice artilheiro da competição com 15 golos, atrás do jogador Pula da Rússia. Falcão seguia este desejo em jejum, desde á 12 anos para cá, comentou que ainda pretende jogar mais uma Copa do Mundo, terá então 35 anos.
Falcão atinge a marca de 254 golos em 156 jogos Os 15 golos marcados no Mundial, fizeram com que o ala Falcão chegasse à marca dos 254 gols com a camisa da selecção brasileira em 156 jogos disputados. O maior goleador da história do Brasil é outro grande jogador Manoel Tobias, que balançou as redes 281 vezes. As marcas e os números são incontestáveis, mas nada disso ia valer se não conquistasse o título mundial. O currículo do Falcão é bom, o seu primeiro título pela Selecção, foi a Copa América de 1998, ele que já têm vários prémios individuais, mas tinha um buraco, que era esse título mundial na sua carreira.
Falcão expande na Internet a sua fama No sítio “Youtube”, de exibição de vídeos, os internautas se utilizar os termos de busca "Falcão" e "Futsal", vão encontrar as suas melhores jogadas, e golos. Estes e outros tantos marcados em toda a sua carreira. São mais de 600 ocorrências, provavelmente todas com as jogadas mais bonitas do ala. Com a facilidade que hoje existe na comunicação pela internet, Falcão facilmente ultrapassou as fronteiras do Brasil e ficou famoso em todo o planeta pelas suas fantásticas jogadas e golos.
A "lambreta" é a sua marca pessoal A impressionante lambreta, lance em que o jogador dá um lençol no adversário depois de levantar a bola com os calcanhares, esta que é a marca registada do ala. A torcida adora, no Futsal, são muitos poucos os que ousam fazer e virou uma marca pessoal. Um facto curioso, e que se pode constatar nos jogos agora disputados no mundial,é de que os próprios jogadores sabem quando o ídolo pega na bola, pela euforia que a trocida faz, pois todo o mundo se levanta e entoam por vezes cânticos, quando ele solta a bola, todo mundo senta.
Passagem pelo “Futebol” Em 2005, Falcão teve a única experiência no futebol de onze ao serviço do São Paulo.
Sem grande sucesso, o jogador referiu que as condições climáticas são a grande diferença. “O Futsal é jogado em ginásios cobertos, sem o efeito do vento, chuva e calor. Mas não vejo a minha passagem pelo futebol de onze como um falhanço ”, sustentou.
Ícon do Futsal Mundial O brasileiro é um verdadeiro ícon no seu país e reconhecido internacionalmente por todos os amantes do Futsal. Além de um “Centro de Treinamento Falcão 12”, onde as actividades desenvolvidas são o Futebol e o Futsal. Falcão tem ainda uma linha de roupa desportiva.
O sitio do craque, http:/www.falcao12.com, que é visto por milhões de internautas.
Perfil Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido por Falcão, é do signo gémeos, nasceu em São Paulo a 8 de Junho de 1977, actualmente com 31 anos. Tem 1,77m, pesa 74 kg, calça o número 41 e joga preferencialmente com o pé esquerdo. É casado, e tem dois filhos. Joga desde 2005 na equipa de Futsal na “Malwee/Jaraguá”, Jaraguá do Sul, Santa Catarina cidade onde actualmente vive.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Sporting arranca uma vitória a “Ferros” 4-3 (0-3), do orgulho ferido num jogo de emoções fortes entre habituais candidatos ao título
O Pavilhão Paz e Amizade foi o palco de um grandíssimo jogo da 10ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão entre os sempre candidatos ao título. Aquela que já é considerada uma das piores inicio de época no que ao campeonato diz respeito, e de que não há recente memória, o Sporting venceu o Freixieiro por 4-3 (0-3), e obteve a sua quinta vítória alcançando agora a 6ª posição da tabela classificativa com 14 pts.
Numa partida em que o Sporting tinha como objectivo e quase como que obrigação de regressar às vitórias, depois de dois desaires consecutivos, nas derrotas com o Modicus-Sandim (3-4) e com o Olivais (7-4). O conjunto leonino recebia um crónico candidato ao título, num encontro em que se sentia altamente pressionado pela escassez de resultados positivos, ao qual não é habitual acontecer, com um Freixieiro a subir de rendimento jogo após jogo, a experiente formação comandada por Joaquim Brito tentou jogar com esse factor a seu favor para dar continuidade ao bom momento que vem atravessando. Joaquim Brito montou tal como á duas jornadas atrás quando visitou Lisboa para defrontar o Benfica, no empate que obteve, tento aplicar a mesma estratégia de jogo, rigor defensivo com a sua primeira linha muito recuada e sempre na espreita do erro do adversário, lançando sempre rápidos e perigosos contra-ataques. Ausentes do jogo estiveram o guarda-redes Cristiano do Sporting e do pivot Wilson por parte do Freixieiro, ambos por lesão.
Um Freixieiro de tremenda eficácia, que soube explorar ao máximo a intranquilidade do conjunto leonino Foi um Sporting a querer tomar conta do rumo dos acontecimentos desde o ínicio, tendo a primeira situação de perigo saído dos pés de Bibi aos 2 minutos de jogo, com o capitão Zézito na assistência, que hoje regressou ao cinco inicial da formação liderada pelo treinador Paulo Fernandes. Mas era vísivel que o conjunto do Sporting estava intranquilo, nada saía bem, faltando-lhe a pontinha de sorte que ás vezes faz toda a diferença, e eis que na primeira grande situação criada pelo Freixieiro o golo inaugural da partida, num livre sobre Cardinal descaído na ala esquerda, que o próprio cobrou, descobriu Luís Silva solto sem marcação na area, que perante o guarda-redes João Benedito só teve que a desviar deste. Era um mau começo do Sporting e sem que o adversário tivesse criado situações de iminente perigo até ao momento, ganhava vantagem, o Freixieiro levava perigo ao saber aproveitar os sucessivos erros cometidos pelo Sporting que se ia precipitando á medida que o tempo passava, tornavam-se impacientes, foi notória e vísivel a total desconcentração deste grupo de trabalho ao longo da primeira metade do jogo, aos 4 minutos Néné desperdiçou ao atirar ao lado após um roubo de bola de Cardinal que percorreu o campo todo, o Sporting esse tinha a posse de bola e finalizava algumas jogadas, mas sem sucesso, como foram os sucessivos remates de Alex, Bibi e Café. O Freixieiro ia tornar a marcar á passagem do minuto 7, numa insistência de Néné que sobre a ala direita atirou forte e colocado supreendendo o guarda-redes João Benedito. Paulo Fernandes de imediato pediu o seu desconto de tempo, pois nada saia bem, a eficacia era nula perante as inumeras situações de perigo que a equipa criava, a dita tal “sorte” que também não têm tido e que tanta falta lhes têm feito e de que Paulo Fernandes fez questão de sublinhar e realçar nas declarações finais do jogo, concerteza ele pediu tranqulidade no jogo da sua equipa mas essa teimava em não aparecer, a falta de concentração era demasiado vísivel na marcação de um livre directo, que a sua equipa teve a seu favor e do qual não soube tirar o melhor proveito colocando a bola directamente pela linha lateral, onde a equipa de Paulo Fernandes costuma ser forte nestas situações de jogo, sendo mesmo um dos factores de desiquilíbrio em muitos dos jogos, mas nada lhes saia bem. O Sporting continuava com a sua constante rotação de jogadores, tentando tirar algum “coelho da cartola”. A meio da primeira metade era mesmo o melhor periodo de jogo por parte do Sporting, em que conseguiu encostar o Freixeiro atrás, onde lhes ia valendo o seu guarda–redes Piu com várias defesas de recurso, foram 5 minutos do melhor Sporting, com o Freixierio a limitar-se somente a defender e sem conseguir sair para contrariar, somente conseguindo rematar de novo à baliza do Sporting à passagem do minuto 13, sem que levasse perigo, mas o Sporting era uma equipa que começava a arriscar em demasia num um para um, assumindo esse risco muito cedo na partida.
Protestos e nervos à flor da pele E se o guarda-resde João ja tinha visto um amarelo por ter saido da sua area para interceptar a bola sem êxito derrubando o adversário em falta aos 3 minutos, também Davi o fez aos 16 minutos sempre em situações em que os jogadores do Freixieiro saiam em grande velocidade e com muito perigo, mas como não á duas sem três a cena repetiu-se, e aos 17 minutos, novamente Benedito e Cardinal envolvidos no lance em que o jogador do Freixieiro ganha a bola e saiu rápido em zona frontal direito á baliza do Sporting, que foi interceptado pelo guarda redes do Sporting a meio do seu meio campo, lance que foi interrompido pelo árbitro internacional António Cardoso, que marcou falta ao lance “dividido” entre os dois, falta a favorecer o Freixieiro, e sancionando com o respectivo segundo cartão amarelo e por via disso o consequente cartão vermelho, interpretando que o guarda redes do Sporting terá cometido o carrinho deslizante, passível de falta. Os protestos por parte da equipa do Sporting não se fizeram esperar e foram demais evidentes com a equipa de arbitragem, os nervos ficarm mesmo à flor da pele, o Sporting esse jogou 2 minutos reduzido a quatro, com o guarda redes suplente Sandro a tomar o seu lugar na baliza sem que o Freixieiro conseguisse ampliar a vantagem, sem conseguir tirar proveito dessa vantagem, o de estar com mais um jogador em campo. No Sporting o conjunto estava num turbilhão e os protestos com a equipa de arbitagem sucediam-se, com o secretário técnico a ter ordem de expulsão ao minuto 18 pelo árbitro Ricardo Eufrásio por este discordar e contestar vivamente a dupla de arbitagem. Com o Sporting a ter novamente a equipa reposta, e á falta de 19 segundos para jogar Alex de forma algo displicente e ingenua, mas fruto da intensidade com que queria alterar o rumo dos acontecimentos faz falta no seu meio campo sobre Ivan, era a 6ª falta do Sporting, que o talentoso Cardinal não desperdiçou, fazia o 3-0 com que se atingia o final da primeira metade do jogo, premiava a eficácia do Freixieiro, mas demasiado penalizador para o que o Sorting fez, era um Sporting de cabeça perdida este que foi para o baleneário.
Um Sporting de orgulho ferido, com “Deo” a desiquilibrar O treinador Paulo Fernandes, teve certamente um dos seus “10 minutos” mais preciosos como condutor de homens que é, fez valer a sua experiência que conquistou ao longo destes anos, conhecedor que é da instituição que representa terá apelado ao orgulho de todos os seus jogadores e estes melhor o interpretaram, que grande segunda metade deste Sporting que se transfigurou por completo como se do dia para a noite se trata-se e onde teve um iluminado “Deo” que deu um verdadeiro recital de bom Futsal, grande jogo, jogadas individuais, velocidade, assistências, remates e um golo. Foi um Sporting que em 8 minutos virou o resultado, de 0-3 para 4-3, onde sobressaiu a capacidade atlético ou física, é verdade que o treinador Joaquim Brito parecia algo limitado pelas opções que ia gerindo do seu banco e que se tornaram mais evidentes na segunda metade, utilizando somente 7 jogadores de campo, com o jogador Ricardo a entrar quando já se encontravam em desvantagem no resultado. O Sporting conseguiu ser paciente ao contrário da primeira metade, teria que virar o rumo dos acontecimentos, e as coisas estavam-lhe adversas, era um Sporting rematador, Piu ia conseguindo evitar, mas a pressão exercida pelo Sporting era constante e forte, adivinhava-se que a qualquer momento o Sporting podia reduzir. O treinador do Freixierio pedia então para que a sua equipa subisse toda ela no campo para pressionar também á saida de bola do Sporting na tentativa de sair do sufoco que estava, e foi nesse preciso momento que o Sporting conseguiu aproveitar todo esse espaço livre nas costas do adversário, com Deo a dar ínicio á espetacular recuperação, descobrindo Alex sem marcação na ala oposta, reduzindo aos 28 minutos. O Freixieiro tal como o Sporting era obrigado a cometer muitas faltas, algumas delas sancionadas com acção disciplinar tal o ritmo que a partida se encontrava, o Sporting era total dominador da partida, o Freixieiro nunca conseguiu parar o endiabrado Deo, que aos 32 minutos reduzia para 2-3, após varios remates, numa excelente jogada que passou por todos os elementos de campo, o Sporting acreditou que era possível, era um outro Sporting este. Joaquim Brito tentou mesmo com o seu desconto reorganizar a equipa para definir a melhor estratégia, mas se na primeira metade os seus jogadores mais influentes tinham feito toda a diferença, como Cardinal, Néné e Luis Silva, nesta segunda metade fruto também do desgaste físico a que eram submetidos e da supreendente reacção do Sporting ficaram ofuscados sem conseguirem contrariar a estratégia de Paulo Fernandes. E sem que pudessem esboçar qualquer reacção volvidos 2 minutos o golo do empate, novamente Deo na jogada para novo golo de Alex. Entrava-se nos restantes 5 minutos com ambas as equipas tapadas e penalizadas com a 5ª falta, se na primeira metade houve um erro comprometedor para o lado do Sporting, eis que Cardinal imitou e fez uma falta atacante no meio campo adversário aos 36 minutos, o especialista Paulinho chamado para a cobrança não desperdiçou da marca dos 10 metros batendo o guarda-redes Piu, que nada pode fazer e colocou o Sporting pela primeira vez na frente do marcador, o que era justo pelo desenrolar dos acontecimentos. O Freixierio arriscou então no 5 para 4, com Piu a integrar os lances ofensivos da sua equipa, rematando por duas ocasiões, mas com o guarda-redes Sandro a corresponder em bom plano, ele que só sofreu um golo e na marcação de um livre da marca dos 10 metros. O Freixieiro ainda reclamou dois lances sobre Cardinal, de pertensa falta do adversário sem que a dupla de arbitagem sanciona-se qualquer um deles apesar dos fortes protestos que se fizeram sentir a partir do banco de suplentes.
Num grande jogo de Futsal, com duas partes distintas onde o Sporting regressou ás vitórias depois de dois desaires consecutivos.
Declarações de Paulo Fernandes: “Depois do que passámos nas últimas semanas, e no futuro que nos foi equacionado, esta equipa demonstrou o caracter que têm, temos tido falta de sorte. Este é o Sporting que toda a gente conhece, quem nos fez o funeral vai ter a resposta á missa de sétimo dia. É verdade que com os resultados que obtemos até aqui condiccionamos de alguma forma o nosso futuro, mas ainda vamos a tempo de alcançar o objectivo final. Esta segunda parte foi maravilhosa, os meus jogadores foram excelentes, a vitória é importante para levantar os índices de confiança, depois do jogo anterior ter sido demasiado intenso, e desgastante a todos os níveis, acredito que vamos chegar longe.”
Declarações de Joaquim Brito: “Uma partida bem disputada, o vencedor não foi justo, na primeira parte fomos superiores, tivemos sucesso e venciamos por 0-3. Na segunda parte o Sporting foi melhor e o Deo desiquilibrou, tivemos dificuldades em tapar o Deo. A minha equipa teve receio de ganhar, após ter chegado ao intervalo com uma vantagem confortável e de sabermos as dificuldades que o adversário tinha. Tivemos um erro e esse erro infantil saiu-nos caro. Um jogo fantástico que serviu de propaganda para a modalidade para quem acompanhou aqui no pavilhão e pela net. Demonstrá-mos ter atitude acredito nos meus profissionais."
FUNDAÇÃO-BENFICA INTERROMPIDO A partida entre Fundação Jorge Antunes e Benfica foi interrompido ao intervalo, devido à falta de condições do pavilhão dos vizelenses, causado pelas condições climatéricas e que deixarão a marca efeito no piso do pavilhão, segundo a organização do jogo FPF e árbitros ambos decidiram interromper o jogo por falta de condições, protegendo o espetáculo e a integridade física dos jogadores. Perante esse facto, as direcções dos dois clubes reuniram-se após interromper o jogo. A Fundação vence por 1-0, com um golo de Mide, ao intervalo e no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 18:00h, será retomada a segunda parte desse jogo.
9ª jornada, Fundação J.A. x Benfica
Fundação leva vantagem ao intervalo (1-0) Numa meia partida entre candidatos ao título, que foi interrompida ao intervalo, sem que se desse ínicio a segunda metade da partida devido às más condições do piso, os árbitros António Cardoso e Ricardo Eufrásio assim como o dirigente responsável pela organização do jogo da FPF, tomaram a decisão da partida ter que ser interrompida. Esta que era o jogo de maior destaque até ao desfecho da 9ª jornada.
Fundação e Benfica mediram forças, num jogo onde estiveram duas das melhores formações do campeonato, as duas melhores defesas até ao momento com apenas 11 golos sofridos, entre o 1º (22pts) e 3º (17pts) classificado, com dois grandes técnicos, Paulo Tavares já com uma longa experiência de 1ª divisão, conseguindo ano após ano estar sempre presente na luta dos lugares cimeiros do campeonato, estando a realizar e a desenvolver um trabalho fantástico sobretudo a nivel da formação, e André Lima um ainda jovem técnico mas com um futuro promissor pelas boas indicações que têm dado e deixado até ao momento. Um jogo onde a qualidade dos intervenientes não deixa duvidas quando ao jogo que poderiam propocionar, ou seja um agradável jogo de Futsal. Foi um partida extremamente disputada, onde a Fundação se apresentou ligeiramente melhor que o Benfica, fruto da sua atitude mais ofensiva e de ter feito uma alta e intensa pressão com a sua primeira linha logo na saida de bola por parte do Benfica, sem que este soubesse reagir e não encontrando nunca o antidoto para sair desta estratégia bem montada por Paulo Tavares, que geriu a sua equipa e a doseou para o esforço físico exigido, fazendo trocas alternadamente de 4 por 4, e em ambos os “time out”, pedia sempre aos seus jogadores para serem solidários e para continuarem com muito rigor defensivo, destacando-se o seu colectivo pelas várias e bonitas jogadas que tiveram, mas com um sinal mais para o seu jogador Divanei que é o grande estratega e o desequilibrador desta equipa, actualmente o melhor artilheiro do campeonato. André Lima que esta época ainda não contou com o plantel à sua disposição a 100%, e que neste jogo se viu novamente privado devido a lesão dos jogadores João Marçal e de César Paulo, e não tendo outro jogador de características semelhantes ao deste pivot, para poder adoptar outro sistema de jogo ou solução, fica algo limitado e com um banco sem muitas opções, Gonçalo que ainda não estará fisicamente nos índices desejados após longa ausência por lesão, André Lima neste jogou só utilizou 7 jogadores de campo, mesmo assim o Benfica repartiu a posse de bola com a Fundação e teve jogadas que também levaram algum perigo á baliza adversária, Arnaldo o jogador em melhor forma deste Benfica e que mais vezes levou perigo e mais rematou á baliza do sempre seguro Victor Hugo, que a par de Bébé estiveram muito bem, no entanto sem poder evitar o golo de Mide aos 14 minutos, que isolado perante Bébé, só teve que recortar e desviar deste para rematar para o golo, lance que nasceu da grande pressão de que tanto Paulo Tavares queria e desejava, João Leite que consegue ganhar a bola ao desemparado Pedro Costa, que se viu perante a pressão de dois adversários perdendo no erro o lance. Jogo onde alguns factores fazem a diferença, como os erros, as transições e a capacidade física de cada equipa. Prevê-se que o que ainda falta para disputar do jogo seja emocionante com a incerteza do resultado até ao apito final.
Ficha do Jogo
Fundação J. A. Cinco inicial: Victor Hugo [gr], Divanei, Eskerda, Mide e João Leite.
Jogaram ainda: Fábio Aguiar, Gabri, Fábio, e Marinho.
Treinador: Paulo Tavares
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Zé Maria, Pedro Costa [Cap.], Arnaldo, e Ricardinho.
Jogaram ainda: Gonçalo Alves, Pedrinho e Rogério Vilela
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 14’ | Mide
Disciplina Cartão amarelo a Gonçalo Alves e a Bébé por parte do Benfica.
Histórico 2007/2008 F. Jorge Antunes 7 - 5 Benfica
2006/2007 F. Jorge Antunes 4 - 4 Benfica
2005/2006 F. Jorge Antunes 2 - 5 Benfica
2004/2005 F. Jorge Antunes 1 - 5 Benfica
2003/2004 F. Jorge Antunes 1 - 2 Benfica
2002/2003 F. Jorge Antunes 4 - 5 Benfica
2001/2002 F. Jorge Antunes 2 - 2 Benfica
Após a vitória sobre o Sporting, em jogo relativo à II eliminatória da Taça de Portugal, o Benfica voltou a centrar todas as atenções para o campeonato depois das duas últimas exibições menos conseguidas, no empate caseiro diante do Freixieiro e na derrota no Louriçal, perante o Instituto, que se têm revelado uma das equipas sensação da prova até ao momento. O Benfica hoje recebeu o Fundão e venceu por 3-0(1-0).
Para o confronto com os comandados de José Luís, o conjunto às ordens de André Lima apresentou três baixas, o caso de César Paulo está a contas com problemas no adutor direito e de João Marçal com queixas num joelho, ambos encontram-se entregues ao departamento clínico, enquanto Pedro Costa cumpriu um jogo de castigo.
Primeira metade de um só único sentido Foi um Benfica de domínio total, com bastante posse de bola, muitos ataques e por consequência vários remates, uma primeira metade de um só único sentido, em que os comandados de José Luís só defenderam e dos poucos contras que fizeram foram sempre muito displicentes e lentos, sem aproveitar a superioridade que saiam em contra. O Benfica ao contrário daquilo que fez na última partida para a taça diante do Sporting onde foi de uma eficácia absoluta, foi demasiado perdulário, criou e dispôs de inumeras ocasiões para poder atirar a contar e ficar confortavél na partida, mérito também e verdade seja dita pela excelente prestação do guarda-redes forasteiro, o brasileiro Carlinhos, que efectuou várias paradas a remates de Ricardinho, Arnaldo, Pedrinho e Rogério que levavam o selo do golo. Mas eis que tanto o “cântaro vai a fonte que alguma vez quebra”, e foi Bébé que contribui para tal, construiu a jogada do único golo da primeira metade, aquilo que seria um ataque do Fundão deu em contra ataque do Benfica com o guarda-redes do Benfica a interceptar um passe, conduzindo a bola até ao meio campo adversário,passando por dois adversários e assistindo Pedrinho para uma melhor conclusão,não desperdiçando tal prenda, 1-0 para o Benfica aos 17 minutos de jogo, finalmente o prémio, mais que merecido.
Tenue resposta da equipa do Fundão, sem "resultado" prático A melhor entrada no ínicio da segunda metade por parte da equipa comandada por José Luís, onde a sua equipa dispôs mesmo de três sobrenas ocasiões para empatar a partida, logo ao primeiro minuto em três remates consecutivos, onde terá valido Bébé e o poste, aos 3 minutos com o jogador Esteves já naa area descaído na esquerda, na cara de Bébé atira ao lado, e de todas a mais “escandalosa”, foi a do jogador Bruno César que correu sózinho desde o seu meio campo com somente o guarda redes do Benfica pela frente, atirou ao lado do poste esquerdo, gorando então as hipotese de emapte na partida. O Benfica neste período era na mesma uma equipa com a posse de bola mas sem conseguir ser tão acutilante como o tinha sido até aqui, onde somente criou perigo num remate de Ricardinho para uma melhor defesa de Carlinhos, Ricardinho que hoje obeteve mais dois golos para a sua conta pessoal e se cotou como um dos melhores do Benfica a par de Bébé e de Arnaldo, atravessam mesmo um excelente momento de forma.
Benfica confirma a sua boa prestação e a vitória no jogo E como quem não marca sofre, o melhor Futsal desenvolvido pelo campeão em título deu frutos, numa excelente jogada de envolvimento, numa triangulação entre Arnaldo, Rogério com este tirar o guarda redes adversário da jogada com um passe atrasado, a encontrar solto na área Ricardinho que perante um adversário so teve que desviar do seu alcance para fazer o segundo da partida aos 32 minutos. Era quase como que a setenciar a partida, o Fundão esse era uma equipa sem argumentos para contrariar este Benfica, que se apresentou algo limitado mas forte no jogo, fruto da sua última excelente prestação diante do Sporting. Em último recurso o treinador do Fundão ainda quiz dar uma última e forçada reacção, mas a sua tentativa não foi no timing mais certo, e no erro, Ricardinho oportuno e com uma excelente visão dos acontecimentos verificou a troca do guarda-redes de Carlinhos por Vinicius para adoptarem e sairem no 5 contra 4, mas num excelente remate que levou todo o peso e medida na direcção da baliza, sem hipoteses de defesa de Vinicius, era a confirmação da vitória 3-0, com o bis de Ricardinho. A equipa do Fundão estava conformada e nso minutos restantes saiu com a estratégia do 5 para 4 sem que nada de novo acontecesse, merecida vitória da melhor equipa em campo, no regresso ás vitórias após dois resultados menos conseguidos.
Em mais um emocionante derby, Encarnados bateram os «leões», os actuais detentores do troféu por 6-4(3-1) e seguem em frente na Taça de Portugal. Tal como na edição passada Sporting e Benfica voltaram-se a defrontar na II eliminatória para discutir a passagem à próxima eliminatória. Na época passada os leões venceram em casa do Benfica e acabaram por inclusivé conquistar o troféu, mas desta vez o conjunto de André Lima foi mais forte e conseguiu levar de vencida os de Paulo Fernandes por 6-4, perante o seu público, que quase prencheu na totalidade o Paz e Amizade em Loures, tendo sido mesmo a estreia neste palco para esta competição, com cerca de 1200 espectadores.
Ao intervalo já o Benfica tinha vantagem no marcador (3-1), fruto duma postura super-defensiva e de uma melhor eficácia, que foi adoptada como estratégia na abordagem a este jogo que era a eliminar. Além da partida ter sido transmitida, em directo, pela canal temático da SIC Radical, ouve uma outra estreia que merece total apoio e de incentivar mais iniciaticas destas e que pode dar mais visibilidade à modalidade. Pela primeira vez, numa competição oficial, foi transmitido em vídeo-streaming um jogo de Futsal de uma competição oficial, com produção em exclusivo para a internet. Assim o jogo entre o Sporting e o Benfica, teve transmissão em directo na internet online, no sítio oficial do Sporting, em www.sporting.pt.
O jogo esse foi emocionante, recheado de golos, foi mesmo um óptimo jogo. O Sporting encontrou um Benfica muito esforçado, que defendeu, lutou com as armas que dispunha, tendo-se destacado os jogadores Arnaldo e Bébé. Se um soube ser um autêntico guerreiro em quadra a defender, a empurar a equipa e a marcar, o outro soube suster os fortes ímpetos e ataques leoninos quando foi necessário, efectuando já na parte final do jogo três soberbas defesas que terão feito toda a diferença. Era curcial para André Lima a passagem à eliminatória seguinte, para não hipotecar as ilusões das quatro frentes com que iniciou a época, não venceu a Supertaça, a não passagem à Final Four da Uefa Futsa Cup, uma derrota neste jogo seria estar numa só frente, apesar dessa ser naturalmente a maior aposta do Benfica, como afirmou André Lima e bem na conferência de imprensa no final do jogo, assim como aos de Paulo Fernades também o é importante, estando agora concentrados num só único objectivo como Davi comentou, “vamos trabalhar para conseguir ganhar o campeonato”, depois de terem iniciado a época a conquistar a Supertaça frente a este mesmo Benfica e muitas vezes são os resultados que fazem os treinadores e as equipas.
Tremenda eficácia do Benfica O Benfica foi mesmo a primeira equipa a levar perigo, numa sequência de dois remates à baliza defendida pelo guarda-redes Benedito. Mas o Sporting jogava perante o seu público e queria ser ele a comandar as operações do jogo, com uma postura super ofensiva a pressionar sempre muito à frente, na saída de bola do adversário, preveligiando a posse de bola e não deixando o Benfica organizar-se ofensivamente, mas o Benfica trouxe como estratégia a de defender e bem, com uma postura agressiva sobre o portador da bola e a tentar sair sempre ora pelo erro do adversário ou em rápidos lances de contra ataque, lançados muitos deles por Bebé. Antes mesmo de Arnaldo inaugurar o marcador aos 10 minutos, já o Sporting por intermédio de Alex, que foi um dos melhores por parte do Sporting, tinha atirado à trave. Numa das poucas jogadas ofensivas de que o Benfica tinha disfrutado até à passagem dos 10 minutos, Arnaldo apareceu já dentro da area, na zona o pivot diante do guarda-redes João Benedito e soube dominar e com um recorte sobre a bola atirou a contar, diga-se que o Benfica explorou em demasia os ataques rápidos e contra-ataques e obteve mais dois golos onde apanhou sempre o adversário em contra pé. O 2-0 chega por César Paulo que levou a bola desde o seu meio campo pela ala direita e sem ter ninguem no apoio decidiu-se pelo remate já de um ângulo apertado, apanhando João Benedito desprevenido e a castigá-lo inplacavelmente, num golo de excelente execução. Era um Sportinga a tenta a todo custo encurtar o marcador, o Benfica defendia e conseguia tapar todas as linhas de passe e de remate na direcção da sua baliza. Um bom exemplo disso foi mesmo aos 18 minutos, com o jogador Pedro Costa a tirar sobre a linha de golo, substituindo Bébé que já se encontrava batido no lance a remate de Paulinho. Era um pressing a todo o “gás” do Sporting, estava no seu melhor período e asfixiava mesmo a equipa do Benfica que ia reagindo mais com o coração do que com a cabeça, o Benfica tinha atingido a sua 5ª falta fruto da sua postura mais agressiva, Bebé numa saída fora da área de baliza, fez prática de jogo perigoso tendo a equipa de arbitagem sancionado falta e respectivo cartão amarelo, Paulinho na marcação desde os 10 metros, de livre directo, não se fez rogado e atirou uma autêntica bomba para reduzir no marcador, aos 19´, poderia-se pensar que o Sporting iria tirar dividendos do pouco tempo que restava, mas foi o Benfica de uma forma quase letal que soube novamente e atravez de Bébé colocar uma bola na area onde Pedrinho teve uma execução perfeita a dominar e na cara novamente do guarda-redes do Sporting a desviar do alcançe deste. O Benfica chegou ao intervalo a vencer por 3-1, fruto da estratégia que adoptou e da sua termenda eficácia.
Atitude do Benfica coroada de exito O Sporting trazia a desvantagem do intervalo, teria que ir a procura do prejuízo e foi isso que os seus jogadores tentaram a todo o custo fazer, conseguiam-no mas sem materializar em golos porque tinham pela frente uma equipa do Benfica que hoje era coesa, solidária nas entreajudas, uns autênticos guerreriros, com um sentido de oportunidade muito apurado, sempre que vislubravam um possível contra, era ou jogada de perigo ou golo. Ricardinho aos 24 minutos numa jogada individual depois de uma intercepção de bola por Pedro Costa, ampliava para 4-1 e colocava os nervos a flor da pele nas hostes leoninas, que viam as coisas a ficar mal paradas.
Recuperação do Sporting Assistimos então à excelente reacção do Sporting no seu melhor periodo em toda a partida, o mais emotivo e de maior velocidadeno jogo, no mesmo minuto dois golos de rajada, um por Alex e outro num auto-golo de Pedro Costa ao desviar a trajectória na direcção errada o remate de Paulinho, colocando o marcador pela diferença mínima 4-3. Estava de novo o jogo relançado no que ao vencedor diria respeito. O Sporting era claramente a equipa que dominava os acontecimentos e que continuava a criar soberanas situações para golo, efectuando mais remates à baliza, onde valia Bebé que se destacava pela positiva. O jogo estava intenso e vivo, Paulo Fernandes dava indicações para que a sua equipa pressiona-se logo á saída de bola do adversário, mas o Benfica só iria conseguir libertar-se desse “colete de forças” com que o Sporting o tinha atado à passagem do minuto 34, depois do seu golo era o lance de maior perigo até então por parte do Benfica. Já com João Benedito batido, Rogério atirou à trave da baliza, num puro e rápido contra-ataque que começou numa recuperação de bola de Bébé, que a par de Arnaldo eram mesmo os melhores em quadra da parte do Benfica. Entrava-se na fase curcial da partida, com a diferença mínima no resultado o Sporting teve então uma excelente oportunidade depois de ver o capitão do Benfica ser expulso por acumulação de cartões amarelos e consequente vermelho aos 36´de jogo. Justo será dizer que a amostragem tanto de um como outro cartão formam bem exibidos, as faltas tal o justificam, mas o tempo da amostragem do respectivo segundo cartão amarelo e respectivo vermelho foi excessivo, o timing foi exagerado pela equipa de arbitragem.
“Risco” de Paulo Fernandes não foi bem sucedido Paulo Fernandes assumia o risco e arriscava mesmo no 5 contra 3, com Café a ser o guarda-redes volante, estratégia essa que não levaria nenhum efeito pois o Benfica sabia defender a superioridade do Sporting e mostrava-se muito perigoso nas respostas e obrigava mesmo o Gr. Benedito a aplicar-se, eis que aos 37´Arnaldo, dando jus ao nome pelo qual carinhosamente é conhecido, interceptou um passe mal medido por Café e arrancou como se fosse um “Expresso” o de Bragança, passou por Café, Paulinho e mandando fora do alcançe de Davi, rematando na direcção da baliza deserta, era o 5-3. Foram então minutos de muita “guerra”, com muitos nervos à flor da pele, era visível a entrega por ambas as equipas, o Sporting ainda dispôs de três excelentes situações, mas todas elas contrariadas por grandes paradas do guarda-redes do Benfica, que se ia exibindo a um altíssimo nivel. O Benfica esse ia sustendo as investidas do 5 para 4 do Sporting, André Lima depois de ver a sua equipa novamente recomposta após a expulsão de Pedro Costa, pediu o seu tempo de desconto para tentar quebrar o ritmo da partida e de recuperar o folego para o minuto que faltava. O Sporting nada tinha a perder e teria que arriscar tudo, Café soltou-se bem dos vários adversários e ainda descobriu ao poste mais distante Paulinho que recolocava novamente à falta de menos de um minuto o marcador pela diferença mínima 5-4. O jogo não parecia ter fim tal era o ritmo dos acontecimentos e à falta de poucos segundos de jogo, Paulinho ainda viu cartão amarelo, Pedrinho ainda atirou à baliza para uma melhor defesa de Benedito e ainda teve tempo para tablar com Ricardinho, com este a ter arte e engenho para ludribiar e contornar o defesa directo, rematando rasteiro e colocado fora do alcance do guarda-redes do Sporting, colocando o resultado final em 6-4. A festa foi feita pelos adeptos do Benfica que se fizeram deslocar a Loures, num jogo electrizante com um vencedor justo, que soube estar melhor e mais competente nos momentos chave.
Ficha do Jogo
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Bibi, Café, Alex e Davi.
Jogaram ainda: Deo, João Matos, Paulinho e Zézito[cap].
Treinador: Paulo Fernandes.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Ricardinho, Arnaldo e Zé Maria.
Jogaram ainda: Pedrinho, Rogério Vilela, e César Paulo.
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 10’ | Arnaldo
0-2 | 13’ | César Paulo
1-2 | 19’ | Paulinho
1-3 | 19’ | Pedrinho
2ª Parte
1-4 | 24’ | Ricardinho
2-4 | 25’ | Alex
3-4 | 25’ | Pedro Costa (Auto Golo)
3-5 | 37’ | Arnaldo
4-5 | 39’ | Paulinho
4-6 | 39’ | Ricardinho
Disciplina Cartão amarelo a Zézito, Bibi e a Paulinho por parte do Sporting.
Cartão amarelo a Pedrinho, Bébé e duplo amarelo e consequente vermelho a Pedro Costa por parte do Benfica.
Declarações Paulo Fernandes: “Parabéns ao adversário, foi nos momentos chave do jogo mais competente, assumo por inteiro a responsabilidade da derrota, arrisquei na superioridade numérica quando tinha vantagem em jogadores de campo, por via da expulsão do jogador do Benfica. Os meus jogadores demonstraram ter carácter, pois deram tudo. Disse-lhes para não se esquecerem do que se passou hoje no final do jogo, para guardarem para mais tarde poderem retribuir. O jogo foi um espéctaculo com golos, muitos (10) e emocionante, ainda tivemos uma fantástica recuperação no resultado de 4-1 para 4-3, mas de nada serviu, esta competição era um dos nossos objectivos da época, pois éramos os detentores do troféu”.
Declarações de André lima: “Sinto-me orgulhoso pelos meus jogadores e pela vitória conquistada, encarámos este jogo como se de uma final se tratasse, fomos uns justos vencedores, apesar das inumeras lesões e das condicionantes com que esta equipa se debate e apresenta, estivemos muito bem. O nosso grande e principal objectivo é sermos campeões nacionais, mas seguir em frente para a próxima eliminatória era o nosos obljectivo”. A propósito de ter sido a primeira vitória como treinador sobre o Sporting comentou, “o que sinto é um sabor especial e de felecidade por ter ganho com estes jogadores e nada mais”.
Histórico dos confrontos para a Taça de Portugal
II Elim 2008/2009
29 Novembro 2008 - 21h - Pavilhão Paz e Amizade
1.200 espectadores
Sporting 4 x 6 Benfica
Golos: Paulinho (2), Alex e Pedro Costa (auto golo); Ricardinho (2), Arnaldo (2), César Paulo, e Pedrinho
II Elim 2007/2008
29 Dezembro 2007 - 15h20 - Pavilhão Açoreana Seguros
1.800 espectadores
Árbitros: Pedro Paraty e Abílio Bessa (AF Porto)
Benfica 0 x 2 Sporting
Golos: Alex e Café
Meia Final - 2006/2007
Junho - Pavilhão Municipal Vila Nova de Gaia -1.600 espectadores
Árbitros: António Cardoso e Ricardo Eufrásio (A.F. Coimbra)
Benfica 5 x 0 Sporting
Golos: Amandus, Ricardinho (2), Bebé, e André Lima
FINAL - 2005/2006
23 Abril 2006 - Pavilhão Multidesportos de Coimbra
1.800 espectadores
Árbitro: António Cardoso e Pedro Paraty (A.F.Aveiro)
Benfica 5 x 9 Sporting
Golos: Paulinho (2), Zézito (3), Gonçalo Alves (1), Deo (1), Andrezinho (1), Evandro (1); Sidnei (2), Wilson (1), Ricardinho (1), e André Lima (1)
3ª eliminatória - 2003/2004
07 Fevereiro 2004 - Pavilhão Atlântico - Lisboa
5.500 espectadores
Benfica 1 x 4 Sporting
Golos: Bibi; Zézito; Israel; João Marçal; e Chico
1/4 Final - 2001/2002
1 Maio 2002 - Nave de Alvalade
Benfica 5 x 5 Sporting (Sporting venceu nos penalties 3 x 1)
Golos: Cautela, Nélito (2) e Vitinha II (2) ; Zézito, Bibi, João Benedito, João Marçal e Gonçalo Alves
Benfica e Freixieiro encerraram hoje a sexta jornada do Campeonato FutSagres. Um encontro entre crónicos candidatos ao título que se disputou no Pavilhão da Luz, e que foi dirigido por Fernando Serras da A. F. de Portalegre e por Pedro Peixoto da A. F. de Setúbal. Na ressaca da eliminação da UEFA Futsal Cup, os campeões nacionais receberam e empataram com um Freixieiro atrevido e disposto a levar pontos em casa alheia, foi um Freixieiro de combate aliado a uma melhor capacidade física, tendo em Cardinal o seu melhor e mais esclarecido jogador, numa destacada exibição, um jogador de termenda capacidade técnica e física. O treinador do Freixieiro Joaquim Brito montou bem a estratégia para o jogo, com uma defesa mais atrasada, mas muito agressiva e rápida sobre o portador da bola, conseguindo sair em algumas situações em contra ataques muito rápidos, equipa que tenta a todo o custo recuperar os pontos perdidos nas primeiras jornadas do campeonato. Ricardinho por castigo e Gonçalo por se encontrar com gripe foram as baixa no Benfica, enquanto Wilson também não deu o seu contributo à equipa de Matosinhos por ainda encontrar lesionado.
Equilibrio no jogo eficácia no marcador O Freixieiro veio até Lisboa ao reduto do Benfica com a táctica bem estudada, com intuito de levar pontos na bagagem, com uma linha defensiva muito atrasada na quadra, mas bastante agressiva e eficiente para travar todas as investidas do Benfica, o jogo esse começou numa toda lenta diria mesmo monótona, mas o Freixierio aos 5 minutos de jogo teve a primeira ocasião para inaugurar o marcador numa excelente jogada, conduzida por Cardinal, que encontrou Luis Silva na area, tendo este assitido ainda melhor Ivan que atirou á trave da baliza adversária, o jogo então ganhou ritmo e teve desde então mais motivos de interesse, tornando-se o jogo mais aceso, disputado e equilibrado. O Benfica também teve algumas situações de golo, exemplo disso foi Arnaldo que aos 12´ discaido na ala direita atirou ao poste esquerdo do Gr. Piu. Assistimos então ao duelo entre o Pivot César Paulo e o Gr. Piu, que este diga-se levou sempre a melhor. A eficácia do Freixieiro, traduziu-se aos 2`para o término da pimeira parte, com golo de Ivan, num remate da meia distância, onde o Gr. Bébé ainda interceptou a bola mas não a conseguiu impedir que a trajectória da mesma fosse na direcção da baliza, houve ainda tempo para Rógerio numa iniciativa individual ter ainda arrancado um potente remate, mas este esbarrou na trave mesmo sobre o apito final da primeira parte, seria um prémio justo para a equipa do Benfica.
Domínio absoluto do Benfica, para um empate justo O Benfica entrou para esta segunda metade disposto a colocar alguma justiça no resultado, encostando literalmente os comandados de Joaquim Brito atrás, exercendo uma forte pressão sem que estes tomassem partido do ataque organizado, abdicando da posse de bola, mas em contrapartida tinham a lição bem estudada para sairem sempre em lances rápidos de contra ataque, ora por lançamentos longos do seu Gr. ou pela transição quer do seu Gr. ou dos jogadores mais rápidos como Cardinal ou Daniel. O Benfica só conseguiu materializar o ascendente desta segunda metade aos 29´de jogo pelo seu jogador mais rematador em toda a partida, o pivot César Paulo, se na primeira parte tinha perdido o duelo com o Gr. Piu, mas neste lance levou a melhor, discaido na esquerda aplicou o seu forte e colocado remate com o seu melhor pé, o esquerdo, para repor alguma justiça no que se passava em quadra. O Freixieiro não alterou a estratégia e manteve o mesmo sistema de jogo, é verdade que poderia ter ganho proveito á falta de 4´para se jogar, porque os árbitros (desatentos ao lance), deixaram passar uma clara expulsão e livre directo a favor do Freixieiro, num lance em que Cardinal seguia isolado na cara do Gr. Bébé, com este a defender claramente fora da sua area com a mão. André Lima ainda arriscou no 5 para 4, com o seu já habitual Gr. volante Zé Maria, foram dois minutos de aflição para os de Matosinhos, que passaram um tremendo sufoco, defendendo com tudo que tinham e dispunham. Tácticas e posturas bem diferentes hoje as que podemos assistir no jogo que encerrou a 6ª jornada, se para os de André Lima foi a perca de 2 pontos, já para a equipa de Matosinhos pareceu, até pela satisfação com que festejaram o final do jogo que foi a conquista de 1 ponto, neste que foi o seu terceiro empate na visita ao Benfica. De assinalar ainda que o secretário técnico do Benfica recebeu ordem de expulsão aos 26 minutos de jogo, por protestar com a decisão da equipa de arbitagem.
O Benfica acreditou mas o sonho para “já” acabou, o de almejar o tão apetecido troféu, na hora da verdade o Benfica honrou o seu prestígio e caiú digno sem conseguir a tão desejada passagem á fase final, perdendo 2x1 com a formação espanhola do Interviú.
Desta vez o Interviú venceu pela diferença mínima, e garante a presença na próxima fase, em 2004 perdeu na 2ª mão mas garantiu a conquista do torféu, que no conjunto das duas mãos teve um melhor goal average, tornou a levar de vencida o Benfica. Hoje o público presente criou uma excelente atmosfera neste que foi jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhou perante o seu fantástico, entusiasta e amante público, que tudo fez no apoio para que os campeões portugueses atingissem a sua primeira Final Four da Uefa Futsal Cup. Foi uma excelente partida por parte do colectivo do Benfica, soube em grande parte do jogo contrariar e responder com as suas armas perante esta grande equipa, mas hoje André Lima e companhia souberam até ao mimuto 36 desmontar bem a “máquina verde” como é muitas vezes intiluada, sendo insuficiente no lance em que o Pivot Betão trabalhou bem a bola na entrada da area, assistindo Schumacher, que rematou para o golo que garantia a vantagem no marcador. Estiveram neste jogo presentes muitos e excelentes praticantes, uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que hoje se jogou, entre internacionais brasileiros (5) com quatro deles a serem recentemente campeões mundiais, espanhóis (5) e portugueses (6). De salientar ainda que a equipa do Interviú não pode contar com os Internacionais Bacaro e Daniel, devido a lesão. Foi impressionante como todos os agentes do Futsal espanhol se reunem em prol de objectivos comuns, Jesus como Director geral (ex-capitao da selecçao e do Interviú), assim como Júlio Director desportivo e Venancio Lopez que fez questão de estar presente antes da partida iniciar no banco do Interviú dando o seu apoio e contributo.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 16 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Uma primeira metade com tudo empatado Um jogo de ritmo vivo e intenso, com as equipas a se igualarem muito em todos os aspectos, na posse de bola, com o Benfica tentar explorar sempre as situações de contra ataque rápido, no empate em golos, em oportunidades, mas se o Benfica foi o primeiro a criar perigo no último reduto do Gr. Amado, que viu a bola de Ricardinho a ser devolvida pela trave aos 2´naquela que foi a grande expolsão por parte dos adeptos do Benfica, mas Torras não tardou a dar a resposta e decorrido o mesmo minuto usou a sua melhor arma, o seu forte remate de pé esquerdo, com um remate da meia distância, inaugurando o marcador e colocando a sua equipa na frente do marcador. O Benfica soube reagir, levantar a cabeça e não acusar o golo sofrido, continuou a fazer o seu jogo organizado e muito apoiado, tirando dividendos com a obtenção do empate 1 x 1, num remate de Ricardinho que discaido na ala direita após ter ficado na posse de bola no ressalto, depois da insistência por duas vezes a remates de Pedro Costa. Foi um Interviú á procura de se colocar na frente do marcador, por via de ser o único resultado que lhe servia. Até ao termino da primeira parte a destacar as duas situações mais flagrantes de golo, uma para cada lado, Juanara aos 10´que atirou ao poste num remate da meia distância e de Ricardinho qe tentou um chapéu a Amado, mas que saiu ao lado após excelnte assistência de Arnaldo. Um empate a ser inteiramnete justo. A salientar o facto de Gonçalo Alves ter regressado ás quadras, para ser mais uma opção do treinador André Lima.
Schumacher desfaz o sonho, desilusão á falta de 4 minutos para o término da partida Nesta segunda parte o Interviú partiu para cima do Benfica com todas as armas que tinham, Juan Alonso o treinador tentou todas e mais algumas das várias formas que tinha, pressionou, imprimiu um ritmo forte na partida, pois corria atrás do prejuizo faltava-lhe o resultado, antes da vantagem no marcador se registar, ainda á falta de 5 minutos para jogar, pediu o seu “time out”, colocou Betão como pivot e se o assim pensou, assim obteve, o resultado esperado e tão desejado. O Benfica esse defendeu sempre bem, esteve concentrado, André geriu os seu jogadores da melhor forma, mas foi incapaz depois de sofrer o golo de tornar a marcar, o Benfica contra atacou, criou por várias ocasiões perigo, mas Amado levou sempre a melhor no duelo com Gonçalo, Arnaldo e Ricardinho. O Técnico André Lima, reagiu de imediato e após sofrer o golo arriscou no 5 para 4 com Zé Maria a desempenhar a função de Gr. volante, mas sem criar perigo iminente para a baliza adversária, excepto só mesmo no último lance da partida, em que o Benfica disparou á baliza após varios ressaltos, já em desespero de causa, a sorte foi madrasta hoje. Foi um jogo de entrega e disputa, bem praticado, electrizante, com o Benfica a cair aos pés da “máquina verde”, com muita honra e dignidade, ficando muitos dos jogadores com a sensação frustrante de que hoje podiam ter sido bastante mais felizes, era bem patente no rosto de vários jogadores.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Ricardinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Pedrinho, Rogério, Anilton, Gonçalo e César Paulo.
Treinador: André Lima
Inter Movistar Cinco inicial: Luis Amado [gr], Betão, Gabriel, Schumacher, e Torras.
Jogaram ainda: Jesús Herrero [gr], Alberto [gr], Neto, Juanra, Borja, Ortiz e Marquinho.
Treinador: Juan Luis Alonso
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador
1ª Parte
0-1 | 02’ | Torras
1-1 | 09’ | Ricardinho
2ª Parte
1-2 | 36’ | Shumacher
Disciplina Cartão amarelo a Torras e a Marquinho do Interviú, a Pedro Costa e a Zé Maria do Benfica.
Declarações de André Lima: “Foi um jogo em que não tivemos sorte, mas do outro lado estava a melhor equipa do mundo. O jogo foi repartido, eles tiveram maior posse de bola mas porque estavam em desvantagem. A mensagem que deixei aos meus jogadores ao intervalo foi para continuar a atacar, á procura do golo. O Interviu acabou por ser mais eficaz.
Não vamos deixar que o nível de trabalho e de entusiasmo baixe daqui para a frente”
Declarações de Costinha: “Sentimos que esta foi uma grande oportunidade para o futsal nacional. Tivemos infelicidade, em várias jogadas de contra ataque, mas houve também mérito do Interviú, que nos obrigou a recuar. Penso que nos faltou um pouco de sorte, que podia fazer a diferença.”
Declarações de Juan Luis Alonso: “Esperava um jogo dificil, conhecia o plantel do Benfica, vi-os jogar para o campeonato e sabíamos que íamos ter dificuldades. Procuramos a vitória, o Benfica jogou em contra ataque, mas tínhamos confiança no nosso guarda redes, por isso penso que a vitória foi justa.
Queremos ser campeões, sabemos que as equipas russas se reforçaram, mas temos a obrigação de ganhar.”
Grupo D
13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5–1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8–1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac 4 - 4 Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid 2 – 1 S.L. Benfica
A sorte será jogada hoje, domingo ás 17h30, no pavilhão da Luz em Lisboa, onde ambas as equipas do Benfica e do Interviú se encontram para disputar o último e decisivo jogo da fase de Elite, para saber quem acompanha os restantes finalistas e segue para a tão ambicionada final four, onde desde já marcam presença as duas representantes da Rússia, o campeão em título MFK Viz-Sinara Ekaterinburg, e o Dinamo Moscovo, assim como a equipa do Kazaquistão do Kairat Almaty, um dado curioso a assinalar é de que estas três equipas marcam presença pelo segunda ano consecutivo.
Tal como aconteceu em 2004, onde o Interviú conquistou o troféu, apesar de ter perdido o segundo jogo na deslocação a Lisboa, na casa do Benfica, a final ainda se disputava a duas mãos, conquistando então a sua segunda “Copa” da Europa, a primeira da UEFA Futsal Cup.
Hoje espera-se uma atmosfera infernal no jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhará mais do que nunca para que os campeões portugueses consigam atingir a sua primeira final four da Uefa Futsal Cup, (depois de já terem marcado presença na final de 2004, onde perderam por 4x1 em Madrid e de terem vencido em Lisboa por 4x3, que na soma dos dois jogos o saldo foi negativo). Todos sabem que não será nada fácil, no lado oposto existe uma grande equipa intiluada por algumas ocasiões de “máquina verde”, com vontade de vencer e com uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que se joga hoje, razão porque os de Madrid tentarão, contrariar e dobrar o rival Benfica, que joga no seu próprio pavilhão, perante o seu fantástico, entusiasta e amante público que tudo fará certamente para dar o apoio quando ele mais for necessário.
O Interviú torna-se favorito nestes jogos e o seu técnico, Juan Luis Alonso sabe-o, no começo da competição não escondeu o papel de favorito, afirmando que “continuamos a assumir o nosso papel, eu tenho um grupo grande e estes desafios são aqueles de que nós mais gostamos, com pavilhão cheio, atmosfera boa e de uma partida exigentes, onde será preciso dar o máximo. Não é fácil, numa única partida e com as suas condicionantes que ela possa ter no entanto lanço todas as forças para que os meus jogadores se apliquem, pois eles gostam de disputar partidas com este tipo de atmosfera, é para eles motivante, a maioria já disputou jogos como este (hoje), em que se decide e joga um objectivo muito importante somente em quarenta minutos.”
Esta que vai ser uma partida em que ao Benfica serve dois resultados dos três possíveis, a vitória e o empate (proveniente do melhor goal average) para garantir a passagem a final four da Uefa Futsal Cup.
O técnico André Lima, afirmou antes do ínicio do torneio que, “Sabemos que temos uma boa organização dentro de campo, somos solidários e temos jogadores capazes de fazer a diferença. Desde que exista disponibilidade, atitude e inspiração. Sei do valor desta formação espanhola, mas está na hora de mostrarmos que não há equipas invencíveis e de jogarmos olhos nos olhos com o Interviú. Não acreditar pode ser o nosso maior inimigo e isso não vai acontecer. E depois, claro, sabemos que poucas são as equipas que podem vencer neste pavilhão quando está lotado, tal o ambiente gerado e a força que o Benfica recebe dos incentivos dos seus adeptos.” Mas a poucas horas do ínicio da partida em declarações ao sítio do Benfica, o treinador André Lima afirmou categoricamente que o Benfica vai jogar para ganhar, "Já houve uma altura em que nos bastava o empate para eliminarmos este adversário e acabámos por ser goleados, (na Intercontinental de Puertollano em Espanha, com uma pesada derrota de 8 x 1). A questão do empate é apenas um detalhe. Não vamos alterar a nossa forma de jogar pelo facto de a igualdade nos dar a qualificação. Não dá para jogar para o empate frente a um adversário como o Interviú. A nossa estratégia já está definida." Pavilhão da luz em Lisboa, 17h 30, com transmissão em directo no Canal BenficaTV
Prováveis equipas Benfica: 1. Bebé (Gr), 22. Zé Carlos (Gr), 2. Rogerio Vilela, 4. Pedro Costa, 6. Arnaldo, 7. Zé Maria, 8. Pedrinho, 9. Gonçalo Alves, 10. Ricardinho, 12. Carlos Paulo (Gr), 13. César Paulo, 18. Anilton, 21. Joao Marçal e 26. Ricardo.
Treinador: André Lima
Movistar Interviu: 1. Luis Amado (Gr), 13. Jesus (Gr), 15. Alberto (Gr), 2. Marquinho, 3. Torras, 4. Neto, 5. Juanra, 6. Gabriel, 8. Schumacher, 10. Borja, 11. Ortiz e 12. Betão.
Treinador: Juan Luis Alonso
Depois de ter entrado a golear na fase de Elite da UEFA Futsal Cup, o Benfica voltou a repetir a excelente exibição e a “cilindrar”, desta vez o campeão da Sérvia, por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais partem assim para a derradeira e última jornada com o empate a servir para garantir a passagem á tão ambicionada final four. O KMF Ekonomac, formação que perdeu por cinco bolas a uma diante do Interviú Movistar, e que parte tal como o Benfica com grande aspiração à conquista do primeiro lugar do grupo, a vitória é o único resultado que permite aos representantes espanhóis de estar presente na fase final entre as quatro melhores equipas da europa. Os comandados de André Lima conseguiram, aplicar-se para poderem gerir e controlar o melhor goal-average, de forma a partirem para o jogo de todas as decisões na frente e a necessitar de apenas um empate.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 14 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica que entrou a perder mas a conseguir a remontada, num “festival” de oportunidades O Benfica tornou a vencer esta noite na Fase de elite da UEFA Futsal Cup, no seu segundo jogo do torneio com uma goleada por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais apesar de terem tido a primeira grande oportunidade logo no primeiro minuto de jogo, tiveram uma entrada nada feliz, pois a equipa adversária além de ter inaugurado o marcador, aos 8`, foi mesmo quem nos minutos iniciais, criou mais e melhores situações para golo, com o controle do jogo, tendo tido maior posse de bola, efectuando um ascendente na partida em remates á baliza do Gr. Bébé, tendo este que intervir por diversas ocasiões a remates disferidos na direcção da sua baliza, e tirando bastante partido nas bolas paradas que dispôs como livres e reposições laterais em zona ofensiva. O golo sofrido pelo Benfica foi o grande tónico para a arrancada diabólica por parte de toda a equipa do Benfica, sendo Arnaldo, um dos principais responsáveis e o grande implusionador de tal feito, com uma exibição a roçar a perfeição, a jogar, fazer jogar e a marcar golos de belo efeito e recorte, ele que atravessa um excelente momento de forma. A exibiçao foi coroada de golos, mas o festival de oportunidades criadas e não concretizadas era em dobro, André fez uma perfeita leitura do jogo e soube gerir bem o seu grupo de trabalho com constantes rotações e troca entre os seus jogadores, sabendo ele que era o segundo jogo num curto espaço de horas e que poderia tirar dividendos na forma como o jogo iria decorrer. Vantagem ao intervalo de 4 x 1.
Festival de oportunidades, parte II Um completo e absoluto domínio por parte da equipa do Benfica, que procurou sempre a obtenção do resultado que lhe permitia e garantia a 1ª posição na tabela classificativa, conseguindo atingir tal feito quando o jogador Pedrinho ao minuto 28 colocou o marcador em 8 x 1, pondo todos presentes ao rubro, foi gerir e controlar o melhor goal-average até ao fim da partida, com Ricardinho ainda a desperdiçar um livre directo dos 10 metros e a tentar o seu “cabrito” que após se isolar e na cara do Gr. adversário atirou á trave da baliza, o Benfica venceu e mantêm as ligitimas aspirações a que se propôs, com os seus objectivos intactos e só vai depender de si para atingir a tão desejada final four. Uma vitória categórica por 8 x 1. Facto de salientar o jogador Gonçalo Alves continua ausente, mas já fez o aquecimento com a equipa.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério, Anilton e César Paulo.
Treinador: André Lima
KMF Ekonomac Kragujevac Cinco inicial: Stojanovic [gr], Cvetanovic, Marinkovic , Bojovic, e Stanooojevic
Jogaram ainda: Leveski, Kocic, Vitorovic, Markovic, Eterovic y Rnic.
Treinador: Ivan Bozovic
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 08’ | Markovic
1-1 | 08’ | Arnaldo
2-1 | 14’ | auto-golo, Stanooojevic
3-1 | 16’ | César Paulo
4-1 | 17’ | Arnaldo
Disciplina Cartão amarelo a Leveski e duplo amarelo e consequente cartão encarnado a Marinkovic, do Ekonomac.
Declarações de André Lima: “Não foi um jogo fácil de início, porque não conseguimos logo na primeira parte concretizar as muitas ocasiões que tivemos. Os jogadores estavam algo ansiosos. Domingo vai ser um dia especial, esperamos um pavilhão cheio, porque iremos precisar do apoio de todos nesse jogo. O Interviu é composto por jogadores campeões da europa e do mundo, não têm pontos fracos.
Declarações do jogador César Paulo: “Estamos motivados para Domingo, até pela competição em causa. Poder empatar é uma vantagem, mas não vamos pensar nisso.”
Declarações de Ivan Bozovic: “Parabéns ao Benfica pela vitória, é uma equipa bem preparada fisicamente. O nosso objectivo principal para esta competição era vencer o Hapoel, e isso só virá depois destes dois jogos. O Benfica esteve melhor, ainda que tenhamos ganho vantagem inicial, porque não conseguimos a partir daí voltar a criar boas oportunidades.”
Grupo D 13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5 – 1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac – Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid – S.L. Benfica
UEFA FUTSAL CUP 08/09 Grupo D - Fase de Elite
Lisboa, 13 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica entra a golear O Benfica estreou-se esta noite na fase de elite da UEFA Futsal Cup, com uma goleada por 8 x 1.
Os bi-campeões nacionais tiveram uma auspiciosa estreia na fase de elite, do grupo D, contra os campeões israelitas do Hapoel, num encontro em que por poucas ocasiões contrariou o melhor jogo por parte da equipa do Benfica, no jogo de hoje, André Lima já pode contar com Ricardinho e César Paulo, que estavam ausentes dos treinos por se encontrarem ambos com gripe, mas que recuperam a tempo de se estrearem no primeiro jogo, já Gonçalo Alves continua ausente.
Benfica entra a marcar Decorrido apenas um minuto de jogo e já Pedrinho inaugurava o marcador, numa jogada de insestência, batendo o Gr. Do Hapoel, com estes ainda a esboçarem uma tenue e fraca reação que permitiu uma das pouca intervenções por parte do Gr. Do Benfica, que se opôs com uma excelente intervenção á melhor jogada por parte dos campeões de Israel. O Benfica dominou com muita posse de bola, controlou e conseguiu aproveitar e materializar melhor em golos, com o “score” de 4 x 0 com que chegou ao intervalo, inteiramente justo.
Hapoel reage, mas Benfica aplica goleada Se a vantagem alcançada na primeira metade seria sinónimo de que o Benfica ia golear assim continou a segunda parte, a equipa do Médio oriente ainda reagiu, acreditava e queria ter argumentos para poder criar ainda alguns calafrios a equipa da casa, os primeiros cinco minutos ainda foram de algum ascendente do Hapoel, com a equipa a criar duas claras oportunidades para golo, que á segunda concretizou mesmo, obetendo o seu golo de honra por intermédio do seu jogador Sabag. Mas o resto do jogo tornou a ter um Benfica dominador, com uma superioridade clara em todos os aspectos, de técnica, tactica e física tal o domínio demonstrado, com o resultado a avolumar naturalmente. Pedrinho e César Paulo ainda desperdiçaram duas claras oportunidades, ao permitirem a defesa do Gr. adversário a um livre directo sem barreira. Vitória por 8 x 1
S. L. Benfica
Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério e César Paulo.
Treinador: André Lima
HAPOEL IRONI R. L.
Cinco inicial: Katz [gr], Elmekayes, Turgeman, Zablozki, e Kalik.
Jogaram ainda: Sharvit, Chicko, David, Sabag, Bruchian, e Cohen.
Treinador: Gil Lanndau
Árbitros
François Paenen (BEL), Vladimir Colbasiuc (MDV), e Durlan Boris (CRO).
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 01’ | Pedrinho
2-0 | 10’ | Arnaldo
3-0 | 14’ | Rogério
4-0 | 15’ | Zé Maria
2ª Parte
4-1 | 25’ | Sabag
5-1 | 25’ | Pedrinho
6-1 | 27’ | Ricardinho
7-1 | 29’ | Arnaldo
8-1 | 38’ | César Paulo
Disciplina
Cartão amarelo a Kalik, do Hapoel.
Declarações de André Lima; "Hoje estou muito orgulhoso pelo que fizémos, numa competição como esta, os jogadores fizeram coisas muito bonitas, foram solidários, unidos, e amigos fiquei muito feliz pelo que vi", Na antecipação do jogo de amanhã, comentou, "O jogo de amanhã contra a equipa Sérvia será concerteza ainda mais díficil, pois já nos observaram, mas penso que vamos cumprir com os objectivos a que nos propômos, que é vencer." Sobre a ausência de Gonçalo Alves, disse,"O Gonçalo teve ontem alta médica e vai começar a treinar, para recuperar os índices físicos, vamos ver se ainda virá a tempo de nos ajudar, mas ainda é muito cedo para termos certezas, vamos ver."
Declarações de Pedro Costa, capitão; Entrámos bem, como deve ser, cumprimos com o que o nosso treinador pediu, fizémos muitos e bonitos golos, o resultado apesar de termos sofrido um golo é excelente.
Declarações de Gil Landau; É a primeira vez que estamos presentes nesta competição e nesta fase, hoje contra o Benfica defendemos mal, ainda não somos profissionais, os nossos indices físicos não conseguem acompanhar equipas como esta que defróntamos hoje. O Benfica é uma das melhores equipas, com excelentes jogadores, como Pedro Costa, Arnaldo e Ricardinho que nos causaram inumeros problemas, ainda somos imaturos, ainda não atingimos o estado de profissionais e essa é a grande diferença.
Na abertura da 5ª jornada, Benfica vence por 4 x 2 Olivais, propocionando ambos uma disputada partida.
Na abertura da 5ª Jornada do campeonato Nacional da 1ª divisão, Olivais e Benfica deram o pontapé de saída, antecipado para esta sexta feira, devido ao compromisso europeu que o Benfica vai ter como anfitrião, recebendo a 2ª fase da Uefa Futsal Cup, que desde já deixa boas indicações para como o Benfica se irá apresentar. Jogo este que teve as ausências de Caturra, por parte dos Olivais, por se encontrar a cumprir castigo, por parte do Benfica de Gonçalo Alves, que continua ausente desde o regresso do mundial por lesão e de Ricardinho por cumprir castigo. Tradicionalmente, este “derby” de Lisboa propociona sempre grandes jogos, este foi mais um para a já vasta historia entre ambos os clubes.
Benfica eficaz, e a querer resolver desde cedo o jogo Foi um Benfica a entrar forte e bem, se aos 2`de jogo Arnaldo tinha avisado, aos 3´o Benfia inaugurou o marcador, numa bonita jogada, triangulação em que envolveu os jogadores César Paulo, e Zé Maria que assistiu no outro poste contrário Pedro Costa, que só teve que entrar com a bola pela baliza a dentro, com uma equipa do Olivais a ver jogar. O Olivais esboçou a sua reacção, temporária conseguiu mesmo encostar o Benfica no seu reduto, e a ver premiado tal desempenho, empatando o jogo por Pedro Ferreira, num jogada conduzida por Jony, foi mesmo o melhor período de jogo por parte do Olivais, criando algumas situações de perigo junto da baliza adversária, sem no entanto materializar em golos. Quando nada o fazia prever o Benfica marca, Pedro Costa intercepta um passe de Pedro Ferreira mal medido, e assite na perfeição a desmarcação de João Marçal que só teve que desviar do impotente Gr Piranha que nada pode fazer, o Benfica chegou ao intervalo como justo vencedor mas com um resultado algo dilatado, pois sobre o término da primeira parte, e no melhor momento da partida, Pedro Costa assistiu numa reposição lateral, que sobrovou de ala a ala, com Pedrinho a rematar de primeira sem que a bola tocasse o solo, batendo inapelavelmente o Gr. Piranha com a bola a passar por este com uma tremenda velocidade.
Reacção do Olivais, com uma tremenda pressão sobre o Benfica, este soube sofrer e defender Foi um Olivais, atrevido na forma como partiu para cima dos campeões nacionais e a querer discutir o resultado até ao final, uma excelente reacção esta que a equipa visitada teve na segunda metade, de muita atitude, na busca de ser feliz, obrigando o Benfica a defender e a saber sofrer. Somente aconteceram mais dois golos na segunda metade, um para cada lado, a equipa do Olivais ainda reduziu para a diferença mínima aos 24´por Gonçalo Farinha, mas o Benfica deu a melhor resposta aos 28´por intermédio de Zé Maria. O treinador do Olivais, Luís Alves ainda arriscou nos minutos finais no 5 para 4, com Pedro Ferreira a desempenhar e bem as funções de Gr avançado, mas os intentos de modificar o rumo dos acontecimentos de nada valeram, o Benfica em vésperas de assumir o seu compromisso europeu esteve sempre muito coeso, sólido, a saber defender, a ser pragmático e objectivo, vitória justa da melhor equipa em quadra.
UEFA CUP no canal BENFICA TV
Os jogos do grupo D da fase de Elite da UEFA Futsal Cup vão ser transmitidos única e exclusivamente no canal Benfica Tv. Os seis jogos da fase de elite vão ter quatro horas diárias na grelha de programação do canal, nos dias 13, 14 e 16 do mês corrente.
Domingo, Novembro 02, 2008
::: ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte I
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Polêmica no Grupo B do Mundial de Futsal. Derrota 'conveniente' da Itália diante do Paraguai revolta jogadores portugueses.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte II
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Confusão no intervalo da partida entre Brasil e Itália no segundo jogo da 2ª Fase. O tumulto começou por causa de uma discussão entre o jogador italiano Forte e o auxiliar técnico brasileiro Pipoca.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte III
Jogadores do Paraguai reagem e protestam com a equipa de arbitragem e com os seguranças após o golo polémico que deu a vitória da Russia por 5x4, no jogo da 2ª fase da Copa do Mundo de Futsal.
NUM GRANDÍSSIMO ESPETÁCULO DE FUTSAL, BELENENSES DERROTA SPORTING
Em dia de mais um dérbi lisboeta, da 4ª jornada do Campeonato FutSagres o Pavilhão Acácio Rosa em Bélem serviu de palco ao jogo que o Belenenses venceu o Sporting por 4 x 3, onde a indecisão do marcador permaneceu até ao apito final do arbitro, este que foi o prato principal da jornada, e que não deixou de corresponder ás expectativas. Candidatos ao título nacional, os “conquistadores” e “leões” proporcionaram um grande espectáculo, um encontro que terá deixado boa imagem da modalidade nas honras que teve de transmissão em directo no canal de público de televisão da SIC. Belenenses e Sporting enfrentam-se num grande espectáculo, repleto de emoção até ao fim, contando sempre com um público entusiasta e ao rubro. Se na véspera deste importante jogo, os técnicos Alípio Matos e Paulo Fernandes o disseram assim o fizeram melhor e cumpriram melhor, um derby entre duas grandes equipas e de enorme prestígio, ambos pretendentes ao título nacional, um recente e um outro crónico, justificando plenamente tal atributo. Ausentes da partida estiveram por parte do Belenenses Caio Japa, que se encontra a cumprir castigo disciplinar e de Bibi do Sporting, que apesar de ter estado no banco não foi opção para Paulo Fernandes.
Com uma primeira parte repartida, empate a 1 x 1 O Sporting com uma melhor entrada em jogo, fruto da sua postura atacante e de controlo do jogo, exercendo uma forte pressão á saida de bola do Belenenses para o ataque organizado, pressão essa que o Belenenses demorou a saber sair dela, o Sporting soube amarrar a equipa do Belenenses e armou-lhe uma enorme “teia” em sua volta. O Sporting controlou um terço do tempo do jogo da primeira metade, dominante, jogando, criou mais e melhores ocasiões para bater o excelente Gr. Marcão, que teve que intervir por diversas ocasiões (7 defesas), mas supreendentemente foi mesmo o Belenenses a criar a melhor oportunidade, aquela que até então foi a mais flagrante ocasião para abrir o marcador, decorrido que estavam dois minutos de jogo, Pedro Carry conseguiu arrancar pela ala direita e fugir ao seu adversário directo e ficar na cara do Gr Benedito, mas este fez um passe desplicente permitindo o corte por parte da defesa do Sporting, este foi mesmo um caso isolado pois o Sporting controlou, dominou e marcou, á passagem do minuto 11, por Djo, com um excelente remate e a bater toda a equipa do Belenenses, que a par de João Matos se revelam apostas ganhas por parte do Treinador Paulo Fernandes, contribuindo assim para que este tenha cada vez mais soluções no plantel. O Sportig que até então dominava o jogo a seu belo prazer, só encontrou uma forte reacção, e que que reacção após a excelente jogada que deu o empate para o Belenenses, por Jardel á passagem do minuto 15, tornando-se então o jogo mais vivo e intenso, com o Belenenses a dispor de várias oportunidade para se colocar na frente do marcador o que seria injusto pelo que o Sporting também fez, com o intervalo a chegar no empate 1 x 1.
19 minutos de equilibrio como nota dominante na segunda metade do jogo Esta segunda metade teve o equilibrio no jogo praticado por ambas as equipas, na posse de bola, nos remates em direcção ás balizas, nas soluções tacticas impostas pelos seus treinadores, excepto nas situações em que o Belenenses se organiza no 5 contra 4, com o Gr. Marcão a subir na quadra e nos golos marcados ao qual se refletiu no resultado final. A segunda metade foi mais viva que a primerira, e a isso se deve o facto de o jogo ter sido repartido por ambas as equipas, com ambas a procurarem em vencer o jogo e a almejar a conquista dos três pontos. O Capitão Drula colocou o Belenenses na frente do marcador 2x1, ao minuto 30, naquele que terá sido um dos momentos da tarde, um verdadeiro hino ao Futsal bem jogado, praticado e melhor concluído num soberbo golo, com Drula a ludribiar Café aplicando-lhe um “nó cego”, já isolado na cara de João Benedito ainda fez outra “magia”, aplicando um magnífico chapéu, que só parou no fundo das redes. A melhor resposta por parte do Sporting não podia ter sido melhor e na reposição de bola em jogo, a igualdade por joãp Matos, com a assistência de Deo, o equilibrio er a nota dominante, mas o Belenenses conta com uma arma muito forte a seu favor, o 5 contra 4, se já nos últimos 5´da primeira parte tinham sido os melhores, nesta tornaram a sê-lo, criando grandes embaraços á defensiva do Sporting, e criando inumeras situações de golo, assumido o risco, mas com a incerteza do marcador que tanto podia dar para um ou outro lado.
A vitória de 4x3 da ambição e do risco assumido pelo treinador do Belenenses, Alípio Matos Alípio queria ganhar, arriscava, e o que ao príncipio poderia pensar-se que teria sido um erro, revelou-se uma virtude. Alex desde a sua area interceptou um passe e conseguiu dar-lhe a melhor direcção, era o golo que dava vantagem n marcador ao Spoting com menos de um minuto para jogar. Belenenses na reposiçao de bola saí em desepero de causa na busca do prejuízo e tentar pelo menos minimizar, jogada de que foi parada pelo Gr. João Benedito, falta sobre Jardel (a 5ª por parte do Sporting), que o arbitro sancionou erradamente com amarelo ao jogador João Matos do Sporting poupando assim a expulsão ao Gr do Sporting, pela amostragem do segundo amarelo e consequente cartão vermelho, Diego concluí da melhor maneira para o empate, 3x3. Paulo Fernades, a menos de 20 segundos do fim arrisaca com Café a Gr volante, e com a bola de saída a seu favor, queria também ele sair vitorioso deste derby, esta ambiçao é de salutar no nosso campeonato, essa é a mentalidade para se conseguir o estigma das vitórias, mas o Sporting não conseguiu concluir a jogada e Café, travou o seu adversário em falta, era a 6ª do Sporting, com 9 segundos para jogar, Miguel Almeida foi para a marca dos 1º metros, era o homem em que recaiu toda a responsabilidade para colocar defenitivamente o Belenenses na frente, Cristiano ainda trocou com Benedito, mas seria Alípio Matos, hoje a ver a sua estratégia a ser coroada de exito, vitória do Belenenses por 4x3, que assim se mantêm no topo da classificação e ja leva seis pontos de avanço sobre o Sporting.
Declarações, do Técnico Alípio Matos “Tal como se prespectivava foi uma partida bem disputada, num excelente jogo, muito bem jogado, com emoção até ao fim, um espétaculo com golos, e bastante equilibrado. Arriscamos, assumimos o risco, primeiro fomos infelizes e depois fomos felizes ao sermos coroados de exito pela vantagem conseguida mesmo no fim da partida. Esta vitória é muito importante para o Futsal do Belenenses, para o seio do grupo. Estas duas equipas deram uma excelente mostra de qualidade e do Futsal que se pratica numa altura em que a nossa modalidade parece estar a perder o protagonismo que já teve.”
Terça-feira, Fevereiro 24, 2009
::: Ainda o Mundial...
Portugal partiu com ambição, cautela, mas no regresso trouxe uma enorme desilusão A nossa selecção chegou ao mundial de Futsal da FIFA Brasil 2008 com um currículo que é diga-se de passagem definitivamente bom, mas que em princípio não a reconhecia como uma das favoritas ao título. No entanto, bastava perguntar a qualquer um dos técnicos das equipes presentes para ouvir o nome de Portugal entre as favoritas na lista das equipas mais fortes que estiveram presentes. Trata-se de um respeito que foi conquistado pelos comandados de Orlando Duarte à base da qualidade evidenciada até mais do que de resultados. O melhor resultado foi mesmo a terceira posição no mundial da Guatemala 2000, e um dos grandes representantes dessa técnica apurada é o ala Ricardinho, de apenas 23 anos, que no Brasil fez a sua estreia em Mundiais. A estrela do Benfica não pôde ajudar na última edição do Mundial, que decorreu na China Taipei 2004, por se encontrar lesionado. Naquela ocasião, Portugal teve o azar de ter ficado no mesmo grupo na segunda fase com a Espanha e com a Itália, que terminaram, respectivamente, como campeã e vice-campeã do mundial. Outros jogadores em destaque e bastante experientes são o par formado por Arnaldo e Pedro Costa, jogadores com que a equipe contou para voltar a estar entre as melhores do mundo e tentar repetir o desempenho da Guatemala 2000, quando alcançamos o feito histórico de chegar às semifinais, e isso a tornar a acontecer já teria sido algo de muito positivo.
Uma das grandes razões porque todos acreditávamos numa bela prestação no mundial, foi pelo desempenho apresentado no último campeonato da UEFA, em novembro de 2007, que jogámos em casa, é verdade que ficámos fora do pódio, no 4º lugar, mas demos mostras de força, pois na semifinal, por exemplo, onde caimos diante da toda poderosa Espanha, que se sagrou campeã, claudicámos apenas na decisão por pênaltis, depois de um empate a 2. Não podemos falar de que houve excesso de confiança, é verdade que com o nível que o Futsal tem hoje, estar na Copa do Mundo de Futsal já é um feito louvável. A selecção essa não entrou em quadra com euforia, porque foi exatamente isso que já nos tinha traido no Mundial anterior. Por isso mesmo, antes de se pensar na possibilidade de atingir as semifinais, o que era preocupação para os comandados do técnico Orlando Duarte eram os rivais da primeira fase de grupos, Itália, Tailândia, Paraguai e os Estados Unidos.
Contá-mos com alguns jogadores jovens, sem a experiência necessária para a natureza desta competição, com espírito de grupo forte é certo, e a depositar-se tudo nos valores individuais da equipa, que poderiam fazer toda a diferença é verdade mas por outro lado a terem que “carregar” toda a responsabilidade em cima deles, era demais evidente que a equipa estava demasiado curta e desiquilibrada para dar prontas e melhores respostas á medida que ia sendo solicitada, (entenda-se os jogos).
Temos tudo para chegar longe, mas sabemos que é preciso laborar muito e arduamente, e se alguém terá que ser questionado pelos resultados é a Federação e a sua estrutura, “nós” (todos), temos mais 4 anos pela frente até ao próximo mundial e começarmos bem é essencial, dar todas as condições á comissão técnica da selecção é fundamental, melhorar o nosso sistema e padrão de jogo em termos táticos também, porque a evolução técnica que a modalidade vive é constante, estruturar a formação e preparar mentalmente os nossos jovens jogadores para confrontos destes no futuro, pois este é o momento das decisões, e de muita importância para o Futsal, que já teve dias melhores.
Portugal vence com dificuldade o Paraguai na estreia Na sua estreia na Copa do Mundo de Futsal da FIFA Brasil 2008 no Grupo B, Portugal bateu o Paraguai por 3x2, num jogo emocionante. O jogo esse foi intenso, com o Paraguai a ter mais posse de bola. O ataque paraguaio, no entanto, parou sempre nas mãos do seguro guarda redes João Benedito. Enquanto isso, Portugal jogou de maneira simples, chegando á baliza adversária em dois ou três passes. O primeiro golo do jogo surgiu de um contra-ataque, com Pedro Costa, a finlizar a jogada aos 2'. Os paraguaios insistiram e empataram com um remate de José Rotella aos 8'. Até o final da etapa, as duas equipas lutaram muito, mas não conseguiram marcar. No segundo tempo, Portugal tornou-se a adiantar no marcador, com um golo de Arnaldo, que, depois de uma excelente jogada entre Ricardinho e Pedro Costa, ficou livre e só teve que empurar para o golo. O Paraguai não desesperou e aproveitou um erro na saída de bola para empatar com um golo de René Villalba. Mas o golo que deu a vitória chegou por intermédio de Arnaldo, aos 38'.
Portugal deixa a Itália levar a melhor A Itália passou por Portugal por 3x1 e ficou a um passo da classificação para a segunda fase da. Os dois começaram a partida com rapidez e precisão na condução da bola, tentando abrir espaços para rematar á baliza. Nesse ritmo, Portugual acabou por sempre mais perigoso, principalmente por Ricardinho e Arnaldo. A Itália entretanto equilibrou o jogo. Porém enfrentarmos dois problemas, a grande exibição do guarda redes Alexandre Feller e as faltas acumuladas, que depois da quinta falta, foram batidas duas da segunda marca de pênalti, sem barreira, e uma delas deu mesmo origem ao golo com que se abriu o placar. O segundo tempo continuou intenso a Itália preveligiou a posse de bola e arriscou somente o necessário, enquanto que Portugal pretendia tomar a iniciativa do jogo, mas sem querer se expor demasiado. Com oprtunidades repartidas de ambos os lados, se Alexandre Foglia ficou cara a cara com João Bendito, que este levou a melhor, do outro, Bibi rematava á trave. Além de Feller, que foi uma autêntica muralha, Portugal foi traído por uma Itália que teve a sua melhor arma, nos livres directos, Grana, aos 34', e Assis, aos 37', definiram a vitória azzurra. O golo de honra por Ricardinho, aos 39', foi um prémio justo para um dos melhores jogador de Portugal.
Portugal venceu num jogo fácil e bem conseguido Portugal goleou os Estados Unidos por 7x1 e chegava mais perto da classificação para a próxima fase. Começamos muito bem o jogo, com velocidade e jogadas bem construídas. Foram 7 minutos de domínio absoluto, em que conseguiamos abrir a vantagem no marcador com duas assistências de Arnaldo e dois golos de Leitão. Portugal manteve a intensidade, mas não foi tão preciso. Nesse lapso, os Estados Unidos esboçaram uma reação, que resultou somente em algumas defesas isoladas do guarda redes João Bendito. No ínicio do segundo tempo, porém, já aumentávamos o “score”, com Gonçalo a rematar após um ressalto, á saída da área e ampliava para 3x0. O placar, a partir daí, disparou. Leitão devolveu o passe para Arnaldo, que fez o quarto do jogo, e Ricardinho, sem olhar, deixou Leitão sozinho para marcar o seu terceiro golo do jogo. Com este resultado, os Estados Unidos ficava sem chance de passar a proxima fase, e Portugal ia até Brasília para jogar contra a Tailândia, no último confronto da primeira fase, para tentar assegurar a classificação, a depender de terceiros.
Portugal vence, mas não chega para seguir em frente, numa tremenda decepção Mesmo derrotando a Tailândia por 3x2, obtendo 9 pontos Portugal não conseguia a vaga para a segunda fase de grupos. Itália, Paraguai e Portugal ficavam com nove pontos cada no Grupo B, mas a diferença de golos entre os três foi nos desfavorável. O confronto foi bastante equilibrado, com repartiçao da posse de bola. O primeiro golo surgiu dos pés de Arnaldo, o artilheiro mor da equipe. Quando parecia que os comandados por Orlando Duarte dominariam a partida, os tailandeses organizaram-se e começaram a luta de igual para igual, e o empate chegou por Eakapong Suratsawang com naturalidade. No seguno tempo Portugal acusava e entrava um pouco nervoso, parecia estar desorganizada, e a Tailândia não soube aproveitar. Israel superava Somkid Chuenta e ainda fez o 2x1, devolvendo a confiança á equipa, mas os tailandeses, bem comandados pelo espanhol Jose Pazos não desistiam e marcavam, para o empate por Panuwat Janta aos 37'. Cardinal mesmo ao soar da buzina ainda fez a sua parte, mas não foi suficiente o resultado de 3x2, era insuficiente e não garantia a classificação, que tal como os tailandeses, voltaram ambos pra casa.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009
::: Mundial de um Brasil campeão dos números e dos factos O Brasil assumiu o compromisso de organizar e vencer o “Mundial” desde que o Paulo César de Oliveira, mais conhecido por “PC”, assumiu o cargo de treinador/seleccionador, alguns concerteza ponderaram se ele ia até ao fim!. Homem de personalidade forte, capacidade de comando, culto e de muitos projectos. Nada acontece por acaso, senão veja-mos o trabalho que foi feito desde a organização, de metedologias que teve de ser iniciado, preparado e melhorado á medida que o projecto a que todos se proposeram ia encurtando distâncias no tempo para o objectivo comum e final. Exemplos disso mesmo foi a mudança na preparação física, contratação de uma psicóloga, de uma equipe médica ao mais elevado nível, nutricionista, fisioterapeutas, entre muitas outras. Em alguns momentos nem tudo terá sido perfeito, mas o equilibrio necessário e a aprendizagem constante tiveram sempre que estar presente, para se preparar uma selecção ao mais alto nível, o resultado esse, foi o mais importante, o que deu visibilidade a tudo que foi feito, com a obtenção do tetra pelo Brasil, asim o excelente trabalho do “PC” virou modelo para todos, os jogadores, os dirigentes, os treinadores, os professores, os atletas, os familiares dos atletas, afinal para todos, e sabem por quê? Porque hoje existe um modelo, uma metodologia, um trabalho que deve ser copiado, e até melhorado, trabalho esse conquistado com humildade, com quebra de paradigmas, com discussão, com discordias, mas sempre com respeito. Eu particularmente fico muito feliz por ver que se consolidam cada vez mais processos para se chegar cada vez mais ao profissionalismo, de termos, hoje dirigentes cada vez mais exigentes e profissionais, comissões técnicas muito mais bem preparadas, a comunicação social sempre a melhorar e cada vez mais especialaizada, e as pessoas cada vez mais interessadas em aprender Futsal. O Brasil tecnicamente, e falo em “matéria humana”, têm dos melhores executantes, e não é de hoje é de sempre, mas o que lhe faltou nesse interregno de 12 anos, em que não conseguiu ser campeão mundial foi esse comprometimento de se empenhar e empregar toda essa determinação profissional, esse planeamento e sobretudo essa estrutura organizativa.
Com a responsabilidade de analisar os resultados de uma final em que vi o Brasil tornar-se tetra campeão, onde a Espanha perdeu o título máximo mundial, num jogo onde os números estatísticos traduzem a superioridade do Brasil que teve 61% de posse de bola, enquanto a da Espanha foi de 39%, foram 47 os remates do Brasil, contra 30 da Espanha. Registe-se que o Brasil venceu todos os nove jogos disputados, enquanto que a Espanha, além de não conseguir vencer o Brasil na final, também não conseguiu suplantar o Irão, no jogo de estreia. Nesse diapasão, registe-se que o Brasil marcou 66 golos e sofreu 8, apresentando um saldo de 58 golos, enquanto que a Espanha fez 29 golos e sofreu 11, apresentando um saldo de 18 golos, a diferença do Brasil é de 40 golos a mais que a vice-campeã Espanha. Os prémios individuais outorgados pela FIFA, dois deles foram atribuídos a atletas brasileiros, o de melhor jogador a Falcão, e o de melhor guarda redes a Tiago.
A par de todos estes factos e números acresce de realçar que, neste Mundial de 2008, as quatro equipes finalistas, Brasil, Espanha, Itália e Rússia contaram com um total de 56 atletas dos quais 33 deles nascidos e formados no Futsal brasileiro, na era da globalidade. Ou seja, 58% eram atletas nascidos no Brasil, contribuindo para que o Brasil se coloque no ápice da pirâmide do Futsal mundial.
De outra parte, o Brasil como país sede do Mundial de 2008, deu uma prova cabal de maturidade desportiva e organizativa, não só cumprindo o caderno de encargos da FIFA, mas tornando este um dos melhores de quantos mundiais de Futsal já realizados, senão mesmo um dos mais mediaticos, sendo transmitido que foi para 197 países.
Anfitriões dominam o torneio e encantam os fãs Quando Vinicius, o capitão da Selecção, levantou o troféu da Copa do Mundo no dia 19 de outubro de 2008, a missão estava cumprida, o Brasil era campeão mundial pela quarta vez na história dos Mundiais. Foi um torneio formidável, que a equipe do técnico Paulo César de Oliveira jogou em “casa”. Desde o início, a constelação de “Estrelas”, brilhou e dominou a competição, vencendo todas as sete partidas das duas fases de grupos e chegou ao fim com um saldo de 58 golos marcados e apenas 4 sofridos. Falcão e companhia também ditaram o ritmo de jogo na semifinal contra a Rússia e não deixaram dúvidas sobre quem chegaria à final. Somente na última partida, na qual os brasileiros enfrentaram a grande rival, a detentora do título Espanha, os anfitriões não conseguiram vencer no tempo regulamentar, decidindo a partida na disputa dos pênaltis diante dos seus fãs entusiastas e apaixonados em pleno Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Prémios para o Brasil A verdadeira força do novo campeão mundial ficou evidente nas estatísticas e também nos prémios individuais. Os três melhores jogadores da Copa do Mundo foram Falcão, Schumacher e Tiago, todos do Brasil. Além disso, Falcão e o seu companheiro de equipe Lenísio garantiram ambos as Chuteiras de Prata e de Bronze adidas ao terminarem como segundo e terceiro melhores artilheiros, Tiago foi eleito o melhor guarda redes. A vice-campeã mundial Espanha também merece grande respeito, uma vez que a equipe do técnico Venancio Lopez foi a única que conseguiu nos 40 minutos regulamentares opor-se ao Brasil. Depois de dois títulos mundiais consecutivos, os espanhóis que contaram com Javi Rodríguez, Kike e Marcelo em bom plano ficaram na vice posição ao perder na disputa dos pênaltis por 3 x 4. O capitão Rodríguez ergueu pelo menos um troféu, o da FIFA Fair Play, já que a Espanha foi a equipe com o melhor comportamento disciplinar de um total máximo de 1000 pontos de “Jogo Limpo”, a equipe do técnico Venancio Lopes marcou 914, terminando o torneio como a selecção mais disciplinada.
Irão e Rússia demonstram evolução, e poderão atingir o topo brevemente As selecções do Irão e da Rússia foram as grandes surpresas pela positiva. O campeão asiático não chegou à semi-final por apenas um golo de diferença e acabou por ceder a vaga à Itália. O capitão Vahid Shamsaee foi o jogador de destaque dos asiáticos e foi selecionado entre os melhores pelo Grupo de Estudos Técnicos da FIFA entre os dez melhores jogadores da competição. Também o seu companheiro de equipe, Mostafa Nazari, impressionou e terminou como segundo melhor guarda redes da competição. A Rússia evoluiu sob o comando do técnico Oleg Ivanov para se tornar uma equipe de alto nível. Os europeus do leste foram derrotados pelo Brasil na semi-final e perderam a disputa do terceiro lugar para a Itália. Porém, entre os seus jogadores estão o artilheiro da competição, Pula, que obteve 16 golos na competição e o excelente Vladislav Shayakhmetov, provando que sua selecção pertence à elite do Futsal mundial. Na próxima Mundial, daqui a quatro anos, a Rússia deverá ir ainda mais longe, estejamos atentos a sua evolução e prestação.
Continuidade e afirmação da Itália A Itália, vice-campeã mundial em 2004 e vice-campeã europeia em 2007, ficou mais uma vez entre as quatro melhores equipes da competição. Foi derrotada somente nos últimos segundos do prolongamento na semifinal contra a sua grande rival européia, a Espanha. O destaque recai no guarda redes de 37 anos Alexandre Feller, no capitão Grana e no talentoso Adriano Foglia, que foram os jogadores mais importantes da Squadra Azzurra.
Bons começos, as revelações e desilusões Outros participantes da Copa do Mundo tiveram um bom começo no torneio. República Tcheca, Líbia, Tailândia e Cuba tiveram seus momentos de brilhantismo, mas precisam trabalhar ainda mais duro no futuro para poder competir com a elite do Futsal mundial. Por outro lado, algumas mostraram evolução e outras equipas mantiveram o nível a que já nos habituaram, mantendo a regularidade, como a Ucrânia, por exemplo, que se classificou num grupo que contava com a Argentina, o vice-campeão africano Egito e a campeã da CONCACAF, a Guatemala. O Elogio merecido à Guatemala, que foi considerada uma das maiores surpresas do torneio, pelo seu desenvolvimento, onde se destaca o seu guarda redes Carlos Mérida, embora os centro-americanos não tenham conseguido a qualificação para a segunda fase de grupos, a equipe do técnico Carlos Estrada, que têm realizado um excelente trabalho, mostrou ter dado grandes passos na direção certa, deixando boas indicações para um futuro muito próximo. Portugal e Argentina não terão boas memórias deste Mundial para recordar. Os argentinos não puderam ficar satisfeitos ao não se classificarem para as semifinais, especialmente depois de conquistar o quarto lugar em 2004 na China Taipei, e Portugal porque deixou a competição na primeira fase de grupos, falhando o objectivo e a ilusão com que partiram para o torneio, ao de não conseguir repetir os sucessos de anteriores campeonatos mundiais e europeus.
Distinção individual para os melhores jogadores Bola de Ouro adidas: Falcão (BRA)
Bola de Prata adidas: Schumacher (BRA)
Bola de Bronze adidas: Tiago (BRA)
Público total 292.161
Média de público 5.217
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Domingo, Fevereiro 22, 2009
::: Falcão, o Ícon do Futsal Mundial Alessandro Rosa Vieira, nome de baptismo, ou simplesmente Falcão é um homem feliz, realizado e completo, assim se definia passados poucos minutos após o fim do jogo que coroava o Brasil como tetra campeão mundial, Falcão afirmou e declarou perante a imprensa que, "Agora estou realizado". Depois das frustrantes derrotas para a Espanha na Guatemala 2000 e na China Taipei 2004, o ídolo máximo do Futsal brasileiro conseguiu conquistar a sua primeira Copa do Mundo da FIFA no Brasil e coroar-se como o melhor jogador da competição, eleito pela FIFA, mas onde a comunicação social brasileira teve um enorme peso, obviamente ser campeão em “casa”, e ser dos poucos jogadores presentes que joga no Brasil, é juntar o útil ao agradavél, mas que entre os agentes do Futsal Brasileiro, e era de consenso entre todos de que o eleito teria sido outro jogador.
Apesar do famoso camisa 12 da selecção brasileira ter ganho a Bola de Ouro pela segunda vez consecutiva, e fazendo uma analize á sua prestação nos 9 jogos que o Brasil disputou no Mundial até á final. Falcão nunca fez parte do cinco inicial do treinador “PC”, mas foi sempre suplente utilizado em todos os jogos, tendo feito o gosto ao pé em 6 deles, na primeira fase da prova marcou em todos os quatro jogos, Japão (1, de penalty), Ilhas Salomão (6), Rússia (2) e Cuba (1, de penalty), na segunda fase só marcou contra a Ucrânia (3), e despediu-se dos golos na semi final diante da Rússia (1), ficando em branco na final que disputou com a Espanha, não tendo para o efeito estado na marcação dos castigos máximos com que se decidiu a final, foi claramente um jogador de equipa, soube acatar as ordens do seu líder, esteve em prol do colectivo e terá sido esse o grande segredo para tanto sucesso pessoal. E como só isso fosse pouco, ainda teve a cereja no topo do bolo ao conquistar a “Chuteira de Prata”, como vice artilheiro da competição com 15 golos, atrás do jogador Pula da Rússia. Falcão seguia este desejo em jejum, desde á 12 anos para cá, comentou que ainda pretende jogar mais uma Copa do Mundo, terá então 35 anos.
Falcão atinge a marca de 254 golos em 156 jogos Os 15 golos marcados no Mundial, fizeram com que o ala Falcão chegasse à marca dos 254 gols com a camisa da selecção brasileira em 156 jogos disputados. O maior goleador da história do Brasil é outro grande jogador Manoel Tobias, que balançou as redes 281 vezes. As marcas e os números são incontestáveis, mas nada disso ia valer se não conquistasse o título mundial. O currículo do Falcão é bom, o seu primeiro título pela Selecção, foi a Copa América de 1998, ele que já têm vários prémios individuais, mas tinha um buraco, que era esse título mundial na sua carreira.
Falcão expande na Internet a sua fama No sítio “Youtube”, de exibição de vídeos, os internautas se utilizar os termos de busca "Falcão" e "Futsal", vão encontrar as suas melhores jogadas, e golos. Estes e outros tantos marcados em toda a sua carreira. São mais de 600 ocorrências, provavelmente todas com as jogadas mais bonitas do ala. Com a facilidade que hoje existe na comunicação pela internet, Falcão facilmente ultrapassou as fronteiras do Brasil e ficou famoso em todo o planeta pelas suas fantásticas jogadas e golos.
A "lambreta" é a sua marca pessoal A impressionante lambreta, lance em que o jogador dá um lençol no adversário depois de levantar a bola com os calcanhares, esta que é a marca registada do ala. A torcida adora, no Futsal, são muitos poucos os que ousam fazer e virou uma marca pessoal. Um facto curioso, e que se pode constatar nos jogos agora disputados no mundial,é de que os próprios jogadores sabem quando o ídolo pega na bola, pela euforia que a trocida faz, pois todo o mundo se levanta e entoam por vezes cânticos, quando ele solta a bola, todo mundo senta.
Passagem pelo “Futebol” Em 2005, Falcão teve a única experiência no futebol de onze ao serviço do São Paulo.
Sem grande sucesso, o jogador referiu que as condições climáticas são a grande diferença. “O Futsal é jogado em ginásios cobertos, sem o efeito do vento, chuva e calor. Mas não vejo a minha passagem pelo futebol de onze como um falhanço ”, sustentou.
Ícon do Futsal Mundial O brasileiro é um verdadeiro ícon no seu país e reconhecido internacionalmente por todos os amantes do Futsal. Além de um “Centro de Treinamento Falcão 12”, onde as actividades desenvolvidas são o Futebol e o Futsal. Falcão tem ainda uma linha de roupa desportiva.
O sitio do craque, http:/www.falcao12.com, que é visto por milhões de internautas.
Perfil Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido por Falcão, é do signo gémeos, nasceu em São Paulo a 8 de Junho de 1977, actualmente com 31 anos. Tem 1,77m, pesa 74 kg, calça o número 41 e joga preferencialmente com o pé esquerdo. É casado, e tem dois filhos. Joga desde 2005 na equipa de Futsal na “Malwee/Jaraguá”, Jaraguá do Sul, Santa Catarina cidade onde actualmente vive.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Sporting arranca uma vitória a “Ferros” 4-3 (0-3), do orgulho ferido num jogo de emoções fortes entre habituais candidatos ao título
O Pavilhão Paz e Amizade foi o palco de um grandíssimo jogo da 10ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão entre os sempre candidatos ao título. Aquela que já é considerada uma das piores inicio de época no que ao campeonato diz respeito, e de que não há recente memória, o Sporting venceu o Freixieiro por 4-3 (0-3), e obteve a sua quinta vítória alcançando agora a 6ª posição da tabela classificativa com 14 pts.
Numa partida em que o Sporting tinha como objectivo e quase como que obrigação de regressar às vitórias, depois de dois desaires consecutivos, nas derrotas com o Modicus-Sandim (3-4) e com o Olivais (7-4). O conjunto leonino recebia um crónico candidato ao título, num encontro em que se sentia altamente pressionado pela escassez de resultados positivos, ao qual não é habitual acontecer, com um Freixieiro a subir de rendimento jogo após jogo, a experiente formação comandada por Joaquim Brito tentou jogar com esse factor a seu favor para dar continuidade ao bom momento que vem atravessando. Joaquim Brito montou tal como á duas jornadas atrás quando visitou Lisboa para defrontar o Benfica, no empate que obteve, tento aplicar a mesma estratégia de jogo, rigor defensivo com a sua primeira linha muito recuada e sempre na espreita do erro do adversário, lançando sempre rápidos e perigosos contra-ataques. Ausentes do jogo estiveram o guarda-redes Cristiano do Sporting e do pivot Wilson por parte do Freixieiro, ambos por lesão.
Um Freixieiro de tremenda eficácia, que soube explorar ao máximo a intranquilidade do conjunto leonino Foi um Sporting a querer tomar conta do rumo dos acontecimentos desde o ínicio, tendo a primeira situação de perigo saído dos pés de Bibi aos 2 minutos de jogo, com o capitão Zézito na assistência, que hoje regressou ao cinco inicial da formação liderada pelo treinador Paulo Fernandes. Mas era vísivel que o conjunto do Sporting estava intranquilo, nada saía bem, faltando-lhe a pontinha de sorte que ás vezes faz toda a diferença, e eis que na primeira grande situação criada pelo Freixieiro o golo inaugural da partida, num livre sobre Cardinal descaído na ala esquerda, que o próprio cobrou, descobriu Luís Silva solto sem marcação na area, que perante o guarda-redes João Benedito só teve que a desviar deste. Era um mau começo do Sporting e sem que o adversário tivesse criado situações de iminente perigo até ao momento, ganhava vantagem, o Freixieiro levava perigo ao saber aproveitar os sucessivos erros cometidos pelo Sporting que se ia precipitando á medida que o tempo passava, tornavam-se impacientes, foi notória e vísivel a total desconcentração deste grupo de trabalho ao longo da primeira metade do jogo, aos 4 minutos Néné desperdiçou ao atirar ao lado após um roubo de bola de Cardinal que percorreu o campo todo, o Sporting esse tinha a posse de bola e finalizava algumas jogadas, mas sem sucesso, como foram os sucessivos remates de Alex, Bibi e Café. O Freixieiro ia tornar a marcar á passagem do minuto 7, numa insistência de Néné que sobre a ala direita atirou forte e colocado supreendendo o guarda-redes João Benedito. Paulo Fernandes de imediato pediu o seu desconto de tempo, pois nada saia bem, a eficacia era nula perante as inumeras situações de perigo que a equipa criava, a dita tal “sorte” que também não têm tido e que tanta falta lhes têm feito e de que Paulo Fernandes fez questão de sublinhar e realçar nas declarações finais do jogo, concerteza ele pediu tranqulidade no jogo da sua equipa mas essa teimava em não aparecer, a falta de concentração era demasiado vísivel na marcação de um livre directo, que a sua equipa teve a seu favor e do qual não soube tirar o melhor proveito colocando a bola directamente pela linha lateral, onde a equipa de Paulo Fernandes costuma ser forte nestas situações de jogo, sendo mesmo um dos factores de desiquilíbrio em muitos dos jogos, mas nada lhes saia bem. O Sporting continuava com a sua constante rotação de jogadores, tentando tirar algum “coelho da cartola”. A meio da primeira metade era mesmo o melhor periodo de jogo por parte do Sporting, em que conseguiu encostar o Freixeiro atrás, onde lhes ia valendo o seu guarda–redes Piu com várias defesas de recurso, foram 5 minutos do melhor Sporting, com o Freixierio a limitar-se somente a defender e sem conseguir sair para contrariar, somente conseguindo rematar de novo à baliza do Sporting à passagem do minuto 13, sem que levasse perigo, mas o Sporting era uma equipa que começava a arriscar em demasia num um para um, assumindo esse risco muito cedo na partida.
Protestos e nervos à flor da pele E se o guarda-resde João ja tinha visto um amarelo por ter saido da sua area para interceptar a bola sem êxito derrubando o adversário em falta aos 3 minutos, também Davi o fez aos 16 minutos sempre em situações em que os jogadores do Freixieiro saiam em grande velocidade e com muito perigo, mas como não á duas sem três a cena repetiu-se, e aos 17 minutos, novamente Benedito e Cardinal envolvidos no lance em que o jogador do Freixieiro ganha a bola e saiu rápido em zona frontal direito á baliza do Sporting, que foi interceptado pelo guarda redes do Sporting a meio do seu meio campo, lance que foi interrompido pelo árbitro internacional António Cardoso, que marcou falta ao lance “dividido” entre os dois, falta a favorecer o Freixieiro, e sancionando com o respectivo segundo cartão amarelo e por via disso o consequente cartão vermelho, interpretando que o guarda redes do Sporting terá cometido o carrinho deslizante, passível de falta. Os protestos por parte da equipa do Sporting não se fizeram esperar e foram demais evidentes com a equipa de arbitragem, os nervos ficarm mesmo à flor da pele, o Sporting esse jogou 2 minutos reduzido a quatro, com o guarda redes suplente Sandro a tomar o seu lugar na baliza sem que o Freixieiro conseguisse ampliar a vantagem, sem conseguir tirar proveito dessa vantagem, o de estar com mais um jogador em campo. No Sporting o conjunto estava num turbilhão e os protestos com a equipa de arbitagem sucediam-se, com o secretário técnico a ter ordem de expulsão ao minuto 18 pelo árbitro Ricardo Eufrásio por este discordar e contestar vivamente a dupla de arbitagem. Com o Sporting a ter novamente a equipa reposta, e á falta de 19 segundos para jogar Alex de forma algo displicente e ingenua, mas fruto da intensidade com que queria alterar o rumo dos acontecimentos faz falta no seu meio campo sobre Ivan, era a 6ª falta do Sporting, que o talentoso Cardinal não desperdiçou, fazia o 3-0 com que se atingia o final da primeira metade do jogo, premiava a eficácia do Freixieiro, mas demasiado penalizador para o que o Sorting fez, era um Sporting de cabeça perdida este que foi para o baleneário.
Um Sporting de orgulho ferido, com “Deo” a desiquilibrar O treinador Paulo Fernandes, teve certamente um dos seus “10 minutos” mais preciosos como condutor de homens que é, fez valer a sua experiência que conquistou ao longo destes anos, conhecedor que é da instituição que representa terá apelado ao orgulho de todos os seus jogadores e estes melhor o interpretaram, que grande segunda metade deste Sporting que se transfigurou por completo como se do dia para a noite se trata-se e onde teve um iluminado “Deo” que deu um verdadeiro recital de bom Futsal, grande jogo, jogadas individuais, velocidade, assistências, remates e um golo. Foi um Sporting que em 8 minutos virou o resultado, de 0-3 para 4-3, onde sobressaiu a capacidade atlético ou física, é verdade que o treinador Joaquim Brito parecia algo limitado pelas opções que ia gerindo do seu banco e que se tornaram mais evidentes na segunda metade, utilizando somente 7 jogadores de campo, com o jogador Ricardo a entrar quando já se encontravam em desvantagem no resultado. O Sporting conseguiu ser paciente ao contrário da primeira metade, teria que virar o rumo dos acontecimentos, e as coisas estavam-lhe adversas, era um Sporting rematador, Piu ia conseguindo evitar, mas a pressão exercida pelo Sporting era constante e forte, adivinhava-se que a qualquer momento o Sporting podia reduzir. O treinador do Freixierio pedia então para que a sua equipa subisse toda ela no campo para pressionar também á saida de bola do Sporting na tentativa de sair do sufoco que estava, e foi nesse preciso momento que o Sporting conseguiu aproveitar todo esse espaço livre nas costas do adversário, com Deo a dar ínicio á espetacular recuperação, descobrindo Alex sem marcação na ala oposta, reduzindo aos 28 minutos. O Freixieiro tal como o Sporting era obrigado a cometer muitas faltas, algumas delas sancionadas com acção disciplinar tal o ritmo que a partida se encontrava, o Sporting era total dominador da partida, o Freixieiro nunca conseguiu parar o endiabrado Deo, que aos 32 minutos reduzia para 2-3, após varios remates, numa excelente jogada que passou por todos os elementos de campo, o Sporting acreditou que era possível, era um outro Sporting este. Joaquim Brito tentou mesmo com o seu desconto reorganizar a equipa para definir a melhor estratégia, mas se na primeira metade os seus jogadores mais influentes tinham feito toda a diferença, como Cardinal, Néné e Luis Silva, nesta segunda metade fruto também do desgaste físico a que eram submetidos e da supreendente reacção do Sporting ficaram ofuscados sem conseguirem contrariar a estratégia de Paulo Fernandes. E sem que pudessem esboçar qualquer reacção volvidos 2 minutos o golo do empate, novamente Deo na jogada para novo golo de Alex. Entrava-se nos restantes 5 minutos com ambas as equipas tapadas e penalizadas com a 5ª falta, se na primeira metade houve um erro comprometedor para o lado do Sporting, eis que Cardinal imitou e fez uma falta atacante no meio campo adversário aos 36 minutos, o especialista Paulinho chamado para a cobrança não desperdiçou da marca dos 10 metros batendo o guarda-redes Piu, que nada pode fazer e colocou o Sporting pela primeira vez na frente do marcador, o que era justo pelo desenrolar dos acontecimentos. O Freixierio arriscou então no 5 para 4, com Piu a integrar os lances ofensivos da sua equipa, rematando por duas ocasiões, mas com o guarda-redes Sandro a corresponder em bom plano, ele que só sofreu um golo e na marcação de um livre da marca dos 10 metros. O Freixieiro ainda reclamou dois lances sobre Cardinal, de pertensa falta do adversário sem que a dupla de arbitagem sanciona-se qualquer um deles apesar dos fortes protestos que se fizeram sentir a partir do banco de suplentes.
Num grande jogo de Futsal, com duas partes distintas onde o Sporting regressou ás vitórias depois de dois desaires consecutivos.
Declarações de Paulo Fernandes: “Depois do que passámos nas últimas semanas, e no futuro que nos foi equacionado, esta equipa demonstrou o caracter que têm, temos tido falta de sorte. Este é o Sporting que toda a gente conhece, quem nos fez o funeral vai ter a resposta á missa de sétimo dia. É verdade que com os resultados que obtemos até aqui condiccionamos de alguma forma o nosso futuro, mas ainda vamos a tempo de alcançar o objectivo final. Esta segunda parte foi maravilhosa, os meus jogadores foram excelentes, a vitória é importante para levantar os índices de confiança, depois do jogo anterior ter sido demasiado intenso, e desgastante a todos os níveis, acredito que vamos chegar longe.”
Declarações de Joaquim Brito: “Uma partida bem disputada, o vencedor não foi justo, na primeira parte fomos superiores, tivemos sucesso e venciamos por 0-3. Na segunda parte o Sporting foi melhor e o Deo desiquilibrou, tivemos dificuldades em tapar o Deo. A minha equipa teve receio de ganhar, após ter chegado ao intervalo com uma vantagem confortável e de sabermos as dificuldades que o adversário tinha. Tivemos um erro e esse erro infantil saiu-nos caro. Um jogo fantástico que serviu de propaganda para a modalidade para quem acompanhou aqui no pavilhão e pela net. Demonstrá-mos ter atitude acredito nos meus profissionais."
FUNDAÇÃO-BENFICA INTERROMPIDO A partida entre Fundação Jorge Antunes e Benfica foi interrompido ao intervalo, devido à falta de condições do pavilhão dos vizelenses, causado pelas condições climatéricas e que deixarão a marca efeito no piso do pavilhão, segundo a organização do jogo FPF e árbitros ambos decidiram interromper o jogo por falta de condições, protegendo o espetáculo e a integridade física dos jogadores. Perante esse facto, as direcções dos dois clubes reuniram-se após interromper o jogo. A Fundação vence por 1-0, com um golo de Mide, ao intervalo e no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 18:00h, será retomada a segunda parte desse jogo.
9ª jornada, Fundação J.A. x Benfica
Fundação leva vantagem ao intervalo (1-0) Numa meia partida entre candidatos ao título, que foi interrompida ao intervalo, sem que se desse ínicio a segunda metade da partida devido às más condições do piso, os árbitros António Cardoso e Ricardo Eufrásio assim como o dirigente responsável pela organização do jogo da FPF, tomaram a decisão da partida ter que ser interrompida. Esta que era o jogo de maior destaque até ao desfecho da 9ª jornada.
Fundação e Benfica mediram forças, num jogo onde estiveram duas das melhores formações do campeonato, as duas melhores defesas até ao momento com apenas 11 golos sofridos, entre o 1º (22pts) e 3º (17pts) classificado, com dois grandes técnicos, Paulo Tavares já com uma longa experiência de 1ª divisão, conseguindo ano após ano estar sempre presente na luta dos lugares cimeiros do campeonato, estando a realizar e a desenvolver um trabalho fantástico sobretudo a nivel da formação, e André Lima um ainda jovem técnico mas com um futuro promissor pelas boas indicações que têm dado e deixado até ao momento. Um jogo onde a qualidade dos intervenientes não deixa duvidas quando ao jogo que poderiam propocionar, ou seja um agradável jogo de Futsal. Foi um partida extremamente disputada, onde a Fundação se apresentou ligeiramente melhor que o Benfica, fruto da sua atitude mais ofensiva e de ter feito uma alta e intensa pressão com a sua primeira linha logo na saida de bola por parte do Benfica, sem que este soubesse reagir e não encontrando nunca o antidoto para sair desta estratégia bem montada por Paulo Tavares, que geriu a sua equipa e a doseou para o esforço físico exigido, fazendo trocas alternadamente de 4 por 4, e em ambos os “time out”, pedia sempre aos seus jogadores para serem solidários e para continuarem com muito rigor defensivo, destacando-se o seu colectivo pelas várias e bonitas jogadas que tiveram, mas com um sinal mais para o seu jogador Divanei que é o grande estratega e o desequilibrador desta equipa, actualmente o melhor artilheiro do campeonato. André Lima que esta época ainda não contou com o plantel à sua disposição a 100%, e que neste jogo se viu novamente privado devido a lesão dos jogadores João Marçal e de César Paulo, e não tendo outro jogador de características semelhantes ao deste pivot, para poder adoptar outro sistema de jogo ou solução, fica algo limitado e com um banco sem muitas opções, Gonçalo que ainda não estará fisicamente nos índices desejados após longa ausência por lesão, André Lima neste jogou só utilizou 7 jogadores de campo, mesmo assim o Benfica repartiu a posse de bola com a Fundação e teve jogadas que também levaram algum perigo á baliza adversária, Arnaldo o jogador em melhor forma deste Benfica e que mais vezes levou perigo e mais rematou á baliza do sempre seguro Victor Hugo, que a par de Bébé estiveram muito bem, no entanto sem poder evitar o golo de Mide aos 14 minutos, que isolado perante Bébé, só teve que recortar e desviar deste para rematar para o golo, lance que nasceu da grande pressão de que tanto Paulo Tavares queria e desejava, João Leite que consegue ganhar a bola ao desemparado Pedro Costa, que se viu perante a pressão de dois adversários perdendo no erro o lance. Jogo onde alguns factores fazem a diferença, como os erros, as transições e a capacidade física de cada equipa. Prevê-se que o que ainda falta para disputar do jogo seja emocionante com a incerteza do resultado até ao apito final.
Ficha do Jogo
Fundação J. A. Cinco inicial: Victor Hugo [gr], Divanei, Eskerda, Mide e João Leite.
Jogaram ainda: Fábio Aguiar, Gabri, Fábio, e Marinho.
Treinador: Paulo Tavares
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Zé Maria, Pedro Costa [Cap.], Arnaldo, e Ricardinho.
Jogaram ainda: Gonçalo Alves, Pedrinho e Rogério Vilela
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 14’ | Mide
Disciplina Cartão amarelo a Gonçalo Alves e a Bébé por parte do Benfica.
Histórico 2007/2008 F. Jorge Antunes 7 - 5 Benfica
2006/2007 F. Jorge Antunes 4 - 4 Benfica
2005/2006 F. Jorge Antunes 2 - 5 Benfica
2004/2005 F. Jorge Antunes 1 - 5 Benfica
2003/2004 F. Jorge Antunes 1 - 2 Benfica
2002/2003 F. Jorge Antunes 4 - 5 Benfica
2001/2002 F. Jorge Antunes 2 - 2 Benfica
Após a vitória sobre o Sporting, em jogo relativo à II eliminatória da Taça de Portugal, o Benfica voltou a centrar todas as atenções para o campeonato depois das duas últimas exibições menos conseguidas, no empate caseiro diante do Freixieiro e na derrota no Louriçal, perante o Instituto, que se têm revelado uma das equipas sensação da prova até ao momento. O Benfica hoje recebeu o Fundão e venceu por 3-0(1-0).
Para o confronto com os comandados de José Luís, o conjunto às ordens de André Lima apresentou três baixas, o caso de César Paulo está a contas com problemas no adutor direito e de João Marçal com queixas num joelho, ambos encontram-se entregues ao departamento clínico, enquanto Pedro Costa cumpriu um jogo de castigo.
Primeira metade de um só único sentido Foi um Benfica de domínio total, com bastante posse de bola, muitos ataques e por consequência vários remates, uma primeira metade de um só único sentido, em que os comandados de José Luís só defenderam e dos poucos contras que fizeram foram sempre muito displicentes e lentos, sem aproveitar a superioridade que saiam em contra. O Benfica ao contrário daquilo que fez na última partida para a taça diante do Sporting onde foi de uma eficácia absoluta, foi demasiado perdulário, criou e dispôs de inumeras ocasiões para poder atirar a contar e ficar confortavél na partida, mérito também e verdade seja dita pela excelente prestação do guarda-redes forasteiro, o brasileiro Carlinhos, que efectuou várias paradas a remates de Ricardinho, Arnaldo, Pedrinho e Rogério que levavam o selo do golo. Mas eis que tanto o “cântaro vai a fonte que alguma vez quebra”, e foi Bébé que contribui para tal, construiu a jogada do único golo da primeira metade, aquilo que seria um ataque do Fundão deu em contra ataque do Benfica com o guarda-redes do Benfica a interceptar um passe, conduzindo a bola até ao meio campo adversário,passando por dois adversários e assistindo Pedrinho para uma melhor conclusão,não desperdiçando tal prenda, 1-0 para o Benfica aos 17 minutos de jogo, finalmente o prémio, mais que merecido.
Tenue resposta da equipa do Fundão, sem "resultado" prático A melhor entrada no ínicio da segunda metade por parte da equipa comandada por José Luís, onde a sua equipa dispôs mesmo de três sobrenas ocasiões para empatar a partida, logo ao primeiro minuto em três remates consecutivos, onde terá valido Bébé e o poste, aos 3 minutos com o jogador Esteves já naa area descaído na esquerda, na cara de Bébé atira ao lado, e de todas a mais “escandalosa”, foi a do jogador Bruno César que correu sózinho desde o seu meio campo com somente o guarda redes do Benfica pela frente, atirou ao lado do poste esquerdo, gorando então as hipotese de emapte na partida. O Benfica neste período era na mesma uma equipa com a posse de bola mas sem conseguir ser tão acutilante como o tinha sido até aqui, onde somente criou perigo num remate de Ricardinho para uma melhor defesa de Carlinhos, Ricardinho que hoje obeteve mais dois golos para a sua conta pessoal e se cotou como um dos melhores do Benfica a par de Bébé e de Arnaldo, atravessam mesmo um excelente momento de forma.
Benfica confirma a sua boa prestação e a vitória no jogo E como quem não marca sofre, o melhor Futsal desenvolvido pelo campeão em título deu frutos, numa excelente jogada de envolvimento, numa triangulação entre Arnaldo, Rogério com este tirar o guarda redes adversário da jogada com um passe atrasado, a encontrar solto na área Ricardinho que perante um adversário so teve que desviar do seu alcance para fazer o segundo da partida aos 32 minutos. Era quase como que a setenciar a partida, o Fundão esse era uma equipa sem argumentos para contrariar este Benfica, que se apresentou algo limitado mas forte no jogo, fruto da sua última excelente prestação diante do Sporting. Em último recurso o treinador do Fundão ainda quiz dar uma última e forçada reacção, mas a sua tentativa não foi no timing mais certo, e no erro, Ricardinho oportuno e com uma excelente visão dos acontecimentos verificou a troca do guarda-redes de Carlinhos por Vinicius para adoptarem e sairem no 5 contra 4, mas num excelente remate que levou todo o peso e medida na direcção da baliza, sem hipoteses de defesa de Vinicius, era a confirmação da vitória 3-0, com o bis de Ricardinho. A equipa do Fundão estava conformada e nso minutos restantes saiu com a estratégia do 5 para 4 sem que nada de novo acontecesse, merecida vitória da melhor equipa em campo, no regresso ás vitórias após dois resultados menos conseguidos.
Em mais um emocionante derby, Encarnados bateram os «leões», os actuais detentores do troféu por 6-4(3-1) e seguem em frente na Taça de Portugal. Tal como na edição passada Sporting e Benfica voltaram-se a defrontar na II eliminatória para discutir a passagem à próxima eliminatória. Na época passada os leões venceram em casa do Benfica e acabaram por inclusivé conquistar o troféu, mas desta vez o conjunto de André Lima foi mais forte e conseguiu levar de vencida os de Paulo Fernandes por 6-4, perante o seu público, que quase prencheu na totalidade o Paz e Amizade em Loures, tendo sido mesmo a estreia neste palco para esta competição, com cerca de 1200 espectadores.
Ao intervalo já o Benfica tinha vantagem no marcador (3-1), fruto duma postura super-defensiva e de uma melhor eficácia, que foi adoptada como estratégia na abordagem a este jogo que era a eliminar. Além da partida ter sido transmitida, em directo, pela canal temático da SIC Radical, ouve uma outra estreia que merece total apoio e de incentivar mais iniciaticas destas e que pode dar mais visibilidade à modalidade. Pela primeira vez, numa competição oficial, foi transmitido em vídeo-streaming um jogo de Futsal de uma competição oficial, com produção em exclusivo para a internet. Assim o jogo entre o Sporting e o Benfica, teve transmissão em directo na internet online, no sítio oficial do Sporting, em www.sporting.pt.
O jogo esse foi emocionante, recheado de golos, foi mesmo um óptimo jogo. O Sporting encontrou um Benfica muito esforçado, que defendeu, lutou com as armas que dispunha, tendo-se destacado os jogadores Arnaldo e Bébé. Se um soube ser um autêntico guerreiro em quadra a defender, a empurar a equipa e a marcar, o outro soube suster os fortes ímpetos e ataques leoninos quando foi necessário, efectuando já na parte final do jogo três soberbas defesas que terão feito toda a diferença. Era curcial para André Lima a passagem à eliminatória seguinte, para não hipotecar as ilusões das quatro frentes com que iniciou a época, não venceu a Supertaça, a não passagem à Final Four da Uefa Futsa Cup, uma derrota neste jogo seria estar numa só frente, apesar dessa ser naturalmente a maior aposta do Benfica, como afirmou André Lima e bem na conferência de imprensa no final do jogo, assim como aos de Paulo Fernades também o é importante, estando agora concentrados num só único objectivo como Davi comentou, “vamos trabalhar para conseguir ganhar o campeonato”, depois de terem iniciado a época a conquistar a Supertaça frente a este mesmo Benfica e muitas vezes são os resultados que fazem os treinadores e as equipas.
Tremenda eficácia do Benfica O Benfica foi mesmo a primeira equipa a levar perigo, numa sequência de dois remates à baliza defendida pelo guarda-redes Benedito. Mas o Sporting jogava perante o seu público e queria ser ele a comandar as operações do jogo, com uma postura super ofensiva a pressionar sempre muito à frente, na saída de bola do adversário, preveligiando a posse de bola e não deixando o Benfica organizar-se ofensivamente, mas o Benfica trouxe como estratégia a de defender e bem, com uma postura agressiva sobre o portador da bola e a tentar sair sempre ora pelo erro do adversário ou em rápidos lances de contra ataque, lançados muitos deles por Bebé. Antes mesmo de Arnaldo inaugurar o marcador aos 10 minutos, já o Sporting por intermédio de Alex, que foi um dos melhores por parte do Sporting, tinha atirado à trave. Numa das poucas jogadas ofensivas de que o Benfica tinha disfrutado até à passagem dos 10 minutos, Arnaldo apareceu já dentro da area, na zona o pivot diante do guarda-redes João Benedito e soube dominar e com um recorte sobre a bola atirou a contar, diga-se que o Benfica explorou em demasia os ataques rápidos e contra-ataques e obteve mais dois golos onde apanhou sempre o adversário em contra pé. O 2-0 chega por César Paulo que levou a bola desde o seu meio campo pela ala direita e sem ter ninguem no apoio decidiu-se pelo remate já de um ângulo apertado, apanhando João Benedito desprevenido e a castigá-lo inplacavelmente, num golo de excelente execução. Era um Sportinga a tenta a todo custo encurtar o marcador, o Benfica defendia e conseguia tapar todas as linhas de passe e de remate na direcção da sua baliza. Um bom exemplo disso foi mesmo aos 18 minutos, com o jogador Pedro Costa a tirar sobre a linha de golo, substituindo Bébé que já se encontrava batido no lance a remate de Paulinho. Era um pressing a todo o “gás” do Sporting, estava no seu melhor período e asfixiava mesmo a equipa do Benfica que ia reagindo mais com o coração do que com a cabeça, o Benfica tinha atingido a sua 5ª falta fruto da sua postura mais agressiva, Bebé numa saída fora da área de baliza, fez prática de jogo perigoso tendo a equipa de arbitagem sancionado falta e respectivo cartão amarelo, Paulinho na marcação desde os 10 metros, de livre directo, não se fez rogado e atirou uma autêntica bomba para reduzir no marcador, aos 19´, poderia-se pensar que o Sporting iria tirar dividendos do pouco tempo que restava, mas foi o Benfica de uma forma quase letal que soube novamente e atravez de Bébé colocar uma bola na area onde Pedrinho teve uma execução perfeita a dominar e na cara novamente do guarda-redes do Sporting a desviar do alcançe deste. O Benfica chegou ao intervalo a vencer por 3-1, fruto da estratégia que adoptou e da sua termenda eficácia.
Atitude do Benfica coroada de exito O Sporting trazia a desvantagem do intervalo, teria que ir a procura do prejuízo e foi isso que os seus jogadores tentaram a todo o custo fazer, conseguiam-no mas sem materializar em golos porque tinham pela frente uma equipa do Benfica que hoje era coesa, solidária nas entreajudas, uns autênticos guerreriros, com um sentido de oportunidade muito apurado, sempre que vislubravam um possível contra, era ou jogada de perigo ou golo. Ricardinho aos 24 minutos numa jogada individual depois de uma intercepção de bola por Pedro Costa, ampliava para 4-1 e colocava os nervos a flor da pele nas hostes leoninas, que viam as coisas a ficar mal paradas.
Recuperação do Sporting Assistimos então à excelente reacção do Sporting no seu melhor periodo em toda a partida, o mais emotivo e de maior velocidadeno jogo, no mesmo minuto dois golos de rajada, um por Alex e outro num auto-golo de Pedro Costa ao desviar a trajectória na direcção errada o remate de Paulinho, colocando o marcador pela diferença mínima 4-3. Estava de novo o jogo relançado no que ao vencedor diria respeito. O Sporting era claramente a equipa que dominava os acontecimentos e que continuava a criar soberanas situações para golo, efectuando mais remates à baliza, onde valia Bebé que se destacava pela positiva. O jogo estava intenso e vivo, Paulo Fernandes dava indicações para que a sua equipa pressiona-se logo á saída de bola do adversário, mas o Benfica só iria conseguir libertar-se desse “colete de forças” com que o Sporting o tinha atado à passagem do minuto 34, depois do seu golo era o lance de maior perigo até então por parte do Benfica. Já com João Benedito batido, Rogério atirou à trave da baliza, num puro e rápido contra-ataque que começou numa recuperação de bola de Bébé, que a par de Arnaldo eram mesmo os melhores em quadra da parte do Benfica. Entrava-se na fase curcial da partida, com a diferença mínima no resultado o Sporting teve então uma excelente oportunidade depois de ver o capitão do Benfica ser expulso por acumulação de cartões amarelos e consequente vermelho aos 36´de jogo. Justo será dizer que a amostragem tanto de um como outro cartão formam bem exibidos, as faltas tal o justificam, mas o tempo da amostragem do respectivo segundo cartão amarelo e respectivo vermelho foi excessivo, o timing foi exagerado pela equipa de arbitragem.
“Risco” de Paulo Fernandes não foi bem sucedido Paulo Fernandes assumia o risco e arriscava mesmo no 5 contra 3, com Café a ser o guarda-redes volante, estratégia essa que não levaria nenhum efeito pois o Benfica sabia defender a superioridade do Sporting e mostrava-se muito perigoso nas respostas e obrigava mesmo o Gr. Benedito a aplicar-se, eis que aos 37´Arnaldo, dando jus ao nome pelo qual carinhosamente é conhecido, interceptou um passe mal medido por Café e arrancou como se fosse um “Expresso” o de Bragança, passou por Café, Paulinho e mandando fora do alcançe de Davi, rematando na direcção da baliza deserta, era o 5-3. Foram então minutos de muita “guerra”, com muitos nervos à flor da pele, era visível a entrega por ambas as equipas, o Sporting ainda dispôs de três excelentes situações, mas todas elas contrariadas por grandes paradas do guarda-redes do Benfica, que se ia exibindo a um altíssimo nivel. O Benfica esse ia sustendo as investidas do 5 para 4 do Sporting, André Lima depois de ver a sua equipa novamente recomposta após a expulsão de Pedro Costa, pediu o seu tempo de desconto para tentar quebrar o ritmo da partida e de recuperar o folego para o minuto que faltava. O Sporting nada tinha a perder e teria que arriscar tudo, Café soltou-se bem dos vários adversários e ainda descobriu ao poste mais distante Paulinho que recolocava novamente à falta de menos de um minuto o marcador pela diferença mínima 5-4. O jogo não parecia ter fim tal era o ritmo dos acontecimentos e à falta de poucos segundos de jogo, Paulinho ainda viu cartão amarelo, Pedrinho ainda atirou à baliza para uma melhor defesa de Benedito e ainda teve tempo para tablar com Ricardinho, com este a ter arte e engenho para ludribiar e contornar o defesa directo, rematando rasteiro e colocado fora do alcance do guarda-redes do Sporting, colocando o resultado final em 6-4. A festa foi feita pelos adeptos do Benfica que se fizeram deslocar a Loures, num jogo electrizante com um vencedor justo, que soube estar melhor e mais competente nos momentos chave.
Ficha do Jogo
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Bibi, Café, Alex e Davi.
Jogaram ainda: Deo, João Matos, Paulinho e Zézito[cap].
Treinador: Paulo Fernandes.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Ricardinho, Arnaldo e Zé Maria.
Jogaram ainda: Pedrinho, Rogério Vilela, e César Paulo.
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 10’ | Arnaldo
0-2 | 13’ | César Paulo
1-2 | 19’ | Paulinho
1-3 | 19’ | Pedrinho
2ª Parte
1-4 | 24’ | Ricardinho
2-4 | 25’ | Alex
3-4 | 25’ | Pedro Costa (Auto Golo)
3-5 | 37’ | Arnaldo
4-5 | 39’ | Paulinho
4-6 | 39’ | Ricardinho
Disciplina Cartão amarelo a Zézito, Bibi e a Paulinho por parte do Sporting.
Cartão amarelo a Pedrinho, Bébé e duplo amarelo e consequente vermelho a Pedro Costa por parte do Benfica.
Declarações Paulo Fernandes: “Parabéns ao adversário, foi nos momentos chave do jogo mais competente, assumo por inteiro a responsabilidade da derrota, arrisquei na superioridade numérica quando tinha vantagem em jogadores de campo, por via da expulsão do jogador do Benfica. Os meus jogadores demonstraram ter carácter, pois deram tudo. Disse-lhes para não se esquecerem do que se passou hoje no final do jogo, para guardarem para mais tarde poderem retribuir. O jogo foi um espéctaculo com golos, muitos (10) e emocionante, ainda tivemos uma fantástica recuperação no resultado de 4-1 para 4-3, mas de nada serviu, esta competição era um dos nossos objectivos da época, pois éramos os detentores do troféu”.
Declarações de André lima: “Sinto-me orgulhoso pelos meus jogadores e pela vitória conquistada, encarámos este jogo como se de uma final se tratasse, fomos uns justos vencedores, apesar das inumeras lesões e das condicionantes com que esta equipa se debate e apresenta, estivemos muito bem. O nosso grande e principal objectivo é sermos campeões nacionais, mas seguir em frente para a próxima eliminatória era o nosos obljectivo”. A propósito de ter sido a primeira vitória como treinador sobre o Sporting comentou, “o que sinto é um sabor especial e de felecidade por ter ganho com estes jogadores e nada mais”.
Histórico dos confrontos para a Taça de Portugal
II Elim 2008/2009
29 Novembro 2008 - 21h - Pavilhão Paz e Amizade
1.200 espectadores
Sporting 4 x 6 Benfica
Golos: Paulinho (2), Alex e Pedro Costa (auto golo); Ricardinho (2), Arnaldo (2), César Paulo, e Pedrinho
II Elim 2007/2008
29 Dezembro 2007 - 15h20 - Pavilhão Açoreana Seguros
1.800 espectadores
Árbitros: Pedro Paraty e Abílio Bessa (AF Porto)
Benfica 0 x 2 Sporting
Golos: Alex e Café
Meia Final - 2006/2007
Junho - Pavilhão Municipal Vila Nova de Gaia -1.600 espectadores
Árbitros: António Cardoso e Ricardo Eufrásio (A.F. Coimbra)
Benfica 5 x 0 Sporting
Golos: Amandus, Ricardinho (2), Bebé, e André Lima
FINAL - 2005/2006
23 Abril 2006 - Pavilhão Multidesportos de Coimbra
1.800 espectadores
Árbitro: António Cardoso e Pedro Paraty (A.F.Aveiro)
Benfica 5 x 9 Sporting
Golos: Paulinho (2), Zézito (3), Gonçalo Alves (1), Deo (1), Andrezinho (1), Evandro (1); Sidnei (2), Wilson (1), Ricardinho (1), e André Lima (1)
3ª eliminatória - 2003/2004
07 Fevereiro 2004 - Pavilhão Atlântico - Lisboa
5.500 espectadores
Benfica 1 x 4 Sporting
Golos: Bibi; Zézito; Israel; João Marçal; e Chico
1/4 Final - 2001/2002
1 Maio 2002 - Nave de Alvalade
Benfica 5 x 5 Sporting (Sporting venceu nos penalties 3 x 1)
Golos: Cautela, Nélito (2) e Vitinha II (2) ; Zézito, Bibi, João Benedito, João Marçal e Gonçalo Alves
Benfica e Freixieiro encerraram hoje a sexta jornada do Campeonato FutSagres. Um encontro entre crónicos candidatos ao título que se disputou no Pavilhão da Luz, e que foi dirigido por Fernando Serras da A. F. de Portalegre e por Pedro Peixoto da A. F. de Setúbal. Na ressaca da eliminação da UEFA Futsal Cup, os campeões nacionais receberam e empataram com um Freixieiro atrevido e disposto a levar pontos em casa alheia, foi um Freixieiro de combate aliado a uma melhor capacidade física, tendo em Cardinal o seu melhor e mais esclarecido jogador, numa destacada exibição, um jogador de termenda capacidade técnica e física. O treinador do Freixieiro Joaquim Brito montou bem a estratégia para o jogo, com uma defesa mais atrasada, mas muito agressiva e rápida sobre o portador da bola, conseguindo sair em algumas situações em contra ataques muito rápidos, equipa que tenta a todo o custo recuperar os pontos perdidos nas primeiras jornadas do campeonato. Ricardinho por castigo e Gonçalo por se encontrar com gripe foram as baixa no Benfica, enquanto Wilson também não deu o seu contributo à equipa de Matosinhos por ainda encontrar lesionado.
Equilibrio no jogo eficácia no marcador O Freixieiro veio até Lisboa ao reduto do Benfica com a táctica bem estudada, com intuito de levar pontos na bagagem, com uma linha defensiva muito atrasada na quadra, mas bastante agressiva e eficiente para travar todas as investidas do Benfica, o jogo esse começou numa toda lenta diria mesmo monótona, mas o Freixierio aos 5 minutos de jogo teve a primeira ocasião para inaugurar o marcador numa excelente jogada, conduzida por Cardinal, que encontrou Luis Silva na area, tendo este assitido ainda melhor Ivan que atirou á trave da baliza adversária, o jogo então ganhou ritmo e teve desde então mais motivos de interesse, tornando-se o jogo mais aceso, disputado e equilibrado. O Benfica também teve algumas situações de golo, exemplo disso foi Arnaldo que aos 12´ discaido na ala direita atirou ao poste esquerdo do Gr. Piu. Assistimos então ao duelo entre o Pivot César Paulo e o Gr. Piu, que este diga-se levou sempre a melhor. A eficácia do Freixieiro, traduziu-se aos 2`para o término da pimeira parte, com golo de Ivan, num remate da meia distância, onde o Gr. Bébé ainda interceptou a bola mas não a conseguiu impedir que a trajectória da mesma fosse na direcção da baliza, houve ainda tempo para Rógerio numa iniciativa individual ter ainda arrancado um potente remate, mas este esbarrou na trave mesmo sobre o apito final da primeira parte, seria um prémio justo para a equipa do Benfica.
Domínio absoluto do Benfica, para um empate justo O Benfica entrou para esta segunda metade disposto a colocar alguma justiça no resultado, encostando literalmente os comandados de Joaquim Brito atrás, exercendo uma forte pressão sem que estes tomassem partido do ataque organizado, abdicando da posse de bola, mas em contrapartida tinham a lição bem estudada para sairem sempre em lances rápidos de contra ataque, ora por lançamentos longos do seu Gr. ou pela transição quer do seu Gr. ou dos jogadores mais rápidos como Cardinal ou Daniel. O Benfica só conseguiu materializar o ascendente desta segunda metade aos 29´de jogo pelo seu jogador mais rematador em toda a partida, o pivot César Paulo, se na primeira parte tinha perdido o duelo com o Gr. Piu, mas neste lance levou a melhor, discaido na esquerda aplicou o seu forte e colocado remate com o seu melhor pé, o esquerdo, para repor alguma justiça no que se passava em quadra. O Freixieiro não alterou a estratégia e manteve o mesmo sistema de jogo, é verdade que poderia ter ganho proveito á falta de 4´para se jogar, porque os árbitros (desatentos ao lance), deixaram passar uma clara expulsão e livre directo a favor do Freixieiro, num lance em que Cardinal seguia isolado na cara do Gr. Bébé, com este a defender claramente fora da sua area com a mão. André Lima ainda arriscou no 5 para 4, com o seu já habitual Gr. volante Zé Maria, foram dois minutos de aflição para os de Matosinhos, que passaram um tremendo sufoco, defendendo com tudo que tinham e dispunham. Tácticas e posturas bem diferentes hoje as que podemos assistir no jogo que encerrou a 6ª jornada, se para os de André Lima foi a perca de 2 pontos, já para a equipa de Matosinhos pareceu, até pela satisfação com que festejaram o final do jogo que foi a conquista de 1 ponto, neste que foi o seu terceiro empate na visita ao Benfica. De assinalar ainda que o secretário técnico do Benfica recebeu ordem de expulsão aos 26 minutos de jogo, por protestar com a decisão da equipa de arbitagem.
O Benfica acreditou mas o sonho para “já” acabou, o de almejar o tão apetecido troféu, na hora da verdade o Benfica honrou o seu prestígio e caiú digno sem conseguir a tão desejada passagem á fase final, perdendo 2x1 com a formação espanhola do Interviú.
Desta vez o Interviú venceu pela diferença mínima, e garante a presença na próxima fase, em 2004 perdeu na 2ª mão mas garantiu a conquista do torféu, que no conjunto das duas mãos teve um melhor goal average, tornou a levar de vencida o Benfica. Hoje o público presente criou uma excelente atmosfera neste que foi jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhou perante o seu fantástico, entusiasta e amante público, que tudo fez no apoio para que os campeões portugueses atingissem a sua primeira Final Four da Uefa Futsal Cup. Foi uma excelente partida por parte do colectivo do Benfica, soube em grande parte do jogo contrariar e responder com as suas armas perante esta grande equipa, mas hoje André Lima e companhia souberam até ao mimuto 36 desmontar bem a “máquina verde” como é muitas vezes intiluada, sendo insuficiente no lance em que o Pivot Betão trabalhou bem a bola na entrada da area, assistindo Schumacher, que rematou para o golo que garantia a vantagem no marcador. Estiveram neste jogo presentes muitos e excelentes praticantes, uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que hoje se jogou, entre internacionais brasileiros (5) com quatro deles a serem recentemente campeões mundiais, espanhóis (5) e portugueses (6). De salientar ainda que a equipa do Interviú não pode contar com os Internacionais Bacaro e Daniel, devido a lesão. Foi impressionante como todos os agentes do Futsal espanhol se reunem em prol de objectivos comuns, Jesus como Director geral (ex-capitao da selecçao e do Interviú), assim como Júlio Director desportivo e Venancio Lopez que fez questão de estar presente antes da partida iniciar no banco do Interviú dando o seu apoio e contributo.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 16 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Uma primeira metade com tudo empatado Um jogo de ritmo vivo e intenso, com as equipas a se igualarem muito em todos os aspectos, na posse de bola, com o Benfica tentar explorar sempre as situações de contra ataque rápido, no empate em golos, em oportunidades, mas se o Benfica foi o primeiro a criar perigo no último reduto do Gr. Amado, que viu a bola de Ricardinho a ser devolvida pela trave aos 2´naquela que foi a grande expolsão por parte dos adeptos do Benfica, mas Torras não tardou a dar a resposta e decorrido o mesmo minuto usou a sua melhor arma, o seu forte remate de pé esquerdo, com um remate da meia distância, inaugurando o marcador e colocando a sua equipa na frente do marcador. O Benfica soube reagir, levantar a cabeça e não acusar o golo sofrido, continuou a fazer o seu jogo organizado e muito apoiado, tirando dividendos com a obtenção do empate 1 x 1, num remate de Ricardinho que discaido na ala direita após ter ficado na posse de bola no ressalto, depois da insistência por duas vezes a remates de Pedro Costa. Foi um Interviú á procura de se colocar na frente do marcador, por via de ser o único resultado que lhe servia. Até ao termino da primeira parte a destacar as duas situações mais flagrantes de golo, uma para cada lado, Juanara aos 10´que atirou ao poste num remate da meia distância e de Ricardinho qe tentou um chapéu a Amado, mas que saiu ao lado após excelnte assistência de Arnaldo. Um empate a ser inteiramnete justo. A salientar o facto de Gonçalo Alves ter regressado ás quadras, para ser mais uma opção do treinador André Lima.
Schumacher desfaz o sonho, desilusão á falta de 4 minutos para o término da partida Nesta segunda parte o Interviú partiu para cima do Benfica com todas as armas que tinham, Juan Alonso o treinador tentou todas e mais algumas das várias formas que tinha, pressionou, imprimiu um ritmo forte na partida, pois corria atrás do prejuizo faltava-lhe o resultado, antes da vantagem no marcador se registar, ainda á falta de 5 minutos para jogar, pediu o seu “time out”, colocou Betão como pivot e se o assim pensou, assim obteve, o resultado esperado e tão desejado. O Benfica esse defendeu sempre bem, esteve concentrado, André geriu os seu jogadores da melhor forma, mas foi incapaz depois de sofrer o golo de tornar a marcar, o Benfica contra atacou, criou por várias ocasiões perigo, mas Amado levou sempre a melhor no duelo com Gonçalo, Arnaldo e Ricardinho. O Técnico André Lima, reagiu de imediato e após sofrer o golo arriscou no 5 para 4 com Zé Maria a desempenhar a função de Gr. volante, mas sem criar perigo iminente para a baliza adversária, excepto só mesmo no último lance da partida, em que o Benfica disparou á baliza após varios ressaltos, já em desespero de causa, a sorte foi madrasta hoje. Foi um jogo de entrega e disputa, bem praticado, electrizante, com o Benfica a cair aos pés da “máquina verde”, com muita honra e dignidade, ficando muitos dos jogadores com a sensação frustrante de que hoje podiam ter sido bastante mais felizes, era bem patente no rosto de vários jogadores.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Ricardinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Pedrinho, Rogério, Anilton, Gonçalo e César Paulo.
Treinador: André Lima
Inter Movistar Cinco inicial: Luis Amado [gr], Betão, Gabriel, Schumacher, e Torras.
Jogaram ainda: Jesús Herrero [gr], Alberto [gr], Neto, Juanra, Borja, Ortiz e Marquinho.
Treinador: Juan Luis Alonso
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador
1ª Parte
0-1 | 02’ | Torras
1-1 | 09’ | Ricardinho
2ª Parte
1-2 | 36’ | Shumacher
Disciplina Cartão amarelo a Torras e a Marquinho do Interviú, a Pedro Costa e a Zé Maria do Benfica.
Declarações de André Lima: “Foi um jogo em que não tivemos sorte, mas do outro lado estava a melhor equipa do mundo. O jogo foi repartido, eles tiveram maior posse de bola mas porque estavam em desvantagem. A mensagem que deixei aos meus jogadores ao intervalo foi para continuar a atacar, á procura do golo. O Interviu acabou por ser mais eficaz.
Não vamos deixar que o nível de trabalho e de entusiasmo baixe daqui para a frente”
Declarações de Costinha: “Sentimos que esta foi uma grande oportunidade para o futsal nacional. Tivemos infelicidade, em várias jogadas de contra ataque, mas houve também mérito do Interviú, que nos obrigou a recuar. Penso que nos faltou um pouco de sorte, que podia fazer a diferença.”
Declarações de Juan Luis Alonso: “Esperava um jogo dificil, conhecia o plantel do Benfica, vi-os jogar para o campeonato e sabíamos que íamos ter dificuldades. Procuramos a vitória, o Benfica jogou em contra ataque, mas tínhamos confiança no nosso guarda redes, por isso penso que a vitória foi justa.
Queremos ser campeões, sabemos que as equipas russas se reforçaram, mas temos a obrigação de ganhar.”
Grupo D
13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5–1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8–1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac 4 - 4 Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid 2 – 1 S.L. Benfica
A sorte será jogada hoje, domingo ás 17h30, no pavilhão da Luz em Lisboa, onde ambas as equipas do Benfica e do Interviú se encontram para disputar o último e decisivo jogo da fase de Elite, para saber quem acompanha os restantes finalistas e segue para a tão ambicionada final four, onde desde já marcam presença as duas representantes da Rússia, o campeão em título MFK Viz-Sinara Ekaterinburg, e o Dinamo Moscovo, assim como a equipa do Kazaquistão do Kairat Almaty, um dado curioso a assinalar é de que estas três equipas marcam presença pelo segunda ano consecutivo.
Tal como aconteceu em 2004, onde o Interviú conquistou o troféu, apesar de ter perdido o segundo jogo na deslocação a Lisboa, na casa do Benfica, a final ainda se disputava a duas mãos, conquistando então a sua segunda “Copa” da Europa, a primeira da UEFA Futsal Cup.
Hoje espera-se uma atmosfera infernal no jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhará mais do que nunca para que os campeões portugueses consigam atingir a sua primeira final four da Uefa Futsal Cup, (depois de já terem marcado presença na final de 2004, onde perderam por 4x1 em Madrid e de terem vencido em Lisboa por 4x3, que na soma dos dois jogos o saldo foi negativo). Todos sabem que não será nada fácil, no lado oposto existe uma grande equipa intiluada por algumas ocasiões de “máquina verde”, com vontade de vencer e com uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que se joga hoje, razão porque os de Madrid tentarão, contrariar e dobrar o rival Benfica, que joga no seu próprio pavilhão, perante o seu fantástico, entusiasta e amante público que tudo fará certamente para dar o apoio quando ele mais for necessário.
O Interviú torna-se favorito nestes jogos e o seu técnico, Juan Luis Alonso sabe-o, no começo da competição não escondeu o papel de favorito, afirmando que “continuamos a assumir o nosso papel, eu tenho um grupo grande e estes desafios são aqueles de que nós mais gostamos, com pavilhão cheio, atmosfera boa e de uma partida exigentes, onde será preciso dar o máximo. Não é fácil, numa única partida e com as suas condicionantes que ela possa ter no entanto lanço todas as forças para que os meus jogadores se apliquem, pois eles gostam de disputar partidas com este tipo de atmosfera, é para eles motivante, a maioria já disputou jogos como este (hoje), em que se decide e joga um objectivo muito importante somente em quarenta minutos.”
Esta que vai ser uma partida em que ao Benfica serve dois resultados dos três possíveis, a vitória e o empate (proveniente do melhor goal average) para garantir a passagem a final four da Uefa Futsal Cup.
O técnico André Lima, afirmou antes do ínicio do torneio que, “Sabemos que temos uma boa organização dentro de campo, somos solidários e temos jogadores capazes de fazer a diferença. Desde que exista disponibilidade, atitude e inspiração. Sei do valor desta formação espanhola, mas está na hora de mostrarmos que não há equipas invencíveis e de jogarmos olhos nos olhos com o Interviú. Não acreditar pode ser o nosso maior inimigo e isso não vai acontecer. E depois, claro, sabemos que poucas são as equipas que podem vencer neste pavilhão quando está lotado, tal o ambiente gerado e a força que o Benfica recebe dos incentivos dos seus adeptos.” Mas a poucas horas do ínicio da partida em declarações ao sítio do Benfica, o treinador André Lima afirmou categoricamente que o Benfica vai jogar para ganhar, "Já houve uma altura em que nos bastava o empate para eliminarmos este adversário e acabámos por ser goleados, (na Intercontinental de Puertollano em Espanha, com uma pesada derrota de 8 x 1). A questão do empate é apenas um detalhe. Não vamos alterar a nossa forma de jogar pelo facto de a igualdade nos dar a qualificação. Não dá para jogar para o empate frente a um adversário como o Interviú. A nossa estratégia já está definida." Pavilhão da luz em Lisboa, 17h 30, com transmissão em directo no Canal BenficaTV
Prováveis equipas Benfica: 1. Bebé (Gr), 22. Zé Carlos (Gr), 2. Rogerio Vilela, 4. Pedro Costa, 6. Arnaldo, 7. Zé Maria, 8. Pedrinho, 9. Gonçalo Alves, 10. Ricardinho, 12. Carlos Paulo (Gr), 13. César Paulo, 18. Anilton, 21. Joao Marçal e 26. Ricardo.
Treinador: André Lima
Movistar Interviu: 1. Luis Amado (Gr), 13. Jesus (Gr), 15. Alberto (Gr), 2. Marquinho, 3. Torras, 4. Neto, 5. Juanra, 6. Gabriel, 8. Schumacher, 10. Borja, 11. Ortiz e 12. Betão.
Treinador: Juan Luis Alonso
Depois de ter entrado a golear na fase de Elite da UEFA Futsal Cup, o Benfica voltou a repetir a excelente exibição e a “cilindrar”, desta vez o campeão da Sérvia, por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais partem assim para a derradeira e última jornada com o empate a servir para garantir a passagem á tão ambicionada final four. O KMF Ekonomac, formação que perdeu por cinco bolas a uma diante do Interviú Movistar, e que parte tal como o Benfica com grande aspiração à conquista do primeiro lugar do grupo, a vitória é o único resultado que permite aos representantes espanhóis de estar presente na fase final entre as quatro melhores equipas da europa. Os comandados de André Lima conseguiram, aplicar-se para poderem gerir e controlar o melhor goal-average, de forma a partirem para o jogo de todas as decisões na frente e a necessitar de apenas um empate.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 14 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica que entrou a perder mas a conseguir a remontada, num “festival” de oportunidades O Benfica tornou a vencer esta noite na Fase de elite da UEFA Futsal Cup, no seu segundo jogo do torneio com uma goleada por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais apesar de terem tido a primeira grande oportunidade logo no primeiro minuto de jogo, tiveram uma entrada nada feliz, pois a equipa adversária além de ter inaugurado o marcador, aos 8`, foi mesmo quem nos minutos iniciais, criou mais e melhores situações para golo, com o controle do jogo, tendo tido maior posse de bola, efectuando um ascendente na partida em remates á baliza do Gr. Bébé, tendo este que intervir por diversas ocasiões a remates disferidos na direcção da sua baliza, e tirando bastante partido nas bolas paradas que dispôs como livres e reposições laterais em zona ofensiva. O golo sofrido pelo Benfica foi o grande tónico para a arrancada diabólica por parte de toda a equipa do Benfica, sendo Arnaldo, um dos principais responsáveis e o grande implusionador de tal feito, com uma exibição a roçar a perfeição, a jogar, fazer jogar e a marcar golos de belo efeito e recorte, ele que atravessa um excelente momento de forma. A exibiçao foi coroada de golos, mas o festival de oportunidades criadas e não concretizadas era em dobro, André fez uma perfeita leitura do jogo e soube gerir bem o seu grupo de trabalho com constantes rotações e troca entre os seus jogadores, sabendo ele que era o segundo jogo num curto espaço de horas e que poderia tirar dividendos na forma como o jogo iria decorrer. Vantagem ao intervalo de 4 x 1.
Festival de oportunidades, parte II Um completo e absoluto domínio por parte da equipa do Benfica, que procurou sempre a obtenção do resultado que lhe permitia e garantia a 1ª posição na tabela classificativa, conseguindo atingir tal feito quando o jogador Pedrinho ao minuto 28 colocou o marcador em 8 x 1, pondo todos presentes ao rubro, foi gerir e controlar o melhor goal-average até ao fim da partida, com Ricardinho ainda a desperdiçar um livre directo dos 10 metros e a tentar o seu “cabrito” que após se isolar e na cara do Gr. adversário atirou á trave da baliza, o Benfica venceu e mantêm as ligitimas aspirações a que se propôs, com os seus objectivos intactos e só vai depender de si para atingir a tão desejada final four. Uma vitória categórica por 8 x 1. Facto de salientar o jogador Gonçalo Alves continua ausente, mas já fez o aquecimento com a equipa.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério, Anilton e César Paulo.
Treinador: André Lima
KMF Ekonomac Kragujevac Cinco inicial: Stojanovic [gr], Cvetanovic, Marinkovic , Bojovic, e Stanooojevic
Jogaram ainda: Leveski, Kocic, Vitorovic, Markovic, Eterovic y Rnic.
Treinador: Ivan Bozovic
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 08’ | Markovic
1-1 | 08’ | Arnaldo
2-1 | 14’ | auto-golo, Stanooojevic
3-1 | 16’ | César Paulo
4-1 | 17’ | Arnaldo
Disciplina Cartão amarelo a Leveski e duplo amarelo e consequente cartão encarnado a Marinkovic, do Ekonomac.
Declarações de André Lima: “Não foi um jogo fácil de início, porque não conseguimos logo na primeira parte concretizar as muitas ocasiões que tivemos. Os jogadores estavam algo ansiosos. Domingo vai ser um dia especial, esperamos um pavilhão cheio, porque iremos precisar do apoio de todos nesse jogo. O Interviu é composto por jogadores campeões da europa e do mundo, não têm pontos fracos.
Declarações do jogador César Paulo: “Estamos motivados para Domingo, até pela competição em causa. Poder empatar é uma vantagem, mas não vamos pensar nisso.”
Declarações de Ivan Bozovic: “Parabéns ao Benfica pela vitória, é uma equipa bem preparada fisicamente. O nosso objectivo principal para esta competição era vencer o Hapoel, e isso só virá depois destes dois jogos. O Benfica esteve melhor, ainda que tenhamos ganho vantagem inicial, porque não conseguimos a partir daí voltar a criar boas oportunidades.”
Grupo D 13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5 – 1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac – Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid – S.L. Benfica
UEFA FUTSAL CUP 08/09 Grupo D - Fase de Elite
Lisboa, 13 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica entra a golear O Benfica estreou-se esta noite na fase de elite da UEFA Futsal Cup, com uma goleada por 8 x 1.
Os bi-campeões nacionais tiveram uma auspiciosa estreia na fase de elite, do grupo D, contra os campeões israelitas do Hapoel, num encontro em que por poucas ocasiões contrariou o melhor jogo por parte da equipa do Benfica, no jogo de hoje, André Lima já pode contar com Ricardinho e César Paulo, que estavam ausentes dos treinos por se encontrarem ambos com gripe, mas que recuperam a tempo de se estrearem no primeiro jogo, já Gonçalo Alves continua ausente.
Benfica entra a marcar Decorrido apenas um minuto de jogo e já Pedrinho inaugurava o marcador, numa jogada de insestência, batendo o Gr. Do Hapoel, com estes ainda a esboçarem uma tenue e fraca reação que permitiu uma das pouca intervenções por parte do Gr. Do Benfica, que se opôs com uma excelente intervenção á melhor jogada por parte dos campeões de Israel. O Benfica dominou com muita posse de bola, controlou e conseguiu aproveitar e materializar melhor em golos, com o “score” de 4 x 0 com que chegou ao intervalo, inteiramente justo.
Hapoel reage, mas Benfica aplica goleada Se a vantagem alcançada na primeira metade seria sinónimo de que o Benfica ia golear assim continou a segunda parte, a equipa do Médio oriente ainda reagiu, acreditava e queria ter argumentos para poder criar ainda alguns calafrios a equipa da casa, os primeiros cinco minutos ainda foram de algum ascendente do Hapoel, com a equipa a criar duas claras oportunidades para golo, que á segunda concretizou mesmo, obetendo o seu golo de honra por intermédio do seu jogador Sabag. Mas o resto do jogo tornou a ter um Benfica dominador, com uma superioridade clara em todos os aspectos, de técnica, tactica e física tal o domínio demonstrado, com o resultado a avolumar naturalmente. Pedrinho e César Paulo ainda desperdiçaram duas claras oportunidades, ao permitirem a defesa do Gr. adversário a um livre directo sem barreira. Vitória por 8 x 1
S. L. Benfica
Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério e César Paulo.
Treinador: André Lima
HAPOEL IRONI R. L.
Cinco inicial: Katz [gr], Elmekayes, Turgeman, Zablozki, e Kalik.
Jogaram ainda: Sharvit, Chicko, David, Sabag, Bruchian, e Cohen.
Treinador: Gil Lanndau
Árbitros
François Paenen (BEL), Vladimir Colbasiuc (MDV), e Durlan Boris (CRO).
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 01’ | Pedrinho
2-0 | 10’ | Arnaldo
3-0 | 14’ | Rogério
4-0 | 15’ | Zé Maria
2ª Parte
4-1 | 25’ | Sabag
5-1 | 25’ | Pedrinho
6-1 | 27’ | Ricardinho
7-1 | 29’ | Arnaldo
8-1 | 38’ | César Paulo
Disciplina
Cartão amarelo a Kalik, do Hapoel.
Declarações de André Lima; "Hoje estou muito orgulhoso pelo que fizémos, numa competição como esta, os jogadores fizeram coisas muito bonitas, foram solidários, unidos, e amigos fiquei muito feliz pelo que vi", Na antecipação do jogo de amanhã, comentou, "O jogo de amanhã contra a equipa Sérvia será concerteza ainda mais díficil, pois já nos observaram, mas penso que vamos cumprir com os objectivos a que nos propômos, que é vencer." Sobre a ausência de Gonçalo Alves, disse,"O Gonçalo teve ontem alta médica e vai começar a treinar, para recuperar os índices físicos, vamos ver se ainda virá a tempo de nos ajudar, mas ainda é muito cedo para termos certezas, vamos ver."
Declarações de Pedro Costa, capitão; Entrámos bem, como deve ser, cumprimos com o que o nosso treinador pediu, fizémos muitos e bonitos golos, o resultado apesar de termos sofrido um golo é excelente.
Declarações de Gil Landau; É a primeira vez que estamos presentes nesta competição e nesta fase, hoje contra o Benfica defendemos mal, ainda não somos profissionais, os nossos indices físicos não conseguem acompanhar equipas como esta que defróntamos hoje. O Benfica é uma das melhores equipas, com excelentes jogadores, como Pedro Costa, Arnaldo e Ricardinho que nos causaram inumeros problemas, ainda somos imaturos, ainda não atingimos o estado de profissionais e essa é a grande diferença.
Na abertura da 5ª jornada, Benfica vence por 4 x 2 Olivais, propocionando ambos uma disputada partida.
Na abertura da 5ª Jornada do campeonato Nacional da 1ª divisão, Olivais e Benfica deram o pontapé de saída, antecipado para esta sexta feira, devido ao compromisso europeu que o Benfica vai ter como anfitrião, recebendo a 2ª fase da Uefa Futsal Cup, que desde já deixa boas indicações para como o Benfica se irá apresentar. Jogo este que teve as ausências de Caturra, por parte dos Olivais, por se encontrar a cumprir castigo, por parte do Benfica de Gonçalo Alves, que continua ausente desde o regresso do mundial por lesão e de Ricardinho por cumprir castigo. Tradicionalmente, este “derby” de Lisboa propociona sempre grandes jogos, este foi mais um para a já vasta historia entre ambos os clubes.
Benfica eficaz, e a querer resolver desde cedo o jogo Foi um Benfica a entrar forte e bem, se aos 2`de jogo Arnaldo tinha avisado, aos 3´o Benfia inaugurou o marcador, numa bonita jogada, triangulação em que envolveu os jogadores César Paulo, e Zé Maria que assistiu no outro poste contrário Pedro Costa, que só teve que entrar com a bola pela baliza a dentro, com uma equipa do Olivais a ver jogar. O Olivais esboçou a sua reacção, temporária conseguiu mesmo encostar o Benfica no seu reduto, e a ver premiado tal desempenho, empatando o jogo por Pedro Ferreira, num jogada conduzida por Jony, foi mesmo o melhor período de jogo por parte do Olivais, criando algumas situações de perigo junto da baliza adversária, sem no entanto materializar em golos. Quando nada o fazia prever o Benfica marca, Pedro Costa intercepta um passe de Pedro Ferreira mal medido, e assite na perfeição a desmarcação de João Marçal que só teve que desviar do impotente Gr Piranha que nada pode fazer, o Benfica chegou ao intervalo como justo vencedor mas com um resultado algo dilatado, pois sobre o término da primeira parte, e no melhor momento da partida, Pedro Costa assistiu numa reposição lateral, que sobrovou de ala a ala, com Pedrinho a rematar de primeira sem que a bola tocasse o solo, batendo inapelavelmente o Gr. Piranha com a bola a passar por este com uma tremenda velocidade.
Reacção do Olivais, com uma tremenda pressão sobre o Benfica, este soube sofrer e defender Foi um Olivais, atrevido na forma como partiu para cima dos campeões nacionais e a querer discutir o resultado até ao final, uma excelente reacção esta que a equipa visitada teve na segunda metade, de muita atitude, na busca de ser feliz, obrigando o Benfica a defender e a saber sofrer. Somente aconteceram mais dois golos na segunda metade, um para cada lado, a equipa do Olivais ainda reduziu para a diferença mínima aos 24´por Gonçalo Farinha, mas o Benfica deu a melhor resposta aos 28´por intermédio de Zé Maria. O treinador do Olivais, Luís Alves ainda arriscou nos minutos finais no 5 para 4, com Pedro Ferreira a desempenhar e bem as funções de Gr avançado, mas os intentos de modificar o rumo dos acontecimentos de nada valeram, o Benfica em vésperas de assumir o seu compromisso europeu esteve sempre muito coeso, sólido, a saber defender, a ser pragmático e objectivo, vitória justa da melhor equipa em quadra.
UEFA CUP no canal BENFICA TV
Os jogos do grupo D da fase de Elite da UEFA Futsal Cup vão ser transmitidos única e exclusivamente no canal Benfica Tv. Os seis jogos da fase de elite vão ter quatro horas diárias na grelha de programação do canal, nos dias 13, 14 e 16 do mês corrente.
Domingo, Novembro 02, 2008
::: ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte I
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Polêmica no Grupo B do Mundial de Futsal. Derrota 'conveniente' da Itália diante do Paraguai revolta jogadores portugueses.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte II
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Confusão no intervalo da partida entre Brasil e Itália no segundo jogo da 2ª Fase. O tumulto começou por causa de uma discussão entre o jogador italiano Forte e o auxiliar técnico brasileiro Pipoca.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte III
Jogadores do Paraguai reagem e protestam com a equipa de arbitragem e com os seguranças após o golo polémico que deu a vitória da Russia por 5x4, no jogo da 2ª fase da Copa do Mundo de Futsal.
NUM GRANDÍSSIMO ESPETÁCULO DE FUTSAL, BELENENSES DERROTA SPORTING
Em dia de mais um dérbi lisboeta, da 4ª jornada do Campeonato FutSagres o Pavilhão Acácio Rosa em Bélem serviu de palco ao jogo que o Belenenses venceu o Sporting por 4 x 3, onde a indecisão do marcador permaneceu até ao apito final do arbitro, este que foi o prato principal da jornada, e que não deixou de corresponder ás expectativas. Candidatos ao título nacional, os “conquistadores” e “leões” proporcionaram um grande espectáculo, um encontro que terá deixado boa imagem da modalidade nas honras que teve de transmissão em directo no canal de público de televisão da SIC. Belenenses e Sporting enfrentam-se num grande espectáculo, repleto de emoção até ao fim, contando sempre com um público entusiasta e ao rubro. Se na véspera deste importante jogo, os técnicos Alípio Matos e Paulo Fernandes o disseram assim o fizeram melhor e cumpriram melhor, um derby entre duas grandes equipas e de enorme prestígio, ambos pretendentes ao título nacional, um recente e um outro crónico, justificando plenamente tal atributo. Ausentes da partida estiveram por parte do Belenenses Caio Japa, que se encontra a cumprir castigo disciplinar e de Bibi do Sporting, que apesar de ter estado no banco não foi opção para Paulo Fernandes.
Com uma primeira parte repartida, empate a 1 x 1 O Sporting com uma melhor entrada em jogo, fruto da sua postura atacante e de controlo do jogo, exercendo uma forte pressão á saida de bola do Belenenses para o ataque organizado, pressão essa que o Belenenses demorou a saber sair dela, o Sporting soube amarrar a equipa do Belenenses e armou-lhe uma enorme “teia” em sua volta. O Sporting controlou um terço do tempo do jogo da primeira metade, dominante, jogando, criou mais e melhores ocasiões para bater o excelente Gr. Marcão, que teve que intervir por diversas ocasiões (7 defesas), mas supreendentemente foi mesmo o Belenenses a criar a melhor oportunidade, aquela que até então foi a mais flagrante ocasião para abrir o marcador, decorrido que estavam dois minutos de jogo, Pedro Carry conseguiu arrancar pela ala direita e fugir ao seu adversário directo e ficar na cara do Gr Benedito, mas este fez um passe desplicente permitindo o corte por parte da defesa do Sporting, este foi mesmo um caso isolado pois o Sporting controlou, dominou e marcou, á passagem do minuto 11, por Djo, com um excelente remate e a bater toda a equipa do Belenenses, que a par de João Matos se revelam apostas ganhas por parte do Treinador Paulo Fernandes, contribuindo assim para que este tenha cada vez mais soluções no plantel. O Sportig que até então dominava o jogo a seu belo prazer, só encontrou uma forte reacção, e que que reacção após a excelente jogada que deu o empate para o Belenenses, por Jardel á passagem do minuto 15, tornando-se então o jogo mais vivo e intenso, com o Belenenses a dispor de várias oportunidade para se colocar na frente do marcador o que seria injusto pelo que o Sporting também fez, com o intervalo a chegar no empate 1 x 1.
19 minutos de equilibrio como nota dominante na segunda metade do jogo Esta segunda metade teve o equilibrio no jogo praticado por ambas as equipas, na posse de bola, nos remates em direcção ás balizas, nas soluções tacticas impostas pelos seus treinadores, excepto nas situações em que o Belenenses se organiza no 5 contra 4, com o Gr. Marcão a subir na quadra e nos golos marcados ao qual se refletiu no resultado final. A segunda metade foi mais viva que a primerira, e a isso se deve o facto de o jogo ter sido repartido por ambas as equipas, com ambas a procurarem em vencer o jogo e a almejar a conquista dos três pontos. O Capitão Drula colocou o Belenenses na frente do marcador 2x1, ao minuto 30, naquele que terá sido um dos momentos da tarde, um verdadeiro hino ao Futsal bem jogado, praticado e melhor concluído num soberbo golo, com Drula a ludribiar Café aplicando-lhe um “nó cego”, já isolado na cara de João Benedito ainda fez outra “magia”, aplicando um magnífico chapéu, que só parou no fundo das redes. A melhor resposta por parte do Sporting não podia ter sido melhor e na reposição de bola em jogo, a igualdade por joãp Matos, com a assistência de Deo, o equilibrio er a nota dominante, mas o Belenenses conta com uma arma muito forte a seu favor, o 5 contra 4, se já nos últimos 5´da primeira parte tinham sido os melhores, nesta tornaram a sê-lo, criando grandes embaraços á defensiva do Sporting, e criando inumeras situações de golo, assumido o risco, mas com a incerteza do marcador que tanto podia dar para um ou outro lado.
A vitória de 4x3 da ambição e do risco assumido pelo treinador do Belenenses, Alípio Matos Alípio queria ganhar, arriscava, e o que ao príncipio poderia pensar-se que teria sido um erro, revelou-se uma virtude. Alex desde a sua area interceptou um passe e conseguiu dar-lhe a melhor direcção, era o golo que dava vantagem n marcador ao Spoting com menos de um minuto para jogar. Belenenses na reposiçao de bola saí em desepero de causa na busca do prejuízo e tentar pelo menos minimizar, jogada de que foi parada pelo Gr. João Benedito, falta sobre Jardel (a 5ª por parte do Sporting), que o arbitro sancionou erradamente com amarelo ao jogador João Matos do Sporting poupando assim a expulsão ao Gr do Sporting, pela amostragem do segundo amarelo e consequente cartão vermelho, Diego concluí da melhor maneira para o empate, 3x3. Paulo Fernades, a menos de 20 segundos do fim arrisaca com Café a Gr volante, e com a bola de saída a seu favor, queria também ele sair vitorioso deste derby, esta ambiçao é de salutar no nosso campeonato, essa é a mentalidade para se conseguir o estigma das vitórias, mas o Sporting não conseguiu concluir a jogada e Café, travou o seu adversário em falta, era a 6ª do Sporting, com 9 segundos para jogar, Miguel Almeida foi para a marca dos 1º metros, era o homem em que recaiu toda a responsabilidade para colocar defenitivamente o Belenenses na frente, Cristiano ainda trocou com Benedito, mas seria Alípio Matos, hoje a ver a sua estratégia a ser coroada de exito, vitória do Belenenses por 4x3, que assim se mantêm no topo da classificação e ja leva seis pontos de avanço sobre o Sporting.
Declarações, do Técnico Alípio Matos “Tal como se prespectivava foi uma partida bem disputada, num excelente jogo, muito bem jogado, com emoção até ao fim, um espétaculo com golos, e bastante equilibrado. Arriscamos, assumimos o risco, primeiro fomos infelizes e depois fomos felizes ao sermos coroados de exito pela vantagem conseguida mesmo no fim da partida. Esta vitória é muito importante para o Futsal do Belenenses, para o seio do grupo. Estas duas equipas deram uma excelente mostra de qualidade e do Futsal que se pratica numa altura em que a nossa modalidade parece estar a perder o protagonismo que já teve.”
Terça-feira, Fevereiro 24, 2009
::: Ainda o Mundial...
Portugal partiu com ambição, cautela, mas no regresso trouxe uma enorme desilusão A nossa selecção chegou ao mundial de Futsal da FIFA Brasil 2008 com um currículo que é diga-se de passagem definitivamente bom, mas que em princípio não a reconhecia como uma das favoritas ao título. No entanto, bastava perguntar a qualquer um dos técnicos das equipes presentes para ouvir o nome de Portugal entre as favoritas na lista das equipas mais fortes que estiveram presentes. Trata-se de um respeito que foi conquistado pelos comandados de Orlando Duarte à base da qualidade evidenciada até mais do que de resultados. O melhor resultado foi mesmo a terceira posição no mundial da Guatemala 2000, e um dos grandes representantes dessa técnica apurada é o ala Ricardinho, de apenas 23 anos, que no Brasil fez a sua estreia em Mundiais. A estrela do Benfica não pôde ajudar na última edição do Mundial, que decorreu na China Taipei 2004, por se encontrar lesionado. Naquela ocasião, Portugal teve o azar de ter ficado no mesmo grupo na segunda fase com a Espanha e com a Itália, que terminaram, respectivamente, como campeã e vice-campeã do mundial. Outros jogadores em destaque e bastante experientes são o par formado por Arnaldo e Pedro Costa, jogadores com que a equipe contou para voltar a estar entre as melhores do mundo e tentar repetir o desempenho da Guatemala 2000, quando alcançamos o feito histórico de chegar às semifinais, e isso a tornar a acontecer já teria sido algo de muito positivo.
Uma das grandes razões porque todos acreditávamos numa bela prestação no mundial, foi pelo desempenho apresentado no último campeonato da UEFA, em novembro de 2007, que jogámos em casa, é verdade que ficámos fora do pódio, no 4º lugar, mas demos mostras de força, pois na semifinal, por exemplo, onde caimos diante da toda poderosa Espanha, que se sagrou campeã, claudicámos apenas na decisão por pênaltis, depois de um empate a 2. Não podemos falar de que houve excesso de confiança, é verdade que com o nível que o Futsal tem hoje, estar na Copa do Mundo de Futsal já é um feito louvável. A selecção essa não entrou em quadra com euforia, porque foi exatamente isso que já nos tinha traido no Mundial anterior. Por isso mesmo, antes de se pensar na possibilidade de atingir as semifinais, o que era preocupação para os comandados do técnico Orlando Duarte eram os rivais da primeira fase de grupos, Itália, Tailândia, Paraguai e os Estados Unidos.
Contá-mos com alguns jogadores jovens, sem a experiência necessária para a natureza desta competição, com espírito de grupo forte é certo, e a depositar-se tudo nos valores individuais da equipa, que poderiam fazer toda a diferença é verdade mas por outro lado a terem que “carregar” toda a responsabilidade em cima deles, era demais evidente que a equipa estava demasiado curta e desiquilibrada para dar prontas e melhores respostas á medida que ia sendo solicitada, (entenda-se os jogos).
Temos tudo para chegar longe, mas sabemos que é preciso laborar muito e arduamente, e se alguém terá que ser questionado pelos resultados é a Federação e a sua estrutura, “nós” (todos), temos mais 4 anos pela frente até ao próximo mundial e começarmos bem é essencial, dar todas as condições á comissão técnica da selecção é fundamental, melhorar o nosso sistema e padrão de jogo em termos táticos também, porque a evolução técnica que a modalidade vive é constante, estruturar a formação e preparar mentalmente os nossos jovens jogadores para confrontos destes no futuro, pois este é o momento das decisões, e de muita importância para o Futsal, que já teve dias melhores.
Portugal vence com dificuldade o Paraguai na estreia Na sua estreia na Copa do Mundo de Futsal da FIFA Brasil 2008 no Grupo B, Portugal bateu o Paraguai por 3x2, num jogo emocionante. O jogo esse foi intenso, com o Paraguai a ter mais posse de bola. O ataque paraguaio, no entanto, parou sempre nas mãos do seguro guarda redes João Benedito. Enquanto isso, Portugal jogou de maneira simples, chegando á baliza adversária em dois ou três passes. O primeiro golo do jogo surgiu de um contra-ataque, com Pedro Costa, a finlizar a jogada aos 2'. Os paraguaios insistiram e empataram com um remate de José Rotella aos 8'. Até o final da etapa, as duas equipas lutaram muito, mas não conseguiram marcar. No segundo tempo, Portugal tornou-se a adiantar no marcador, com um golo de Arnaldo, que, depois de uma excelente jogada entre Ricardinho e Pedro Costa, ficou livre e só teve que empurar para o golo. O Paraguai não desesperou e aproveitou um erro na saída de bola para empatar com um golo de René Villalba. Mas o golo que deu a vitória chegou por intermédio de Arnaldo, aos 38'.
Portugal deixa a Itália levar a melhor A Itália passou por Portugal por 3x1 e ficou a um passo da classificação para a segunda fase da. Os dois começaram a partida com rapidez e precisão na condução da bola, tentando abrir espaços para rematar á baliza. Nesse ritmo, Portugual acabou por sempre mais perigoso, principalmente por Ricardinho e Arnaldo. A Itália entretanto equilibrou o jogo. Porém enfrentarmos dois problemas, a grande exibição do guarda redes Alexandre Feller e as faltas acumuladas, que depois da quinta falta, foram batidas duas da segunda marca de pênalti, sem barreira, e uma delas deu mesmo origem ao golo com que se abriu o placar. O segundo tempo continuou intenso a Itália preveligiou a posse de bola e arriscou somente o necessário, enquanto que Portugal pretendia tomar a iniciativa do jogo, mas sem querer se expor demasiado. Com oprtunidades repartidas de ambos os lados, se Alexandre Foglia ficou cara a cara com João Bendito, que este levou a melhor, do outro, Bibi rematava á trave. Além de Feller, que foi uma autêntica muralha, Portugal foi traído por uma Itália que teve a sua melhor arma, nos livres directos, Grana, aos 34', e Assis, aos 37', definiram a vitória azzurra. O golo de honra por Ricardinho, aos 39', foi um prémio justo para um dos melhores jogador de Portugal.
Portugal venceu num jogo fácil e bem conseguido Portugal goleou os Estados Unidos por 7x1 e chegava mais perto da classificação para a próxima fase. Começamos muito bem o jogo, com velocidade e jogadas bem construídas. Foram 7 minutos de domínio absoluto, em que conseguiamos abrir a vantagem no marcador com duas assistências de Arnaldo e dois golos de Leitão. Portugal manteve a intensidade, mas não foi tão preciso. Nesse lapso, os Estados Unidos esboçaram uma reação, que resultou somente em algumas defesas isoladas do guarda redes João Bendito. No ínicio do segundo tempo, porém, já aumentávamos o “score”, com Gonçalo a rematar após um ressalto, á saída da área e ampliava para 3x0. O placar, a partir daí, disparou. Leitão devolveu o passe para Arnaldo, que fez o quarto do jogo, e Ricardinho, sem olhar, deixou Leitão sozinho para marcar o seu terceiro golo do jogo. Com este resultado, os Estados Unidos ficava sem chance de passar a proxima fase, e Portugal ia até Brasília para jogar contra a Tailândia, no último confronto da primeira fase, para tentar assegurar a classificação, a depender de terceiros.
Portugal vence, mas não chega para seguir em frente, numa tremenda decepção Mesmo derrotando a Tailândia por 3x2, obtendo 9 pontos Portugal não conseguia a vaga para a segunda fase de grupos. Itália, Paraguai e Portugal ficavam com nove pontos cada no Grupo B, mas a diferença de golos entre os três foi nos desfavorável. O confronto foi bastante equilibrado, com repartiçao da posse de bola. O primeiro golo surgiu dos pés de Arnaldo, o artilheiro mor da equipe. Quando parecia que os comandados por Orlando Duarte dominariam a partida, os tailandeses organizaram-se e começaram a luta de igual para igual, e o empate chegou por Eakapong Suratsawang com naturalidade. No seguno tempo Portugal acusava e entrava um pouco nervoso, parecia estar desorganizada, e a Tailândia não soube aproveitar. Israel superava Somkid Chuenta e ainda fez o 2x1, devolvendo a confiança á equipa, mas os tailandeses, bem comandados pelo espanhol Jose Pazos não desistiam e marcavam, para o empate por Panuwat Janta aos 37'. Cardinal mesmo ao soar da buzina ainda fez a sua parte, mas não foi suficiente o resultado de 3x2, era insuficiente e não garantia a classificação, que tal como os tailandeses, voltaram ambos pra casa.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009
::: Mundial de um Brasil campeão dos números e dos factos O Brasil assumiu o compromisso de organizar e vencer o “Mundial” desde que o Paulo César de Oliveira, mais conhecido por “PC”, assumiu o cargo de treinador/seleccionador, alguns concerteza ponderaram se ele ia até ao fim!. Homem de personalidade forte, capacidade de comando, culto e de muitos projectos. Nada acontece por acaso, senão veja-mos o trabalho que foi feito desde a organização, de metedologias que teve de ser iniciado, preparado e melhorado á medida que o projecto a que todos se proposeram ia encurtando distâncias no tempo para o objectivo comum e final. Exemplos disso mesmo foi a mudança na preparação física, contratação de uma psicóloga, de uma equipe médica ao mais elevado nível, nutricionista, fisioterapeutas, entre muitas outras. Em alguns momentos nem tudo terá sido perfeito, mas o equilibrio necessário e a aprendizagem constante tiveram sempre que estar presente, para se preparar uma selecção ao mais alto nível, o resultado esse, foi o mais importante, o que deu visibilidade a tudo que foi feito, com a obtenção do tetra pelo Brasil, asim o excelente trabalho do “PC” virou modelo para todos, os jogadores, os dirigentes, os treinadores, os professores, os atletas, os familiares dos atletas, afinal para todos, e sabem por quê? Porque hoje existe um modelo, uma metodologia, um trabalho que deve ser copiado, e até melhorado, trabalho esse conquistado com humildade, com quebra de paradigmas, com discussão, com discordias, mas sempre com respeito. Eu particularmente fico muito feliz por ver que se consolidam cada vez mais processos para se chegar cada vez mais ao profissionalismo, de termos, hoje dirigentes cada vez mais exigentes e profissionais, comissões técnicas muito mais bem preparadas, a comunicação social sempre a melhorar e cada vez mais especialaizada, e as pessoas cada vez mais interessadas em aprender Futsal. O Brasil tecnicamente, e falo em “matéria humana”, têm dos melhores executantes, e não é de hoje é de sempre, mas o que lhe faltou nesse interregno de 12 anos, em que não conseguiu ser campeão mundial foi esse comprometimento de se empenhar e empregar toda essa determinação profissional, esse planeamento e sobretudo essa estrutura organizativa.
Com a responsabilidade de analisar os resultados de uma final em que vi o Brasil tornar-se tetra campeão, onde a Espanha perdeu o título máximo mundial, num jogo onde os números estatísticos traduzem a superioridade do Brasil que teve 61% de posse de bola, enquanto a da Espanha foi de 39%, foram 47 os remates do Brasil, contra 30 da Espanha. Registe-se que o Brasil venceu todos os nove jogos disputados, enquanto que a Espanha, além de não conseguir vencer o Brasil na final, também não conseguiu suplantar o Irão, no jogo de estreia. Nesse diapasão, registe-se que o Brasil marcou 66 golos e sofreu 8, apresentando um saldo de 58 golos, enquanto que a Espanha fez 29 golos e sofreu 11, apresentando um saldo de 18 golos, a diferença do Brasil é de 40 golos a mais que a vice-campeã Espanha. Os prémios individuais outorgados pela FIFA, dois deles foram atribuídos a atletas brasileiros, o de melhor jogador a Falcão, e o de melhor guarda redes a Tiago.
A par de todos estes factos e números acresce de realçar que, neste Mundial de 2008, as quatro equipes finalistas, Brasil, Espanha, Itália e Rússia contaram com um total de 56 atletas dos quais 33 deles nascidos e formados no Futsal brasileiro, na era da globalidade. Ou seja, 58% eram atletas nascidos no Brasil, contribuindo para que o Brasil se coloque no ápice da pirâmide do Futsal mundial.
De outra parte, o Brasil como país sede do Mundial de 2008, deu uma prova cabal de maturidade desportiva e organizativa, não só cumprindo o caderno de encargos da FIFA, mas tornando este um dos melhores de quantos mundiais de Futsal já realizados, senão mesmo um dos mais mediaticos, sendo transmitido que foi para 197 países.
Anfitriões dominam o torneio e encantam os fãs Quando Vinicius, o capitão da Selecção, levantou o troféu da Copa do Mundo no dia 19 de outubro de 2008, a missão estava cumprida, o Brasil era campeão mundial pela quarta vez na história dos Mundiais. Foi um torneio formidável, que a equipe do técnico Paulo César de Oliveira jogou em “casa”. Desde o início, a constelação de “Estrelas”, brilhou e dominou a competição, vencendo todas as sete partidas das duas fases de grupos e chegou ao fim com um saldo de 58 golos marcados e apenas 4 sofridos. Falcão e companhia também ditaram o ritmo de jogo na semifinal contra a Rússia e não deixaram dúvidas sobre quem chegaria à final. Somente na última partida, na qual os brasileiros enfrentaram a grande rival, a detentora do título Espanha, os anfitriões não conseguiram vencer no tempo regulamentar, decidindo a partida na disputa dos pênaltis diante dos seus fãs entusiastas e apaixonados em pleno Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Prémios para o Brasil A verdadeira força do novo campeão mundial ficou evidente nas estatísticas e também nos prémios individuais. Os três melhores jogadores da Copa do Mundo foram Falcão, Schumacher e Tiago, todos do Brasil. Além disso, Falcão e o seu companheiro de equipe Lenísio garantiram ambos as Chuteiras de Prata e de Bronze adidas ao terminarem como segundo e terceiro melhores artilheiros, Tiago foi eleito o melhor guarda redes. A vice-campeã mundial Espanha também merece grande respeito, uma vez que a equipe do técnico Venancio Lopez foi a única que conseguiu nos 40 minutos regulamentares opor-se ao Brasil. Depois de dois títulos mundiais consecutivos, os espanhóis que contaram com Javi Rodríguez, Kike e Marcelo em bom plano ficaram na vice posição ao perder na disputa dos pênaltis por 3 x 4. O capitão Rodríguez ergueu pelo menos um troféu, o da FIFA Fair Play, já que a Espanha foi a equipe com o melhor comportamento disciplinar de um total máximo de 1000 pontos de “Jogo Limpo”, a equipe do técnico Venancio Lopes marcou 914, terminando o torneio como a selecção mais disciplinada.
Irão e Rússia demonstram evolução, e poderão atingir o topo brevemente As selecções do Irão e da Rússia foram as grandes surpresas pela positiva. O campeão asiático não chegou à semi-final por apenas um golo de diferença e acabou por ceder a vaga à Itália. O capitão Vahid Shamsaee foi o jogador de destaque dos asiáticos e foi selecionado entre os melhores pelo Grupo de Estudos Técnicos da FIFA entre os dez melhores jogadores da competição. Também o seu companheiro de equipe, Mostafa Nazari, impressionou e terminou como segundo melhor guarda redes da competição. A Rússia evoluiu sob o comando do técnico Oleg Ivanov para se tornar uma equipe de alto nível. Os europeus do leste foram derrotados pelo Brasil na semi-final e perderam a disputa do terceiro lugar para a Itália. Porém, entre os seus jogadores estão o artilheiro da competição, Pula, que obteve 16 golos na competição e o excelente Vladislav Shayakhmetov, provando que sua selecção pertence à elite do Futsal mundial. Na próxima Mundial, daqui a quatro anos, a Rússia deverá ir ainda mais longe, estejamos atentos a sua evolução e prestação.
Continuidade e afirmação da Itália A Itália, vice-campeã mundial em 2004 e vice-campeã europeia em 2007, ficou mais uma vez entre as quatro melhores equipes da competição. Foi derrotada somente nos últimos segundos do prolongamento na semifinal contra a sua grande rival européia, a Espanha. O destaque recai no guarda redes de 37 anos Alexandre Feller, no capitão Grana e no talentoso Adriano Foglia, que foram os jogadores mais importantes da Squadra Azzurra.
Bons começos, as revelações e desilusões Outros participantes da Copa do Mundo tiveram um bom começo no torneio. República Tcheca, Líbia, Tailândia e Cuba tiveram seus momentos de brilhantismo, mas precisam trabalhar ainda mais duro no futuro para poder competir com a elite do Futsal mundial. Por outro lado, algumas mostraram evolução e outras equipas mantiveram o nível a que já nos habituaram, mantendo a regularidade, como a Ucrânia, por exemplo, que se classificou num grupo que contava com a Argentina, o vice-campeão africano Egito e a campeã da CONCACAF, a Guatemala. O Elogio merecido à Guatemala, que foi considerada uma das maiores surpresas do torneio, pelo seu desenvolvimento, onde se destaca o seu guarda redes Carlos Mérida, embora os centro-americanos não tenham conseguido a qualificação para a segunda fase de grupos, a equipe do técnico Carlos Estrada, que têm realizado um excelente trabalho, mostrou ter dado grandes passos na direção certa, deixando boas indicações para um futuro muito próximo. Portugal e Argentina não terão boas memórias deste Mundial para recordar. Os argentinos não puderam ficar satisfeitos ao não se classificarem para as semifinais, especialmente depois de conquistar o quarto lugar em 2004 na China Taipei, e Portugal porque deixou a competição na primeira fase de grupos, falhando o objectivo e a ilusão com que partiram para o torneio, ao de não conseguir repetir os sucessos de anteriores campeonatos mundiais e europeus.
Distinção individual para os melhores jogadores Bola de Ouro adidas: Falcão (BRA)
Bola de Prata adidas: Schumacher (BRA)
Bola de Bronze adidas: Tiago (BRA)
Público total 292.161
Média de público 5.217
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Domingo, Fevereiro 22, 2009
::: Falcão, o Ícon do Futsal Mundial Alessandro Rosa Vieira, nome de baptismo, ou simplesmente Falcão é um homem feliz, realizado e completo, assim se definia passados poucos minutos após o fim do jogo que coroava o Brasil como tetra campeão mundial, Falcão afirmou e declarou perante a imprensa que, "Agora estou realizado". Depois das frustrantes derrotas para a Espanha na Guatemala 2000 e na China Taipei 2004, o ídolo máximo do Futsal brasileiro conseguiu conquistar a sua primeira Copa do Mundo da FIFA no Brasil e coroar-se como o melhor jogador da competição, eleito pela FIFA, mas onde a comunicação social brasileira teve um enorme peso, obviamente ser campeão em “casa”, e ser dos poucos jogadores presentes que joga no Brasil, é juntar o útil ao agradavél, mas que entre os agentes do Futsal Brasileiro, e era de consenso entre todos de que o eleito teria sido outro jogador.
Apesar do famoso camisa 12 da selecção brasileira ter ganho a Bola de Ouro pela segunda vez consecutiva, e fazendo uma analize á sua prestação nos 9 jogos que o Brasil disputou no Mundial até á final. Falcão nunca fez parte do cinco inicial do treinador “PC”, mas foi sempre suplente utilizado em todos os jogos, tendo feito o gosto ao pé em 6 deles, na primeira fase da prova marcou em todos os quatro jogos, Japão (1, de penalty), Ilhas Salomão (6), Rússia (2) e Cuba (1, de penalty), na segunda fase só marcou contra a Ucrânia (3), e despediu-se dos golos na semi final diante da Rússia (1), ficando em branco na final que disputou com a Espanha, não tendo para o efeito estado na marcação dos castigos máximos com que se decidiu a final, foi claramente um jogador de equipa, soube acatar as ordens do seu líder, esteve em prol do colectivo e terá sido esse o grande segredo para tanto sucesso pessoal. E como só isso fosse pouco, ainda teve a cereja no topo do bolo ao conquistar a “Chuteira de Prata”, como vice artilheiro da competição com 15 golos, atrás do jogador Pula da Rússia. Falcão seguia este desejo em jejum, desde á 12 anos para cá, comentou que ainda pretende jogar mais uma Copa do Mundo, terá então 35 anos.
Falcão atinge a marca de 254 golos em 156 jogos Os 15 golos marcados no Mundial, fizeram com que o ala Falcão chegasse à marca dos 254 gols com a camisa da selecção brasileira em 156 jogos disputados. O maior goleador da história do Brasil é outro grande jogador Manoel Tobias, que balançou as redes 281 vezes. As marcas e os números são incontestáveis, mas nada disso ia valer se não conquistasse o título mundial. O currículo do Falcão é bom, o seu primeiro título pela Selecção, foi a Copa América de 1998, ele que já têm vários prémios individuais, mas tinha um buraco, que era esse título mundial na sua carreira.
Falcão expande na Internet a sua fama No sítio “Youtube”, de exibição de vídeos, os internautas se utilizar os termos de busca "Falcão" e "Futsal", vão encontrar as suas melhores jogadas, e golos. Estes e outros tantos marcados em toda a sua carreira. São mais de 600 ocorrências, provavelmente todas com as jogadas mais bonitas do ala. Com a facilidade que hoje existe na comunicação pela internet, Falcão facilmente ultrapassou as fronteiras do Brasil e ficou famoso em todo o planeta pelas suas fantásticas jogadas e golos.
A "lambreta" é a sua marca pessoal A impressionante lambreta, lance em que o jogador dá um lençol no adversário depois de levantar a bola com os calcanhares, esta que é a marca registada do ala. A torcida adora, no Futsal, são muitos poucos os que ousam fazer e virou uma marca pessoal. Um facto curioso, e que se pode constatar nos jogos agora disputados no mundial,é de que os próprios jogadores sabem quando o ídolo pega na bola, pela euforia que a trocida faz, pois todo o mundo se levanta e entoam por vezes cânticos, quando ele solta a bola, todo mundo senta.
Passagem pelo “Futebol” Em 2005, Falcão teve a única experiência no futebol de onze ao serviço do São Paulo.
Sem grande sucesso, o jogador referiu que as condições climáticas são a grande diferença. “O Futsal é jogado em ginásios cobertos, sem o efeito do vento, chuva e calor. Mas não vejo a minha passagem pelo futebol de onze como um falhanço ”, sustentou.
Ícon do Futsal Mundial O brasileiro é um verdadeiro ícon no seu país e reconhecido internacionalmente por todos os amantes do Futsal. Além de um “Centro de Treinamento Falcão 12”, onde as actividades desenvolvidas são o Futebol e o Futsal. Falcão tem ainda uma linha de roupa desportiva.
O sitio do craque, http:/www.falcao12.com, que é visto por milhões de internautas.
Perfil Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido por Falcão, é do signo gémeos, nasceu em São Paulo a 8 de Junho de 1977, actualmente com 31 anos. Tem 1,77m, pesa 74 kg, calça o número 41 e joga preferencialmente com o pé esquerdo. É casado, e tem dois filhos. Joga desde 2005 na equipa de Futsal na “Malwee/Jaraguá”, Jaraguá do Sul, Santa Catarina cidade onde actualmente vive.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Sporting arranca uma vitória a “Ferros” 4-3 (0-3), do orgulho ferido num jogo de emoções fortes entre habituais candidatos ao título
O Pavilhão Paz e Amizade foi o palco de um grandíssimo jogo da 10ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão entre os sempre candidatos ao título. Aquela que já é considerada uma das piores inicio de época no que ao campeonato diz respeito, e de que não há recente memória, o Sporting venceu o Freixieiro por 4-3 (0-3), e obteve a sua quinta vítória alcançando agora a 6ª posição da tabela classificativa com 14 pts.
Numa partida em que o Sporting tinha como objectivo e quase como que obrigação de regressar às vitórias, depois de dois desaires consecutivos, nas derrotas com o Modicus-Sandim (3-4) e com o Olivais (7-4). O conjunto leonino recebia um crónico candidato ao título, num encontro em que se sentia altamente pressionado pela escassez de resultados positivos, ao qual não é habitual acontecer, com um Freixieiro a subir de rendimento jogo após jogo, a experiente formação comandada por Joaquim Brito tentou jogar com esse factor a seu favor para dar continuidade ao bom momento que vem atravessando. Joaquim Brito montou tal como á duas jornadas atrás quando visitou Lisboa para defrontar o Benfica, no empate que obteve, tento aplicar a mesma estratégia de jogo, rigor defensivo com a sua primeira linha muito recuada e sempre na espreita do erro do adversário, lançando sempre rápidos e perigosos contra-ataques. Ausentes do jogo estiveram o guarda-redes Cristiano do Sporting e do pivot Wilson por parte do Freixieiro, ambos por lesão.
Um Freixieiro de tremenda eficácia, que soube explorar ao máximo a intranquilidade do conjunto leonino Foi um Sporting a querer tomar conta do rumo dos acontecimentos desde o ínicio, tendo a primeira situação de perigo saído dos pés de Bibi aos 2 minutos de jogo, com o capitão Zézito na assistência, que hoje regressou ao cinco inicial da formação liderada pelo treinador Paulo Fernandes. Mas era vísivel que o conjunto do Sporting estava intranquilo, nada saía bem, faltando-lhe a pontinha de sorte que ás vezes faz toda a diferença, e eis que na primeira grande situação criada pelo Freixieiro o golo inaugural da partida, num livre sobre Cardinal descaído na ala esquerda, que o próprio cobrou, descobriu Luís Silva solto sem marcação na area, que perante o guarda-redes João Benedito só teve que a desviar deste. Era um mau começo do Sporting e sem que o adversário tivesse criado situações de iminente perigo até ao momento, ganhava vantagem, o Freixieiro levava perigo ao saber aproveitar os sucessivos erros cometidos pelo Sporting que se ia precipitando á medida que o tempo passava, tornavam-se impacientes, foi notória e vísivel a total desconcentração deste grupo de trabalho ao longo da primeira metade do jogo, aos 4 minutos Néné desperdiçou ao atirar ao lado após um roubo de bola de Cardinal que percorreu o campo todo, o Sporting esse tinha a posse de bola e finalizava algumas jogadas, mas sem sucesso, como foram os sucessivos remates de Alex, Bibi e Café. O Freixieiro ia tornar a marcar á passagem do minuto 7, numa insistência de Néné que sobre a ala direita atirou forte e colocado supreendendo o guarda-redes João Benedito. Paulo Fernandes de imediato pediu o seu desconto de tempo, pois nada saia bem, a eficacia era nula perante as inumeras situações de perigo que a equipa criava, a dita tal “sorte” que também não têm tido e que tanta falta lhes têm feito e de que Paulo Fernandes fez questão de sublinhar e realçar nas declarações finais do jogo, concerteza ele pediu tranqulidade no jogo da sua equipa mas essa teimava em não aparecer, a falta de concentração era demasiado vísivel na marcação de um livre directo, que a sua equipa teve a seu favor e do qual não soube tirar o melhor proveito colocando a bola directamente pela linha lateral, onde a equipa de Paulo Fernandes costuma ser forte nestas situações de jogo, sendo mesmo um dos factores de desiquilíbrio em muitos dos jogos, mas nada lhes saia bem. O Sporting continuava com a sua constante rotação de jogadores, tentando tirar algum “coelho da cartola”. A meio da primeira metade era mesmo o melhor periodo de jogo por parte do Sporting, em que conseguiu encostar o Freixeiro atrás, onde lhes ia valendo o seu guarda–redes Piu com várias defesas de recurso, foram 5 minutos do melhor Sporting, com o Freixierio a limitar-se somente a defender e sem conseguir sair para contrariar, somente conseguindo rematar de novo à baliza do Sporting à passagem do minuto 13, sem que levasse perigo, mas o Sporting era uma equipa que começava a arriscar em demasia num um para um, assumindo esse risco muito cedo na partida.
Protestos e nervos à flor da pele E se o guarda-resde João ja tinha visto um amarelo por ter saido da sua area para interceptar a bola sem êxito derrubando o adversário em falta aos 3 minutos, também Davi o fez aos 16 minutos sempre em situações em que os jogadores do Freixieiro saiam em grande velocidade e com muito perigo, mas como não á duas sem três a cena repetiu-se, e aos 17 minutos, novamente Benedito e Cardinal envolvidos no lance em que o jogador do Freixieiro ganha a bola e saiu rápido em zona frontal direito á baliza do Sporting, que foi interceptado pelo guarda redes do Sporting a meio do seu meio campo, lance que foi interrompido pelo árbitro internacional António Cardoso, que marcou falta ao lance “dividido” entre os dois, falta a favorecer o Freixieiro, e sancionando com o respectivo segundo cartão amarelo e por via disso o consequente cartão vermelho, interpretando que o guarda redes do Sporting terá cometido o carrinho deslizante, passível de falta. Os protestos por parte da equipa do Sporting não se fizeram esperar e foram demais evidentes com a equipa de arbitragem, os nervos ficarm mesmo à flor da pele, o Sporting esse jogou 2 minutos reduzido a quatro, com o guarda redes suplente Sandro a tomar o seu lugar na baliza sem que o Freixieiro conseguisse ampliar a vantagem, sem conseguir tirar proveito dessa vantagem, o de estar com mais um jogador em campo. No Sporting o conjunto estava num turbilhão e os protestos com a equipa de arbitagem sucediam-se, com o secretário técnico a ter ordem de expulsão ao minuto 18 pelo árbitro Ricardo Eufrásio por este discordar e contestar vivamente a dupla de arbitagem. Com o Sporting a ter novamente a equipa reposta, e á falta de 19 segundos para jogar Alex de forma algo displicente e ingenua, mas fruto da intensidade com que queria alterar o rumo dos acontecimentos faz falta no seu meio campo sobre Ivan, era a 6ª falta do Sporting, que o talentoso Cardinal não desperdiçou, fazia o 3-0 com que se atingia o final da primeira metade do jogo, premiava a eficácia do Freixieiro, mas demasiado penalizador para o que o Sorting fez, era um Sporting de cabeça perdida este que foi para o baleneário.
Um Sporting de orgulho ferido, com “Deo” a desiquilibrar O treinador Paulo Fernandes, teve certamente um dos seus “10 minutos” mais preciosos como condutor de homens que é, fez valer a sua experiência que conquistou ao longo destes anos, conhecedor que é da instituição que representa terá apelado ao orgulho de todos os seus jogadores e estes melhor o interpretaram, que grande segunda metade deste Sporting que se transfigurou por completo como se do dia para a noite se trata-se e onde teve um iluminado “Deo” que deu um verdadeiro recital de bom Futsal, grande jogo, jogadas individuais, velocidade, assistências, remates e um golo. Foi um Sporting que em 8 minutos virou o resultado, de 0-3 para 4-3, onde sobressaiu a capacidade atlético ou física, é verdade que o treinador Joaquim Brito parecia algo limitado pelas opções que ia gerindo do seu banco e que se tornaram mais evidentes na segunda metade, utilizando somente 7 jogadores de campo, com o jogador Ricardo a entrar quando já se encontravam em desvantagem no resultado. O Sporting conseguiu ser paciente ao contrário da primeira metade, teria que virar o rumo dos acontecimentos, e as coisas estavam-lhe adversas, era um Sporting rematador, Piu ia conseguindo evitar, mas a pressão exercida pelo Sporting era constante e forte, adivinhava-se que a qualquer momento o Sporting podia reduzir. O treinador do Freixierio pedia então para que a sua equipa subisse toda ela no campo para pressionar também á saida de bola do Sporting na tentativa de sair do sufoco que estava, e foi nesse preciso momento que o Sporting conseguiu aproveitar todo esse espaço livre nas costas do adversário, com Deo a dar ínicio á espetacular recuperação, descobrindo Alex sem marcação na ala oposta, reduzindo aos 28 minutos. O Freixieiro tal como o Sporting era obrigado a cometer muitas faltas, algumas delas sancionadas com acção disciplinar tal o ritmo que a partida se encontrava, o Sporting era total dominador da partida, o Freixieiro nunca conseguiu parar o endiabrado Deo, que aos 32 minutos reduzia para 2-3, após varios remates, numa excelente jogada que passou por todos os elementos de campo, o Sporting acreditou que era possível, era um outro Sporting este. Joaquim Brito tentou mesmo com o seu desconto reorganizar a equipa para definir a melhor estratégia, mas se na primeira metade os seus jogadores mais influentes tinham feito toda a diferença, como Cardinal, Néné e Luis Silva, nesta segunda metade fruto também do desgaste físico a que eram submetidos e da supreendente reacção do Sporting ficaram ofuscados sem conseguirem contrariar a estratégia de Paulo Fernandes. E sem que pudessem esboçar qualquer reacção volvidos 2 minutos o golo do empate, novamente Deo na jogada para novo golo de Alex. Entrava-se nos restantes 5 minutos com ambas as equipas tapadas e penalizadas com a 5ª falta, se na primeira metade houve um erro comprometedor para o lado do Sporting, eis que Cardinal imitou e fez uma falta atacante no meio campo adversário aos 36 minutos, o especialista Paulinho chamado para a cobrança não desperdiçou da marca dos 10 metros batendo o guarda-redes Piu, que nada pode fazer e colocou o Sporting pela primeira vez na frente do marcador, o que era justo pelo desenrolar dos acontecimentos. O Freixierio arriscou então no 5 para 4, com Piu a integrar os lances ofensivos da sua equipa, rematando por duas ocasiões, mas com o guarda-redes Sandro a corresponder em bom plano, ele que só sofreu um golo e na marcação de um livre da marca dos 10 metros. O Freixieiro ainda reclamou dois lances sobre Cardinal, de pertensa falta do adversário sem que a dupla de arbitagem sanciona-se qualquer um deles apesar dos fortes protestos que se fizeram sentir a partir do banco de suplentes.
Num grande jogo de Futsal, com duas partes distintas onde o Sporting regressou ás vitórias depois de dois desaires consecutivos.
Declarações de Paulo Fernandes: “Depois do que passámos nas últimas semanas, e no futuro que nos foi equacionado, esta equipa demonstrou o caracter que têm, temos tido falta de sorte. Este é o Sporting que toda a gente conhece, quem nos fez o funeral vai ter a resposta á missa de sétimo dia. É verdade que com os resultados que obtemos até aqui condiccionamos de alguma forma o nosso futuro, mas ainda vamos a tempo de alcançar o objectivo final. Esta segunda parte foi maravilhosa, os meus jogadores foram excelentes, a vitória é importante para levantar os índices de confiança, depois do jogo anterior ter sido demasiado intenso, e desgastante a todos os níveis, acredito que vamos chegar longe.”
Declarações de Joaquim Brito: “Uma partida bem disputada, o vencedor não foi justo, na primeira parte fomos superiores, tivemos sucesso e venciamos por 0-3. Na segunda parte o Sporting foi melhor e o Deo desiquilibrou, tivemos dificuldades em tapar o Deo. A minha equipa teve receio de ganhar, após ter chegado ao intervalo com uma vantagem confortável e de sabermos as dificuldades que o adversário tinha. Tivemos um erro e esse erro infantil saiu-nos caro. Um jogo fantástico que serviu de propaganda para a modalidade para quem acompanhou aqui no pavilhão e pela net. Demonstrá-mos ter atitude acredito nos meus profissionais."
FUNDAÇÃO-BENFICA INTERROMPIDO A partida entre Fundação Jorge Antunes e Benfica foi interrompido ao intervalo, devido à falta de condições do pavilhão dos vizelenses, causado pelas condições climatéricas e que deixarão a marca efeito no piso do pavilhão, segundo a organização do jogo FPF e árbitros ambos decidiram interromper o jogo por falta de condições, protegendo o espetáculo e a integridade física dos jogadores. Perante esse facto, as direcções dos dois clubes reuniram-se após interromper o jogo. A Fundação vence por 1-0, com um golo de Mide, ao intervalo e no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 18:00h, será retomada a segunda parte desse jogo.
9ª jornada, Fundação J.A. x Benfica
Fundação leva vantagem ao intervalo (1-0) Numa meia partida entre candidatos ao título, que foi interrompida ao intervalo, sem que se desse ínicio a segunda metade da partida devido às más condições do piso, os árbitros António Cardoso e Ricardo Eufrásio assim como o dirigente responsável pela organização do jogo da FPF, tomaram a decisão da partida ter que ser interrompida. Esta que era o jogo de maior destaque até ao desfecho da 9ª jornada.
Fundação e Benfica mediram forças, num jogo onde estiveram duas das melhores formações do campeonato, as duas melhores defesas até ao momento com apenas 11 golos sofridos, entre o 1º (22pts) e 3º (17pts) classificado, com dois grandes técnicos, Paulo Tavares já com uma longa experiência de 1ª divisão, conseguindo ano após ano estar sempre presente na luta dos lugares cimeiros do campeonato, estando a realizar e a desenvolver um trabalho fantástico sobretudo a nivel da formação, e André Lima um ainda jovem técnico mas com um futuro promissor pelas boas indicações que têm dado e deixado até ao momento. Um jogo onde a qualidade dos intervenientes não deixa duvidas quando ao jogo que poderiam propocionar, ou seja um agradável jogo de Futsal. Foi um partida extremamente disputada, onde a Fundação se apresentou ligeiramente melhor que o Benfica, fruto da sua atitude mais ofensiva e de ter feito uma alta e intensa pressão com a sua primeira linha logo na saida de bola por parte do Benfica, sem que este soubesse reagir e não encontrando nunca o antidoto para sair desta estratégia bem montada por Paulo Tavares, que geriu a sua equipa e a doseou para o esforço físico exigido, fazendo trocas alternadamente de 4 por 4, e em ambos os “time out”, pedia sempre aos seus jogadores para serem solidários e para continuarem com muito rigor defensivo, destacando-se o seu colectivo pelas várias e bonitas jogadas que tiveram, mas com um sinal mais para o seu jogador Divanei que é o grande estratega e o desequilibrador desta equipa, actualmente o melhor artilheiro do campeonato. André Lima que esta época ainda não contou com o plantel à sua disposição a 100%, e que neste jogo se viu novamente privado devido a lesão dos jogadores João Marçal e de César Paulo, e não tendo outro jogador de características semelhantes ao deste pivot, para poder adoptar outro sistema de jogo ou solução, fica algo limitado e com um banco sem muitas opções, Gonçalo que ainda não estará fisicamente nos índices desejados após longa ausência por lesão, André Lima neste jogou só utilizou 7 jogadores de campo, mesmo assim o Benfica repartiu a posse de bola com a Fundação e teve jogadas que também levaram algum perigo á baliza adversária, Arnaldo o jogador em melhor forma deste Benfica e que mais vezes levou perigo e mais rematou á baliza do sempre seguro Victor Hugo, que a par de Bébé estiveram muito bem, no entanto sem poder evitar o golo de Mide aos 14 minutos, que isolado perante Bébé, só teve que recortar e desviar deste para rematar para o golo, lance que nasceu da grande pressão de que tanto Paulo Tavares queria e desejava, João Leite que consegue ganhar a bola ao desemparado Pedro Costa, que se viu perante a pressão de dois adversários perdendo no erro o lance. Jogo onde alguns factores fazem a diferença, como os erros, as transições e a capacidade física de cada equipa. Prevê-se que o que ainda falta para disputar do jogo seja emocionante com a incerteza do resultado até ao apito final.
Ficha do Jogo
Fundação J. A. Cinco inicial: Victor Hugo [gr], Divanei, Eskerda, Mide e João Leite.
Jogaram ainda: Fábio Aguiar, Gabri, Fábio, e Marinho.
Treinador: Paulo Tavares
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Zé Maria, Pedro Costa [Cap.], Arnaldo, e Ricardinho.
Jogaram ainda: Gonçalo Alves, Pedrinho e Rogério Vilela
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 14’ | Mide
Disciplina Cartão amarelo a Gonçalo Alves e a Bébé por parte do Benfica.
Histórico 2007/2008 F. Jorge Antunes 7 - 5 Benfica
2006/2007 F. Jorge Antunes 4 - 4 Benfica
2005/2006 F. Jorge Antunes 2 - 5 Benfica
2004/2005 F. Jorge Antunes 1 - 5 Benfica
2003/2004 F. Jorge Antunes 1 - 2 Benfica
2002/2003 F. Jorge Antunes 4 - 5 Benfica
2001/2002 F. Jorge Antunes 2 - 2 Benfica
Após a vitória sobre o Sporting, em jogo relativo à II eliminatória da Taça de Portugal, o Benfica voltou a centrar todas as atenções para o campeonato depois das duas últimas exibições menos conseguidas, no empate caseiro diante do Freixieiro e na derrota no Louriçal, perante o Instituto, que se têm revelado uma das equipas sensação da prova até ao momento. O Benfica hoje recebeu o Fundão e venceu por 3-0(1-0).
Para o confronto com os comandados de José Luís, o conjunto às ordens de André Lima apresentou três baixas, o caso de César Paulo está a contas com problemas no adutor direito e de João Marçal com queixas num joelho, ambos encontram-se entregues ao departamento clínico, enquanto Pedro Costa cumpriu um jogo de castigo.
Primeira metade de um só único sentido Foi um Benfica de domínio total, com bastante posse de bola, muitos ataques e por consequência vários remates, uma primeira metade de um só único sentido, em que os comandados de José Luís só defenderam e dos poucos contras que fizeram foram sempre muito displicentes e lentos, sem aproveitar a superioridade que saiam em contra. O Benfica ao contrário daquilo que fez na última partida para a taça diante do Sporting onde foi de uma eficácia absoluta, foi demasiado perdulário, criou e dispôs de inumeras ocasiões para poder atirar a contar e ficar confortavél na partida, mérito também e verdade seja dita pela excelente prestação do guarda-redes forasteiro, o brasileiro Carlinhos, que efectuou várias paradas a remates de Ricardinho, Arnaldo, Pedrinho e Rogério que levavam o selo do golo. Mas eis que tanto o “cântaro vai a fonte que alguma vez quebra”, e foi Bébé que contribui para tal, construiu a jogada do único golo da primeira metade, aquilo que seria um ataque do Fundão deu em contra ataque do Benfica com o guarda-redes do Benfica a interceptar um passe, conduzindo a bola até ao meio campo adversário,passando por dois adversários e assistindo Pedrinho para uma melhor conclusão,não desperdiçando tal prenda, 1-0 para o Benfica aos 17 minutos de jogo, finalmente o prémio, mais que merecido.
Tenue resposta da equipa do Fundão, sem "resultado" prático A melhor entrada no ínicio da segunda metade por parte da equipa comandada por José Luís, onde a sua equipa dispôs mesmo de três sobrenas ocasiões para empatar a partida, logo ao primeiro minuto em três remates consecutivos, onde terá valido Bébé e o poste, aos 3 minutos com o jogador Esteves já naa area descaído na esquerda, na cara de Bébé atira ao lado, e de todas a mais “escandalosa”, foi a do jogador Bruno César que correu sózinho desde o seu meio campo com somente o guarda redes do Benfica pela frente, atirou ao lado do poste esquerdo, gorando então as hipotese de emapte na partida. O Benfica neste período era na mesma uma equipa com a posse de bola mas sem conseguir ser tão acutilante como o tinha sido até aqui, onde somente criou perigo num remate de Ricardinho para uma melhor defesa de Carlinhos, Ricardinho que hoje obeteve mais dois golos para a sua conta pessoal e se cotou como um dos melhores do Benfica a par de Bébé e de Arnaldo, atravessam mesmo um excelente momento de forma.
Benfica confirma a sua boa prestação e a vitória no jogo E como quem não marca sofre, o melhor Futsal desenvolvido pelo campeão em título deu frutos, numa excelente jogada de envolvimento, numa triangulação entre Arnaldo, Rogério com este tirar o guarda redes adversário da jogada com um passe atrasado, a encontrar solto na área Ricardinho que perante um adversário so teve que desviar do seu alcance para fazer o segundo da partida aos 32 minutos. Era quase como que a setenciar a partida, o Fundão esse era uma equipa sem argumentos para contrariar este Benfica, que se apresentou algo limitado mas forte no jogo, fruto da sua última excelente prestação diante do Sporting. Em último recurso o treinador do Fundão ainda quiz dar uma última e forçada reacção, mas a sua tentativa não foi no timing mais certo, e no erro, Ricardinho oportuno e com uma excelente visão dos acontecimentos verificou a troca do guarda-redes de Carlinhos por Vinicius para adoptarem e sairem no 5 contra 4, mas num excelente remate que levou todo o peso e medida na direcção da baliza, sem hipoteses de defesa de Vinicius, era a confirmação da vitória 3-0, com o bis de Ricardinho. A equipa do Fundão estava conformada e nso minutos restantes saiu com a estratégia do 5 para 4 sem que nada de novo acontecesse, merecida vitória da melhor equipa em campo, no regresso ás vitórias após dois resultados menos conseguidos.
Em mais um emocionante derby, Encarnados bateram os «leões», os actuais detentores do troféu por 6-4(3-1) e seguem em frente na Taça de Portugal. Tal como na edição passada Sporting e Benfica voltaram-se a defrontar na II eliminatória para discutir a passagem à próxima eliminatória. Na época passada os leões venceram em casa do Benfica e acabaram por inclusivé conquistar o troféu, mas desta vez o conjunto de André Lima foi mais forte e conseguiu levar de vencida os de Paulo Fernandes por 6-4, perante o seu público, que quase prencheu na totalidade o Paz e Amizade em Loures, tendo sido mesmo a estreia neste palco para esta competição, com cerca de 1200 espectadores.
Ao intervalo já o Benfica tinha vantagem no marcador (3-1), fruto duma postura super-defensiva e de uma melhor eficácia, que foi adoptada como estratégia na abordagem a este jogo que era a eliminar. Além da partida ter sido transmitida, em directo, pela canal temático da SIC Radical, ouve uma outra estreia que merece total apoio e de incentivar mais iniciaticas destas e que pode dar mais visibilidade à modalidade. Pela primeira vez, numa competição oficial, foi transmitido em vídeo-streaming um jogo de Futsal de uma competição oficial, com produção em exclusivo para a internet. Assim o jogo entre o Sporting e o Benfica, teve transmissão em directo na internet online, no sítio oficial do Sporting, em www.sporting.pt.
O jogo esse foi emocionante, recheado de golos, foi mesmo um óptimo jogo. O Sporting encontrou um Benfica muito esforçado, que defendeu, lutou com as armas que dispunha, tendo-se destacado os jogadores Arnaldo e Bébé. Se um soube ser um autêntico guerreiro em quadra a defender, a empurar a equipa e a marcar, o outro soube suster os fortes ímpetos e ataques leoninos quando foi necessário, efectuando já na parte final do jogo três soberbas defesas que terão feito toda a diferença. Era curcial para André Lima a passagem à eliminatória seguinte, para não hipotecar as ilusões das quatro frentes com que iniciou a época, não venceu a Supertaça, a não passagem à Final Four da Uefa Futsa Cup, uma derrota neste jogo seria estar numa só frente, apesar dessa ser naturalmente a maior aposta do Benfica, como afirmou André Lima e bem na conferência de imprensa no final do jogo, assim como aos de Paulo Fernades também o é importante, estando agora concentrados num só único objectivo como Davi comentou, “vamos trabalhar para conseguir ganhar o campeonato”, depois de terem iniciado a época a conquistar a Supertaça frente a este mesmo Benfica e muitas vezes são os resultados que fazem os treinadores e as equipas.
Tremenda eficácia do Benfica O Benfica foi mesmo a primeira equipa a levar perigo, numa sequência de dois remates à baliza defendida pelo guarda-redes Benedito. Mas o Sporting jogava perante o seu público e queria ser ele a comandar as operações do jogo, com uma postura super ofensiva a pressionar sempre muito à frente, na saída de bola do adversário, preveligiando a posse de bola e não deixando o Benfica organizar-se ofensivamente, mas o Benfica trouxe como estratégia a de defender e bem, com uma postura agressiva sobre o portador da bola e a tentar sair sempre ora pelo erro do adversário ou em rápidos lances de contra ataque, lançados muitos deles por Bebé. Antes mesmo de Arnaldo inaugurar o marcador aos 10 minutos, já o Sporting por intermédio de Alex, que foi um dos melhores por parte do Sporting, tinha atirado à trave. Numa das poucas jogadas ofensivas de que o Benfica tinha disfrutado até à passagem dos 10 minutos, Arnaldo apareceu já dentro da area, na zona o pivot diante do guarda-redes João Benedito e soube dominar e com um recorte sobre a bola atirou a contar, diga-se que o Benfica explorou em demasia os ataques rápidos e contra-ataques e obteve mais dois golos onde apanhou sempre o adversário em contra pé. O 2-0 chega por César Paulo que levou a bola desde o seu meio campo pela ala direita e sem ter ninguem no apoio decidiu-se pelo remate já de um ângulo apertado, apanhando João Benedito desprevenido e a castigá-lo inplacavelmente, num golo de excelente execução. Era um Sportinga a tenta a todo custo encurtar o marcador, o Benfica defendia e conseguia tapar todas as linhas de passe e de remate na direcção da sua baliza. Um bom exemplo disso foi mesmo aos 18 minutos, com o jogador Pedro Costa a tirar sobre a linha de golo, substituindo Bébé que já se encontrava batido no lance a remate de Paulinho. Era um pressing a todo o “gás” do Sporting, estava no seu melhor período e asfixiava mesmo a equipa do Benfica que ia reagindo mais com o coração do que com a cabeça, o Benfica tinha atingido a sua 5ª falta fruto da sua postura mais agressiva, Bebé numa saída fora da área de baliza, fez prática de jogo perigoso tendo a equipa de arbitagem sancionado falta e respectivo cartão amarelo, Paulinho na marcação desde os 10 metros, de livre directo, não se fez rogado e atirou uma autêntica bomba para reduzir no marcador, aos 19´, poderia-se pensar que o Sporting iria tirar dividendos do pouco tempo que restava, mas foi o Benfica de uma forma quase letal que soube novamente e atravez de Bébé colocar uma bola na area onde Pedrinho teve uma execução perfeita a dominar e na cara novamente do guarda-redes do Sporting a desviar do alcançe deste. O Benfica chegou ao intervalo a vencer por 3-1, fruto da estratégia que adoptou e da sua termenda eficácia.
Atitude do Benfica coroada de exito O Sporting trazia a desvantagem do intervalo, teria que ir a procura do prejuízo e foi isso que os seus jogadores tentaram a todo o custo fazer, conseguiam-no mas sem materializar em golos porque tinham pela frente uma equipa do Benfica que hoje era coesa, solidária nas entreajudas, uns autênticos guerreriros, com um sentido de oportunidade muito apurado, sempre que vislubravam um possível contra, era ou jogada de perigo ou golo. Ricardinho aos 24 minutos numa jogada individual depois de uma intercepção de bola por Pedro Costa, ampliava para 4-1 e colocava os nervos a flor da pele nas hostes leoninas, que viam as coisas a ficar mal paradas.
Recuperação do Sporting Assistimos então à excelente reacção do Sporting no seu melhor periodo em toda a partida, o mais emotivo e de maior velocidadeno jogo, no mesmo minuto dois golos de rajada, um por Alex e outro num auto-golo de Pedro Costa ao desviar a trajectória na direcção errada o remate de Paulinho, colocando o marcador pela diferença mínima 4-3. Estava de novo o jogo relançado no que ao vencedor diria respeito. O Sporting era claramente a equipa que dominava os acontecimentos e que continuava a criar soberanas situações para golo, efectuando mais remates à baliza, onde valia Bebé que se destacava pela positiva. O jogo estava intenso e vivo, Paulo Fernandes dava indicações para que a sua equipa pressiona-se logo á saída de bola do adversário, mas o Benfica só iria conseguir libertar-se desse “colete de forças” com que o Sporting o tinha atado à passagem do minuto 34, depois do seu golo era o lance de maior perigo até então por parte do Benfica. Já com João Benedito batido, Rogério atirou à trave da baliza, num puro e rápido contra-ataque que começou numa recuperação de bola de Bébé, que a par de Arnaldo eram mesmo os melhores em quadra da parte do Benfica. Entrava-se na fase curcial da partida, com a diferença mínima no resultado o Sporting teve então uma excelente oportunidade depois de ver o capitão do Benfica ser expulso por acumulação de cartões amarelos e consequente vermelho aos 36´de jogo. Justo será dizer que a amostragem tanto de um como outro cartão formam bem exibidos, as faltas tal o justificam, mas o tempo da amostragem do respectivo segundo cartão amarelo e respectivo vermelho foi excessivo, o timing foi exagerado pela equipa de arbitragem.
“Risco” de Paulo Fernandes não foi bem sucedido Paulo Fernandes assumia o risco e arriscava mesmo no 5 contra 3, com Café a ser o guarda-redes volante, estratégia essa que não levaria nenhum efeito pois o Benfica sabia defender a superioridade do Sporting e mostrava-se muito perigoso nas respostas e obrigava mesmo o Gr. Benedito a aplicar-se, eis que aos 37´Arnaldo, dando jus ao nome pelo qual carinhosamente é conhecido, interceptou um passe mal medido por Café e arrancou como se fosse um “Expresso” o de Bragança, passou por Café, Paulinho e mandando fora do alcançe de Davi, rematando na direcção da baliza deserta, era o 5-3. Foram então minutos de muita “guerra”, com muitos nervos à flor da pele, era visível a entrega por ambas as equipas, o Sporting ainda dispôs de três excelentes situações, mas todas elas contrariadas por grandes paradas do guarda-redes do Benfica, que se ia exibindo a um altíssimo nivel. O Benfica esse ia sustendo as investidas do 5 para 4 do Sporting, André Lima depois de ver a sua equipa novamente recomposta após a expulsão de Pedro Costa, pediu o seu tempo de desconto para tentar quebrar o ritmo da partida e de recuperar o folego para o minuto que faltava. O Sporting nada tinha a perder e teria que arriscar tudo, Café soltou-se bem dos vários adversários e ainda descobriu ao poste mais distante Paulinho que recolocava novamente à falta de menos de um minuto o marcador pela diferença mínima 5-4. O jogo não parecia ter fim tal era o ritmo dos acontecimentos e à falta de poucos segundos de jogo, Paulinho ainda viu cartão amarelo, Pedrinho ainda atirou à baliza para uma melhor defesa de Benedito e ainda teve tempo para tablar com Ricardinho, com este a ter arte e engenho para ludribiar e contornar o defesa directo, rematando rasteiro e colocado fora do alcance do guarda-redes do Sporting, colocando o resultado final em 6-4. A festa foi feita pelos adeptos do Benfica que se fizeram deslocar a Loures, num jogo electrizante com um vencedor justo, que soube estar melhor e mais competente nos momentos chave.
Ficha do Jogo
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Bibi, Café, Alex e Davi.
Jogaram ainda: Deo, João Matos, Paulinho e Zézito[cap].
Treinador: Paulo Fernandes.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Ricardinho, Arnaldo e Zé Maria.
Jogaram ainda: Pedrinho, Rogério Vilela, e César Paulo.
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 10’ | Arnaldo
0-2 | 13’ | César Paulo
1-2 | 19’ | Paulinho
1-3 | 19’ | Pedrinho
2ª Parte
1-4 | 24’ | Ricardinho
2-4 | 25’ | Alex
3-4 | 25’ | Pedro Costa (Auto Golo)
3-5 | 37’ | Arnaldo
4-5 | 39’ | Paulinho
4-6 | 39’ | Ricardinho
Disciplina Cartão amarelo a Zézito, Bibi e a Paulinho por parte do Sporting.
Cartão amarelo a Pedrinho, Bébé e duplo amarelo e consequente vermelho a Pedro Costa por parte do Benfica.
Declarações Paulo Fernandes: “Parabéns ao adversário, foi nos momentos chave do jogo mais competente, assumo por inteiro a responsabilidade da derrota, arrisquei na superioridade numérica quando tinha vantagem em jogadores de campo, por via da expulsão do jogador do Benfica. Os meus jogadores demonstraram ter carácter, pois deram tudo. Disse-lhes para não se esquecerem do que se passou hoje no final do jogo, para guardarem para mais tarde poderem retribuir. O jogo foi um espéctaculo com golos, muitos (10) e emocionante, ainda tivemos uma fantástica recuperação no resultado de 4-1 para 4-3, mas de nada serviu, esta competição era um dos nossos objectivos da época, pois éramos os detentores do troféu”.
Declarações de André lima: “Sinto-me orgulhoso pelos meus jogadores e pela vitória conquistada, encarámos este jogo como se de uma final se tratasse, fomos uns justos vencedores, apesar das inumeras lesões e das condicionantes com que esta equipa se debate e apresenta, estivemos muito bem. O nosso grande e principal objectivo é sermos campeões nacionais, mas seguir em frente para a próxima eliminatória era o nosos obljectivo”. A propósito de ter sido a primeira vitória como treinador sobre o Sporting comentou, “o que sinto é um sabor especial e de felecidade por ter ganho com estes jogadores e nada mais”.
Histórico dos confrontos para a Taça de Portugal
II Elim 2008/2009
29 Novembro 2008 - 21h - Pavilhão Paz e Amizade
1.200 espectadores
Sporting 4 x 6 Benfica
Golos: Paulinho (2), Alex e Pedro Costa (auto golo); Ricardinho (2), Arnaldo (2), César Paulo, e Pedrinho
II Elim 2007/2008
29 Dezembro 2007 - 15h20 - Pavilhão Açoreana Seguros
1.800 espectadores
Árbitros: Pedro Paraty e Abílio Bessa (AF Porto)
Benfica 0 x 2 Sporting
Golos: Alex e Café
Meia Final - 2006/2007
Junho - Pavilhão Municipal Vila Nova de Gaia -1.600 espectadores
Árbitros: António Cardoso e Ricardo Eufrásio (A.F. Coimbra)
Benfica 5 x 0 Sporting
Golos: Amandus, Ricardinho (2), Bebé, e André Lima
FINAL - 2005/2006
23 Abril 2006 - Pavilhão Multidesportos de Coimbra
1.800 espectadores
Árbitro: António Cardoso e Pedro Paraty (A.F.Aveiro)
Benfica 5 x 9 Sporting
Golos: Paulinho (2), Zézito (3), Gonçalo Alves (1), Deo (1), Andrezinho (1), Evandro (1); Sidnei (2), Wilson (1), Ricardinho (1), e André Lima (1)
3ª eliminatória - 2003/2004
07 Fevereiro 2004 - Pavilhão Atlântico - Lisboa
5.500 espectadores
Benfica 1 x 4 Sporting
Golos: Bibi; Zézito; Israel; João Marçal; e Chico
1/4 Final - 2001/2002
1 Maio 2002 - Nave de Alvalade
Benfica 5 x 5 Sporting (Sporting venceu nos penalties 3 x 1)
Golos: Cautela, Nélito (2) e Vitinha II (2) ; Zézito, Bibi, João Benedito, João Marçal e Gonçalo Alves
Benfica e Freixieiro encerraram hoje a sexta jornada do Campeonato FutSagres. Um encontro entre crónicos candidatos ao título que se disputou no Pavilhão da Luz, e que foi dirigido por Fernando Serras da A. F. de Portalegre e por Pedro Peixoto da A. F. de Setúbal. Na ressaca da eliminação da UEFA Futsal Cup, os campeões nacionais receberam e empataram com um Freixieiro atrevido e disposto a levar pontos em casa alheia, foi um Freixieiro de combate aliado a uma melhor capacidade física, tendo em Cardinal o seu melhor e mais esclarecido jogador, numa destacada exibição, um jogador de termenda capacidade técnica e física. O treinador do Freixieiro Joaquim Brito montou bem a estratégia para o jogo, com uma defesa mais atrasada, mas muito agressiva e rápida sobre o portador da bola, conseguindo sair em algumas situações em contra ataques muito rápidos, equipa que tenta a todo o custo recuperar os pontos perdidos nas primeiras jornadas do campeonato. Ricardinho por castigo e Gonçalo por se encontrar com gripe foram as baixa no Benfica, enquanto Wilson também não deu o seu contributo à equipa de Matosinhos por ainda encontrar lesionado.
Equilibrio no jogo eficácia no marcador O Freixieiro veio até Lisboa ao reduto do Benfica com a táctica bem estudada, com intuito de levar pontos na bagagem, com uma linha defensiva muito atrasada na quadra, mas bastante agressiva e eficiente para travar todas as investidas do Benfica, o jogo esse começou numa toda lenta diria mesmo monótona, mas o Freixierio aos 5 minutos de jogo teve a primeira ocasião para inaugurar o marcador numa excelente jogada, conduzida por Cardinal, que encontrou Luis Silva na area, tendo este assitido ainda melhor Ivan que atirou á trave da baliza adversária, o jogo então ganhou ritmo e teve desde então mais motivos de interesse, tornando-se o jogo mais aceso, disputado e equilibrado. O Benfica também teve algumas situações de golo, exemplo disso foi Arnaldo que aos 12´ discaido na ala direita atirou ao poste esquerdo do Gr. Piu. Assistimos então ao duelo entre o Pivot César Paulo e o Gr. Piu, que este diga-se levou sempre a melhor. A eficácia do Freixieiro, traduziu-se aos 2`para o término da pimeira parte, com golo de Ivan, num remate da meia distância, onde o Gr. Bébé ainda interceptou a bola mas não a conseguiu impedir que a trajectória da mesma fosse na direcção da baliza, houve ainda tempo para Rógerio numa iniciativa individual ter ainda arrancado um potente remate, mas este esbarrou na trave mesmo sobre o apito final da primeira parte, seria um prémio justo para a equipa do Benfica.
Domínio absoluto do Benfica, para um empate justo O Benfica entrou para esta segunda metade disposto a colocar alguma justiça no resultado, encostando literalmente os comandados de Joaquim Brito atrás, exercendo uma forte pressão sem que estes tomassem partido do ataque organizado, abdicando da posse de bola, mas em contrapartida tinham a lição bem estudada para sairem sempre em lances rápidos de contra ataque, ora por lançamentos longos do seu Gr. ou pela transição quer do seu Gr. ou dos jogadores mais rápidos como Cardinal ou Daniel. O Benfica só conseguiu materializar o ascendente desta segunda metade aos 29´de jogo pelo seu jogador mais rematador em toda a partida, o pivot César Paulo, se na primeira parte tinha perdido o duelo com o Gr. Piu, mas neste lance levou a melhor, discaido na esquerda aplicou o seu forte e colocado remate com o seu melhor pé, o esquerdo, para repor alguma justiça no que se passava em quadra. O Freixieiro não alterou a estratégia e manteve o mesmo sistema de jogo, é verdade que poderia ter ganho proveito á falta de 4´para se jogar, porque os árbitros (desatentos ao lance), deixaram passar uma clara expulsão e livre directo a favor do Freixieiro, num lance em que Cardinal seguia isolado na cara do Gr. Bébé, com este a defender claramente fora da sua area com a mão. André Lima ainda arriscou no 5 para 4, com o seu já habitual Gr. volante Zé Maria, foram dois minutos de aflição para os de Matosinhos, que passaram um tremendo sufoco, defendendo com tudo que tinham e dispunham. Tácticas e posturas bem diferentes hoje as que podemos assistir no jogo que encerrou a 6ª jornada, se para os de André Lima foi a perca de 2 pontos, já para a equipa de Matosinhos pareceu, até pela satisfação com que festejaram o final do jogo que foi a conquista de 1 ponto, neste que foi o seu terceiro empate na visita ao Benfica. De assinalar ainda que o secretário técnico do Benfica recebeu ordem de expulsão aos 26 minutos de jogo, por protestar com a decisão da equipa de arbitagem.
O Benfica acreditou mas o sonho para “já” acabou, o de almejar o tão apetecido troféu, na hora da verdade o Benfica honrou o seu prestígio e caiú digno sem conseguir a tão desejada passagem á fase final, perdendo 2x1 com a formação espanhola do Interviú.
Desta vez o Interviú venceu pela diferença mínima, e garante a presença na próxima fase, em 2004 perdeu na 2ª mão mas garantiu a conquista do torféu, que no conjunto das duas mãos teve um melhor goal average, tornou a levar de vencida o Benfica. Hoje o público presente criou uma excelente atmosfera neste que foi jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhou perante o seu fantástico, entusiasta e amante público, que tudo fez no apoio para que os campeões portugueses atingissem a sua primeira Final Four da Uefa Futsal Cup. Foi uma excelente partida por parte do colectivo do Benfica, soube em grande parte do jogo contrariar e responder com as suas armas perante esta grande equipa, mas hoje André Lima e companhia souberam até ao mimuto 36 desmontar bem a “máquina verde” como é muitas vezes intiluada, sendo insuficiente no lance em que o Pivot Betão trabalhou bem a bola na entrada da area, assistindo Schumacher, que rematou para o golo que garantia a vantagem no marcador. Estiveram neste jogo presentes muitos e excelentes praticantes, uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que hoje se jogou, entre internacionais brasileiros (5) com quatro deles a serem recentemente campeões mundiais, espanhóis (5) e portugueses (6). De salientar ainda que a equipa do Interviú não pode contar com os Internacionais Bacaro e Daniel, devido a lesão. Foi impressionante como todos os agentes do Futsal espanhol se reunem em prol de objectivos comuns, Jesus como Director geral (ex-capitao da selecçao e do Interviú), assim como Júlio Director desportivo e Venancio Lopez que fez questão de estar presente antes da partida iniciar no banco do Interviú dando o seu apoio e contributo.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 16 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Uma primeira metade com tudo empatado Um jogo de ritmo vivo e intenso, com as equipas a se igualarem muito em todos os aspectos, na posse de bola, com o Benfica tentar explorar sempre as situações de contra ataque rápido, no empate em golos, em oportunidades, mas se o Benfica foi o primeiro a criar perigo no último reduto do Gr. Amado, que viu a bola de Ricardinho a ser devolvida pela trave aos 2´naquela que foi a grande expolsão por parte dos adeptos do Benfica, mas Torras não tardou a dar a resposta e decorrido o mesmo minuto usou a sua melhor arma, o seu forte remate de pé esquerdo, com um remate da meia distância, inaugurando o marcador e colocando a sua equipa na frente do marcador. O Benfica soube reagir, levantar a cabeça e não acusar o golo sofrido, continuou a fazer o seu jogo organizado e muito apoiado, tirando dividendos com a obtenção do empate 1 x 1, num remate de Ricardinho que discaido na ala direita após ter ficado na posse de bola no ressalto, depois da insistência por duas vezes a remates de Pedro Costa. Foi um Interviú á procura de se colocar na frente do marcador, por via de ser o único resultado que lhe servia. Até ao termino da primeira parte a destacar as duas situações mais flagrantes de golo, uma para cada lado, Juanara aos 10´que atirou ao poste num remate da meia distância e de Ricardinho qe tentou um chapéu a Amado, mas que saiu ao lado após excelnte assistência de Arnaldo. Um empate a ser inteiramnete justo. A salientar o facto de Gonçalo Alves ter regressado ás quadras, para ser mais uma opção do treinador André Lima.
Schumacher desfaz o sonho, desilusão á falta de 4 minutos para o término da partida Nesta segunda parte o Interviú partiu para cima do Benfica com todas as armas que tinham, Juan Alonso o treinador tentou todas e mais algumas das várias formas que tinha, pressionou, imprimiu um ritmo forte na partida, pois corria atrás do prejuizo faltava-lhe o resultado, antes da vantagem no marcador se registar, ainda á falta de 5 minutos para jogar, pediu o seu “time out”, colocou Betão como pivot e se o assim pensou, assim obteve, o resultado esperado e tão desejado. O Benfica esse defendeu sempre bem, esteve concentrado, André geriu os seu jogadores da melhor forma, mas foi incapaz depois de sofrer o golo de tornar a marcar, o Benfica contra atacou, criou por várias ocasiões perigo, mas Amado levou sempre a melhor no duelo com Gonçalo, Arnaldo e Ricardinho. O Técnico André Lima, reagiu de imediato e após sofrer o golo arriscou no 5 para 4 com Zé Maria a desempenhar a função de Gr. volante, mas sem criar perigo iminente para a baliza adversária, excepto só mesmo no último lance da partida, em que o Benfica disparou á baliza após varios ressaltos, já em desespero de causa, a sorte foi madrasta hoje. Foi um jogo de entrega e disputa, bem praticado, electrizante, com o Benfica a cair aos pés da “máquina verde”, com muita honra e dignidade, ficando muitos dos jogadores com a sensação frustrante de que hoje podiam ter sido bastante mais felizes, era bem patente no rosto de vários jogadores.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Ricardinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Pedrinho, Rogério, Anilton, Gonçalo e César Paulo.
Treinador: André Lima
Inter Movistar Cinco inicial: Luis Amado [gr], Betão, Gabriel, Schumacher, e Torras.
Jogaram ainda: Jesús Herrero [gr], Alberto [gr], Neto, Juanra, Borja, Ortiz e Marquinho.
Treinador: Juan Luis Alonso
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador
1ª Parte
0-1 | 02’ | Torras
1-1 | 09’ | Ricardinho
2ª Parte
1-2 | 36’ | Shumacher
Disciplina Cartão amarelo a Torras e a Marquinho do Interviú, a Pedro Costa e a Zé Maria do Benfica.
Declarações de André Lima: “Foi um jogo em que não tivemos sorte, mas do outro lado estava a melhor equipa do mundo. O jogo foi repartido, eles tiveram maior posse de bola mas porque estavam em desvantagem. A mensagem que deixei aos meus jogadores ao intervalo foi para continuar a atacar, á procura do golo. O Interviu acabou por ser mais eficaz.
Não vamos deixar que o nível de trabalho e de entusiasmo baixe daqui para a frente”
Declarações de Costinha: “Sentimos que esta foi uma grande oportunidade para o futsal nacional. Tivemos infelicidade, em várias jogadas de contra ataque, mas houve também mérito do Interviú, que nos obrigou a recuar. Penso que nos faltou um pouco de sorte, que podia fazer a diferença.”
Declarações de Juan Luis Alonso: “Esperava um jogo dificil, conhecia o plantel do Benfica, vi-os jogar para o campeonato e sabíamos que íamos ter dificuldades. Procuramos a vitória, o Benfica jogou em contra ataque, mas tínhamos confiança no nosso guarda redes, por isso penso que a vitória foi justa.
Queremos ser campeões, sabemos que as equipas russas se reforçaram, mas temos a obrigação de ganhar.”
Grupo D
13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5–1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8–1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac 4 - 4 Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid 2 – 1 S.L. Benfica
A sorte será jogada hoje, domingo ás 17h30, no pavilhão da Luz em Lisboa, onde ambas as equipas do Benfica e do Interviú se encontram para disputar o último e decisivo jogo da fase de Elite, para saber quem acompanha os restantes finalistas e segue para a tão ambicionada final four, onde desde já marcam presença as duas representantes da Rússia, o campeão em título MFK Viz-Sinara Ekaterinburg, e o Dinamo Moscovo, assim como a equipa do Kazaquistão do Kairat Almaty, um dado curioso a assinalar é de que estas três equipas marcam presença pelo segunda ano consecutivo.
Tal como aconteceu em 2004, onde o Interviú conquistou o troféu, apesar de ter perdido o segundo jogo na deslocação a Lisboa, na casa do Benfica, a final ainda se disputava a duas mãos, conquistando então a sua segunda “Copa” da Europa, a primeira da UEFA Futsal Cup.
Hoje espera-se uma atmosfera infernal no jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhará mais do que nunca para que os campeões portugueses consigam atingir a sua primeira final four da Uefa Futsal Cup, (depois de já terem marcado presença na final de 2004, onde perderam por 4x1 em Madrid e de terem vencido em Lisboa por 4x3, que na soma dos dois jogos o saldo foi negativo). Todos sabem que não será nada fácil, no lado oposto existe uma grande equipa intiluada por algumas ocasiões de “máquina verde”, com vontade de vencer e com uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que se joga hoje, razão porque os de Madrid tentarão, contrariar e dobrar o rival Benfica, que joga no seu próprio pavilhão, perante o seu fantástico, entusiasta e amante público que tudo fará certamente para dar o apoio quando ele mais for necessário.
O Interviú torna-se favorito nestes jogos e o seu técnico, Juan Luis Alonso sabe-o, no começo da competição não escondeu o papel de favorito, afirmando que “continuamos a assumir o nosso papel, eu tenho um grupo grande e estes desafios são aqueles de que nós mais gostamos, com pavilhão cheio, atmosfera boa e de uma partida exigentes, onde será preciso dar o máximo. Não é fácil, numa única partida e com as suas condicionantes que ela possa ter no entanto lanço todas as forças para que os meus jogadores se apliquem, pois eles gostam de disputar partidas com este tipo de atmosfera, é para eles motivante, a maioria já disputou jogos como este (hoje), em que se decide e joga um objectivo muito importante somente em quarenta minutos.”
Esta que vai ser uma partida em que ao Benfica serve dois resultados dos três possíveis, a vitória e o empate (proveniente do melhor goal average) para garantir a passagem a final four da Uefa Futsal Cup.
O técnico André Lima, afirmou antes do ínicio do torneio que, “Sabemos que temos uma boa organização dentro de campo, somos solidários e temos jogadores capazes de fazer a diferença. Desde que exista disponibilidade, atitude e inspiração. Sei do valor desta formação espanhola, mas está na hora de mostrarmos que não há equipas invencíveis e de jogarmos olhos nos olhos com o Interviú. Não acreditar pode ser o nosso maior inimigo e isso não vai acontecer. E depois, claro, sabemos que poucas são as equipas que podem vencer neste pavilhão quando está lotado, tal o ambiente gerado e a força que o Benfica recebe dos incentivos dos seus adeptos.” Mas a poucas horas do ínicio da partida em declarações ao sítio do Benfica, o treinador André Lima afirmou categoricamente que o Benfica vai jogar para ganhar, "Já houve uma altura em que nos bastava o empate para eliminarmos este adversário e acabámos por ser goleados, (na Intercontinental de Puertollano em Espanha, com uma pesada derrota de 8 x 1). A questão do empate é apenas um detalhe. Não vamos alterar a nossa forma de jogar pelo facto de a igualdade nos dar a qualificação. Não dá para jogar para o empate frente a um adversário como o Interviú. A nossa estratégia já está definida." Pavilhão da luz em Lisboa, 17h 30, com transmissão em directo no Canal BenficaTV
Prováveis equipas Benfica: 1. Bebé (Gr), 22. Zé Carlos (Gr), 2. Rogerio Vilela, 4. Pedro Costa, 6. Arnaldo, 7. Zé Maria, 8. Pedrinho, 9. Gonçalo Alves, 10. Ricardinho, 12. Carlos Paulo (Gr), 13. César Paulo, 18. Anilton, 21. Joao Marçal e 26. Ricardo.
Treinador: André Lima
Movistar Interviu: 1. Luis Amado (Gr), 13. Jesus (Gr), 15. Alberto (Gr), 2. Marquinho, 3. Torras, 4. Neto, 5. Juanra, 6. Gabriel, 8. Schumacher, 10. Borja, 11. Ortiz e 12. Betão.
Treinador: Juan Luis Alonso
Depois de ter entrado a golear na fase de Elite da UEFA Futsal Cup, o Benfica voltou a repetir a excelente exibição e a “cilindrar”, desta vez o campeão da Sérvia, por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais partem assim para a derradeira e última jornada com o empate a servir para garantir a passagem á tão ambicionada final four. O KMF Ekonomac, formação que perdeu por cinco bolas a uma diante do Interviú Movistar, e que parte tal como o Benfica com grande aspiração à conquista do primeiro lugar do grupo, a vitória é o único resultado que permite aos representantes espanhóis de estar presente na fase final entre as quatro melhores equipas da europa. Os comandados de André Lima conseguiram, aplicar-se para poderem gerir e controlar o melhor goal-average, de forma a partirem para o jogo de todas as decisões na frente e a necessitar de apenas um empate.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 14 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica que entrou a perder mas a conseguir a remontada, num “festival” de oportunidades O Benfica tornou a vencer esta noite na Fase de elite da UEFA Futsal Cup, no seu segundo jogo do torneio com uma goleada por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais apesar de terem tido a primeira grande oportunidade logo no primeiro minuto de jogo, tiveram uma entrada nada feliz, pois a equipa adversária além de ter inaugurado o marcador, aos 8`, foi mesmo quem nos minutos iniciais, criou mais e melhores situações para golo, com o controle do jogo, tendo tido maior posse de bola, efectuando um ascendente na partida em remates á baliza do Gr. Bébé, tendo este que intervir por diversas ocasiões a remates disferidos na direcção da sua baliza, e tirando bastante partido nas bolas paradas que dispôs como livres e reposições laterais em zona ofensiva. O golo sofrido pelo Benfica foi o grande tónico para a arrancada diabólica por parte de toda a equipa do Benfica, sendo Arnaldo, um dos principais responsáveis e o grande implusionador de tal feito, com uma exibição a roçar a perfeição, a jogar, fazer jogar e a marcar golos de belo efeito e recorte, ele que atravessa um excelente momento de forma. A exibiçao foi coroada de golos, mas o festival de oportunidades criadas e não concretizadas era em dobro, André fez uma perfeita leitura do jogo e soube gerir bem o seu grupo de trabalho com constantes rotações e troca entre os seus jogadores, sabendo ele que era o segundo jogo num curto espaço de horas e que poderia tirar dividendos na forma como o jogo iria decorrer. Vantagem ao intervalo de 4 x 1.
Festival de oportunidades, parte II Um completo e absoluto domínio por parte da equipa do Benfica, que procurou sempre a obtenção do resultado que lhe permitia e garantia a 1ª posição na tabela classificativa, conseguindo atingir tal feito quando o jogador Pedrinho ao minuto 28 colocou o marcador em 8 x 1, pondo todos presentes ao rubro, foi gerir e controlar o melhor goal-average até ao fim da partida, com Ricardinho ainda a desperdiçar um livre directo dos 10 metros e a tentar o seu “cabrito” que após se isolar e na cara do Gr. adversário atirou á trave da baliza, o Benfica venceu e mantêm as ligitimas aspirações a que se propôs, com os seus objectivos intactos e só vai depender de si para atingir a tão desejada final four. Uma vitória categórica por 8 x 1. Facto de salientar o jogador Gonçalo Alves continua ausente, mas já fez o aquecimento com a equipa.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério, Anilton e César Paulo.
Treinador: André Lima
KMF Ekonomac Kragujevac Cinco inicial: Stojanovic [gr], Cvetanovic, Marinkovic , Bojovic, e Stanooojevic
Jogaram ainda: Leveski, Kocic, Vitorovic, Markovic, Eterovic y Rnic.
Treinador: Ivan Bozovic
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 08’ | Markovic
1-1 | 08’ | Arnaldo
2-1 | 14’ | auto-golo, Stanooojevic
3-1 | 16’ | César Paulo
4-1 | 17’ | Arnaldo
Disciplina Cartão amarelo a Leveski e duplo amarelo e consequente cartão encarnado a Marinkovic, do Ekonomac.
Declarações de André Lima: “Não foi um jogo fácil de início, porque não conseguimos logo na primeira parte concretizar as muitas ocasiões que tivemos. Os jogadores estavam algo ansiosos. Domingo vai ser um dia especial, esperamos um pavilhão cheio, porque iremos precisar do apoio de todos nesse jogo. O Interviu é composto por jogadores campeões da europa e do mundo, não têm pontos fracos.
Declarações do jogador César Paulo: “Estamos motivados para Domingo, até pela competição em causa. Poder empatar é uma vantagem, mas não vamos pensar nisso.”
Declarações de Ivan Bozovic: “Parabéns ao Benfica pela vitória, é uma equipa bem preparada fisicamente. O nosso objectivo principal para esta competição era vencer o Hapoel, e isso só virá depois destes dois jogos. O Benfica esteve melhor, ainda que tenhamos ganho vantagem inicial, porque não conseguimos a partir daí voltar a criar boas oportunidades.”
Grupo D 13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5 – 1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac – Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid – S.L. Benfica
UEFA FUTSAL CUP 08/09 Grupo D - Fase de Elite
Lisboa, 13 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica entra a golear O Benfica estreou-se esta noite na fase de elite da UEFA Futsal Cup, com uma goleada por 8 x 1.
Os bi-campeões nacionais tiveram uma auspiciosa estreia na fase de elite, do grupo D, contra os campeões israelitas do Hapoel, num encontro em que por poucas ocasiões contrariou o melhor jogo por parte da equipa do Benfica, no jogo de hoje, André Lima já pode contar com Ricardinho e César Paulo, que estavam ausentes dos treinos por se encontrarem ambos com gripe, mas que recuperam a tempo de se estrearem no primeiro jogo, já Gonçalo Alves continua ausente.
Benfica entra a marcar Decorrido apenas um minuto de jogo e já Pedrinho inaugurava o marcador, numa jogada de insestência, batendo o Gr. Do Hapoel, com estes ainda a esboçarem uma tenue e fraca reação que permitiu uma das pouca intervenções por parte do Gr. Do Benfica, que se opôs com uma excelente intervenção á melhor jogada por parte dos campeões de Israel. O Benfica dominou com muita posse de bola, controlou e conseguiu aproveitar e materializar melhor em golos, com o “score” de 4 x 0 com que chegou ao intervalo, inteiramente justo.
Hapoel reage, mas Benfica aplica goleada Se a vantagem alcançada na primeira metade seria sinónimo de que o Benfica ia golear assim continou a segunda parte, a equipa do Médio oriente ainda reagiu, acreditava e queria ter argumentos para poder criar ainda alguns calafrios a equipa da casa, os primeiros cinco minutos ainda foram de algum ascendente do Hapoel, com a equipa a criar duas claras oportunidades para golo, que á segunda concretizou mesmo, obetendo o seu golo de honra por intermédio do seu jogador Sabag. Mas o resto do jogo tornou a ter um Benfica dominador, com uma superioridade clara em todos os aspectos, de técnica, tactica e física tal o domínio demonstrado, com o resultado a avolumar naturalmente. Pedrinho e César Paulo ainda desperdiçaram duas claras oportunidades, ao permitirem a defesa do Gr. adversário a um livre directo sem barreira. Vitória por 8 x 1
S. L. Benfica
Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério e César Paulo.
Treinador: André Lima
HAPOEL IRONI R. L.
Cinco inicial: Katz [gr], Elmekayes, Turgeman, Zablozki, e Kalik.
Jogaram ainda: Sharvit, Chicko, David, Sabag, Bruchian, e Cohen.
Treinador: Gil Lanndau
Árbitros
François Paenen (BEL), Vladimir Colbasiuc (MDV), e Durlan Boris (CRO).
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 01’ | Pedrinho
2-0 | 10’ | Arnaldo
3-0 | 14’ | Rogério
4-0 | 15’ | Zé Maria
2ª Parte
4-1 | 25’ | Sabag
5-1 | 25’ | Pedrinho
6-1 | 27’ | Ricardinho
7-1 | 29’ | Arnaldo
8-1 | 38’ | César Paulo
Disciplina
Cartão amarelo a Kalik, do Hapoel.
Declarações de André Lima; "Hoje estou muito orgulhoso pelo que fizémos, numa competição como esta, os jogadores fizeram coisas muito bonitas, foram solidários, unidos, e amigos fiquei muito feliz pelo que vi", Na antecipação do jogo de amanhã, comentou, "O jogo de amanhã contra a equipa Sérvia será concerteza ainda mais díficil, pois já nos observaram, mas penso que vamos cumprir com os objectivos a que nos propômos, que é vencer." Sobre a ausência de Gonçalo Alves, disse,"O Gonçalo teve ontem alta médica e vai começar a treinar, para recuperar os índices físicos, vamos ver se ainda virá a tempo de nos ajudar, mas ainda é muito cedo para termos certezas, vamos ver."
Declarações de Pedro Costa, capitão; Entrámos bem, como deve ser, cumprimos com o que o nosso treinador pediu, fizémos muitos e bonitos golos, o resultado apesar de termos sofrido um golo é excelente.
Declarações de Gil Landau; É a primeira vez que estamos presentes nesta competição e nesta fase, hoje contra o Benfica defendemos mal, ainda não somos profissionais, os nossos indices físicos não conseguem acompanhar equipas como esta que defróntamos hoje. O Benfica é uma das melhores equipas, com excelentes jogadores, como Pedro Costa, Arnaldo e Ricardinho que nos causaram inumeros problemas, ainda somos imaturos, ainda não atingimos o estado de profissionais e essa é a grande diferença.
Na abertura da 5ª jornada, Benfica vence por 4 x 2 Olivais, propocionando ambos uma disputada partida.
Na abertura da 5ª Jornada do campeonato Nacional da 1ª divisão, Olivais e Benfica deram o pontapé de saída, antecipado para esta sexta feira, devido ao compromisso europeu que o Benfica vai ter como anfitrião, recebendo a 2ª fase da Uefa Futsal Cup, que desde já deixa boas indicações para como o Benfica se irá apresentar. Jogo este que teve as ausências de Caturra, por parte dos Olivais, por se encontrar a cumprir castigo, por parte do Benfica de Gonçalo Alves, que continua ausente desde o regresso do mundial por lesão e de Ricardinho por cumprir castigo. Tradicionalmente, este “derby” de Lisboa propociona sempre grandes jogos, este foi mais um para a já vasta historia entre ambos os clubes.
Benfica eficaz, e a querer resolver desde cedo o jogo Foi um Benfica a entrar forte e bem, se aos 2`de jogo Arnaldo tinha avisado, aos 3´o Benfia inaugurou o marcador, numa bonita jogada, triangulação em que envolveu os jogadores César Paulo, e Zé Maria que assistiu no outro poste contrário Pedro Costa, que só teve que entrar com a bola pela baliza a dentro, com uma equipa do Olivais a ver jogar. O Olivais esboçou a sua reacção, temporária conseguiu mesmo encostar o Benfica no seu reduto, e a ver premiado tal desempenho, empatando o jogo por Pedro Ferreira, num jogada conduzida por Jony, foi mesmo o melhor período de jogo por parte do Olivais, criando algumas situações de perigo junto da baliza adversária, sem no entanto materializar em golos. Quando nada o fazia prever o Benfica marca, Pedro Costa intercepta um passe de Pedro Ferreira mal medido, e assite na perfeição a desmarcação de João Marçal que só teve que desviar do impotente Gr Piranha que nada pode fazer, o Benfica chegou ao intervalo como justo vencedor mas com um resultado algo dilatado, pois sobre o término da primeira parte, e no melhor momento da partida, Pedro Costa assistiu numa reposição lateral, que sobrovou de ala a ala, com Pedrinho a rematar de primeira sem que a bola tocasse o solo, batendo inapelavelmente o Gr. Piranha com a bola a passar por este com uma tremenda velocidade.
Reacção do Olivais, com uma tremenda pressão sobre o Benfica, este soube sofrer e defender Foi um Olivais, atrevido na forma como partiu para cima dos campeões nacionais e a querer discutir o resultado até ao final, uma excelente reacção esta que a equipa visitada teve na segunda metade, de muita atitude, na busca de ser feliz, obrigando o Benfica a defender e a saber sofrer. Somente aconteceram mais dois golos na segunda metade, um para cada lado, a equipa do Olivais ainda reduziu para a diferença mínima aos 24´por Gonçalo Farinha, mas o Benfica deu a melhor resposta aos 28´por intermédio de Zé Maria. O treinador do Olivais, Luís Alves ainda arriscou nos minutos finais no 5 para 4, com Pedro Ferreira a desempenhar e bem as funções de Gr avançado, mas os intentos de modificar o rumo dos acontecimentos de nada valeram, o Benfica em vésperas de assumir o seu compromisso europeu esteve sempre muito coeso, sólido, a saber defender, a ser pragmático e objectivo, vitória justa da melhor equipa em quadra.
UEFA CUP no canal BENFICA TV
Os jogos do grupo D da fase de Elite da UEFA Futsal Cup vão ser transmitidos única e exclusivamente no canal Benfica Tv. Os seis jogos da fase de elite vão ter quatro horas diárias na grelha de programação do canal, nos dias 13, 14 e 16 do mês corrente.
Domingo, Novembro 02, 2008
::: ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte I
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Polêmica no Grupo B do Mundial de Futsal. Derrota 'conveniente' da Itália diante do Paraguai revolta jogadores portugueses.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte II
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Confusão no intervalo da partida entre Brasil e Itália no segundo jogo da 2ª Fase. O tumulto começou por causa de uma discussão entre o jogador italiano Forte e o auxiliar técnico brasileiro Pipoca.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte III
Jogadores do Paraguai reagem e protestam com a equipa de arbitragem e com os seguranças após o golo polémico que deu a vitória da Russia por 5x4, no jogo da 2ª fase da Copa do Mundo de Futsal.
NUM GRANDÍSSIMO ESPETÁCULO DE FUTSAL, BELENENSES DERROTA SPORTING
Em dia de mais um dérbi lisboeta, da 4ª jornada do Campeonato FutSagres o Pavilhão Acácio Rosa em Bélem serviu de palco ao jogo que o Belenenses venceu o Sporting por 4 x 3, onde a indecisão do marcador permaneceu até ao apito final do arbitro, este que foi o prato principal da jornada, e que não deixou de corresponder ás expectativas. Candidatos ao título nacional, os “conquistadores” e “leões” proporcionaram um grande espectáculo, um encontro que terá deixado boa imagem da modalidade nas honras que teve de transmissão em directo no canal de público de televisão da SIC. Belenenses e Sporting enfrentam-se num grande espectáculo, repleto de emoção até ao fim, contando sempre com um público entusiasta e ao rubro. Se na véspera deste importante jogo, os técnicos Alípio Matos e Paulo Fernandes o disseram assim o fizeram melhor e cumpriram melhor, um derby entre duas grandes equipas e de enorme prestígio, ambos pretendentes ao título nacional, um recente e um outro crónico, justificando plenamente tal atributo. Ausentes da partida estiveram por parte do Belenenses Caio Japa, que se encontra a cumprir castigo disciplinar e de Bibi do Sporting, que apesar de ter estado no banco não foi opção para Paulo Fernandes.
Com uma primeira parte repartida, empate a 1 x 1 O Sporting com uma melhor entrada em jogo, fruto da sua postura atacante e de controlo do jogo, exercendo uma forte pressão á saida de bola do Belenenses para o ataque organizado, pressão essa que o Belenenses demorou a saber sair dela, o Sporting soube amarrar a equipa do Belenenses e armou-lhe uma enorme “teia” em sua volta. O Sporting controlou um terço do tempo do jogo da primeira metade, dominante, jogando, criou mais e melhores ocasiões para bater o excelente Gr. Marcão, que teve que intervir por diversas ocasiões (7 defesas), mas supreendentemente foi mesmo o Belenenses a criar a melhor oportunidade, aquela que até então foi a mais flagrante ocasião para abrir o marcador, decorrido que estavam dois minutos de jogo, Pedro Carry conseguiu arrancar pela ala direita e fugir ao seu adversário directo e ficar na cara do Gr Benedito, mas este fez um passe desplicente permitindo o corte por parte da defesa do Sporting, este foi mesmo um caso isolado pois o Sporting controlou, dominou e marcou, á passagem do minuto 11, por Djo, com um excelente remate e a bater toda a equipa do Belenenses, que a par de João Matos se revelam apostas ganhas por parte do Treinador Paulo Fernandes, contribuindo assim para que este tenha cada vez mais soluções no plantel. O Sportig que até então dominava o jogo a seu belo prazer, só encontrou uma forte reacção, e que que reacção após a excelente jogada que deu o empate para o Belenenses, por Jardel á passagem do minuto 15, tornando-se então o jogo mais vivo e intenso, com o Belenenses a dispor de várias oportunidade para se colocar na frente do marcador o que seria injusto pelo que o Sporting também fez, com o intervalo a chegar no empate 1 x 1.
19 minutos de equilibrio como nota dominante na segunda metade do jogo Esta segunda metade teve o equilibrio no jogo praticado por ambas as equipas, na posse de bola, nos remates em direcção ás balizas, nas soluções tacticas impostas pelos seus treinadores, excepto nas situações em que o Belenenses se organiza no 5 contra 4, com o Gr. Marcão a subir na quadra e nos golos marcados ao qual se refletiu no resultado final. A segunda metade foi mais viva que a primerira, e a isso se deve o facto de o jogo ter sido repartido por ambas as equipas, com ambas a procurarem em vencer o jogo e a almejar a conquista dos três pontos. O Capitão Drula colocou o Belenenses na frente do marcador 2x1, ao minuto 30, naquele que terá sido um dos momentos da tarde, um verdadeiro hino ao Futsal bem jogado, praticado e melhor concluído num soberbo golo, com Drula a ludribiar Café aplicando-lhe um “nó cego”, já isolado na cara de João Benedito ainda fez outra “magia”, aplicando um magnífico chapéu, que só parou no fundo das redes. A melhor resposta por parte do Sporting não podia ter sido melhor e na reposição de bola em jogo, a igualdade por joãp Matos, com a assistência de Deo, o equilibrio er a nota dominante, mas o Belenenses conta com uma arma muito forte a seu favor, o 5 contra 4, se já nos últimos 5´da primeira parte tinham sido os melhores, nesta tornaram a sê-lo, criando grandes embaraços á defensiva do Sporting, e criando inumeras situações de golo, assumido o risco, mas com a incerteza do marcador que tanto podia dar para um ou outro lado.
A vitória de 4x3 da ambição e do risco assumido pelo treinador do Belenenses, Alípio Matos Alípio queria ganhar, arriscava, e o que ao príncipio poderia pensar-se que teria sido um erro, revelou-se uma virtude. Alex desde a sua area interceptou um passe e conseguiu dar-lhe a melhor direcção, era o golo que dava vantagem n marcador ao Spoting com menos de um minuto para jogar. Belenenses na reposiçao de bola saí em desepero de causa na busca do prejuízo e tentar pelo menos minimizar, jogada de que foi parada pelo Gr. João Benedito, falta sobre Jardel (a 5ª por parte do Sporting), que o arbitro sancionou erradamente com amarelo ao jogador João Matos do Sporting poupando assim a expulsão ao Gr do Sporting, pela amostragem do segundo amarelo e consequente cartão vermelho, Diego concluí da melhor maneira para o empate, 3x3. Paulo Fernades, a menos de 20 segundos do fim arrisaca com Café a Gr volante, e com a bola de saída a seu favor, queria também ele sair vitorioso deste derby, esta ambiçao é de salutar no nosso campeonato, essa é a mentalidade para se conseguir o estigma das vitórias, mas o Sporting não conseguiu concluir a jogada e Café, travou o seu adversário em falta, era a 6ª do Sporting, com 9 segundos para jogar, Miguel Almeida foi para a marca dos 1º metros, era o homem em que recaiu toda a responsabilidade para colocar defenitivamente o Belenenses na frente, Cristiano ainda trocou com Benedito, mas seria Alípio Matos, hoje a ver a sua estratégia a ser coroada de exito, vitória do Belenenses por 4x3, que assim se mantêm no topo da classificação e ja leva seis pontos de avanço sobre o Sporting.
Declarações, do Técnico Alípio Matos “Tal como se prespectivava foi uma partida bem disputada, num excelente jogo, muito bem jogado, com emoção até ao fim, um espétaculo com golos, e bastante equilibrado. Arriscamos, assumimos o risco, primeiro fomos infelizes e depois fomos felizes ao sermos coroados de exito pela vantagem conseguida mesmo no fim da partida. Esta vitória é muito importante para o Futsal do Belenenses, para o seio do grupo. Estas duas equipas deram uma excelente mostra de qualidade e do Futsal que se pratica numa altura em que a nossa modalidade parece estar a perder o protagonismo que já teve.”
Terça-feira, Fevereiro 24, 2009
::: Ainda o Mundial...
Portugal partiu com ambição, cautela, mas no regresso trouxe uma enorme desilusão A nossa selecção chegou ao mundial de Futsal da FIFA Brasil 2008 com um currículo que é diga-se de passagem definitivamente bom, mas que em princípio não a reconhecia como uma das favoritas ao título. No entanto, bastava perguntar a qualquer um dos técnicos das equipes presentes para ouvir o nome de Portugal entre as favoritas na lista das equipas mais fortes que estiveram presentes. Trata-se de um respeito que foi conquistado pelos comandados de Orlando Duarte à base da qualidade evidenciada até mais do que de resultados. O melhor resultado foi mesmo a terceira posição no mundial da Guatemala 2000, e um dos grandes representantes dessa técnica apurada é o ala Ricardinho, de apenas 23 anos, que no Brasil fez a sua estreia em Mundiais. A estrela do Benfica não pôde ajudar na última edição do Mundial, que decorreu na China Taipei 2004, por se encontrar lesionado. Naquela ocasião, Portugal teve o azar de ter ficado no mesmo grupo na segunda fase com a Espanha e com a Itália, que terminaram, respectivamente, como campeã e vice-campeã do mundial. Outros jogadores em destaque e bastante experientes são o par formado por Arnaldo e Pedro Costa, jogadores com que a equipe contou para voltar a estar entre as melhores do mundo e tentar repetir o desempenho da Guatemala 2000, quando alcançamos o feito histórico de chegar às semifinais, e isso a tornar a acontecer já teria sido algo de muito positivo.
Uma das grandes razões porque todos acreditávamos numa bela prestação no mundial, foi pelo desempenho apresentado no último campeonato da UEFA, em novembro de 2007, que jogámos em casa, é verdade que ficámos fora do pódio, no 4º lugar, mas demos mostras de força, pois na semifinal, por exemplo, onde caimos diante da toda poderosa Espanha, que se sagrou campeã, claudicámos apenas na decisão por pênaltis, depois de um empate a 2. Não podemos falar de que houve excesso de confiança, é verdade que com o nível que o Futsal tem hoje, estar na Copa do Mundo de Futsal já é um feito louvável. A selecção essa não entrou em quadra com euforia, porque foi exatamente isso que já nos tinha traido no Mundial anterior. Por isso mesmo, antes de se pensar na possibilidade de atingir as semifinais, o que era preocupação para os comandados do técnico Orlando Duarte eram os rivais da primeira fase de grupos, Itália, Tailândia, Paraguai e os Estados Unidos.
Contá-mos com alguns jogadores jovens, sem a experiência necessária para a natureza desta competição, com espírito de grupo forte é certo, e a depositar-se tudo nos valores individuais da equipa, que poderiam fazer toda a diferença é verdade mas por outro lado a terem que “carregar” toda a responsabilidade em cima deles, era demais evidente que a equipa estava demasiado curta e desiquilibrada para dar prontas e melhores respostas á medida que ia sendo solicitada, (entenda-se os jogos).
Temos tudo para chegar longe, mas sabemos que é preciso laborar muito e arduamente, e se alguém terá que ser questionado pelos resultados é a Federação e a sua estrutura, “nós” (todos), temos mais 4 anos pela frente até ao próximo mundial e começarmos bem é essencial, dar todas as condições á comissão técnica da selecção é fundamental, melhorar o nosso sistema e padrão de jogo em termos táticos também, porque a evolução técnica que a modalidade vive é constante, estruturar a formação e preparar mentalmente os nossos jovens jogadores para confrontos destes no futuro, pois este é o momento das decisões, e de muita importância para o Futsal, que já teve dias melhores.
Portugal vence com dificuldade o Paraguai na estreia Na sua estreia na Copa do Mundo de Futsal da FIFA Brasil 2008 no Grupo B, Portugal bateu o Paraguai por 3x2, num jogo emocionante. O jogo esse foi intenso, com o Paraguai a ter mais posse de bola. O ataque paraguaio, no entanto, parou sempre nas mãos do seguro guarda redes João Benedito. Enquanto isso, Portugal jogou de maneira simples, chegando á baliza adversária em dois ou três passes. O primeiro golo do jogo surgiu de um contra-ataque, com Pedro Costa, a finlizar a jogada aos 2'. Os paraguaios insistiram e empataram com um remate de José Rotella aos 8'. Até o final da etapa, as duas equipas lutaram muito, mas não conseguiram marcar. No segundo tempo, Portugal tornou-se a adiantar no marcador, com um golo de Arnaldo, que, depois de uma excelente jogada entre Ricardinho e Pedro Costa, ficou livre e só teve que empurar para o golo. O Paraguai não desesperou e aproveitou um erro na saída de bola para empatar com um golo de René Villalba. Mas o golo que deu a vitória chegou por intermédio de Arnaldo, aos 38'.
Portugal deixa a Itália levar a melhor A Itália passou por Portugal por 3x1 e ficou a um passo da classificação para a segunda fase da. Os dois começaram a partida com rapidez e precisão na condução da bola, tentando abrir espaços para rematar á baliza. Nesse ritmo, Portugual acabou por sempre mais perigoso, principalmente por Ricardinho e Arnaldo. A Itália entretanto equilibrou o jogo. Porém enfrentarmos dois problemas, a grande exibição do guarda redes Alexandre Feller e as faltas acumuladas, que depois da quinta falta, foram batidas duas da segunda marca de pênalti, sem barreira, e uma delas deu mesmo origem ao golo com que se abriu o placar. O segundo tempo continuou intenso a Itália preveligiou a posse de bola e arriscou somente o necessário, enquanto que Portugal pretendia tomar a iniciativa do jogo, mas sem querer se expor demasiado. Com oprtunidades repartidas de ambos os lados, se Alexandre Foglia ficou cara a cara com João Bendito, que este levou a melhor, do outro, Bibi rematava á trave. Além de Feller, que foi uma autêntica muralha, Portugal foi traído por uma Itália que teve a sua melhor arma, nos livres directos, Grana, aos 34', e Assis, aos 37', definiram a vitória azzurra. O golo de honra por Ricardinho, aos 39', foi um prémio justo para um dos melhores jogador de Portugal.
Portugal venceu num jogo fácil e bem conseguido Portugal goleou os Estados Unidos por 7x1 e chegava mais perto da classificação para a próxima fase. Começamos muito bem o jogo, com velocidade e jogadas bem construídas. Foram 7 minutos de domínio absoluto, em que conseguiamos abrir a vantagem no marcador com duas assistências de Arnaldo e dois golos de Leitão. Portugal manteve a intensidade, mas não foi tão preciso. Nesse lapso, os Estados Unidos esboçaram uma reação, que resultou somente em algumas defesas isoladas do guarda redes João Bendito. No ínicio do segundo tempo, porém, já aumentávamos o “score”, com Gonçalo a rematar após um ressalto, á saída da área e ampliava para 3x0. O placar, a partir daí, disparou. Leitão devolveu o passe para Arnaldo, que fez o quarto do jogo, e Ricardinho, sem olhar, deixou Leitão sozinho para marcar o seu terceiro golo do jogo. Com este resultado, os Estados Unidos ficava sem chance de passar a proxima fase, e Portugal ia até Brasília para jogar contra a Tailândia, no último confronto da primeira fase, para tentar assegurar a classificação, a depender de terceiros.
Portugal vence, mas não chega para seguir em frente, numa tremenda decepção Mesmo derrotando a Tailândia por 3x2, obtendo 9 pontos Portugal não conseguia a vaga para a segunda fase de grupos. Itália, Paraguai e Portugal ficavam com nove pontos cada no Grupo B, mas a diferença de golos entre os três foi nos desfavorável. O confronto foi bastante equilibrado, com repartiçao da posse de bola. O primeiro golo surgiu dos pés de Arnaldo, o artilheiro mor da equipe. Quando parecia que os comandados por Orlando Duarte dominariam a partida, os tailandeses organizaram-se e começaram a luta de igual para igual, e o empate chegou por Eakapong Suratsawang com naturalidade. No seguno tempo Portugal acusava e entrava um pouco nervoso, parecia estar desorganizada, e a Tailândia não soube aproveitar. Israel superava Somkid Chuenta e ainda fez o 2x1, devolvendo a confiança á equipa, mas os tailandeses, bem comandados pelo espanhol Jose Pazos não desistiam e marcavam, para o empate por Panuwat Janta aos 37'. Cardinal mesmo ao soar da buzina ainda fez a sua parte, mas não foi suficiente o resultado de 3x2, era insuficiente e não garantia a classificação, que tal como os tailandeses, voltaram ambos pra casa.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009
::: Mundial de um Brasil campeão dos números e dos factos O Brasil assumiu o compromisso de organizar e vencer o “Mundial” desde que o Paulo César de Oliveira, mais conhecido por “PC”, assumiu o cargo de treinador/seleccionador, alguns concerteza ponderaram se ele ia até ao fim!. Homem de personalidade forte, capacidade de comando, culto e de muitos projectos. Nada acontece por acaso, senão veja-mos o trabalho que foi feito desde a organização, de metedologias que teve de ser iniciado, preparado e melhorado á medida que o projecto a que todos se proposeram ia encurtando distâncias no tempo para o objectivo comum e final. Exemplos disso mesmo foi a mudança na preparação física, contratação de uma psicóloga, de uma equipe médica ao mais elevado nível, nutricionista, fisioterapeutas, entre muitas outras. Em alguns momentos nem tudo terá sido perfeito, mas o equilibrio necessário e a aprendizagem constante tiveram sempre que estar presente, para se preparar uma selecção ao mais alto nível, o resultado esse, foi o mais importante, o que deu visibilidade a tudo que foi feito, com a obtenção do tetra pelo Brasil, asim o excelente trabalho do “PC” virou modelo para todos, os jogadores, os dirigentes, os treinadores, os professores, os atletas, os familiares dos atletas, afinal para todos, e sabem por quê? Porque hoje existe um modelo, uma metodologia, um trabalho que deve ser copiado, e até melhorado, trabalho esse conquistado com humildade, com quebra de paradigmas, com discussão, com discordias, mas sempre com respeito. Eu particularmente fico muito feliz por ver que se consolidam cada vez mais processos para se chegar cada vez mais ao profissionalismo, de termos, hoje dirigentes cada vez mais exigentes e profissionais, comissões técnicas muito mais bem preparadas, a comunicação social sempre a melhorar e cada vez mais especialaizada, e as pessoas cada vez mais interessadas em aprender Futsal. O Brasil tecnicamente, e falo em “matéria humana”, têm dos melhores executantes, e não é de hoje é de sempre, mas o que lhe faltou nesse interregno de 12 anos, em que não conseguiu ser campeão mundial foi esse comprometimento de se empenhar e empregar toda essa determinação profissional, esse planeamento e sobretudo essa estrutura organizativa.
Com a responsabilidade de analisar os resultados de uma final em que vi o Brasil tornar-se tetra campeão, onde a Espanha perdeu o título máximo mundial, num jogo onde os números estatísticos traduzem a superioridade do Brasil que teve 61% de posse de bola, enquanto a da Espanha foi de 39%, foram 47 os remates do Brasil, contra 30 da Espanha. Registe-se que o Brasil venceu todos os nove jogos disputados, enquanto que a Espanha, além de não conseguir vencer o Brasil na final, também não conseguiu suplantar o Irão, no jogo de estreia. Nesse diapasão, registe-se que o Brasil marcou 66 golos e sofreu 8, apresentando um saldo de 58 golos, enquanto que a Espanha fez 29 golos e sofreu 11, apresentando um saldo de 18 golos, a diferença do Brasil é de 40 golos a mais que a vice-campeã Espanha. Os prémios individuais outorgados pela FIFA, dois deles foram atribuídos a atletas brasileiros, o de melhor jogador a Falcão, e o de melhor guarda redes a Tiago.
A par de todos estes factos e números acresce de realçar que, neste Mundial de 2008, as quatro equipes finalistas, Brasil, Espanha, Itália e Rússia contaram com um total de 56 atletas dos quais 33 deles nascidos e formados no Futsal brasileiro, na era da globalidade. Ou seja, 58% eram atletas nascidos no Brasil, contribuindo para que o Brasil se coloque no ápice da pirâmide do Futsal mundial.
De outra parte, o Brasil como país sede do Mundial de 2008, deu uma prova cabal de maturidade desportiva e organizativa, não só cumprindo o caderno de encargos da FIFA, mas tornando este um dos melhores de quantos mundiais de Futsal já realizados, senão mesmo um dos mais mediaticos, sendo transmitido que foi para 197 países.
Anfitriões dominam o torneio e encantam os fãs Quando Vinicius, o capitão da Selecção, levantou o troféu da Copa do Mundo no dia 19 de outubro de 2008, a missão estava cumprida, o Brasil era campeão mundial pela quarta vez na história dos Mundiais. Foi um torneio formidável, que a equipe do técnico Paulo César de Oliveira jogou em “casa”. Desde o início, a constelação de “Estrelas”, brilhou e dominou a competição, vencendo todas as sete partidas das duas fases de grupos e chegou ao fim com um saldo de 58 golos marcados e apenas 4 sofridos. Falcão e companhia também ditaram o ritmo de jogo na semifinal contra a Rússia e não deixaram dúvidas sobre quem chegaria à final. Somente na última partida, na qual os brasileiros enfrentaram a grande rival, a detentora do título Espanha, os anfitriões não conseguiram vencer no tempo regulamentar, decidindo a partida na disputa dos pênaltis diante dos seus fãs entusiastas e apaixonados em pleno Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Prémios para o Brasil A verdadeira força do novo campeão mundial ficou evidente nas estatísticas e também nos prémios individuais. Os três melhores jogadores da Copa do Mundo foram Falcão, Schumacher e Tiago, todos do Brasil. Além disso, Falcão e o seu companheiro de equipe Lenísio garantiram ambos as Chuteiras de Prata e de Bronze adidas ao terminarem como segundo e terceiro melhores artilheiros, Tiago foi eleito o melhor guarda redes. A vice-campeã mundial Espanha também merece grande respeito, uma vez que a equipe do técnico Venancio Lopez foi a única que conseguiu nos 40 minutos regulamentares opor-se ao Brasil. Depois de dois títulos mundiais consecutivos, os espanhóis que contaram com Javi Rodríguez, Kike e Marcelo em bom plano ficaram na vice posição ao perder na disputa dos pênaltis por 3 x 4. O capitão Rodríguez ergueu pelo menos um troféu, o da FIFA Fair Play, já que a Espanha foi a equipe com o melhor comportamento disciplinar de um total máximo de 1000 pontos de “Jogo Limpo”, a equipe do técnico Venancio Lopes marcou 914, terminando o torneio como a selecção mais disciplinada.
Irão e Rússia demonstram evolução, e poderão atingir o topo brevemente As selecções do Irão e da Rússia foram as grandes surpresas pela positiva. O campeão asiático não chegou à semi-final por apenas um golo de diferença e acabou por ceder a vaga à Itália. O capitão Vahid Shamsaee foi o jogador de destaque dos asiáticos e foi selecionado entre os melhores pelo Grupo de Estudos Técnicos da FIFA entre os dez melhores jogadores da competição. Também o seu companheiro de equipe, Mostafa Nazari, impressionou e terminou como segundo melhor guarda redes da competição. A Rússia evoluiu sob o comando do técnico Oleg Ivanov para se tornar uma equipe de alto nível. Os europeus do leste foram derrotados pelo Brasil na semi-final e perderam a disputa do terceiro lugar para a Itália. Porém, entre os seus jogadores estão o artilheiro da competição, Pula, que obteve 16 golos na competição e o excelente Vladislav Shayakhmetov, provando que sua selecção pertence à elite do Futsal mundial. Na próxima Mundial, daqui a quatro anos, a Rússia deverá ir ainda mais longe, estejamos atentos a sua evolução e prestação.
Continuidade e afirmação da Itália A Itália, vice-campeã mundial em 2004 e vice-campeã europeia em 2007, ficou mais uma vez entre as quatro melhores equipes da competição. Foi derrotada somente nos últimos segundos do prolongamento na semifinal contra a sua grande rival européia, a Espanha. O destaque recai no guarda redes de 37 anos Alexandre Feller, no capitão Grana e no talentoso Adriano Foglia, que foram os jogadores mais importantes da Squadra Azzurra.
Bons começos, as revelações e desilusões Outros participantes da Copa do Mundo tiveram um bom começo no torneio. República Tcheca, Líbia, Tailândia e Cuba tiveram seus momentos de brilhantismo, mas precisam trabalhar ainda mais duro no futuro para poder competir com a elite do Futsal mundial. Por outro lado, algumas mostraram evolução e outras equipas mantiveram o nível a que já nos habituaram, mantendo a regularidade, como a Ucrânia, por exemplo, que se classificou num grupo que contava com a Argentina, o vice-campeão africano Egito e a campeã da CONCACAF, a Guatemala. O Elogio merecido à Guatemala, que foi considerada uma das maiores surpresas do torneio, pelo seu desenvolvimento, onde se destaca o seu guarda redes Carlos Mérida, embora os centro-americanos não tenham conseguido a qualificação para a segunda fase de grupos, a equipe do técnico Carlos Estrada, que têm realizado um excelente trabalho, mostrou ter dado grandes passos na direção certa, deixando boas indicações para um futuro muito próximo. Portugal e Argentina não terão boas memórias deste Mundial para recordar. Os argentinos não puderam ficar satisfeitos ao não se classificarem para as semifinais, especialmente depois de conquistar o quarto lugar em 2004 na China Taipei, e Portugal porque deixou a competição na primeira fase de grupos, falhando o objectivo e a ilusão com que partiram para o torneio, ao de não conseguir repetir os sucessos de anteriores campeonatos mundiais e europeus.
Distinção individual para os melhores jogadores Bola de Ouro adidas: Falcão (BRA)
Bola de Prata adidas: Schumacher (BRA)
Bola de Bronze adidas: Tiago (BRA)
Público total 292.161
Média de público 5.217
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Domingo, Fevereiro 22, 2009
::: Falcão, o Ícon do Futsal Mundial Alessandro Rosa Vieira, nome de baptismo, ou simplesmente Falcão é um homem feliz, realizado e completo, assim se definia passados poucos minutos após o fim do jogo que coroava o Brasil como tetra campeão mundial, Falcão afirmou e declarou perante a imprensa que, "Agora estou realizado". Depois das frustrantes derrotas para a Espanha na Guatemala 2000 e na China Taipei 2004, o ídolo máximo do Futsal brasileiro conseguiu conquistar a sua primeira Copa do Mundo da FIFA no Brasil e coroar-se como o melhor jogador da competição, eleito pela FIFA, mas onde a comunicação social brasileira teve um enorme peso, obviamente ser campeão em “casa”, e ser dos poucos jogadores presentes que joga no Brasil, é juntar o útil ao agradavél, mas que entre os agentes do Futsal Brasileiro, e era de consenso entre todos de que o eleito teria sido outro jogador.
Apesar do famoso camisa 12 da selecção brasileira ter ganho a Bola de Ouro pela segunda vez consecutiva, e fazendo uma analize á sua prestação nos 9 jogos que o Brasil disputou no Mundial até á final. Falcão nunca fez parte do cinco inicial do treinador “PC”, mas foi sempre suplente utilizado em todos os jogos, tendo feito o gosto ao pé em 6 deles, na primeira fase da prova marcou em todos os quatro jogos, Japão (1, de penalty), Ilhas Salomão (6), Rússia (2) e Cuba (1, de penalty), na segunda fase só marcou contra a Ucrânia (3), e despediu-se dos golos na semi final diante da Rússia (1), ficando em branco na final que disputou com a Espanha, não tendo para o efeito estado na marcação dos castigos máximos com que se decidiu a final, foi claramente um jogador de equipa, soube acatar as ordens do seu líder, esteve em prol do colectivo e terá sido esse o grande segredo para tanto sucesso pessoal. E como só isso fosse pouco, ainda teve a cereja no topo do bolo ao conquistar a “Chuteira de Prata”, como vice artilheiro da competição com 15 golos, atrás do jogador Pula da Rússia. Falcão seguia este desejo em jejum, desde á 12 anos para cá, comentou que ainda pretende jogar mais uma Copa do Mundo, terá então 35 anos.
Falcão atinge a marca de 254 golos em 156 jogos Os 15 golos marcados no Mundial, fizeram com que o ala Falcão chegasse à marca dos 254 gols com a camisa da selecção brasileira em 156 jogos disputados. O maior goleador da história do Brasil é outro grande jogador Manoel Tobias, que balançou as redes 281 vezes. As marcas e os números são incontestáveis, mas nada disso ia valer se não conquistasse o título mundial. O currículo do Falcão é bom, o seu primeiro título pela Selecção, foi a Copa América de 1998, ele que já têm vários prémios individuais, mas tinha um buraco, que era esse título mundial na sua carreira.
Falcão expande na Internet a sua fama No sítio “Youtube”, de exibição de vídeos, os internautas se utilizar os termos de busca "Falcão" e "Futsal", vão encontrar as suas melhores jogadas, e golos. Estes e outros tantos marcados em toda a sua carreira. São mais de 600 ocorrências, provavelmente todas com as jogadas mais bonitas do ala. Com a facilidade que hoje existe na comunicação pela internet, Falcão facilmente ultrapassou as fronteiras do Brasil e ficou famoso em todo o planeta pelas suas fantásticas jogadas e golos.
A "lambreta" é a sua marca pessoal A impressionante lambreta, lance em que o jogador dá um lençol no adversário depois de levantar a bola com os calcanhares, esta que é a marca registada do ala. A torcida adora, no Futsal, são muitos poucos os que ousam fazer e virou uma marca pessoal. Um facto curioso, e que se pode constatar nos jogos agora disputados no mundial,é de que os próprios jogadores sabem quando o ídolo pega na bola, pela euforia que a trocida faz, pois todo o mundo se levanta e entoam por vezes cânticos, quando ele solta a bola, todo mundo senta.
Passagem pelo “Futebol” Em 2005, Falcão teve a única experiência no futebol de onze ao serviço do São Paulo.
Sem grande sucesso, o jogador referiu que as condições climáticas são a grande diferença. “O Futsal é jogado em ginásios cobertos, sem o efeito do vento, chuva e calor. Mas não vejo a minha passagem pelo futebol de onze como um falhanço ”, sustentou.
Ícon do Futsal Mundial O brasileiro é um verdadeiro ícon no seu país e reconhecido internacionalmente por todos os amantes do Futsal. Além de um “Centro de Treinamento Falcão 12”, onde as actividades desenvolvidas são o Futebol e o Futsal. Falcão tem ainda uma linha de roupa desportiva.
O sitio do craque, http:/www.falcao12.com, que é visto por milhões de internautas.
Perfil Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido por Falcão, é do signo gémeos, nasceu em São Paulo a 8 de Junho de 1977, actualmente com 31 anos. Tem 1,77m, pesa 74 kg, calça o número 41 e joga preferencialmente com o pé esquerdo. É casado, e tem dois filhos. Joga desde 2005 na equipa de Futsal na “Malwee/Jaraguá”, Jaraguá do Sul, Santa Catarina cidade onde actualmente vive.
Crónica escrita para entrar na revista FutsalMagazine após o Mundial Brasil/2008
Sporting arranca uma vitória a “Ferros” 4-3 (0-3), do orgulho ferido num jogo de emoções fortes entre habituais candidatos ao título
O Pavilhão Paz e Amizade foi o palco de um grandíssimo jogo da 10ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão entre os sempre candidatos ao título. Aquela que já é considerada uma das piores inicio de época no que ao campeonato diz respeito, e de que não há recente memória, o Sporting venceu o Freixieiro por 4-3 (0-3), e obteve a sua quinta vítória alcançando agora a 6ª posição da tabela classificativa com 14 pts.
Numa partida em que o Sporting tinha como objectivo e quase como que obrigação de regressar às vitórias, depois de dois desaires consecutivos, nas derrotas com o Modicus-Sandim (3-4) e com o Olivais (7-4). O conjunto leonino recebia um crónico candidato ao título, num encontro em que se sentia altamente pressionado pela escassez de resultados positivos, ao qual não é habitual acontecer, com um Freixieiro a subir de rendimento jogo após jogo, a experiente formação comandada por Joaquim Brito tentou jogar com esse factor a seu favor para dar continuidade ao bom momento que vem atravessando. Joaquim Brito montou tal como á duas jornadas atrás quando visitou Lisboa para defrontar o Benfica, no empate que obteve, tento aplicar a mesma estratégia de jogo, rigor defensivo com a sua primeira linha muito recuada e sempre na espreita do erro do adversário, lançando sempre rápidos e perigosos contra-ataques. Ausentes do jogo estiveram o guarda-redes Cristiano do Sporting e do pivot Wilson por parte do Freixieiro, ambos por lesão.
Um Freixieiro de tremenda eficácia, que soube explorar ao máximo a intranquilidade do conjunto leonino Foi um Sporting a querer tomar conta do rumo dos acontecimentos desde o ínicio, tendo a primeira situação de perigo saído dos pés de Bibi aos 2 minutos de jogo, com o capitão Zézito na assistência, que hoje regressou ao cinco inicial da formação liderada pelo treinador Paulo Fernandes. Mas era vísivel que o conjunto do Sporting estava intranquilo, nada saía bem, faltando-lhe a pontinha de sorte que ás vezes faz toda a diferença, e eis que na primeira grande situação criada pelo Freixieiro o golo inaugural da partida, num livre sobre Cardinal descaído na ala esquerda, que o próprio cobrou, descobriu Luís Silva solto sem marcação na area, que perante o guarda-redes João Benedito só teve que a desviar deste. Era um mau começo do Sporting e sem que o adversário tivesse criado situações de iminente perigo até ao momento, ganhava vantagem, o Freixieiro levava perigo ao saber aproveitar os sucessivos erros cometidos pelo Sporting que se ia precipitando á medida que o tempo passava, tornavam-se impacientes, foi notória e vísivel a total desconcentração deste grupo de trabalho ao longo da primeira metade do jogo, aos 4 minutos Néné desperdiçou ao atirar ao lado após um roubo de bola de Cardinal que percorreu o campo todo, o Sporting esse tinha a posse de bola e finalizava algumas jogadas, mas sem sucesso, como foram os sucessivos remates de Alex, Bibi e Café. O Freixieiro ia tornar a marcar á passagem do minuto 7, numa insistência de Néné que sobre a ala direita atirou forte e colocado supreendendo o guarda-redes João Benedito. Paulo Fernandes de imediato pediu o seu desconto de tempo, pois nada saia bem, a eficacia era nula perante as inumeras situações de perigo que a equipa criava, a dita tal “sorte” que também não têm tido e que tanta falta lhes têm feito e de que Paulo Fernandes fez questão de sublinhar e realçar nas declarações finais do jogo, concerteza ele pediu tranqulidade no jogo da sua equipa mas essa teimava em não aparecer, a falta de concentração era demasiado vísivel na marcação de um livre directo, que a sua equipa teve a seu favor e do qual não soube tirar o melhor proveito colocando a bola directamente pela linha lateral, onde a equipa de Paulo Fernandes costuma ser forte nestas situações de jogo, sendo mesmo um dos factores de desiquilíbrio em muitos dos jogos, mas nada lhes saia bem. O Sporting continuava com a sua constante rotação de jogadores, tentando tirar algum “coelho da cartola”. A meio da primeira metade era mesmo o melhor periodo de jogo por parte do Sporting, em que conseguiu encostar o Freixeiro atrás, onde lhes ia valendo o seu guarda–redes Piu com várias defesas de recurso, foram 5 minutos do melhor Sporting, com o Freixierio a limitar-se somente a defender e sem conseguir sair para contrariar, somente conseguindo rematar de novo à baliza do Sporting à passagem do minuto 13, sem que levasse perigo, mas o Sporting era uma equipa que começava a arriscar em demasia num um para um, assumindo esse risco muito cedo na partida.
Protestos e nervos à flor da pele E se o guarda-resde João ja tinha visto um amarelo por ter saido da sua area para interceptar a bola sem êxito derrubando o adversário em falta aos 3 minutos, também Davi o fez aos 16 minutos sempre em situações em que os jogadores do Freixieiro saiam em grande velocidade e com muito perigo, mas como não á duas sem três a cena repetiu-se, e aos 17 minutos, novamente Benedito e Cardinal envolvidos no lance em que o jogador do Freixieiro ganha a bola e saiu rápido em zona frontal direito á baliza do Sporting, que foi interceptado pelo guarda redes do Sporting a meio do seu meio campo, lance que foi interrompido pelo árbitro internacional António Cardoso, que marcou falta ao lance “dividido” entre os dois, falta a favorecer o Freixieiro, e sancionando com o respectivo segundo cartão amarelo e por via disso o consequente cartão vermelho, interpretando que o guarda redes do Sporting terá cometido o carrinho deslizante, passível de falta. Os protestos por parte da equipa do Sporting não se fizeram esperar e foram demais evidentes com a equipa de arbitragem, os nervos ficarm mesmo à flor da pele, o Sporting esse jogou 2 minutos reduzido a quatro, com o guarda redes suplente Sandro a tomar o seu lugar na baliza sem que o Freixieiro conseguisse ampliar a vantagem, sem conseguir tirar proveito dessa vantagem, o de estar com mais um jogador em campo. No Sporting o conjunto estava num turbilhão e os protestos com a equipa de arbitagem sucediam-se, com o secretário técnico a ter ordem de expulsão ao minuto 18 pelo árbitro Ricardo Eufrásio por este discordar e contestar vivamente a dupla de arbitagem. Com o Sporting a ter novamente a equipa reposta, e á falta de 19 segundos para jogar Alex de forma algo displicente e ingenua, mas fruto da intensidade com que queria alterar o rumo dos acontecimentos faz falta no seu meio campo sobre Ivan, era a 6ª falta do Sporting, que o talentoso Cardinal não desperdiçou, fazia o 3-0 com que se atingia o final da primeira metade do jogo, premiava a eficácia do Freixieiro, mas demasiado penalizador para o que o Sorting fez, era um Sporting de cabeça perdida este que foi para o baleneário.
Um Sporting de orgulho ferido, com “Deo” a desiquilibrar O treinador Paulo Fernandes, teve certamente um dos seus “10 minutos” mais preciosos como condutor de homens que é, fez valer a sua experiência que conquistou ao longo destes anos, conhecedor que é da instituição que representa terá apelado ao orgulho de todos os seus jogadores e estes melhor o interpretaram, que grande segunda metade deste Sporting que se transfigurou por completo como se do dia para a noite se trata-se e onde teve um iluminado “Deo” que deu um verdadeiro recital de bom Futsal, grande jogo, jogadas individuais, velocidade, assistências, remates e um golo. Foi um Sporting que em 8 minutos virou o resultado, de 0-3 para 4-3, onde sobressaiu a capacidade atlético ou física, é verdade que o treinador Joaquim Brito parecia algo limitado pelas opções que ia gerindo do seu banco e que se tornaram mais evidentes na segunda metade, utilizando somente 7 jogadores de campo, com o jogador Ricardo a entrar quando já se encontravam em desvantagem no resultado. O Sporting conseguiu ser paciente ao contrário da primeira metade, teria que virar o rumo dos acontecimentos, e as coisas estavam-lhe adversas, era um Sporting rematador, Piu ia conseguindo evitar, mas a pressão exercida pelo Sporting era constante e forte, adivinhava-se que a qualquer momento o Sporting podia reduzir. O treinador do Freixierio pedia então para que a sua equipa subisse toda ela no campo para pressionar também á saida de bola do Sporting na tentativa de sair do sufoco que estava, e foi nesse preciso momento que o Sporting conseguiu aproveitar todo esse espaço livre nas costas do adversário, com Deo a dar ínicio á espetacular recuperação, descobrindo Alex sem marcação na ala oposta, reduzindo aos 28 minutos. O Freixieiro tal como o Sporting era obrigado a cometer muitas faltas, algumas delas sancionadas com acção disciplinar tal o ritmo que a partida se encontrava, o Sporting era total dominador da partida, o Freixieiro nunca conseguiu parar o endiabrado Deo, que aos 32 minutos reduzia para 2-3, após varios remates, numa excelente jogada que passou por todos os elementos de campo, o Sporting acreditou que era possível, era um outro Sporting este. Joaquim Brito tentou mesmo com o seu desconto reorganizar a equipa para definir a melhor estratégia, mas se na primeira metade os seus jogadores mais influentes tinham feito toda a diferença, como Cardinal, Néné e Luis Silva, nesta segunda metade fruto também do desgaste físico a que eram submetidos e da supreendente reacção do Sporting ficaram ofuscados sem conseguirem contrariar a estratégia de Paulo Fernandes. E sem que pudessem esboçar qualquer reacção volvidos 2 minutos o golo do empate, novamente Deo na jogada para novo golo de Alex. Entrava-se nos restantes 5 minutos com ambas as equipas tapadas e penalizadas com a 5ª falta, se na primeira metade houve um erro comprometedor para o lado do Sporting, eis que Cardinal imitou e fez uma falta atacante no meio campo adversário aos 36 minutos, o especialista Paulinho chamado para a cobrança não desperdiçou da marca dos 10 metros batendo o guarda-redes Piu, que nada pode fazer e colocou o Sporting pela primeira vez na frente do marcador, o que era justo pelo desenrolar dos acontecimentos. O Freixierio arriscou então no 5 para 4, com Piu a integrar os lances ofensivos da sua equipa, rematando por duas ocasiões, mas com o guarda-redes Sandro a corresponder em bom plano, ele que só sofreu um golo e na marcação de um livre da marca dos 10 metros. O Freixieiro ainda reclamou dois lances sobre Cardinal, de pertensa falta do adversário sem que a dupla de arbitagem sanciona-se qualquer um deles apesar dos fortes protestos que se fizeram sentir a partir do banco de suplentes.
Num grande jogo de Futsal, com duas partes distintas onde o Sporting regressou ás vitórias depois de dois desaires consecutivos.
Declarações de Paulo Fernandes: “Depois do que passámos nas últimas semanas, e no futuro que nos foi equacionado, esta equipa demonstrou o caracter que têm, temos tido falta de sorte. Este é o Sporting que toda a gente conhece, quem nos fez o funeral vai ter a resposta á missa de sétimo dia. É verdade que com os resultados que obtemos até aqui condiccionamos de alguma forma o nosso futuro, mas ainda vamos a tempo de alcançar o objectivo final. Esta segunda parte foi maravilhosa, os meus jogadores foram excelentes, a vitória é importante para levantar os índices de confiança, depois do jogo anterior ter sido demasiado intenso, e desgastante a todos os níveis, acredito que vamos chegar longe.”
Declarações de Joaquim Brito: “Uma partida bem disputada, o vencedor não foi justo, na primeira parte fomos superiores, tivemos sucesso e venciamos por 0-3. Na segunda parte o Sporting foi melhor e o Deo desiquilibrou, tivemos dificuldades em tapar o Deo. A minha equipa teve receio de ganhar, após ter chegado ao intervalo com uma vantagem confortável e de sabermos as dificuldades que o adversário tinha. Tivemos um erro e esse erro infantil saiu-nos caro. Um jogo fantástico que serviu de propaganda para a modalidade para quem acompanhou aqui no pavilhão e pela net. Demonstrá-mos ter atitude acredito nos meus profissionais."
FUNDAÇÃO-BENFICA INTERROMPIDO A partida entre Fundação Jorge Antunes e Benfica foi interrompido ao intervalo, devido à falta de condições do pavilhão dos vizelenses, causado pelas condições climatéricas e que deixarão a marca efeito no piso do pavilhão, segundo a organização do jogo FPF e árbitros ambos decidiram interromper o jogo por falta de condições, protegendo o espetáculo e a integridade física dos jogadores. Perante esse facto, as direcções dos dois clubes reuniram-se após interromper o jogo. A Fundação vence por 1-0, com um golo de Mide, ao intervalo e no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 18:00h, será retomada a segunda parte desse jogo.
9ª jornada, Fundação J.A. x Benfica
Fundação leva vantagem ao intervalo (1-0) Numa meia partida entre candidatos ao título, que foi interrompida ao intervalo, sem que se desse ínicio a segunda metade da partida devido às más condições do piso, os árbitros António Cardoso e Ricardo Eufrásio assim como o dirigente responsável pela organização do jogo da FPF, tomaram a decisão da partida ter que ser interrompida. Esta que era o jogo de maior destaque até ao desfecho da 9ª jornada.
Fundação e Benfica mediram forças, num jogo onde estiveram duas das melhores formações do campeonato, as duas melhores defesas até ao momento com apenas 11 golos sofridos, entre o 1º (22pts) e 3º (17pts) classificado, com dois grandes técnicos, Paulo Tavares já com uma longa experiência de 1ª divisão, conseguindo ano após ano estar sempre presente na luta dos lugares cimeiros do campeonato, estando a realizar e a desenvolver um trabalho fantástico sobretudo a nivel da formação, e André Lima um ainda jovem técnico mas com um futuro promissor pelas boas indicações que têm dado e deixado até ao momento. Um jogo onde a qualidade dos intervenientes não deixa duvidas quando ao jogo que poderiam propocionar, ou seja um agradável jogo de Futsal. Foi um partida extremamente disputada, onde a Fundação se apresentou ligeiramente melhor que o Benfica, fruto da sua atitude mais ofensiva e de ter feito uma alta e intensa pressão com a sua primeira linha logo na saida de bola por parte do Benfica, sem que este soubesse reagir e não encontrando nunca o antidoto para sair desta estratégia bem montada por Paulo Tavares, que geriu a sua equipa e a doseou para o esforço físico exigido, fazendo trocas alternadamente de 4 por 4, e em ambos os “time out”, pedia sempre aos seus jogadores para serem solidários e para continuarem com muito rigor defensivo, destacando-se o seu colectivo pelas várias e bonitas jogadas que tiveram, mas com um sinal mais para o seu jogador Divanei que é o grande estratega e o desequilibrador desta equipa, actualmente o melhor artilheiro do campeonato. André Lima que esta época ainda não contou com o plantel à sua disposição a 100%, e que neste jogo se viu novamente privado devido a lesão dos jogadores João Marçal e de César Paulo, e não tendo outro jogador de características semelhantes ao deste pivot, para poder adoptar outro sistema de jogo ou solução, fica algo limitado e com um banco sem muitas opções, Gonçalo que ainda não estará fisicamente nos índices desejados após longa ausência por lesão, André Lima neste jogou só utilizou 7 jogadores de campo, mesmo assim o Benfica repartiu a posse de bola com a Fundação e teve jogadas que também levaram algum perigo á baliza adversária, Arnaldo o jogador em melhor forma deste Benfica e que mais vezes levou perigo e mais rematou á baliza do sempre seguro Victor Hugo, que a par de Bébé estiveram muito bem, no entanto sem poder evitar o golo de Mide aos 14 minutos, que isolado perante Bébé, só teve que recortar e desviar deste para rematar para o golo, lance que nasceu da grande pressão de que tanto Paulo Tavares queria e desejava, João Leite que consegue ganhar a bola ao desemparado Pedro Costa, que se viu perante a pressão de dois adversários perdendo no erro o lance. Jogo onde alguns factores fazem a diferença, como os erros, as transições e a capacidade física de cada equipa. Prevê-se que o que ainda falta para disputar do jogo seja emocionante com a incerteza do resultado até ao apito final.
Ficha do Jogo
Fundação J. A. Cinco inicial: Victor Hugo [gr], Divanei, Eskerda, Mide e João Leite.
Jogaram ainda: Fábio Aguiar, Gabri, Fábio, e Marinho.
Treinador: Paulo Tavares
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Zé Maria, Pedro Costa [Cap.], Arnaldo, e Ricardinho.
Jogaram ainda: Gonçalo Alves, Pedrinho e Rogério Vilela
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 14’ | Mide
Disciplina Cartão amarelo a Gonçalo Alves e a Bébé por parte do Benfica.
Histórico 2007/2008 F. Jorge Antunes 7 - 5 Benfica
2006/2007 F. Jorge Antunes 4 - 4 Benfica
2005/2006 F. Jorge Antunes 2 - 5 Benfica
2004/2005 F. Jorge Antunes 1 - 5 Benfica
2003/2004 F. Jorge Antunes 1 - 2 Benfica
2002/2003 F. Jorge Antunes 4 - 5 Benfica
2001/2002 F. Jorge Antunes 2 - 2 Benfica
Após a vitória sobre o Sporting, em jogo relativo à II eliminatória da Taça de Portugal, o Benfica voltou a centrar todas as atenções para o campeonato depois das duas últimas exibições menos conseguidas, no empate caseiro diante do Freixieiro e na derrota no Louriçal, perante o Instituto, que se têm revelado uma das equipas sensação da prova até ao momento. O Benfica hoje recebeu o Fundão e venceu por 3-0(1-0).
Para o confronto com os comandados de José Luís, o conjunto às ordens de André Lima apresentou três baixas, o caso de César Paulo está a contas com problemas no adutor direito e de João Marçal com queixas num joelho, ambos encontram-se entregues ao departamento clínico, enquanto Pedro Costa cumpriu um jogo de castigo.
Primeira metade de um só único sentido Foi um Benfica de domínio total, com bastante posse de bola, muitos ataques e por consequência vários remates, uma primeira metade de um só único sentido, em que os comandados de José Luís só defenderam e dos poucos contras que fizeram foram sempre muito displicentes e lentos, sem aproveitar a superioridade que saiam em contra. O Benfica ao contrário daquilo que fez na última partida para a taça diante do Sporting onde foi de uma eficácia absoluta, foi demasiado perdulário, criou e dispôs de inumeras ocasiões para poder atirar a contar e ficar confortavél na partida, mérito também e verdade seja dita pela excelente prestação do guarda-redes forasteiro, o brasileiro Carlinhos, que efectuou várias paradas a remates de Ricardinho, Arnaldo, Pedrinho e Rogério que levavam o selo do golo. Mas eis que tanto o “cântaro vai a fonte que alguma vez quebra”, e foi Bébé que contribui para tal, construiu a jogada do único golo da primeira metade, aquilo que seria um ataque do Fundão deu em contra ataque do Benfica com o guarda-redes do Benfica a interceptar um passe, conduzindo a bola até ao meio campo adversário,passando por dois adversários e assistindo Pedrinho para uma melhor conclusão,não desperdiçando tal prenda, 1-0 para o Benfica aos 17 minutos de jogo, finalmente o prémio, mais que merecido.
Tenue resposta da equipa do Fundão, sem "resultado" prático A melhor entrada no ínicio da segunda metade por parte da equipa comandada por José Luís, onde a sua equipa dispôs mesmo de três sobrenas ocasiões para empatar a partida, logo ao primeiro minuto em três remates consecutivos, onde terá valido Bébé e o poste, aos 3 minutos com o jogador Esteves já naa area descaído na esquerda, na cara de Bébé atira ao lado, e de todas a mais “escandalosa”, foi a do jogador Bruno César que correu sózinho desde o seu meio campo com somente o guarda redes do Benfica pela frente, atirou ao lado do poste esquerdo, gorando então as hipotese de emapte na partida. O Benfica neste período era na mesma uma equipa com a posse de bola mas sem conseguir ser tão acutilante como o tinha sido até aqui, onde somente criou perigo num remate de Ricardinho para uma melhor defesa de Carlinhos, Ricardinho que hoje obeteve mais dois golos para a sua conta pessoal e se cotou como um dos melhores do Benfica a par de Bébé e de Arnaldo, atravessam mesmo um excelente momento de forma.
Benfica confirma a sua boa prestação e a vitória no jogo E como quem não marca sofre, o melhor Futsal desenvolvido pelo campeão em título deu frutos, numa excelente jogada de envolvimento, numa triangulação entre Arnaldo, Rogério com este tirar o guarda redes adversário da jogada com um passe atrasado, a encontrar solto na área Ricardinho que perante um adversário so teve que desviar do seu alcance para fazer o segundo da partida aos 32 minutos. Era quase como que a setenciar a partida, o Fundão esse era uma equipa sem argumentos para contrariar este Benfica, que se apresentou algo limitado mas forte no jogo, fruto da sua última excelente prestação diante do Sporting. Em último recurso o treinador do Fundão ainda quiz dar uma última e forçada reacção, mas a sua tentativa não foi no timing mais certo, e no erro, Ricardinho oportuno e com uma excelente visão dos acontecimentos verificou a troca do guarda-redes de Carlinhos por Vinicius para adoptarem e sairem no 5 contra 4, mas num excelente remate que levou todo o peso e medida na direcção da baliza, sem hipoteses de defesa de Vinicius, era a confirmação da vitória 3-0, com o bis de Ricardinho. A equipa do Fundão estava conformada e nso minutos restantes saiu com a estratégia do 5 para 4 sem que nada de novo acontecesse, merecida vitória da melhor equipa em campo, no regresso ás vitórias após dois resultados menos conseguidos.
Em mais um emocionante derby, Encarnados bateram os «leões», os actuais detentores do troféu por 6-4(3-1) e seguem em frente na Taça de Portugal. Tal como na edição passada Sporting e Benfica voltaram-se a defrontar na II eliminatória para discutir a passagem à próxima eliminatória. Na época passada os leões venceram em casa do Benfica e acabaram por inclusivé conquistar o troféu, mas desta vez o conjunto de André Lima foi mais forte e conseguiu levar de vencida os de Paulo Fernandes por 6-4, perante o seu público, que quase prencheu na totalidade o Paz e Amizade em Loures, tendo sido mesmo a estreia neste palco para esta competição, com cerca de 1200 espectadores.
Ao intervalo já o Benfica tinha vantagem no marcador (3-1), fruto duma postura super-defensiva e de uma melhor eficácia, que foi adoptada como estratégia na abordagem a este jogo que era a eliminar. Além da partida ter sido transmitida, em directo, pela canal temático da SIC Radical, ouve uma outra estreia que merece total apoio e de incentivar mais iniciaticas destas e que pode dar mais visibilidade à modalidade. Pela primeira vez, numa competição oficial, foi transmitido em vídeo-streaming um jogo de Futsal de uma competição oficial, com produção em exclusivo para a internet. Assim o jogo entre o Sporting e o Benfica, teve transmissão em directo na internet online, no sítio oficial do Sporting, em www.sporting.pt.
O jogo esse foi emocionante, recheado de golos, foi mesmo um óptimo jogo. O Sporting encontrou um Benfica muito esforçado, que defendeu, lutou com as armas que dispunha, tendo-se destacado os jogadores Arnaldo e Bébé. Se um soube ser um autêntico guerreiro em quadra a defender, a empurar a equipa e a marcar, o outro soube suster os fortes ímpetos e ataques leoninos quando foi necessário, efectuando já na parte final do jogo três soberbas defesas que terão feito toda a diferença. Era curcial para André Lima a passagem à eliminatória seguinte, para não hipotecar as ilusões das quatro frentes com que iniciou a época, não venceu a Supertaça, a não passagem à Final Four da Uefa Futsa Cup, uma derrota neste jogo seria estar numa só frente, apesar dessa ser naturalmente a maior aposta do Benfica, como afirmou André Lima e bem na conferência de imprensa no final do jogo, assim como aos de Paulo Fernades também o é importante, estando agora concentrados num só único objectivo como Davi comentou, “vamos trabalhar para conseguir ganhar o campeonato”, depois de terem iniciado a época a conquistar a Supertaça frente a este mesmo Benfica e muitas vezes são os resultados que fazem os treinadores e as equipas.
Tremenda eficácia do Benfica O Benfica foi mesmo a primeira equipa a levar perigo, numa sequência de dois remates à baliza defendida pelo guarda-redes Benedito. Mas o Sporting jogava perante o seu público e queria ser ele a comandar as operações do jogo, com uma postura super ofensiva a pressionar sempre muito à frente, na saída de bola do adversário, preveligiando a posse de bola e não deixando o Benfica organizar-se ofensivamente, mas o Benfica trouxe como estratégia a de defender e bem, com uma postura agressiva sobre o portador da bola e a tentar sair sempre ora pelo erro do adversário ou em rápidos lances de contra ataque, lançados muitos deles por Bebé. Antes mesmo de Arnaldo inaugurar o marcador aos 10 minutos, já o Sporting por intermédio de Alex, que foi um dos melhores por parte do Sporting, tinha atirado à trave. Numa das poucas jogadas ofensivas de que o Benfica tinha disfrutado até à passagem dos 10 minutos, Arnaldo apareceu já dentro da area, na zona o pivot diante do guarda-redes João Benedito e soube dominar e com um recorte sobre a bola atirou a contar, diga-se que o Benfica explorou em demasia os ataques rápidos e contra-ataques e obteve mais dois golos onde apanhou sempre o adversário em contra pé. O 2-0 chega por César Paulo que levou a bola desde o seu meio campo pela ala direita e sem ter ninguem no apoio decidiu-se pelo remate já de um ângulo apertado, apanhando João Benedito desprevenido e a castigá-lo inplacavelmente, num golo de excelente execução. Era um Sportinga a tenta a todo custo encurtar o marcador, o Benfica defendia e conseguia tapar todas as linhas de passe e de remate na direcção da sua baliza. Um bom exemplo disso foi mesmo aos 18 minutos, com o jogador Pedro Costa a tirar sobre a linha de golo, substituindo Bébé que já se encontrava batido no lance a remate de Paulinho. Era um pressing a todo o “gás” do Sporting, estava no seu melhor período e asfixiava mesmo a equipa do Benfica que ia reagindo mais com o coração do que com a cabeça, o Benfica tinha atingido a sua 5ª falta fruto da sua postura mais agressiva, Bebé numa saída fora da área de baliza, fez prática de jogo perigoso tendo a equipa de arbitagem sancionado falta e respectivo cartão amarelo, Paulinho na marcação desde os 10 metros, de livre directo, não se fez rogado e atirou uma autêntica bomba para reduzir no marcador, aos 19´, poderia-se pensar que o Sporting iria tirar dividendos do pouco tempo que restava, mas foi o Benfica de uma forma quase letal que soube novamente e atravez de Bébé colocar uma bola na area onde Pedrinho teve uma execução perfeita a dominar e na cara novamente do guarda-redes do Sporting a desviar do alcançe deste. O Benfica chegou ao intervalo a vencer por 3-1, fruto da estratégia que adoptou e da sua termenda eficácia.
Atitude do Benfica coroada de exito O Sporting trazia a desvantagem do intervalo, teria que ir a procura do prejuízo e foi isso que os seus jogadores tentaram a todo o custo fazer, conseguiam-no mas sem materializar em golos porque tinham pela frente uma equipa do Benfica que hoje era coesa, solidária nas entreajudas, uns autênticos guerreriros, com um sentido de oportunidade muito apurado, sempre que vislubravam um possível contra, era ou jogada de perigo ou golo. Ricardinho aos 24 minutos numa jogada individual depois de uma intercepção de bola por Pedro Costa, ampliava para 4-1 e colocava os nervos a flor da pele nas hostes leoninas, que viam as coisas a ficar mal paradas.
Recuperação do Sporting Assistimos então à excelente reacção do Sporting no seu melhor periodo em toda a partida, o mais emotivo e de maior velocidadeno jogo, no mesmo minuto dois golos de rajada, um por Alex e outro num auto-golo de Pedro Costa ao desviar a trajectória na direcção errada o remate de Paulinho, colocando o marcador pela diferença mínima 4-3. Estava de novo o jogo relançado no que ao vencedor diria respeito. O Sporting era claramente a equipa que dominava os acontecimentos e que continuava a criar soberanas situações para golo, efectuando mais remates à baliza, onde valia Bebé que se destacava pela positiva. O jogo estava intenso e vivo, Paulo Fernandes dava indicações para que a sua equipa pressiona-se logo á saída de bola do adversário, mas o Benfica só iria conseguir libertar-se desse “colete de forças” com que o Sporting o tinha atado à passagem do minuto 34, depois do seu golo era o lance de maior perigo até então por parte do Benfica. Já com João Benedito batido, Rogério atirou à trave da baliza, num puro e rápido contra-ataque que começou numa recuperação de bola de Bébé, que a par de Arnaldo eram mesmo os melhores em quadra da parte do Benfica. Entrava-se na fase curcial da partida, com a diferença mínima no resultado o Sporting teve então uma excelente oportunidade depois de ver o capitão do Benfica ser expulso por acumulação de cartões amarelos e consequente vermelho aos 36´de jogo. Justo será dizer que a amostragem tanto de um como outro cartão formam bem exibidos, as faltas tal o justificam, mas o tempo da amostragem do respectivo segundo cartão amarelo e respectivo vermelho foi excessivo, o timing foi exagerado pela equipa de arbitragem.
“Risco” de Paulo Fernandes não foi bem sucedido Paulo Fernandes assumia o risco e arriscava mesmo no 5 contra 3, com Café a ser o guarda-redes volante, estratégia essa que não levaria nenhum efeito pois o Benfica sabia defender a superioridade do Sporting e mostrava-se muito perigoso nas respostas e obrigava mesmo o Gr. Benedito a aplicar-se, eis que aos 37´Arnaldo, dando jus ao nome pelo qual carinhosamente é conhecido, interceptou um passe mal medido por Café e arrancou como se fosse um “Expresso” o de Bragança, passou por Café, Paulinho e mandando fora do alcançe de Davi, rematando na direcção da baliza deserta, era o 5-3. Foram então minutos de muita “guerra”, com muitos nervos à flor da pele, era visível a entrega por ambas as equipas, o Sporting ainda dispôs de três excelentes situações, mas todas elas contrariadas por grandes paradas do guarda-redes do Benfica, que se ia exibindo a um altíssimo nivel. O Benfica esse ia sustendo as investidas do 5 para 4 do Sporting, André Lima depois de ver a sua equipa novamente recomposta após a expulsão de Pedro Costa, pediu o seu tempo de desconto para tentar quebrar o ritmo da partida e de recuperar o folego para o minuto que faltava. O Sporting nada tinha a perder e teria que arriscar tudo, Café soltou-se bem dos vários adversários e ainda descobriu ao poste mais distante Paulinho que recolocava novamente à falta de menos de um minuto o marcador pela diferença mínima 5-4. O jogo não parecia ter fim tal era o ritmo dos acontecimentos e à falta de poucos segundos de jogo, Paulinho ainda viu cartão amarelo, Pedrinho ainda atirou à baliza para uma melhor defesa de Benedito e ainda teve tempo para tablar com Ricardinho, com este a ter arte e engenho para ludribiar e contornar o defesa directo, rematando rasteiro e colocado fora do alcance do guarda-redes do Sporting, colocando o resultado final em 6-4. A festa foi feita pelos adeptos do Benfica que se fizeram deslocar a Loures, num jogo electrizante com um vencedor justo, que soube estar melhor e mais competente nos momentos chave.
Ficha do Jogo
Sporting C. P. Cinco inicial: João Benedito [gr], Bibi, Café, Alex e Davi.
Jogaram ainda: Deo, João Matos, Paulinho e Zézito[cap].
Treinador: Paulo Fernandes.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Ricardinho, Arnaldo e Zé Maria.
Jogaram ainda: Pedrinho, Rogério Vilela, e César Paulo.
Treinador: André Lima.
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 10’ | Arnaldo
0-2 | 13’ | César Paulo
1-2 | 19’ | Paulinho
1-3 | 19’ | Pedrinho
2ª Parte
1-4 | 24’ | Ricardinho
2-4 | 25’ | Alex
3-4 | 25’ | Pedro Costa (Auto Golo)
3-5 | 37’ | Arnaldo
4-5 | 39’ | Paulinho
4-6 | 39’ | Ricardinho
Disciplina Cartão amarelo a Zézito, Bibi e a Paulinho por parte do Sporting.
Cartão amarelo a Pedrinho, Bébé e duplo amarelo e consequente vermelho a Pedro Costa por parte do Benfica.
Declarações Paulo Fernandes: “Parabéns ao adversário, foi nos momentos chave do jogo mais competente, assumo por inteiro a responsabilidade da derrota, arrisquei na superioridade numérica quando tinha vantagem em jogadores de campo, por via da expulsão do jogador do Benfica. Os meus jogadores demonstraram ter carácter, pois deram tudo. Disse-lhes para não se esquecerem do que se passou hoje no final do jogo, para guardarem para mais tarde poderem retribuir. O jogo foi um espéctaculo com golos, muitos (10) e emocionante, ainda tivemos uma fantástica recuperação no resultado de 4-1 para 4-3, mas de nada serviu, esta competição era um dos nossos objectivos da época, pois éramos os detentores do troféu”.
Declarações de André lima: “Sinto-me orgulhoso pelos meus jogadores e pela vitória conquistada, encarámos este jogo como se de uma final se tratasse, fomos uns justos vencedores, apesar das inumeras lesões e das condicionantes com que esta equipa se debate e apresenta, estivemos muito bem. O nosso grande e principal objectivo é sermos campeões nacionais, mas seguir em frente para a próxima eliminatória era o nosos obljectivo”. A propósito de ter sido a primeira vitória como treinador sobre o Sporting comentou, “o que sinto é um sabor especial e de felecidade por ter ganho com estes jogadores e nada mais”.
Histórico dos confrontos para a Taça de Portugal
II Elim 2008/2009
29 Novembro 2008 - 21h - Pavilhão Paz e Amizade
1.200 espectadores
Sporting 4 x 6 Benfica
Golos: Paulinho (2), Alex e Pedro Costa (auto golo); Ricardinho (2), Arnaldo (2), César Paulo, e Pedrinho
II Elim 2007/2008
29 Dezembro 2007 - 15h20 - Pavilhão Açoreana Seguros
1.800 espectadores
Árbitros: Pedro Paraty e Abílio Bessa (AF Porto)
Benfica 0 x 2 Sporting
Golos: Alex e Café
Meia Final - 2006/2007
Junho - Pavilhão Municipal Vila Nova de Gaia -1.600 espectadores
Árbitros: António Cardoso e Ricardo Eufrásio (A.F. Coimbra)
Benfica 5 x 0 Sporting
Golos: Amandus, Ricardinho (2), Bebé, e André Lima
FINAL - 2005/2006
23 Abril 2006 - Pavilhão Multidesportos de Coimbra
1.800 espectadores
Árbitro: António Cardoso e Pedro Paraty (A.F.Aveiro)
Benfica 5 x 9 Sporting
Golos: Paulinho (2), Zézito (3), Gonçalo Alves (1), Deo (1), Andrezinho (1), Evandro (1); Sidnei (2), Wilson (1), Ricardinho (1), e André Lima (1)
3ª eliminatória - 2003/2004
07 Fevereiro 2004 - Pavilhão Atlântico - Lisboa
5.500 espectadores
Benfica 1 x 4 Sporting
Golos: Bibi; Zézito; Israel; João Marçal; e Chico
1/4 Final - 2001/2002
1 Maio 2002 - Nave de Alvalade
Benfica 5 x 5 Sporting (Sporting venceu nos penalties 3 x 1)
Golos: Cautela, Nélito (2) e Vitinha II (2) ; Zézito, Bibi, João Benedito, João Marçal e Gonçalo Alves
Benfica e Freixieiro encerraram hoje a sexta jornada do Campeonato FutSagres. Um encontro entre crónicos candidatos ao título que se disputou no Pavilhão da Luz, e que foi dirigido por Fernando Serras da A. F. de Portalegre e por Pedro Peixoto da A. F. de Setúbal. Na ressaca da eliminação da UEFA Futsal Cup, os campeões nacionais receberam e empataram com um Freixieiro atrevido e disposto a levar pontos em casa alheia, foi um Freixieiro de combate aliado a uma melhor capacidade física, tendo em Cardinal o seu melhor e mais esclarecido jogador, numa destacada exibição, um jogador de termenda capacidade técnica e física. O treinador do Freixieiro Joaquim Brito montou bem a estratégia para o jogo, com uma defesa mais atrasada, mas muito agressiva e rápida sobre o portador da bola, conseguindo sair em algumas situações em contra ataques muito rápidos, equipa que tenta a todo o custo recuperar os pontos perdidos nas primeiras jornadas do campeonato. Ricardinho por castigo e Gonçalo por se encontrar com gripe foram as baixa no Benfica, enquanto Wilson também não deu o seu contributo à equipa de Matosinhos por ainda encontrar lesionado.
Equilibrio no jogo eficácia no marcador O Freixieiro veio até Lisboa ao reduto do Benfica com a táctica bem estudada, com intuito de levar pontos na bagagem, com uma linha defensiva muito atrasada na quadra, mas bastante agressiva e eficiente para travar todas as investidas do Benfica, o jogo esse começou numa toda lenta diria mesmo monótona, mas o Freixierio aos 5 minutos de jogo teve a primeira ocasião para inaugurar o marcador numa excelente jogada, conduzida por Cardinal, que encontrou Luis Silva na area, tendo este assitido ainda melhor Ivan que atirou á trave da baliza adversária, o jogo então ganhou ritmo e teve desde então mais motivos de interesse, tornando-se o jogo mais aceso, disputado e equilibrado. O Benfica também teve algumas situações de golo, exemplo disso foi Arnaldo que aos 12´ discaido na ala direita atirou ao poste esquerdo do Gr. Piu. Assistimos então ao duelo entre o Pivot César Paulo e o Gr. Piu, que este diga-se levou sempre a melhor. A eficácia do Freixieiro, traduziu-se aos 2`para o término da pimeira parte, com golo de Ivan, num remate da meia distância, onde o Gr. Bébé ainda interceptou a bola mas não a conseguiu impedir que a trajectória da mesma fosse na direcção da baliza, houve ainda tempo para Rógerio numa iniciativa individual ter ainda arrancado um potente remate, mas este esbarrou na trave mesmo sobre o apito final da primeira parte, seria um prémio justo para a equipa do Benfica.
Domínio absoluto do Benfica, para um empate justo O Benfica entrou para esta segunda metade disposto a colocar alguma justiça no resultado, encostando literalmente os comandados de Joaquim Brito atrás, exercendo uma forte pressão sem que estes tomassem partido do ataque organizado, abdicando da posse de bola, mas em contrapartida tinham a lição bem estudada para sairem sempre em lances rápidos de contra ataque, ora por lançamentos longos do seu Gr. ou pela transição quer do seu Gr. ou dos jogadores mais rápidos como Cardinal ou Daniel. O Benfica só conseguiu materializar o ascendente desta segunda metade aos 29´de jogo pelo seu jogador mais rematador em toda a partida, o pivot César Paulo, se na primeira parte tinha perdido o duelo com o Gr. Piu, mas neste lance levou a melhor, discaido na esquerda aplicou o seu forte e colocado remate com o seu melhor pé, o esquerdo, para repor alguma justiça no que se passava em quadra. O Freixieiro não alterou a estratégia e manteve o mesmo sistema de jogo, é verdade que poderia ter ganho proveito á falta de 4´para se jogar, porque os árbitros (desatentos ao lance), deixaram passar uma clara expulsão e livre directo a favor do Freixieiro, num lance em que Cardinal seguia isolado na cara do Gr. Bébé, com este a defender claramente fora da sua area com a mão. André Lima ainda arriscou no 5 para 4, com o seu já habitual Gr. volante Zé Maria, foram dois minutos de aflição para os de Matosinhos, que passaram um tremendo sufoco, defendendo com tudo que tinham e dispunham. Tácticas e posturas bem diferentes hoje as que podemos assistir no jogo que encerrou a 6ª jornada, se para os de André Lima foi a perca de 2 pontos, já para a equipa de Matosinhos pareceu, até pela satisfação com que festejaram o final do jogo que foi a conquista de 1 ponto, neste que foi o seu terceiro empate na visita ao Benfica. De assinalar ainda que o secretário técnico do Benfica recebeu ordem de expulsão aos 26 minutos de jogo, por protestar com a decisão da equipa de arbitagem.
O Benfica acreditou mas o sonho para “já” acabou, o de almejar o tão apetecido troféu, na hora da verdade o Benfica honrou o seu prestígio e caiú digno sem conseguir a tão desejada passagem á fase final, perdendo 2x1 com a formação espanhola do Interviú.
Desta vez o Interviú venceu pela diferença mínima, e garante a presença na próxima fase, em 2004 perdeu na 2ª mão mas garantiu a conquista do torféu, que no conjunto das duas mãos teve um melhor goal average, tornou a levar de vencida o Benfica. Hoje o público presente criou uma excelente atmosfera neste que foi jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhou perante o seu fantástico, entusiasta e amante público, que tudo fez no apoio para que os campeões portugueses atingissem a sua primeira Final Four da Uefa Futsal Cup. Foi uma excelente partida por parte do colectivo do Benfica, soube em grande parte do jogo contrariar e responder com as suas armas perante esta grande equipa, mas hoje André Lima e companhia souberam até ao mimuto 36 desmontar bem a “máquina verde” como é muitas vezes intiluada, sendo insuficiente no lance em que o Pivot Betão trabalhou bem a bola na entrada da area, assistindo Schumacher, que rematou para o golo que garantia a vantagem no marcador. Estiveram neste jogo presentes muitos e excelentes praticantes, uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que hoje se jogou, entre internacionais brasileiros (5) com quatro deles a serem recentemente campeões mundiais, espanhóis (5) e portugueses (6). De salientar ainda que a equipa do Interviú não pode contar com os Internacionais Bacaro e Daniel, devido a lesão. Foi impressionante como todos os agentes do Futsal espanhol se reunem em prol de objectivos comuns, Jesus como Director geral (ex-capitao da selecçao e do Interviú), assim como Júlio Director desportivo e Venancio Lopez que fez questão de estar presente antes da partida iniciar no banco do Interviú dando o seu apoio e contributo.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 16 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Uma primeira metade com tudo empatado Um jogo de ritmo vivo e intenso, com as equipas a se igualarem muito em todos os aspectos, na posse de bola, com o Benfica tentar explorar sempre as situações de contra ataque rápido, no empate em golos, em oportunidades, mas se o Benfica foi o primeiro a criar perigo no último reduto do Gr. Amado, que viu a bola de Ricardinho a ser devolvida pela trave aos 2´naquela que foi a grande expolsão por parte dos adeptos do Benfica, mas Torras não tardou a dar a resposta e decorrido o mesmo minuto usou a sua melhor arma, o seu forte remate de pé esquerdo, com um remate da meia distância, inaugurando o marcador e colocando a sua equipa na frente do marcador. O Benfica soube reagir, levantar a cabeça e não acusar o golo sofrido, continuou a fazer o seu jogo organizado e muito apoiado, tirando dividendos com a obtenção do empate 1 x 1, num remate de Ricardinho que discaido na ala direita após ter ficado na posse de bola no ressalto, depois da insistência por duas vezes a remates de Pedro Costa. Foi um Interviú á procura de se colocar na frente do marcador, por via de ser o único resultado que lhe servia. Até ao termino da primeira parte a destacar as duas situações mais flagrantes de golo, uma para cada lado, Juanara aos 10´que atirou ao poste num remate da meia distância e de Ricardinho qe tentou um chapéu a Amado, mas que saiu ao lado após excelnte assistência de Arnaldo. Um empate a ser inteiramnete justo. A salientar o facto de Gonçalo Alves ter regressado ás quadras, para ser mais uma opção do treinador André Lima.
Schumacher desfaz o sonho, desilusão á falta de 4 minutos para o término da partida Nesta segunda parte o Interviú partiu para cima do Benfica com todas as armas que tinham, Juan Alonso o treinador tentou todas e mais algumas das várias formas que tinha, pressionou, imprimiu um ritmo forte na partida, pois corria atrás do prejuizo faltava-lhe o resultado, antes da vantagem no marcador se registar, ainda á falta de 5 minutos para jogar, pediu o seu “time out”, colocou Betão como pivot e se o assim pensou, assim obteve, o resultado esperado e tão desejado. O Benfica esse defendeu sempre bem, esteve concentrado, André geriu os seu jogadores da melhor forma, mas foi incapaz depois de sofrer o golo de tornar a marcar, o Benfica contra atacou, criou por várias ocasiões perigo, mas Amado levou sempre a melhor no duelo com Gonçalo, Arnaldo e Ricardinho. O Técnico André Lima, reagiu de imediato e após sofrer o golo arriscou no 5 para 4 com Zé Maria a desempenhar a função de Gr. volante, mas sem criar perigo iminente para a baliza adversária, excepto só mesmo no último lance da partida, em que o Benfica disparou á baliza após varios ressaltos, já em desespero de causa, a sorte foi madrasta hoje. Foi um jogo de entrega e disputa, bem praticado, electrizante, com o Benfica a cair aos pés da “máquina verde”, com muita honra e dignidade, ficando muitos dos jogadores com a sensação frustrante de que hoje podiam ter sido bastante mais felizes, era bem patente no rosto de vários jogadores.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Ricardinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Pedrinho, Rogério, Anilton, Gonçalo e César Paulo.
Treinador: André Lima
Inter Movistar Cinco inicial: Luis Amado [gr], Betão, Gabriel, Schumacher, e Torras.
Jogaram ainda: Jesús Herrero [gr], Alberto [gr], Neto, Juanra, Borja, Ortiz e Marquinho.
Treinador: Juan Luis Alonso
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador
1ª Parte
0-1 | 02’ | Torras
1-1 | 09’ | Ricardinho
2ª Parte
1-2 | 36’ | Shumacher
Disciplina Cartão amarelo a Torras e a Marquinho do Interviú, a Pedro Costa e a Zé Maria do Benfica.
Declarações de André Lima: “Foi um jogo em que não tivemos sorte, mas do outro lado estava a melhor equipa do mundo. O jogo foi repartido, eles tiveram maior posse de bola mas porque estavam em desvantagem. A mensagem que deixei aos meus jogadores ao intervalo foi para continuar a atacar, á procura do golo. O Interviu acabou por ser mais eficaz.
Não vamos deixar que o nível de trabalho e de entusiasmo baixe daqui para a frente”
Declarações de Costinha: “Sentimos que esta foi uma grande oportunidade para o futsal nacional. Tivemos infelicidade, em várias jogadas de contra ataque, mas houve também mérito do Interviú, que nos obrigou a recuar. Penso que nos faltou um pouco de sorte, que podia fazer a diferença.”
Declarações de Juan Luis Alonso: “Esperava um jogo dificil, conhecia o plantel do Benfica, vi-os jogar para o campeonato e sabíamos que íamos ter dificuldades. Procuramos a vitória, o Benfica jogou em contra ataque, mas tínhamos confiança no nosso guarda redes, por isso penso que a vitória foi justa.
Queremos ser campeões, sabemos que as equipas russas se reforçaram, mas temos a obrigação de ganhar.”
Grupo D
13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5–1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8–1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac 4 - 4 Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid 2 – 1 S.L. Benfica
A sorte será jogada hoje, domingo ás 17h30, no pavilhão da Luz em Lisboa, onde ambas as equipas do Benfica e do Interviú se encontram para disputar o último e decisivo jogo da fase de Elite, para saber quem acompanha os restantes finalistas e segue para a tão ambicionada final four, onde desde já marcam presença as duas representantes da Rússia, o campeão em título MFK Viz-Sinara Ekaterinburg, e o Dinamo Moscovo, assim como a equipa do Kazaquistão do Kairat Almaty, um dado curioso a assinalar é de que estas três equipas marcam presença pelo segunda ano consecutivo.
Tal como aconteceu em 2004, onde o Interviú conquistou o troféu, apesar de ter perdido o segundo jogo na deslocação a Lisboa, na casa do Benfica, a final ainda se disputava a duas mãos, conquistando então a sua segunda “Copa” da Europa, a primeira da UEFA Futsal Cup.
Hoje espera-se uma atmosfera infernal no jogo da “verdade”. O pavilhão da luz brilhará mais do que nunca para que os campeões portugueses consigam atingir a sua primeira final four da Uefa Futsal Cup, (depois de já terem marcado presença na final de 2004, onde perderam por 4x1 em Madrid e de terem vencido em Lisboa por 4x3, que na soma dos dois jogos o saldo foi negativo). Todos sabem que não será nada fácil, no lado oposto existe uma grande equipa intiluada por algumas ocasiões de “máquina verde”, com vontade de vencer e com uma legião de jogadores que estão habituados a grandíssimos jogos, com muitas “batalhas” conquistadas como a que se joga hoje, razão porque os de Madrid tentarão, contrariar e dobrar o rival Benfica, que joga no seu próprio pavilhão, perante o seu fantástico, entusiasta e amante público que tudo fará certamente para dar o apoio quando ele mais for necessário.
O Interviú torna-se favorito nestes jogos e o seu técnico, Juan Luis Alonso sabe-o, no começo da competição não escondeu o papel de favorito, afirmando que “continuamos a assumir o nosso papel, eu tenho um grupo grande e estes desafios são aqueles de que nós mais gostamos, com pavilhão cheio, atmosfera boa e de uma partida exigentes, onde será preciso dar o máximo. Não é fácil, numa única partida e com as suas condicionantes que ela possa ter no entanto lanço todas as forças para que os meus jogadores se apliquem, pois eles gostam de disputar partidas com este tipo de atmosfera, é para eles motivante, a maioria já disputou jogos como este (hoje), em que se decide e joga um objectivo muito importante somente em quarenta minutos.”
Esta que vai ser uma partida em que ao Benfica serve dois resultados dos três possíveis, a vitória e o empate (proveniente do melhor goal average) para garantir a passagem a final four da Uefa Futsal Cup.
O técnico André Lima, afirmou antes do ínicio do torneio que, “Sabemos que temos uma boa organização dentro de campo, somos solidários e temos jogadores capazes de fazer a diferença. Desde que exista disponibilidade, atitude e inspiração. Sei do valor desta formação espanhola, mas está na hora de mostrarmos que não há equipas invencíveis e de jogarmos olhos nos olhos com o Interviú. Não acreditar pode ser o nosso maior inimigo e isso não vai acontecer. E depois, claro, sabemos que poucas são as equipas que podem vencer neste pavilhão quando está lotado, tal o ambiente gerado e a força que o Benfica recebe dos incentivos dos seus adeptos.” Mas a poucas horas do ínicio da partida em declarações ao sítio do Benfica, o treinador André Lima afirmou categoricamente que o Benfica vai jogar para ganhar, "Já houve uma altura em que nos bastava o empate para eliminarmos este adversário e acabámos por ser goleados, (na Intercontinental de Puertollano em Espanha, com uma pesada derrota de 8 x 1). A questão do empate é apenas um detalhe. Não vamos alterar a nossa forma de jogar pelo facto de a igualdade nos dar a qualificação. Não dá para jogar para o empate frente a um adversário como o Interviú. A nossa estratégia já está definida." Pavilhão da luz em Lisboa, 17h 30, com transmissão em directo no Canal BenficaTV
Prováveis equipas Benfica: 1. Bebé (Gr), 22. Zé Carlos (Gr), 2. Rogerio Vilela, 4. Pedro Costa, 6. Arnaldo, 7. Zé Maria, 8. Pedrinho, 9. Gonçalo Alves, 10. Ricardinho, 12. Carlos Paulo (Gr), 13. César Paulo, 18. Anilton, 21. Joao Marçal e 26. Ricardo.
Treinador: André Lima
Movistar Interviu: 1. Luis Amado (Gr), 13. Jesus (Gr), 15. Alberto (Gr), 2. Marquinho, 3. Torras, 4. Neto, 5. Juanra, 6. Gabriel, 8. Schumacher, 10. Borja, 11. Ortiz e 12. Betão.
Treinador: Juan Luis Alonso
Depois de ter entrado a golear na fase de Elite da UEFA Futsal Cup, o Benfica voltou a repetir a excelente exibição e a “cilindrar”, desta vez o campeão da Sérvia, por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais partem assim para a derradeira e última jornada com o empate a servir para garantir a passagem á tão ambicionada final four. O KMF Ekonomac, formação que perdeu por cinco bolas a uma diante do Interviú Movistar, e que parte tal como o Benfica com grande aspiração à conquista do primeiro lugar do grupo, a vitória é o único resultado que permite aos representantes espanhóis de estar presente na fase final entre as quatro melhores equipas da europa. Os comandados de André Lima conseguiram, aplicar-se para poderem gerir e controlar o melhor goal-average, de forma a partirem para o jogo de todas as decisões na frente e a necessitar de apenas um empate.
UEFA FUTSAL CUP 08/09
Fase Elite, Grupo D
Lisboa, 14 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica que entrou a perder mas a conseguir a remontada, num “festival” de oportunidades O Benfica tornou a vencer esta noite na Fase de elite da UEFA Futsal Cup, no seu segundo jogo do torneio com uma goleada por 8 x 1. Os bi-campeões nacionais apesar de terem tido a primeira grande oportunidade logo no primeiro minuto de jogo, tiveram uma entrada nada feliz, pois a equipa adversária além de ter inaugurado o marcador, aos 8`, foi mesmo quem nos minutos iniciais, criou mais e melhores situações para golo, com o controle do jogo, tendo tido maior posse de bola, efectuando um ascendente na partida em remates á baliza do Gr. Bébé, tendo este que intervir por diversas ocasiões a remates disferidos na direcção da sua baliza, e tirando bastante partido nas bolas paradas que dispôs como livres e reposições laterais em zona ofensiva. O golo sofrido pelo Benfica foi o grande tónico para a arrancada diabólica por parte de toda a equipa do Benfica, sendo Arnaldo, um dos principais responsáveis e o grande implusionador de tal feito, com uma exibição a roçar a perfeição, a jogar, fazer jogar e a marcar golos de belo efeito e recorte, ele que atravessa um excelente momento de forma. A exibiçao foi coroada de golos, mas o festival de oportunidades criadas e não concretizadas era em dobro, André fez uma perfeita leitura do jogo e soube gerir bem o seu grupo de trabalho com constantes rotações e troca entre os seus jogadores, sabendo ele que era o segundo jogo num curto espaço de horas e que poderia tirar dividendos na forma como o jogo iria decorrer. Vantagem ao intervalo de 4 x 1.
Festival de oportunidades, parte II Um completo e absoluto domínio por parte da equipa do Benfica, que procurou sempre a obtenção do resultado que lhe permitia e garantia a 1ª posição na tabela classificativa, conseguindo atingir tal feito quando o jogador Pedrinho ao minuto 28 colocou o marcador em 8 x 1, pondo todos presentes ao rubro, foi gerir e controlar o melhor goal-average até ao fim da partida, com Ricardinho ainda a desperdiçar um livre directo dos 10 metros e a tentar o seu “cabrito” que após se isolar e na cara do Gr. adversário atirou á trave da baliza, o Benfica venceu e mantêm as ligitimas aspirações a que se propôs, com os seus objectivos intactos e só vai depender de si para atingir a tão desejada final four. Uma vitória categórica por 8 x 1. Facto de salientar o jogador Gonçalo Alves continua ausente, mas já fez o aquecimento com a equipa.
S. L. Benfica Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério, Anilton e César Paulo.
Treinador: André Lima
KMF Ekonomac Kragujevac Cinco inicial: Stojanovic [gr], Cvetanovic, Marinkovic , Bojovic, e Stanooojevic
Jogaram ainda: Leveski, Kocic, Vitorovic, Markovic, Eterovic y Rnic.
Treinador: Ivan Bozovic
Árbitros Ivanov Oleg (UKR), Sivic Borut (SLV), e François Paenen (BEL)
Marcha do marcador 1ª Parte
0-1 | 08’ | Markovic
1-1 | 08’ | Arnaldo
2-1 | 14’ | auto-golo, Stanooojevic
3-1 | 16’ | César Paulo
4-1 | 17’ | Arnaldo
Disciplina Cartão amarelo a Leveski e duplo amarelo e consequente cartão encarnado a Marinkovic, do Ekonomac.
Declarações de André Lima: “Não foi um jogo fácil de início, porque não conseguimos logo na primeira parte concretizar as muitas ocasiões que tivemos. Os jogadores estavam algo ansiosos. Domingo vai ser um dia especial, esperamos um pavilhão cheio, porque iremos precisar do apoio de todos nesse jogo. O Interviu é composto por jogadores campeões da europa e do mundo, não têm pontos fracos.
Declarações do jogador César Paulo: “Estamos motivados para Domingo, até pela competição em causa. Poder empatar é uma vantagem, mas não vamos pensar nisso.”
Declarações de Ivan Bozovic: “Parabéns ao Benfica pela vitória, é uma equipa bem preparada fisicamente. O nosso objectivo principal para esta competição era vencer o Hapoel, e isso só virá depois destes dois jogos. O Benfica esteve melhor, ainda que tenhamos ganho vantagem inicial, porque não conseguimos a partir daí voltar a criar boas oportunidades.”
Grupo D 13 de Novembro
18:00h Interviú Madrid 5 – 1 KMF Ekonomac
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 Hapoel Ironi Rishon
14 de Novembro
18:00h Hapoel Ironi Rishon 1 – 10 nterviú Madrid
20:30h S.L. Benfica 8 – 1 KMF Ekonomac
16 de Novembro
15:00h KMF Ekonomac – Hapoel Ironi Rishon
17:30h Interviú Madrid – S.L. Benfica
UEFA FUTSAL CUP 08/09 Grupo D - Fase de Elite
Lisboa, 13 de Novembro de 2008 – Pavilhão da Luz
Benfica entra a golear O Benfica estreou-se esta noite na fase de elite da UEFA Futsal Cup, com uma goleada por 8 x 1.
Os bi-campeões nacionais tiveram uma auspiciosa estreia na fase de elite, do grupo D, contra os campeões israelitas do Hapoel, num encontro em que por poucas ocasiões contrariou o melhor jogo por parte da equipa do Benfica, no jogo de hoje, André Lima já pode contar com Ricardinho e César Paulo, que estavam ausentes dos treinos por se encontrarem ambos com gripe, mas que recuperam a tempo de se estrearem no primeiro jogo, já Gonçalo Alves continua ausente.
Benfica entra a marcar Decorrido apenas um minuto de jogo e já Pedrinho inaugurava o marcador, numa jogada de insestência, batendo o Gr. Do Hapoel, com estes ainda a esboçarem uma tenue e fraca reação que permitiu uma das pouca intervenções por parte do Gr. Do Benfica, que se opôs com uma excelente intervenção á melhor jogada por parte dos campeões de Israel. O Benfica dominou com muita posse de bola, controlou e conseguiu aproveitar e materializar melhor em golos, com o “score” de 4 x 0 com que chegou ao intervalo, inteiramente justo.
Hapoel reage, mas Benfica aplica goleada Se a vantagem alcançada na primeira metade seria sinónimo de que o Benfica ia golear assim continou a segunda parte, a equipa do Médio oriente ainda reagiu, acreditava e queria ter argumentos para poder criar ainda alguns calafrios a equipa da casa, os primeiros cinco minutos ainda foram de algum ascendente do Hapoel, com a equipa a criar duas claras oportunidades para golo, que á segunda concretizou mesmo, obetendo o seu golo de honra por intermédio do seu jogador Sabag. Mas o resto do jogo tornou a ter um Benfica dominador, com uma superioridade clara em todos os aspectos, de técnica, tactica e física tal o domínio demonstrado, com o resultado a avolumar naturalmente. Pedrinho e César Paulo ainda desperdiçaram duas claras oportunidades, ao permitirem a defesa do Gr. adversário a um livre directo sem barreira. Vitória por 8 x 1
S. L. Benfica
Cinco inicial: Bebé [gr], Pedro Costa [cap], Arnaldo, Zé Maria, e Pedrinho.
Jogaram ainda: João Marçal, Ricardinho, Rogério e César Paulo.
Treinador: André Lima
HAPOEL IRONI R. L.
Cinco inicial: Katz [gr], Elmekayes, Turgeman, Zablozki, e Kalik.
Jogaram ainda: Sharvit, Chicko, David, Sabag, Bruchian, e Cohen.
Treinador: Gil Lanndau
Árbitros
François Paenen (BEL), Vladimir Colbasiuc (MDV), e Durlan Boris (CRO).
Marcha do marcador 1ª Parte
1-0 | 01’ | Pedrinho
2-0 | 10’ | Arnaldo
3-0 | 14’ | Rogério
4-0 | 15’ | Zé Maria
2ª Parte
4-1 | 25’ | Sabag
5-1 | 25’ | Pedrinho
6-1 | 27’ | Ricardinho
7-1 | 29’ | Arnaldo
8-1 | 38’ | César Paulo
Disciplina
Cartão amarelo a Kalik, do Hapoel.
Declarações de André Lima; "Hoje estou muito orgulhoso pelo que fizémos, numa competição como esta, os jogadores fizeram coisas muito bonitas, foram solidários, unidos, e amigos fiquei muito feliz pelo que vi", Na antecipação do jogo de amanhã, comentou, "O jogo de amanhã contra a equipa Sérvia será concerteza ainda mais díficil, pois já nos observaram, mas penso que vamos cumprir com os objectivos a que nos propômos, que é vencer." Sobre a ausência de Gonçalo Alves, disse,"O Gonçalo teve ontem alta médica e vai começar a treinar, para recuperar os índices físicos, vamos ver se ainda virá a tempo de nos ajudar, mas ainda é muito cedo para termos certezas, vamos ver."
Declarações de Pedro Costa, capitão; Entrámos bem, como deve ser, cumprimos com o que o nosso treinador pediu, fizémos muitos e bonitos golos, o resultado apesar de termos sofrido um golo é excelente.
Declarações de Gil Landau; É a primeira vez que estamos presentes nesta competição e nesta fase, hoje contra o Benfica defendemos mal, ainda não somos profissionais, os nossos indices físicos não conseguem acompanhar equipas como esta que defróntamos hoje. O Benfica é uma das melhores equipas, com excelentes jogadores, como Pedro Costa, Arnaldo e Ricardinho que nos causaram inumeros problemas, ainda somos imaturos, ainda não atingimos o estado de profissionais e essa é a grande diferença.
Na abertura da 5ª jornada, Benfica vence por 4 x 2 Olivais, propocionando ambos uma disputada partida.
Na abertura da 5ª Jornada do campeonato Nacional da 1ª divisão, Olivais e Benfica deram o pontapé de saída, antecipado para esta sexta feira, devido ao compromisso europeu que o Benfica vai ter como anfitrião, recebendo a 2ª fase da Uefa Futsal Cup, que desde já deixa boas indicações para como o Benfica se irá apresentar. Jogo este que teve as ausências de Caturra, por parte dos Olivais, por se encontrar a cumprir castigo, por parte do Benfica de Gonçalo Alves, que continua ausente desde o regresso do mundial por lesão e de Ricardinho por cumprir castigo. Tradicionalmente, este “derby” de Lisboa propociona sempre grandes jogos, este foi mais um para a já vasta historia entre ambos os clubes.
Benfica eficaz, e a querer resolver desde cedo o jogo Foi um Benfica a entrar forte e bem, se aos 2`de jogo Arnaldo tinha avisado, aos 3´o Benfia inaugurou o marcador, numa bonita jogada, triangulação em que envolveu os jogadores César Paulo, e Zé Maria que assistiu no outro poste contrário Pedro Costa, que só teve que entrar com a bola pela baliza a dentro, com uma equipa do Olivais a ver jogar. O Olivais esboçou a sua reacção, temporária conseguiu mesmo encostar o Benfica no seu reduto, e a ver premiado tal desempenho, empatando o jogo por Pedro Ferreira, num jogada conduzida por Jony, foi mesmo o melhor período de jogo por parte do Olivais, criando algumas situações de perigo junto da baliza adversária, sem no entanto materializar em golos. Quando nada o fazia prever o Benfica marca, Pedro Costa intercepta um passe de Pedro Ferreira mal medido, e assite na perfeição a desmarcação de João Marçal que só teve que desviar do impotente Gr Piranha que nada pode fazer, o Benfica chegou ao intervalo como justo vencedor mas com um resultado algo dilatado, pois sobre o término da primeira parte, e no melhor momento da partida, Pedro Costa assistiu numa reposição lateral, que sobrovou de ala a ala, com Pedrinho a rematar de primeira sem que a bola tocasse o solo, batendo inapelavelmente o Gr. Piranha com a bola a passar por este com uma tremenda velocidade.
Reacção do Olivais, com uma tremenda pressão sobre o Benfica, este soube sofrer e defender Foi um Olivais, atrevido na forma como partiu para cima dos campeões nacionais e a querer discutir o resultado até ao final, uma excelente reacção esta que a equipa visitada teve na segunda metade, de muita atitude, na busca de ser feliz, obrigando o Benfica a defender e a saber sofrer. Somente aconteceram mais dois golos na segunda metade, um para cada lado, a equipa do Olivais ainda reduziu para a diferença mínima aos 24´por Gonçalo Farinha, mas o Benfica deu a melhor resposta aos 28´por intermédio de Zé Maria. O treinador do Olivais, Luís Alves ainda arriscou nos minutos finais no 5 para 4, com Pedro Ferreira a desempenhar e bem as funções de Gr avançado, mas os intentos de modificar o rumo dos acontecimentos de nada valeram, o Benfica em vésperas de assumir o seu compromisso europeu esteve sempre muito coeso, sólido, a saber defender, a ser pragmático e objectivo, vitória justa da melhor equipa em quadra.
UEFA CUP no canal BENFICA TV
Os jogos do grupo D da fase de Elite da UEFA Futsal Cup vão ser transmitidos única e exclusivamente no canal Benfica Tv. Os seis jogos da fase de elite vão ter quatro horas diárias na grelha de programação do canal, nos dias 13, 14 e 16 do mês corrente.
Domingo, Novembro 02, 2008
::: ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte I
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Polêmica no Grupo B do Mundial de Futsal. Derrota 'conveniente' da Itália diante do Paraguai revolta jogadores portugueses.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte II
Copa do Mundo de Futsal da Fifa. Confusão no intervalo da partida entre Brasil e Itália no segundo jogo da 2ª Fase. O tumulto começou por causa de uma discussão entre o jogador italiano Forte e o auxiliar técnico brasileiro Pipoca.
ALGUÉM SABE SE A FIFA TOMOU ALGUMA MEDIDA - Parte III
Jogadores do Paraguai reagem e protestam com a equipa de arbitragem e com os seguranças após o golo polémico que deu a vitória da Russia por 5x4, no jogo da 2ª fase da Copa do Mundo de Futsal.
NUM GRANDÍSSIMO ESPETÁCULO DE FUTSAL, BELENENSES DERROTA SPORTING
Em dia de mais um dérbi lisboeta, da 4ª jornada do Campeonato FutSagres o Pavilhão Acácio Rosa em Bélem serviu de palco ao jogo que o Belenenses venceu o Sporting por 4 x 3, onde a indecisão do marcador permaneceu até ao apito final do arbitro, este que foi o prato principal da jornada, e que não deixou de corresponder ás expectativas. Candidatos ao título nacional, os “conquistadores” e “leões” proporcionaram um grande espectáculo, um encontro que terá deixado boa imagem da modalidade nas honras que teve de transmissão em directo no canal de público de televisão da SIC. Belenenses e Sporting enfrentam-se num grande espectáculo, repleto de emoção até ao fim, contando sempre com um público entusiasta e ao rubro. Se na véspera deste importante jogo, os técnicos Alípio Matos e Paulo Fernandes o disseram assim o fizeram melhor e cumpriram melhor, um derby entre duas grandes equipas e de enorme prestígio, ambos pretendentes ao título nacional, um recente e um outro crónico, justificando plenamente tal atributo. Ausentes da partida estiveram por parte do Belenenses Caio Japa, que se encontra a cumprir castigo disciplinar e de Bibi do Sporting, que apesar de ter estado no banco não foi opção para Paulo Fernandes.
Com uma primeira parte repartida, empate a 1 x 1 O Sporting com uma melhor entrada em jogo, fruto da sua postura atacante e de controlo do jogo, exercendo uma forte pressão á saida de bola do Belenenses para o ataque organizado, pressão essa que o Belenenses demorou a saber sair dela, o Sporting soube amarrar a equipa do Belenenses e armou-lhe uma enorme “teia” em sua volta. O Sporting controlou um terço do tempo do jogo da primeira metade, dominante, jogando, criou mais e melhores ocasiões para bater o excelente Gr. Marcão, que teve que intervir por diversas ocasiões (7 defesas), mas supreendentemente foi mesmo o Belenenses a criar a melhor oportunidade, aquela que até então foi a mais flagrante ocasião para abrir o marcador, decorrido que estavam dois minutos de jogo, Pedro Carry conseguiu arrancar pela ala direita e fugir ao seu adversário directo e ficar na cara do Gr Benedito, mas este fez um passe desplicente permitindo o corte por parte da defesa do Sporting, este foi mesmo um caso isolado pois o Sporting controlou, dominou e marcou, á passagem do minuto 11, por Djo, com um excelente remate e a bater toda a equipa do Belenenses, que a par de João Matos se revelam apostas ganhas por parte do Treinador Paulo Fernandes, contribuindo assim para que este tenha cada vez mais soluções no plantel. O Sportig que até então dominava o jogo a seu belo prazer, só encontrou uma forte reacção, e que que reacção após a excelente jogada que deu o empate para o Belenenses, por Jardel á passagem do minuto 15, tornando-se então o jogo mais vivo e intenso, com o Belenenses a dispor de várias oportunidade para se colocar na frente do marcador o que seria injusto pelo que o Sporting também fez, com o intervalo a chegar no empate 1 x 1.
19 minutos de equilibrio como nota dominante na segunda metade do jogo Esta segunda metade teve o equilibrio no jogo praticado por ambas as equipas, na posse de bola, nos remates em direcção ás balizas, nas soluções tacticas impostas pelos seus treinadores, excepto nas situações em que o Belenenses se organiza no 5 contra 4, com o Gr. Marcão a subir na quadra e nos golos marcados ao qual se refletiu no resultado final. A segunda metade foi mais viva que a primerira, e a isso se deve o facto de o jogo ter sido repartido por ambas as equipas, com ambas a procurarem em vencer o jogo e a almejar a conquista dos três pontos. O Capitão Drula colocou o Belenenses na frente do marcador 2x1, ao minuto 30, naquele que terá sido um dos momentos da tarde, um verdadeiro hino ao Futsal bem jogado, praticado e melhor concluído num soberbo golo, com Drula a ludribiar Café aplicando-lhe um “nó cego”, já isolado na cara de João Benedito ainda fez outra “magia”, aplicando um magnífico chapéu, que só parou no fundo das redes. A melhor resposta por parte do Sporting não podia ter sido melhor e na reposição de bola em jogo, a igualdade por joãp Matos, com a assistência de Deo, o equilibrio er a nota dominante, mas o Belenenses conta com uma arma muito forte a seu favor, o 5 contra 4, se já nos últimos 5´da primeira parte tinham sido os melhores, nesta tornaram a sê-lo, criando grandes embaraços á defensiva do Sporting, e criando inumeras situações de golo, assumido o risco, mas com a incerteza do marcador que tanto podia dar para um ou outro lado.
A vitória de 4x3 da ambição e do risco assumido pelo treinador do Belenenses, Alípio Matos Alípio queria ganhar, arriscava, e o que ao príncipio poderia pensar-se que teria sido um erro, revelou-se uma virtude. Alex desde a sua area interceptou um passe e conseguiu dar-lhe a melhor direcção, era o golo que dava vantagem n marcador ao Spoting com menos de um minuto para jogar. Belenenses na reposiçao de bola saí em desepero de causa na busca do prejuízo e tentar pelo menos minimizar, jogada de que foi parada pelo Gr. João Benedito, falta sobre Jardel (a 5ª por parte do Sporting), que o arbitro sancionou erradamente com amarelo ao jogador João Matos do Sporting poupando assim a expulsão ao Gr do Sporting, pela amostragem do segundo amarelo e consequente cartão vermelho, Diego concluí da melhor maneira para o empate, 3x3. Paulo Fernades, a menos de 20 segundos do fim arrisaca com Café a Gr volante, e com a bola de saída a seu favor, queria também ele sair vitorioso deste derby, esta ambiçao é de salutar no nosso campeonato, essa é a mentalidade para se conseguir o estigma das vitórias, mas o Sporting não conseguiu concluir a jogada e Café, travou o seu adversário em falta, era a 6ª do Sporting, com 9 segundos para jogar, Miguel Almeida foi para a marca dos 1º metros, era o homem em que recaiu toda a responsabilidade para colocar defenitivamente o Belenenses na frente, Cristiano ainda trocou com Benedito, mas seria Alípio Matos, hoje a ver a sua estratégia a ser coroada de exito, vitória do Belenenses por 4x3, que assim se mantêm no topo da classificação e ja leva seis pontos de avanço sobre o Sporting.
Declarações, do Técnico Alípio Matos “Tal como se prespectivava foi uma partida bem disputada, num excelente jogo, muito bem jogado, com emoção até ao fim, um espétaculo com golos, e bastante equilibrado. Arriscamos, assumimos o risco, primeiro fomos infelizes e depois fomos felizes ao sermos coroados de exito pela vantagem conseguida mesmo no fim da partida. Esta vitória é muito importante para o Futsal do Belenenses, para o seio do grupo. Estas duas equipas deram uma excelente mostra de qualidade e do Futsal que se pratica numa altura em que a nossa modalidade parece estar a perder o protagonismo que já teve.”